Prefeitos começam julho com contas do 3º bimestre a prestar
Blog fez levantamento e constatou calote de vários gestores com contas anteriores: 26 devem 1º bimestre; 38 devem 2º bimestre; e 18 ainda devem contas anuais consolidadas de 2018.
Blog fez levantamento e constatou calote de vários gestores com contas anteriores: 26 devem 1º bimestre; 38 devem 2º bimestre; e 18 ainda devem contas anuais consolidadas de 2018.
Todavia, gasto por pessoa é 11º pior entre Unidades da Federação. Ao mesmo tempo, estado é 6º em número absoluto de assassinatos e violência disparou mais de 100% em 10 anos.
Despesa com pessoal ainda continua gorda: meio bilhão em um ano. Porém, arrecadação bilionária e crescente confere certo ar de tranquilidade, pelo menos no momento.
Candidatas à conta de publicidade precisam ter conhecimento da dinâmica socioeconômica do município para cuidar da imagem da administração de Carlo Iavé.
Prefeitura diz que não há razões para falar em rombo porque ano ainda não terminou e porque tem dinheiro em caixa, mas o déficit fiscal é apontado por ela mesma em relatório.
Irresponsabilidade de gestores pode, no médio prazo, levar municípios a terem recursos bloqueados. Por outro lado, as cinco prefeituras mais ricas do estado já estão “ok”.
Com 91 mil desocupados e outros 77 mil vivendo de “bicos”, capital paraense leva uma senhora taca em arrecadação de cidades com metade de seu tamanho. Belém parou no tempo e números envergonham.
Apesar de a referência imediata ser Novo Progresso, é o município de Altamira quem diretamente vai se beneficiar da arrecadação de taxas, impostos e compensação financeira pela lavra do ouro.
Governo de Osvaldinho, que viu receita aumentar mais de R$ 10 milhões de um ano para outro, acelera nos retoques de sua frota própria mediante aquisição de 1.522 pneus para seus veículos.
Confederação Nacional dos Municípios alerta para o fato de que prefeituras podem passar aperreio porque liberação de recursos depende da boa vontade política do Governo Federal. Ministério das Cidades é o mais enrolado.
Estado foi o único que conseguiu apresentar déficit fiscal superior a R$ 500 milhões. Despesas maiores que receitas, restos de outros anos acumulados e pedaladas de contas para 2019 falam por si.
Governos de Oeiras do Pará e Óbidos também estão em maus lençóis. Por outro lado, prefeituras de Placas, Brejo Grande do Araguaia e Parauapebas são as mais tranquilas com relação ao peso do funcionalismo na arrecadação líquida.
Arrecadação líquida do Estado aumentou cerca de R$ 880 milhões entre 2017 e 2018, mas, mesmo assim, Governo apresentou rombo nas contas de exatos R$ 1.543.311.000,00. Informações estão no RREO do 6º bimestre.
Mesmo tendo visto entrar no caixa quase R$ 1,2 bilhão líquido, governo de Darci Lermen gastou mais que arrecadou. Ele também pedalou outros R$ 6 milhões em “restos a pagar” para 2019.
Tudo “blue” em Água Azul: governo é um dos três do Pará com melhor equilíbrio entre receita líquida e gasto com pessoal. Município, com população predominantemente rural, sobrevive da agropecuária e aguarda “start” de mineração.
Até o momento, nenhuma prefeitura paraense remeteu relatórios à Secretaria do Tesouro Nacional. Blog vasculhou os relatórios anteriores de todos os 144 municípios paraenses.
Maior produtor nacional de commodities de extração vegetal e segundo maior produtor mundial de açaí, município se destaca no campo agrícola, mas padece no campo social.