Bolsonaro e Arthur Lira discutem como baixar o preço dos combustíveis
Petrobrás autorizou mais um aumento nesta terça-feira
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Serão cobrados R$ 14,20 a cada 100 kWh entre 1º de setembro e 30 de abril de 2022. Risco de apagão é iminente
A conta de luz continua pressionando a inflação
Todo paraense sente no bolso, mas, para população vulnerável à miséria, o efeito colateral da disparada de preços é mais severo. Inflação corroeu mais de R$ 60 do salário mínimo este ano
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi divulgado hoje (10) pelo IBGE.
No acumulado do ano, inflação corroeu do salário mínimo do trabalhador paraense equivalente a quase 2 quilos de carne. Este mês, vilões são itens dos grupos de habitação e de transportes
Mesmo assim, em 12 meses, subida média dos preços está em 8,71%. Para trabalhadores que sobrevivem com um salário mínimo, é o equivalente a deixar de comprar 3 kg de carne no mês.
Mesmo assim, em 12 meses corridos, valor correspondente a R$ 1 mil foi aniquilado no estado pela inflação a ponto de perder o suficiente para comprar 3kg de carne. É carestia que fala, né?
Prévia da inflação do estado para este mês, que nem acabou, mostra que produtos e serviços ficaram 0,83% mais caros, praticamente o dobro do índice registrado no Brasil. Só o Ceará supera
IPCA acumulado em 4 meses está em 3,34% para população paraense, cujo rendimento médio é de R$ 1.727; em estados mais ricos que Pará, como SP, RJ e GO, inflação não chega a 3%.
Inflação do estado, que tem Grande Belém como referência, avançou 0,8%. Comida, aluguel e transporte levam embora 61% do orçamento das famílias paraenses, cujo rendimento é R$ 883
Preços disparam, mas cidadão comum não vê isso revertido no contracheque. Renda média do paraense é de míseros R$ 883; Dieese diz que salário mínimo deveria ser ao menos R$ 5.375.
Antes esquecida, carne de porco foi tão procurada nos dias de confinamento que preço bateu recorde, subindo quase 55%. Porém, nada se compara à inflação do óleo de cozinha: absurdos 125%. Carestia nos itens do carrinho contrasta com miserê total de 3 milhões de paraenses.
Alimentos continuam em alta e preço das passagens aéreas aumenta na capital paraense
Forte período de chuvas nas áreas de produção agrícola influenciou na maior disparada de preços nos últimos 6 meses
Laboratório de Inflação e Custo de Vida da Unifesspa faz acompanhamento semanal em aproximadamente 200 estabelecimentos e feiras
O Convênio de Cooperação Técnico-Científico celebrado entre a Fundação Amazônia de Amparo e Pesquisa do Pará – Fapespa – e a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará – …
Por meio da celebração de convênio entre a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), a cidade …
Por Kiyoshi Harada (*) Como se verifica da mídia há uma verdadeira “quebra de braços” entre a Petrobrás e a Presidência da República para aumentar o preço da gasolina que …