Desemprego sobe, e Pará é tragado pela informalidade, mostra IBGE
Estado tem equivalente a 3 cidades do tamanho de Parauapebas entupidas de trabalhadores da iniciativa privada que não têm registro em carteira. Só Maranhão ostenta situação ainda pior
Estado tem equivalente a 3 cidades do tamanho de Parauapebas entupidas de trabalhadores da iniciativa privada que não têm registro em carteira. Só Maranhão ostenta situação ainda pior
Leve baixa na produção física foi compensada por supervalorização das especiarias locais, que renderam ao estado postos de 4º maior exportador e 1º em superávit comercial em ano difícil
No imaginário popular, haveria hoje uns 60 bairros. Comunidades autorreconhecidas como as das Chácaras (do Sol, da Lua e das Estrelas), Vale dos Carajás e Ipiranga perderam o “status”.
Antes esquecida, carne de porco foi tão procurada nos dias de confinamento que preço bateu recorde, subindo quase 55%. Porém, nada se compara à inflação do óleo de cozinha: absurdos 125%. Carestia nos itens do carrinho contrasta com miserê total de 3 milhões de paraenses.
Queda na produção física de minério justifica os indicadores ruins. Por outro lado, do ponto de vista financeiro, estado vai muito bem porque subida da tonelada suporta a baixa na produção.
Entre commodities da gama de cereais, leguminosas e oleaginosas, a soja rouba a cena com crescimento constante e gradativo. Em outro recorte do portfólio, o grande destaque é o cacau.
Com a medida, impacto aos cofres será de aproximadamente R$ 34 milhões este ano. A partir de 2022, reajustes ― interrompidos por canetada do presidente ― vão retornar com força total
Nas contas do instituto, são 4,4 milhões de homens e 3,38 milhões de mulheres. Mas números serão atualizados em dezembro do ano que vem, com a consolidação do resultado do censo.
Resultado consolidado de 2018 e divulgado hoje (16) mostra que a produção de riquezas da capital do minério teve a segunda maior queda nacional. Mesmo assim, a prefeitura prosperou e ficou mais rica
Dados de 2019 mostram, entretanto, que total de nascimentos encolheu ao passo que número de mortes aumentou. Apesar disso, Parauapebas cresce mais que maioria das cidades médias
Blog investigou que freada na produção de minério de ferro em Parauapebas e Canaã dos Carajás é responsável pela derrocada. Ainda assim, o estado caminha para fechar ano no azul.
Um em cada três servidores da administração dos municípios se mantém no cargo sem concurso e, portanto, sem vínculo permanente. Ocupantes de cargos comissionados chegam a absurdos 21 mil.
Os grupos que mais “puxaram” o índice para baixo foram “transportes” e “saúde e cuidados pessoais”. Porém, “alimentação e bebidas” apresentou crescimento relevante, chegando a 2,90%
Estado mantem-se como 11ª principal praça financeira do país, mas perdeu participação no cenário nacional de 0,1 ponto percentual. S11D, Belo Monte e Tucuruí foram destaques de 2018.
Rendimento do paraense é tão baixo que até índice que mensura desigualdade tem “vergonha” de apontar que estado é mais desigual que os demais: é a franca naturalização das mazelas.
Cacau apresenta disparada de 10% e banana de quase 5%; mandioca deve perder 100 mil toneladas no comparativo com 2019. Pará contribui com apenas 1% da safra de cereais e afins
Um é rei do açaí no Brasil e o outro, campeão da soja na Região Norte. Juntos deram ao Pará quase R$ 1,5 bi em riquezas da terra. Estado tem campeões, também, no cacau e no abacaxi.
Números divulgados nesta sexta pelo IBGE revelam que 752 mil pessoas no Pará já testaram positivo para Covid, triplo das 245 mil confirmações divulgadas ontem pelo Governo do Estado
Estado tem 2ª mais alta taxa de extinção de negócios do país. Situação afeta negativamente o potencial de geração de renda formal e aprofunda desemprego e desigualdades intermináveis.
Por ora, aumento é de apenas R$ 2,65 milhões. Ainda assim, a depender dos resultados finais do censo de 2021, Terra Prometida poderá ter enxerto no FPM de até R$ 11 milhões por ano.