Produção industrial do Pará cresce em junho, mas tem pior semestre
Produção fraca de minério de ferro em Parauapebas puxou estado para baixo. Derrapagem só não foi maior porque Canaã dos Carajás avançou a lavra no projeto S11D para melhor nível.
Produção fraca de minério de ferro em Parauapebas puxou estado para baixo. Derrapagem só não foi maior porque Canaã dos Carajás avançou a lavra no projeto S11D para melhor nível.
Licitação de R$ 1,7 milhão busca contemplar o manejo de águas pluviais e a manutenção de vias urbanas e rurais no município onde a população mais cresce proporcionalmente no Pará.
Não é brincadeira: em um município já há mais miseráveis que gente. E em 45% dos 144, o número de pobres já tomou conta de mais da metade população local. Situação é dramática.
É a primeira vez que o potencial salarial do comércio paraense é medido e esmiuçado em nível de município.
Blog fez leitura da situação de São Félix do Xingu e Canaã dos Carajás, cujas prefeituras podem estar faturando mais e menos, respectivamente, por falta de contagem populacional.
Tonelada de problemas de ordem social que seguem irresolutos torna estado um dos menos competitivos do país e faz levar “taca empresarial” de lugares até três vezes menos populosos.
Produção industrial do Pará cresceu quase 60% em maio porque Canaã dos Carajás disparou na produção de minério de ferro após Parauapebas sofrer forte desaceleração em abril.
Crescimento será puxado pela produção de soja, cuja expansão será de 4,4%, estima o IBGE. Enquanto 9 estados vão apresentar retração na sojicultora, Pará ampliará em quase 100 mil t.
Blog apurou em primeira mão que, para recenseador, estado poderá ter 8 mil vagas, 1.400 das quais concentradas em Belém. Parauapebas terá cerca de 200 oportunidades e Marabá, 250.
A “Terra Prometida” já é 3º lugar do Pará que mais movimenta mercadorias e serviços, atrás, por enquanto, de Parauapebas e Belém. S11D, da Vale, bota Canaã em todas as lideranças.
Polos isolados de prosperidade empresarial são Canaã dos Carajás, que aumentou em 145% número de empresas, e Vitória do Xingu, que elevou em 440% pessoal ocupado; veja ranking.
Estarrecedor: no estado, é proporcionalmente mais fácil jovem ser assassinado que encontrar emprego. Enquanto isso, Belém é a capital com 5ª maior taxa de jovens desocupados.
Pelotão de iletrados do estado soma 555 mil habitantes com 15 anos ou mais e é 7º maior do país. Além disso, média de anos de estudo dos paraenses (8,8 anos) é inferior à nacional (9,5).
Além disso, cerca de 1,85 milhão residem em casas de madeira e quase 21 mil vivem em cortiços. Condições de moradia dos paraenses estão entre as piores do Brasil.
São 656 mil habitantes que, ainda hoje, não sabem ler e escrever e passaram não mais que um ano na escola. Na capital do estado, segundo o IBGE, são 70 mil.
Parauapebas e Canaã dos Carajás são quem experimentaram o maior aumento proporcional no número de novas mamães. Canaã, inclusive, teve maior crescimento do Brasil.
Medida foi publicada no Diário Oficial de hoje e integra pacote do Prosap, aquele mesmo programa para o qual prefeito de Parauapebas queria empréstimo de 70 milhões de dólares.
Primeira medição completa após vitória de Bolsonaro nas urnas mostra que mercado de trabalho ganhou exército de desempregados equivalente a quatro cidades do tamanho de Marabá.
Eles estão sob legislação específica para áreas de segurança nacional, segundo a qual são proibidas, sem prévia autorização, concessão de terras públicas e grandes obras.
Mexida na malha não acarretou remanejamento populacional nem ajustes significativos na representação cartográfica dos limites municipais daqui, mas outros estados serão impactados.