Pará tem 794 mil na faixa etária de risco para Covid-19
Número de pessoas com mais de 60 anos no estado é equivalente a três cidades do tamanho de Marabá. IBGE antecipa dados de mais uma pesquisa a fim de auxiliar Ministério da Saúde.
Número de pessoas com mais de 60 anos no estado é equivalente a três cidades do tamanho de Marabá. IBGE antecipa dados de mais uma pesquisa a fim de auxiliar Ministério da Saúde.
Jair Martins, em entrevista exclusiva, comenta os 123 anos do município, relembra dificuldades na trajetória e fala sobre as principais medidas para o enfrentamento à pandemia da Covid-19
Aplicação por habitante, contudo, apresenta disparidade abissal: enquanto governo de Canaã investiu R$ 2.540, o de Igarapé-Açu só fez R$ 140. Sudeste do Pará tem as médias mais altas.
Microrregiões desses municípios são puxadas pelo crescimento acelerado da soja. Santarém é movido pela produção do norte do Mato Grosso e Paragominas, pela intensidade do Maranhão.
Dados do IBGE revelam que, aqui no estado, 5% dos católicos e 1,75% dos evangélicos têm mais de 60 anos e, portanto, estão no grupo de risco para o coronavírus; confira mais números.
Municípios como Canaã dos Carajás, refém de números subestimados do IBGE, têm prejuízo de R$ 8,5 milhões por ano apenas com FPM. Lista de potenciais prejudicados é extensa.
O processo seletivo para contratação de recenseadores e supervisores está suspenso.
Retração foi puxada pela baixa na atividade de extração de minério em Parauapebas e pela paralisação da mina de Serra Leste, em Curionópolis. Canaã dos Carajás amorteceu a queda.
Expectativa é de baixa na primeira safra de milho e de sorgo este ano. Produtos como cacau, laranja e mandioca devem apresentar resultado inferior ao apurado ao longo do ano passado.
Serão seis oportunidades para agente censitário municipal, 29 para agente supervisor e 284 para recenseador. Os salários variam, mas podem ultrapassar fácil R$ 2.100 por produtividade.
Paraense sobrevive com menos de salário mínimo e situação só não é pior que a de Alagoas e Maranhão. Nem mesmo o fato de ser gigante na balança comercial o livra da vergonha social.
Governo municipal quer gastar até oito vezes mais com diesel e gasolina que com agricultura. E olha que propriedades rurais movimentam um PIB de R$ 190 milhões, triplo da receita local.
Em 2019, Pará produziu 179 milhões de toneladas de minério ante 190 milhões de toneladas em 2018. Apesar da baixa na lavra, valor transacionado em dólar cresceu consideravelmente.
Um dos tantos desafios do estado na próxima década é promover a inclusão digital de pessoas e das cadeias produtivas do campo. Pará é hoje o 4º mais atrasado no acesso rural à internet.
Futura Contabilidade vai faturar R$ 20 mil por mês para organizar vida da Casa de Leis, cuja despesa com pessoal gira em torno de R$ 3,5 milhões. Contratação não teve reajuste do INPC.
Administração municipal busca otimizar rendimento por área cultivada e gerar renda às famílias da cadeia do cacau, impulsionando agroindústrias de processamento de frutos e amêndoas.
Bairros Paraíso e Bela Vista serão contemplados por medida da Semob. Já no complexo VS-10, ação da Semsa vai garantir que postinho de saúde seja abastecido com materiais básicos.
Parauapebas e Curionópolis puxaram resultado para baixo em novembro, enquanto Canaã dos Carajás “amorteceu” a queda. Dependência de minério se reflete nas estatísticas econômicas.
PCA atinge maior taxa para novembro em quatro anos
Ao lado de Belém, Ananindeua e Santarém, eles estão entre os 100 municípios brasileiros com maior incremento de recém-nascidos. Marabá larga na frente por ter reduzido mortalidade.