Levantamento mostra que safra do Pará deve ser recorde em 2021
Puxada pela expansão acelerada da soja, produção de commodities paraenses atinge números recordes. Milho na segunda safra e mandioca também ajudam a impulsionar portfólio do estado
Puxada pela expansão acelerada da soja, produção de commodities paraenses atinge números recordes. Milho na segunda safra e mandioca também ajudam a impulsionar portfólio do estado
18 mil eleitores marabaenses não deram as caras na atualização da biometria, daí a razão dos parauapebenses somarem contingente maior. Ambos municípios estão no radar dos políticos.
Terra do açaí e pato no tucupi só fica atrás de SC, RS, PR e MT. Apesar do calor terrível e da miríade de problemas sociais por décadas irresolutos, quem mora aqui não pensa em trocá-lo
Água potável insuficiente, aglomeração nos domicílios e falta de banheiro são apenas alguns dos problemas enfrentados pelo povo paraense, que vive na pele dramas comuns de africanos
Mesmo assim, em 12 meses corridos, valor correspondente a R$ 1 mil foi aniquilado no estado pela inflação a ponto de perder o suficiente para comprar 3kg de carne. É carestia que fala, né?
Belém é 20ª, Parauapebas é 36ª, Canaã é 67ª e Marabá, 86ª. Enquanto “Terra Prometida” se farta com triunfo da arrecadação, metrópole paraense vai sendo engolida por cidades menores.
Estado registrou 1,19 milhão de trabalhadores, 1,1 milhão dos quais assalariados. A média de remuneração mensal é de R$ 2.654. Atualmente, Pará é a 12ª maior praça empresarial do país
Atualmente, a Amazônia Legal ocupa 5.015.068,18 km², correspondentes a cerca de 58,9% do território brasileiro (8.510.295,914 km²).
Estado conseguiu atravessar meses mais duros da segunda onda da pandemia de coronavírus e registra números positivos no acumulado do primeiro quadrimestre. Mineração puxa números
Um dos campeões nacionais em matéria de subutilização da força de trabalho e informalidade, além de lanterna em renda média, estado teve 2º maior crescimento na taxa de desocupação
Prévia da inflação do estado para este mês, que nem acabou, mostra que produtos e serviços ficaram 0,83% mais caros, praticamente o dobro do índice registrado no Brasil. Só o Ceará supera
Enquanto índice do Brasil foi de 0,31% mês passado, no Pará bateu 0,7% e ficou atrás apenas do verificado no Acre (0,96%), Sergipe e Ceará (ambos em 0,75%). Transporte já acumula 7%
Desempenho fenomenal do estado nas estatísticas de produção mostra que o gigante do Norte venceu meses mais duros da pandemia de Covid-19 e ostenta “boletim econômico” todo azul
IPCA acumulado em 4 meses está em 3,34% para população paraense, cujo rendimento médio é de R$ 1.727; em estados mais ricos que Pará, como SP, RJ e GO, inflação não chega a 3%.
Um terço dos paraenses que não acessa internet não o faz por analfabetismo digital. Por outro lado, número assustador de 649 mil cidadãos do estado não usa internet por falta de condições
Se considerados dois últimos censos, Parauapebas tem atualmente 245 mil habitantes; sem recenseamento, IBGE deve estimar somente 219 mil para 2021. Já Canaã tem 25 mil a menos.
Preços disparam, mas cidadão comum não vê isso revertido no contracheque. Renda média do paraense é de míseros R$ 883; Dieese diz que salário mínimo deveria ser ao menos R$ 5.375.
Trabalhadores com vínculo empregatício registrado em carteira ganham, em média, mais no Maranhão que no Pará, para onde muitos vêm com falsas ilusões de melhores oportunidades.
Segundo instituto, em 2018 o estado computava 888 mil km2 de cobertura florestal. Já Inpe diz que em 2019 só restavam 860 mil km2 de florestas e São Félix do Xingu lidera desmatamento.
Inscrições para os processos seletivos seguem até o dia 19 de março para recenseador, e dia 15 para agente censitário.