Mineração paraense deve puxar crescimento do Brasil pós-pandemia
Pará responde hoje por 44% da mineração nacional. O ferro produzido aqui participa com 54%, enquanto produto de MG tem 45% de presença no mercado. Canaã e Parauapebas lideram.
Pará responde hoje por 44% da mineração nacional. O ferro produzido aqui participa com 54%, enquanto produto de MG tem 45% de presença no mercado. Canaã e Parauapebas lideram.
A medida, que foi tomada em razão do avanço descontrolado da pandemia nesses municípios, começa a valer a partir da próxima terça-feira (19).
Município vai licitar concessão de terrenos para povoar o distrito por até 20 anos a custo zero. Como contrapartida, futuras empresas devem se comprometer em contratar mão de obra local.
Terra Prometida embarcou 1,5 milhão de toneladas de minério de ferro a mais que a Capital do Minério. Por isso, royalties de mineração de julho virão 30% maiores que os do município-mãe.
Atualmente, 19.800 habitantes do rico município encontram-se em situação de vulnerabilidade social, sobrevivendo em famílias cuja renda média mensal não ultrapassa meio salário mínimo.
São famílias inscritas no CADÚnico e beneficiárias do Bolsa Família. Para novos cadastrados, o pagamento será 27 de abril
Elas nem balançam e nem caem. Ao menos não até o momento. Governos de Parauapebas, Marabá e Canaã dos Carajás estão com arrecadação em dia mesmo em tempos muito difíceis.
As ações nos municípios do sudeste do Pará contam com o apoio da Vale
Influência do município na oferta de serviços de baixa, média e alta complexidades rompe a divisa do Pará. Itupiranga e Jacundá são maiores fregueses. Para Marabá, referência é Belém.
Medida, em parceria com a prefeitura de Parauapebas, viabiliza inclusão de 100 novos leitos para atendimento à população com sintomas da Covid-19
53 pessoas seguem em quarentena por apresentarem sintomas leves da doença
A jovem, que está em isolamento domiciliar, apresentou sintomas depois de ter contato com caso suspeito de São Paulo
A Justiça determinou a internação provisória de Alessandro Raniere em Hospital psiquiátrico de Santa Isabel do Pará
Custo da licitação é o triplo do investimento previsto com a educação de jovens e adultos em um município onde em pleno século 21 ainda existem 1.200 analfabetos, de acordo com TSE.
A interdição se dá por falta de acordo entre famílias dos Produtores Rurais da Gleba Buriti do Rabo, em Canaã dos Carajás, e a Vale
Construtora CBAA venceu pregão com lance R$ 7,5 milhões mais em conta e vai trabalhar até o final do ano. Hoje, 35% dos moradores do rico município vivem em ruas sem pavimentação.
No município-sede da microrregião, recursos da educação são terceira principal fonte de renda depois de Cfem e ICMS. Pelos dados do TCU, só em Água Azul o FPM é maior que o Fundeb.
Além disso, estado deixou MG para trás na disputa do minério de ferro. E mais: com Marabá, Canaã dos Carajás e Parauapebas, Pará tem três dos cinco municípios que lideram ranking.
Retirada de orçamento da agricultura para o ano que vem pode dificultar ainda mais expansão de atividade produtiva rural no principal município da região, onde produção despencou 39%.
Contudo, nem todos os caminhos do Pará conduzem à “Terra Prometida”. Há administrações com resultado fiscal que mais parece de cenário de guerra: finanças arrasadas e em destroços.