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Jacundá

Manifestação lembra morte no trânsito na cidade de Jacundá

Mais de 500 pessoas participam de passeata e pedem fim da imprudência no trânsito no município
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Andressa Fonseca, 18 anos. Jairo Miranda, 32 anos. Duas vítimas interrompidas pela imprudência no trânsito na cidade de Jacundá. Para cobrar das autoridades providências em relação a essas mortes, mais de 500 pessoas, entre estudantes, professores, vítimas de acidentes de trânsito e moradores da cidade de Jacundá participaram de um ato público. Intitulada “Basta: chega de tragédias no trânsito”, a manifestação encerrou em frente o prédio da Prefeitura de Jacundá, às 18 horas de quarta-feira, 3.

A mobilização foi motivada depois da morte do professor Jairo Miranda, vítima de uma ação imprudente de um condutor de moto que empinava o veículo pela Rua 10 de Julho, Bairro Aparecida, na noite de sábado, 29, e colidiu o veículo contra o educador e mais um casal. Jairo morreu no local. E o casal de mãe e filho continua internado no Hospital Regional de Tucuruí. O causador da tragédia continua com a identidade desconhecida.

Este não é o primeiro caso em que moradores perdem a vida após ação imprudente de motociclistas. Em menos de um ano são três os casos de pessoas que vieram a óbito nessas circunstâncias. Andressa Costa Fonseca, de 18 anos, de idade foi atropelada na madrugada do dia 17 de setembro do ano passado por um rapaz que também praticava o mesmo ato infracional pelas ruas de Jacundá.

Além de Andressa, no ano passado um adolescente também veio a óbito quando praticava o ato de empinar o veículo. Sobre as vítimas com lesões leves, graves e gravíssimas não há estatísticas. Como lembrete, no último final de semana, aconteceram 31 acidentes com envolvimento de motos. E empinar os veículos é comum, tanto durante o dia quanto à noite pelas ruas de Jacundá.

Uma fonte ligada ao Departamento Municipal de Trânsito Urbano de Jacundá (DMTU) disse que “é difícil combater o ato porque geralmente essas motos não possuem placas, o que dificulta a notificação e abordagem. E quem pratica isso não respeita as leis e quando veem os agentes de trânsito saem em disparada”.

Empinar motos é infração gravíssima e punida com 7 pontos na carteira, além de multa de R$ 293,47 e suspensão do direito de dirigir e recolhimento do documento de habilitação.

Antonio Barroso
Fotos: Samuel Magalhães
Parauapebas

Parauapebas inicia Semana de Trânsito com blitz educativa

Devido a trabalho educativo, de fiscalização e de engenharia, o número de acidentes já diminuiu este ano quase 23% em relação ao ano passado
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A Prefeitura de Parauapebas, por meio do DMTT (Departamento Municipal de Trânsito e Transporte), deu nesta quarta-feira (19), o pontapé inicial da Semana Nacional de Trânsito. E as ações começaram com uma Blitz Educativa em frente ao Quartel do 4º Batalhão de Polícia Militar, onde o agente Milton Lima, coordenador do Núcleo de Educação para o Trânsito comandava panfletagem e contato com os condutores que passavam pelo local.

Ouvido pelo Blog, ele disse que a missão maior do DMTT é conscientizar e educar os condutores, sejam pilotos de moto ou motoristas e o próprio pedestre, para que respeitem as leis de trânsito e também passem essas informações para a família e para os amigos, “para que não aumentem as estatísticas de acidentes e vidas sejam preservadas”.

Milton conta que, em levantamento de janeiro a de agosto deste ano, comparado com o mesmo período de2017, ficou constatado que houve uma diminuição de quase 23% no número de acidentes de trânsito nas vias de Parauapebas.

“Precisamos diminuir mais ainda, nossa vontade é de que não haja acidentes. O nosso trabalho está tendo resultados, não só o trabalho da Educação para o Trânsito, mas também o da própria fiscalização, das blitze punitivas, dos radares e da Engenharia de Tráfego, que agora está revitalizando a sinalização horizontal, pintando as faixas que já estavam meio apagadas, para que tudo fique visível e com o objetivo de diminuir o número de acidentes”, afirmou ele, lembrando que os três pilares – fiscalização, engenharia e educação – estão sempre trabalhando em conjunto.

Acerca da instalação de radares de trânsito nas vias de Parauapebas e agora também naquelas que levam à Zona Rural, Milton Lima explica quem, por meio da Engenharia, frequentemente são realizados estudos que detectam em que trechos há mais probabilidade de acidentes motivados pelo excesso de velocidade.

“Às vezes, as pessoas só aprendem com a punição. Vendo o radar elas são obrigadas a diminuir a velocidade para não serem multadas e, agindo dessa forma, estão também evitando um acidente e essa é a nossa meta. Nosso objetivo nunca foi instalar radar ou fazer qualquer outro tipo de fiscalização para arrecadar com multas. A nossa missão é mesmo diminuir o número de acidentes”, explica Lima.

Sobre o número de infrações de trânsito registradas pelo DMTT, ele diz que essas infrações são constantes, principalmente as detectadas pelos radares. “Os condutores sempre argumentam que não o radar não está funcionando corretamente, que estavam dirigindo certo. Mas, as pessoas precisam se conscientizar cada vez mais”, argumenta Milton Lima.

Segundo ele, o DMTT também faz um trabalho educativo com crianças e adolescentes, em escolas e igrejas, entre outros locais onde esse público esteja presente. “São eles que, mais na frente, vão dirigir, pilotar. Então, essa consciência tem de começar desde pequeno e tentar mudar esse pensamento dos adultos, principalmente dos infratores”, comenta Milton.

A motorista Maria de Fátima Fonseca Ferreira diz que esse trabalho de conscientização é ótimo porque reforça a informação sobre tudo aquilo que o condutor deve fazer. “O motorista bem informado não dá trabalho para o DMTT, não dá trabalho na cidade, não causa problemas. Já dirijo há 25 anos e, graças a Deus, nunca tive um acidente porque eu sou cuidadosa”, afirma ela.

Jacundá

Mulher que morreu em 2017 assina documento em 2018 em Jacundá

Essa é apenas uma amostra das ilegalidades que acontecem no DMTU daquela cidade, hoje alvo de três investigações que apontam para o antro de corrupção em que se transformou o órgão
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O Departamento Municipal de Trânsito de Jacundá (DMTU) vive a maior crise desde sua implantação, há mais de 10 anos. Dois procedimentos estão em andamento no Ministério Público Estadual, uma sindicância foi aberta pela gestão do órgão e uma investigação paralela conduzida pelo vereador Daniel Siqueira Neves já revelou um antro de corrupção dentro do DMTU.

No início de agosto deste ano, o Ministério Público de Jacundá instaurou uma investigação para apurar atos de improbidade administrativa no órgão baseado em denúncias relativa à liberação de veículos irregulares. E, nesta semana, foi instaurado procedimento para investigar a falta de estrutura, tais como a falta de combustível para os veículos, dentre outras irregularidades. Esse procedimento teve como base denúncias de sete agentes contra Haussen Nascimento, diretor do DMTU, prefeito Ismael Barbosa e o vereador Daniel dos Estudantes.

Paralelamente, as denúncias sobre a operacionalidade do departamento de trânsito são investigadas desde o ano passado pelo vereador Daniel dos Estudantes. Segundo ele, diversos ofícios foram encaminhados à gestão do DMTU solicitando esclarecimentos sobre supostas irregularidades cometidos por agentes de trânsito. “Temos recebidos diversos relatos de moradores questionando a prática abusiva por parte dos agentes. E o que sempre pedimos na Tribuna da Câmara Municipal foi mais transparência nas fiscalizações”.

O parlamentar deduz que sua insistência em moralizar o DMTU pode ter levado os agentes a denunciarem sua atuação ao Ministério Público. “Não tem outra explicação”. Após a instauração do MP, Daniel revelou um rosário de irregulares cometido nas instâncias do órgão municipal. Falsificação e adulteração de documentos e uso de carimbos oficiais. “Tudo isso para fabricar documentos falsos e liberar motos irregulares em troca de favorecimento, inclusive, encontramos documentos assinados posteriormente a morte de um cidadão”.

O dossiê montado por Daniel dos Estudantes já conta com mais de 500 páginas, que incluem documentos com assinaturas falsificadas, adulteração de selo do cartório de Jacundá e outras irregularidades. O envolvimento de agentes, despachante e outras pessoas estão sendo investigados em um inquérito na Delegacia de Jacundá. O parlamentar não descartou pedir a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso. O delegado responsável pela investigação não quis comentar sobre o andamento da investigação.

Baseado nas informações fornecidas pelo vereador jacundaense, o prefeito Ismael Barbosa determinou ao diretor do DMTU, Haussen Alves Nascimento, a instauração de uma sindicância “para apurar todas possíveis ilegalidades e irregularidades praticadas no Departamento Municipal de Trânsito Urbano de Jacundá”.

Haussen publicou a portaria na quinta-feira. E nela, são alegadas a “suposta existência de diversas denúncias de ilegalidades e irregularidades no DMTU”. Uma comissão formada por três servidores do quadro da Prefeitura de Jacundá são indicados para apurar as denúncias. “Para bem cumprir as atribuições, a Comissão terá acesso a toda documentação necessária à elucidação dos fatos, bem como deverá colher quaisquer declarações, depoimentos e demais provas que entender pertinentes”.

Ainda de acordo com a portaria, a Comissão tem o prazo de 60 dias para apurar os fatos e elaborar um relatório final.

Procurações

Creuzeni Maria Felizarda Fontes, falecida no dia 23 de março de 2017, “assinou” uma procuração no dia 8 de janeiro de 2018. O documento foi usado para liberar uma moto apreendida pelo DMTU. O veículo de propriedade da falecida foi apreendido no dia 4 de outubro de 2017, quase 7 meses a morte da mulher. Na procuração “ela” outorga a Roberto do Nascimento Araújo amplos poderes para retirar o veículo, uma moto Biz.

O veículo foi entregue a Roberto no dia 10 de janeiro deste ano, conforme o termo de entrega de entrega de veículo.

“Será necessária uma ampla investigação, pois temos diversos casos de irregularidades praticadas por agentes de trânsito, que somente uma CPI ou uma investigação do delegado para identificar a punir os culpados”, finaliza o parlamentar.

Por Antonio Barroso – de Jacundá
Jacundá

Sindicância vai apurar irregularidades no Departamento de Trânsito de Jacundá

Após a “mão pesada do MP”, comissão de servidores é criada para uma investigação interna
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Uma portaria publicada na tarde de ontem, quinta-feira, 13, pelo diretor do Departamento Municipal de Trânsito Urbano de Jacundá (DMTU) pretende apurar possíveis irregularidades e ilegalidades nas instâncias do órgão fiscalizador do trânsito da cidade. Dois procedimentos já foram instaurados pelo Ministério Público do Pará, que envolve o órgão e sua gestão.

Haussen Alves do Nascimento, diretor do DMTU, publicou a portaria na quinta-feira. E, nela, são alegadas a “suposta existência de diversas denúncias de ilegalidades e irregularidades no DMTU”.

Uma comissão formada por três servidores do quadro da Prefeitura de Jacundá foram indicados para apurar as denúncias. “Para bem cumprir as atribuições, a Comissão terá acesso a toda documentação necessária à elucidação dos fatos, bem como deverá colher quaisquer declarações, depoimentos e demais provas que entender pertinentes”, diz o documento.

Ainda de acordo com a portaria, a Comissão tem o prazo de sessenta dias para apurar os fatos e elaborar um relatório final.

Haussen, o prefeito Ismael Barbosa e o vereador Daniel Siqueira Neves são alvos de um procedimento com o intuito de averiguar supostos atos de improbidade administrativa. Segundo o Ministério Público do Pará, por meio de relatos de agentes de trânsito do DMTU, o órgão está sem estrutura de funcionamento, tais como a falta de combustível para os veículos, limitação ao acesso de veículos de fiscalização e embaraços praticados contra os agentes de trânsito.

Os citados negaram qualquer interferência nas instâncias do órgão de trânsito. O caso segue sendo investigado pelo MP.

Jacundá

Prefeito, diretor do DMTU e vereador de Jacundá estão na mira do MP

Os três, segundo o Ministério Público, estão inviabilizando o trabalho dos agentes de trânsito e até impedindo que motoristas infratores sejam notificados, fazendo com que o DMTU perca sua finalidade
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O prefeito Ismael Barbosa, o diretor do Departamento Municipal de Trânsito Urbano de (DMTU), pastor Hausem Nascimento, e o vereador Daniel Siqueira Neves são alvos de um procedimento instaurado pelo Ministério Público do Pará para investigar possíveis atos de improbidade administrativa praticados pelos três. O procedimento preparatório para apurar a pratica de supostos atos de improbidade administrativa na gestão e fiscalização do trânsito no município foi aberto pelo promotor de Justiça de Jacundá, Sávio Ramon Batista da Silva.

A instauração do procedimento se deu após a Promotoria de Justiça de Jacundá tomar conhecimento, por meio de relatos de agentes de trânsito do DMTU, da falta de estrutura do órgão, tais como a falta de combustível para os veículos. Foram entregues ao Ministério Público do Estado fotos, vídeos e documentos que expõem a situação em que se encontra o órgão de trânsito de Jacundá.

Além da falta de combustível, os agentes disseram que o próprio diretor de departamento limita o acesso ao veículo de fiscalização e cria embaraços á atuação dos agentes. Outros relatos apontam episódios de interferência política no trabalho, tanto pelo gestor municipal quanto pelo vereador citado.

“Ao serem ouvidos na prefeitura, alguns agentes contaram que o prefeito Ismael Barbosa e o vereador Daniel Neves interviram diretamente em suas atividades, ao solicitarem que não emitissem notificações para a população que infringisse as normas de trânsito”, enfatizou o promotor Sávio Batista.

Quanto ao diretor do DMTU, Hausen, pesam contra ele acusações de ter criado embaraços para o exercício regular das funções dos agentes, retendo as chaves de veículos utilizados nas fiscalizações, deixando os veículos desabastecidos e alterando constantemente as escalas de fiscalização. As pessoas citadas na matéria não foram localizadas pela Reportagem nesta tarde de terça-feira. Aguardamos o retorno.

Jacundá

Departamento de trânsito investigado por liberação irregular de veículos

Promotor Sávio Ramon Batista apura denúncias de improbidade administrativa no departamento de trânsito de Jacundá
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O Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU) de Jacundá virou alvo de uma investigação por suposta prática de improbidade administrativa. Para averiguar denúncias que chegaram ao Ministério Público do Pará, o promotor de Justiça Sávio Ramon Batista da Silva instaurou procedimento esta semana. Até o momento, a direção do órgão municipal não se manifestou sobre o assunto.

“Denúncias anônimas informam que veículos aprendidos no pátio do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte (DMTU) foram liberados sem estarem devidamente regularizados e sem o respectivo termo de liberação”, afirmou o chefe do Ministério Público de Jacundá.

Na instauração do procedimento, Sávio Ramon explica que existe o oficio 300/2017, da Promotoria de Jacundá, o qual requisita ao diretor do DMTU que os veículos não sejam liberados sem a devida regularização. E que a liberação seja realizada dentro de um procedimento administrativo, com termo de apreensão e de liberação.

O representante do MP conclui afirmando que, de acordo com as denúncias recebidas, fez-se necessária a instauração de procedimento preparatório para a investigação dos fatos. Com o objetivo de coletar informações, depoimentos, certidões e demais diligências, para a reunião de elementos visando eventual Ação Judicial.

O promotor não especifica o período que ocorreram a suposta liberação de veículos, principalmente de motos. A Reportagem entrou em contato com o novo diretor do DMTU, pastor Hausen Nascimento, mas até o momento não houve retorno.

Antonio Barroso
Jacundá

Quase 100% dos acidentes de trânsito são causados por motos em Jacundá

O município, segundo registros do Denatran, conta com 16.132 veículos. Destes, 11.172 (70%) são motocicletas. Na cidade também trafegam motos roubadas na região e no Estado do Maranhão
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Em 2018 já foram seis as motos roubadas em Buriticupu (MA) e nos municípios paraenses de Conceição do Araguaia, Goianésia do Pará e Jacundá, que transitavam pelas ruas da cidade até seus condutores serem flagrados pelas blitz. Praticamente 70% dos veículos registrados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), no município, de Jacundá são motocicletas. Elas são o meio de transporte mais econômico e mais rápido para ir e vir. Usadas para o lazer e trabalho, pelo homem do campo e da cidade, mas são campeãs em acidentes de trânsito e principal alvo das ações de fiscalização de trânsito.

Dois 16.132 veículos catalogados no Denatran, 11.172 são motos. “São os veículos mais fiscalizados na cidade”, reconhece o diretor do Departamento Municipal de Trânsito Urbano (DMTU), Eduardo Valmini. E a fiscalização intensa tem surtido efeitos positivos. O número de veículos apreendidos e os acidentes têm caído.

Nos últimos 12 meses foram recuperadas mais de 20 motos com registros de roubo ou furto. “Quando encontramos um veículo suspeito, geralmente está sem placa e seu condutor sem os documentos. Ele diz que vai busca e nunca mais volta”, explica Valmini.

No pátio do departamento estão recolhidos mais de 150 veículos. “Já informamos ao nosso superior sobre a situação de cada uma. Agora estamos aguardando uma orientação sobre o que devemos fazer”.

Em relação aos acidentes de trânsito, Eduardo explica que têm diminuído. “Em junho deste ano registramos apenas 57 acidentes. Comparado ao mesmo período do ano passado significa 25% a menos”. Mais de 90% dos acidentes tem o envolvimento direto de condutores de motos e a maioria dos acidentes acontece aos finais de semana.

Por Antonio Barroso – De Jacundá
Marabá

PM terá reforço de 180 policiais para atuar na Operação Verão 2018 na região

Aplicativos difundidos pela Segup para interação com cidadãos não terão quase utilidade em Marabá e região
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Na manhã desta quinta-feira, órgãos de segurança do Estado – Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros – reuniram a Imprensa para anunciar ações que serão desencadeadas em Marabá e região a partir desta sexta-feira, dia 29 na Operação Verão 2018. A entrevista ocorreu na sede do Comando de Policiamento Regional 2 (CPR2) e dela participaram, ainda, representantes da Secretaria Municipal de Segurança Institucional, por meio da Guarda Municipal e DMTU.

Pela PM, o coronel Franklin Roosevelt, comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, informou que a Operação Verão 2018 na região receberá o reforço de 133 alunos do curso de soldado, que está acontecendo em Marabá, além de 60 policiais que serão deslocados de Belém para ajudar nas ações que serão realizadas nas cidades que têm praias na região, como Marabá, Itupiranga, São Geraldo do Araguaia, entre outros.

Além disso, os militares farão bloqueios nas vias de acesso aos municípios, para não deixar entrar armas e drogas. “Com esse planejamento vamos garantir a ordem pública durante o veraneio deste ano. A população precisa se sentir tranquila, assim como os turistas que chegarem aos balneários”, disse o comandante.

Ele pediu prudência para quem vai aos balneários e revelou que haverá um posto de comando nas praias, onde estarão presentes todos os órgãos de segurança pública para atender os chamados. Um helicóptero e uma lancha estão à disposição da PM para atuarem de forma mais incisiva.

Coronel Roosevelt disse que os cidadãos podem fazer reclamações pelo Disque Denúncia local, tanto por ligações quanto por mensagens de Whatsapp. Questionado sobre o grau de utilidade que os dois aplicativos desenvolvidos especialmente para o mês de julho: o Praia Segura e o Emergência, que a Secretaria de Segurança do Estado está difundindo como novas ferramentas, o coronel preferiu dizer apenas que os meios já disponíveis para comunicação com a sociedade, aqui na região, são eficazes e vão ajudar a informar possíveis problemas de segurança.

Major Portilho, comandante do 5º Grupamento de Bombeiros Militar, informou que sua tropa está preparada para a Operação Verão, atuando nos municípios de Marabá (praias de Tucunaré e Geladinho), Itupiranga (Macaco); São Geraldo (Gaivota); e em Palestina (Praia do Porto). “Vamos utilizar 31 bombeiros guarda-vidas, de forma ininterrupta, e aos finais de semana iremos prover um reforço com mais 10 bombeiros para a Praia do Tucunaré, o maior balneário da região”, antecipou.

A delegada Simone Felinto, superintendente de Polícia Civil, disse que a PC vai participar da Operação Verão com todas as unidades policiais dos 16 municípios que estão sob sua coordenação, com equipes de plantão, inclusive com delegados de polícia em cada uma das cidades. “Em Marabá, teremos força integrada com ações dos órgãos do Estado, enquanto os do município estão concluindo seu planejamento”, informou a delegada.

Ainda pela Polícia Civil, foi enviada uma equipe para atuar exclusivamente em Marabá durante a Operação Verão, que vai atuar de forma específica para lavrar os procedimentos que chegarem durante os finais de semana, feriados e à noite, quando as demais delegacias estarão fechadas. Paralelamente, o DPA (Departamento de Polícia Administrativa) vai atuar com fiscalização de bares, hotéis, motéis e congêneres.

O secretário de Segurança Institucional, Jair Barata, informou que o efetivo de sua guarnição envolve cerca de 500 pessoas, entre agentes do DMTU, Guarda Municipal e agentes patrimoniais. A Prefeitura, segundo ele, está adquirindo dois quadriciclos e bafômetros para atuar durante o veraneio deste ano. “Entrei em contato com a Marinha, que vai destacar uma equipe para trabalhar com fiscalização na Praia do Tucunaré”, revelou.

As ações de todos os órgãos iniciam nesta sexta-feira, dia 29, e terminam no dia 31 de julho. Elas serão realizadas de forma integrada com o efetivo especial para a temporada das polícias Civil e Militar, Departamento de Trânsito do Estado, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, grupamentos Aéreo e Fluvial (Graesp e Geflu) e Centro de Perícias Renato Chaves. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai atuar no apoio intensivo na fiscalização das estradas. Guarda Municipal, Secom e Semob também estarão em parceria com o sistema de segurança pública.

Ulisses Pompeu – de Marabá