Exportações do Pará encolhem 24% em 2022, mostra Economia
Desaceleração da atividade extrativa mineral nas minas de Parauapebas e Canaã dos Carajás manda recado ao estado, que está cerca de 2 bilhões de dólares abaixo do movimento de 2021
Desaceleração da atividade extrativa mineral nas minas de Parauapebas e Canaã dos Carajás manda recado ao estado, que está cerca de 2 bilhões de dólares abaixo do movimento de 2021
Por outro lado, Marabá foi tragado pelas águas das fortes chuvas de janeiro e afundou de entre os 30 maiores exportadores para a 175ª posição. Ausência de embarque de cobre o prejudicou
Câmara até criou uma Comissão Temporária de Assuntos Relevantes para investigar possíveis violações de direitos das empresas com seus empregados, mas elas continuam firmes e fortes
Produção caiu em relação a meses anteriores, mas ficou estável no confronto com dados do ano passado, com queda mais acentuada na Terra Prometida. Hoje minério fechou em US$ 89
O Pará é o maior exportador de madeira nativa da Amazônia. O setor econômico gera 30 mil empregos diretos.
Minério de ferro proporciona emoções distintas: sucesso por recorde de exportações e fracasso pela diminuição da produção física perante ano passado; cotação internacional define o cenário
Em Canaã dos Carajás, volume de dinheiro das transações de commodities concentradas por uma só empresa chega a ser 33 vezes superior ao recurso para aplicação em políticas públicas
Decreto da alegria do prefeito Darci está deixando sem-teto e donos de casas de materiais de construção em polvorosa. E mais: entenda a expectativa da Ufra sobre o curso de Enfermagem; Nos últimos sete dias foram registrados 533 novos casos e 10 mortes por covid-19 no município
Os dados foram divulgados pelo governo do estado. Esse crescimento é fruto de pareceria com o Ministério da Economia, por meio do Plano Nacional da Cultura Exportadora
Minério de Carajás é astro-rei da balança comercial paraense, mas, pela primeira vez, a soja venceu mês sendo exportada mais que o alumínio e ficou na 3ª posição, atrás de ferro e cobre.
Parauapebas é 2ª e Canaã, 5ª, no ranking de municípios que mais transacionaram produtos rumo ao exterior. Quando o assunto é lucro comercial, ambos são primeiros colocados no país.
Minério retirado de Parauapebas e Canaã e exportado nos últimos dez anos, se convertido em moeda nacional, renderia em torno de meio trilhão de reais. Futuro do Brasil passa por aqui.
Estado está perto de ultrapassar Maranhão e Tocantins para assumir posto de principal praça comercial da commodity no arco norte do Brasil. Só Goiás registrou taxa de sucesso superior.
Estado virou maior potência exportadora do Brasil fora do eixo Rio-SP-MG e, em termos de lucro comercial, apresentou o melhor resultado para o país, com quase 1 bi à frente do 2º lugar
Em 2020, China tem no Pará seu maior parceiro comercial, com transações que já movimentaram cerca de 10,6 bilhões de dólares. Mas não é o Pará quem larga na frente para receber vacina chinesa
No estado que tem 67% de sua produção comprada pela China, minério de ferro reina absoluto e põe no topo nacional Parauapebas e Canaã; cobre empurrou Marabá, pela primeira vez, à lista dos 10+.
Valor recorde exportado no mês passado contribuiu para que estado avançasse novo degrau no ranking, sendo o 4º da balança. Ferro, cobre, bauxita e soja são as especialidades da casa.
Juntas, as duas estrelas paraenses exportaram mais que 20 estados brasileiros, como Goiás, Santa Catarina e Bahia. Barcarena, Marabá e Paragominas também têm produção expressiva.
Maiores produtores de minério de ferro do país garantiram ao Pará a confortável posição de 3º lugar geral no ranking de exportações no mês passado; estado ficou atrás apenas de SP e MG.
No comparativo com abril deste ano, queda foi de apenas 0,8%. Mas quando base comparativa é maio de 2019, Pará rolou 13%. E fraca produção de S11D no mês foi a grande responsável.