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Futebol

Paysandu empata com o Atlético-ES no Mangueirão e é bicampeão da Copa Verde

O Papão contou com o apoio de 35 mil torcedores, que fizeram a festa com mais uma conquista alviceleste

O Paysandu Sport Club conquistou o título de bicampeão invicto da Copa Verde de 2018. A conquista veio na noite desta quarta-feira (18), após o empate em 1 a 1, diante do Atlético-ES, no Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém. Como havia vencido o primeiro
jogo em Cariacica, por 2 a 0, o time paraense levantou mais um troféu da competição nacional e garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Brasil de 2019.

A torcida do Papão lotou o Mangueirão com 35 mil pessoas e ainda fez uma linda festa exibindo um mosaico. A renda da partida foi mais de um milhão de reais, com o Paysandu lucrando também com a premiação do título da Copa Verde, o equivalente a R$ 168 mil. O Atlético de Itapemirim saiu na frente, ainda na primeira etapa, com o gol assinalado pelo atacante Eraldo, aos 39 minutos. O Paysandu chegou ao empate, aos 27 minutos da etapa final, com o gol do meia Pedro Carmona.

Em oito partidas, o Papão conquistou seis vitórias e dois empates, marcando 18 gols e sofrendo sete. O atacante Cassiano do Paysandu foi o artilheiro da competição, com nove gols marcados e deixou seu nome na história como o maior artilheiro até então da Copa Verde.

O jogo: Paysandu 1 x 1 Atlético-ES – Papão bicampeão invicto da Copa Verde

Logo no início de jogo, o atacante bicolor Mike entrou na área e tentou marcar por cobertura, o goleiro Bambu fez a defesa. O Atlético reagiu, quando Paulinho cruzou na área, o zagueiro Edimar cortou errado, mas Pikachu não acreditou muito na falha da zaga e acabou não alcançando a bola. Após boa troca de passes do time do Paysandu, Cassiano abriu na direita para Matheus Silva, que chutou cruzado para a boa defesa de Bambu.

O Papão foi para a pressão para tentar abrir o marcador. O atacante Moisés arrancou bem pelo meio e chutou forte de fora da área, a bola passou por cima da meta do goleiro Bambu. Outra vez o bicolor estadual chegou com Victor Lindenberg, que cruzou da esquerda, a defesa
cortou e a bola sobrou para Moisés, que errou o chute e a jogada voltou para Victor Lindenberg, que alçou de cavadinha na área, e o goleiro Bambu afastou de soco o perigo que rondava sua meta.

Na chegada mais perigosa da equipe do Espírito Santo, Pikachu levantou na área, Eraldo raspou de cabeça, mas o goleiro Renan Rocha fez a defesa sem problema. Na segunda chegada foi fatal. Após cruzamento de Franklin pela direita, o atacante Eraldo oportunista, subiu firme e
cabeceou para o fundo do barbante do goleiro Renan Rocha, aos 39 minutos, 1 a 0, para o Galo da Vila.

Logo em seguida, quase o Paysandu chegou ao empate, quando Victor Lindenberg entrou de cara para o gol e cruzou na área, a zaga cortou e na sobra, o zagueiro Perema foi derrubado antes de finalizar. Na falta cobrada, Bambu subiu de soco e cortou para o Atlético-ES. Quando
o árbitro Anderson Daronco-RS, da FIFA, apitou o final do primeiro tempo, alguns torcedores vaiaram e outros aplaudiram o time bicolor na descida para os vestiários.

Veja também:  No duelo dos desesperados, Paysandu só empata com o CRB e segue no Z4 da Série B

Na etapa derradeira, o Papão foi para cima e na primeira jogada dentro da área, Victor Lindenberg se enroscou com o zagueiro Rhayne, os jogadores e a torcida do Paysandu pediram pênalti, mas o árbitro Anderson Daronco mandou seguir o jogo. O zagueiro Diego Ivo deu uma de atacante e chutou para o gol, Bambu defendeu em dois tempos. Em uma jogada de ataque, Cassiano sofreu falta quase que frontal. O próprio Cassiano cobrou e mandou longe da meta do Galo da Vila.

Em um contra-ataque bicolor, Moisés recebeu na esquerda e cruzou rasteiro para o meio da área, a zaga chegou para cortar antes do chute de Nando Carandina. Aos 11 minutos, o árbitro Anderson Daronco paralisou o jogo devido a um laser que estava sendo apontado para o rosto do goleiro Bambu do Atlético-ES. Em um ataque do time de Itapemirim, a bola sobrou para Araruama, que disparou para fora.

O meia Pedro Carmona, que entrou no lugar do atacante Moisés foi decisivo para o Paysandu. No primeiro lance, Carmona cobrou falta da direita na cabeça de Mike, que testou firme e Bambu defendeu no reflexo. Aos 27 minutos, a zaga do Atlético saiu jogando errado, Nando
Carandina cortou de cabeça e a bola chegou nos pés de Pedro Carmona, que acertou um chutaço, sem chances de defesa para Bambu, 1 a 1, explodindo a Fiel Bicolor no Mangueirão.

O Galo da Vila foi para o tudo ou nada. Em uma boa descida de Fabiano, o meia cruzou na área, Mateus Müller cortou para o meio e bola sobrou para Eraldo, que pegou de primeira, mas mandou longe da meta de Renan Rocha. Em um escanteio cobrado da direita, o atacante
Henrique cabeceou e a bola passou ao lado do gol bicolor, sem muito perigo. A essa altura do jogo o torcedor do Papão já gritava nas arquibancadas “bicampeão, bicampeão, bicampeão”.

Eraldo ainda conseguiu girar da marcação, mas o chute foi para fora.

O juiz Anderson Daronco-RS, da FIFA, levou até aos 49 minutos, quando a torcida do Papão da Curuzu pôde soltar o grito de bicampeão invicto da Copa Verde de 2018. Placar final: Paysandu 1 x 1 Atlético-ES.

Ficha Técnica

PAYSANDU: Renan Rocha; Diego Ivo, Edimar, Perema; Matheus Silva (Maicon Silva), Renato Augusto, Nando Carandina e Victor Lindenberg (Mateus Müller); Mike, Moisés (Pedro Carmona) e Cassiano. Técnico: Dado Cavalcanti.

ATLÉTICO-ES: Bambu; Paulinho, Rhayne, Kleber Viana (Pedrão) e Marcos Felipe; Araruama, Franklin e Júnior Santos (Henrique), Eraldo, Fabiano e Pikachu (Bruno). Técnico: Zé Humberto.

Árbitro: Anderson Daronco-RS (FIFA)

Assistentes: Alessandro Álvaro Rocha de Matos-BA e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo-SP

Cartões amarelos: Diego Ivo (Paysandu); Júnior Santos, Pedrão e Rhayne (Atlético-ES)

Gols: Eraldo, aos 39 minutos do 1° tempo para o Atlético-ES; Pedro Carmona, aos 27 minutos do 2° tempo para o Paysandu

Local: Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém

Renda: R$ 1.239.000,00

Pagantes: 28.900

Sócio Bicolor: 4.000

Por Fábio Relvas – Fotos: (Wagner Santana / Diário do Pará) e (Jorge Luiz / Ascom Paysandu)

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