Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Marabá

Helder vem a Marabá e ouve reivindicações do setor produtivo

Barbalho ouviu dos representantes do comércio, da indústria e do agronegócio, relatos das dificuldades que eles enfrentam e também sugestões, em encontro que reuniu cerca de 300 pessoas
Continua depois da publicidade

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Fotos: Breno Pompeu

O pré-candidato ao governo do Pará Helder Barbalho (MDB) manteve reunião, nesta sexta-feira (27), com representantes do setor produtivo de Marabá e regiões sul e sudeste do estado, quando recebeu uma carta assinada por: Acim (Associação Comercial de Industrial de Marabá), Conjove (Conselho dos Jovens Empresários de Marabá), Sindicom (Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Marabá), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas), AcriPará (Associação dos Criadores do Pará) e Sindirural (Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá).

O documento relata os principais anseios de Marabá e região, no que diz respeito ao desenvolvimento econômico, listando as dificuldades enfrentadas para alcançar esses objetivos; e pretendendo ouvir dos postulantes aos cargos executivos o que eles têm, no que diz respeito a propostas desenvolvimentistas, para o sul e sudeste do Estado.

Conforme a carta, um dos fatores que travam o desenvolvimento econômico paraense é o modelo tributário injusto, que não recompensa o estado por seu grande potencial energético e mineral, obrigando-o a suportar as expensas dos impactos gerados. “Os maiores danos vêm da falta de compensação do ICMS da exportação de minérios (Lei Kandir) e do ICMS da venda de energia, uma vez que fica com o Estado consumidor e não no produtor,” justificam as entidades no documento.

Depois, a carta fala dos investimentos em logística, destacando a ampliação do Porto de Barcarena, a dragagem do Canal do Quiriri, a Hidrovia Tocantins–Marabá/Barcarena, a derrocagem do Pedral do Lourenção, o Porto Público de Marabá, a Ferrovia Paraense e a manutenção permanente da Rodovia PA-279 (Xinguara–São Félix do Xingu).

Foto: Breno Pompeu

No tema “Indução da Siderurgia em Marabá”, o documento fala na readequação da produção para o mercado interno, com a implantação de um polo metalmecânico e a criação de uma Zona de Processamento de Exportação.

Sobre a relação do governo com os grandes projetos, a carta entregue ao pré-candidato explica que é importante que esses grandes empreendimentos sejam indutores da atração de novos negócios, contratem mão de obra local e comprem de fornecedores locais.

O documento também faz referências ao Centro Regional de Governo; à celeridade na tramitação e liberação de processos na Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade; da precariedade do Ensino Médio na região; do aumento do número de vagas no curso de Medicina da UEPA; da implantação da hemodinâmica no Hospital Regional; e da implantação do Centro Oncológico de Marabá.

A carta foca ainda nas questões referentes ao Agronegócio, como a verticalização dos produtos que vêm da produção rural; regularização ambiental e fundiária; exportação do boi em pé; as despesas cartorárias; a erradicação da aftosa; e a segurança rural.

Sugestões

Os objetivos das sugestões propostas são: presença e dinâmica à atuação do governo estadual no sul e sudeste do Pará; atração de novos negócios e diversificação da plataforma do setor produtivo regional (verticalização); estímulo à implantação sustentável de novos modelos de negócios de micro e pequeno porte; geração de parcerias locais com grandes empreendimentos de modo a promover o fortalecimento de empresas já fixadas na região; fomento à instalação de um parque tecnológico atualizado capaz de ampliar e sustentar as atividades acadêmicas (engenharias, medicina, incubadora de empresas, etc.); e geração de fontes de empregos e renda, “premissas para o desenvolvimento socioeconômico”.

Resultados esperados

Os resultados esperados são: a transformação, em realidade, das potencialidades regionais, dando sustentabilidade às operações de desenvolvimento, estabelecimento de regras e compromissos com os grandes projetos já instalados e a serem instalados, ofertando um cenário competitivo, com baixo custo, qualidade, produtividade e segurança; ser reconhecida como região alternativa para novos investimentos pelo mundo empreendedor; aumento significativo das receitas diretas e indiretas das prefeituras e governo do estado: e melhoria dos índices: desenvolvimento humano, econômicos e sociais de toda região.

Discursaram, ainda, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá, Antônio Vieira Caetano; o presidente da Associação dos Criadores do Pará, Maurício Fraga Filho; o deputado federal Beto Salame (PP/PA); o deputado estadual João Chamon Neto (MDB) e o senador Jader Barbalho (MDB). Também fez parte da mesa dos trabalhos o deputado federal José Priante (MDB/PA).

Diagnóstico

Em sua fala, Helder Barbalho disse que, em cada item descrito no documento que lhe foi entregue, não via problemas e sim oportunidades de desenvolvimento das cadeias produtivas agregadas. Afirmou que não pode cometer o erro de fazer a promessa fácil, porque a região, seu povo e os empresários já estão descrentes dessas promessas.

Foto: Breno Pompeu

Disse que o momento é de construir um diagnóstico vocacional para cada município e trabalhar baseado nessas informações. Afirmou e que é favorável à construção de um ambiente adequado ao desenvolvimento mineral e do agronegócio, destacando que esses são os dois grandes pilares econômicos da região.

O encontro aconteceu no auditório de uma instituição privada de ensino e reuniu cerca de 300 pessoas, entre empresários, prefeitos de outros municípios, correligionários do MDB, políticos locais, pré-candidatos a deputado estadual e federal, vereadores e líderes comunitários.

LEIA, ABAIXO, A ÍNTEGRA DA CARTA

Exmo. Sr. HELDER BARBALHO

Marabá e região já de algum tempo vem experimentando amargas experiências, traduzidas no antagonismo das máximas; potencial de desenvolvimento existente e real captura das oportunidades e suas transformações em ações que gerem desenvolvimento.

A Associação Comercial e Industrial de Marabá – ACIM, CONJOVE, SINDICOM, CDL, ACRIPARÁ e SINDICATO RURAL DE MARABÁ, como representantes dos anseios empresariais e por consequência das expectativas da comunidade, se preocupa em ver suas riquezas potencializadas e as atividades extrativistas transformadas em modelo de desenvolvimento contínuo e permanente.

Nesse contexto, conhecedores dos grandes desafios estruturais que estão a exigir desenvoltura e domínio do gestor estadual, tomamos a liberdade de sugerir ao futuro governador deste estado, ações que possam atender às expectativas da comunidade desta vasta região.

Com uma pecuária forte, o agronegócio em franca consolidação e a mineração, a região tem os ingredientes básicos para a promoção do desenvolvimento ancorado numa plataforma diversificada e que compartilhe oportunidades, com geração de empregos e transformação da matéria prima em produtos manufaturados e com maior valor agregado.

Para tanto, apresentamos a seguir, alguns temas que entendemos relevantes na elaboração da plataforma de governo Estadual.

DESTRAVAR O ESTADO DO PARÁ

  • Rediscussão do pacto federativo: O Pará é vítima de um modelo tributário injusto, que não recompensa o estado por seu grande potencial energético e mineral, obrigando-o a suportar as expensas dos impactos gerados. Os maiores danos vêm da falta de compensação do ICMS da exportação de minérios (Lei Kandir) e o ICMS da venda de energia, uma vez que o mesmo fica com o estado consumidor e não no produtor.

INVESTIMENTOS EM LOGÍSTICA

  • Porto de Barcarena
    • Ampliação do porto com mais piers
    • Dragagem do Canal do Quiriri
  • Hidrovia Tocantins – Marabá/Barcarena
    • Derrocagem do Pedral do Lourenço
    • Porto Público de Marabá
  • Ferrovia – Ligação Ferroviária entre Barcarena a Santana do Araguaia: A Construção desse modal consolida o Pará como a principal rota de escoamento do País acima do Paralelo 16, além de viabilizar a exploração de jazidas minerais ao longo de seu trajeto e consolidar o Pará como a grande joia da agricultura nacional por seu tripé (terras férteis, regime de chuvas e logística imbatível). Em movimento contínuo, e com a ação política adequada, a Ferrovia poderá ser estendida até o município de Água Boa/MT, caracterizando para o Brasil três alternativas ferroviárias pelo sistema NORTE – Norte Sul ligando ao Porto São Luís/MA e versão Paraense ligando o Mato Grosso ao Porto de Barcarena e mais a oeste, Sinop/MT a Miritituba/PA. A transformação causada por Pecém e Suape, irá se potencializar em nosso estado, ao unirmos porto e ferrovia, além de corrigir um erro histórico, a perda no passado de nossa logística de minério de ferro para o Maranhão. Hoje a estrada de Ferro Carajás tornou o porto de São Luis a rota final da ferrovia Norte Sul, alijando ainda mais o Pará no escoamento de sua produção e na verticalização de cadeias produtivas.
  • Anexo ao Documento, um mapa onde destacamos projetos minerais (pesquisa) potencialmente viáveis, mais que requerem uma logística adequada para sua viabilização (ferrovia).
  • Rodovias
    • Manutenção permanente PA 279 (Xinguara – São Félix do Xingu)

DISTRITOS INDUSTRIAIS NO SUL DO PARÁ:

  • INDUÇÃO DA SIDERURGIA EM MARABÁ: Ao longo do debate sobre siderurgia, resta hoje um projeto readequado para o mercado interno, com base em Marabá, com estudos de viabilidade econômico-financeira elaborados pela Vale e aprovados no último dia 23/12/2017. A Produção de bobinas de aço em Marabá, habilita a região a se tonar um polo metal-mecânico, consolidando em definitivo seu crescimento, pela capacidade renovada de atrair novas indústrias, seja para o mercado interno (projeto citado) ou exportação, que nesse caso pode ser potencializada através da criação de uma ZPE (Zona de Processamento e Exportação) no Distrito Industrial de Marabá. A siderurgia corrige ainda, uma dívida histórica com nossa região, que sempre sofreu os impactos sociais de grandes projetos extrativistas, sem a devida compensação social e econômica.
  • GRUPO DE ESTUDOS DENTRO DA ESTRUTURA DE GOVERNO: Com objetivo de estudar especificidades das cidades da região e estimular a condição de dar viabilidade à dinâmica dos seus distritos, verticalizando a cadeia produtiva. Exemplo: Indústria – Correias Mercúrio – Marabá/PA.

RELAÇÃO DO GOVERNO COM GRANDES PROJETOS:

  • Que sejam indutores de atração de novos negócios (Exemplo: Vale e siderurgia)
  • Contratação de Mão de Obra Local nos Empreendimentos
  • Contratação de fornecedores locais

CENTRO REGIONAL DE GOVERNO

  • Representação LOCAL no comando dos Centros Regionais de Governo.
  • Atuação direta do Centro Regional nas ações do Governo em suas estruturas descentralizadas como:
    • SEMAS:
      • Celeridade na tramitação e liberação dos processos.
    • SEDUC:
      • Falta de professores para atender às demandas educacionais
      • Ensino Médio: Correção Fluxo Escolar com evasão e analfabetismo
      • Estruturas físicas das escolas estaduais (nos últimos 35 anos, apenas 28 salas de aula foram construídas)
    • SESPA:
      • Ampliar para 100, o número de vagas no curso de MEDICINA na Universidade Estadual
      • Implantação da Hemodinâmica no Hospital Regional de Marabá
      • Instalação de Centro Oncológico de Marabá

CRIAÇÃO DE FÓRUM PERMANENTE DE DISCUSSÃO E DEBATE SOBRE OS TEMAS QUE ENVOLVEM O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO.

  • Diálogo permanente entre Governo do estado e Setor Produtivo, de forma a identificar e solucionar gargalos.

AGRONEGÓCIO:

  • Verticalização: Como rota de escoamento, Marabá se torna estratégica para produção de alimentos, ração e fábricas de fertilizantes a fim de aproveitar a logística de retorno.
  • Regularização ambiental: Grande percentual do setor produtivo tem passivos ambientais e não consegue se regularizar, estando impedido de vender sua produção no mercado formal, induzindo à clandestinidade, colocando em risco a saúde pública, a defesa sanitária e gerando grande evasão fiscal.
  • Regularização Fundiária: O Pará possui uma enorme quantidade de áreas devolutas pertencentes ao estado, hoje ocupadas sem legalização, gerando crimes ambientais, problemas trabalhistas, evasão fiscal e inviabilizando o acesso ao crédito.
  • Exportação do Boi em Pé: A votação, na Assembleia Legislativa do estado de São Paulo, pela proibição da exportação do gado em pé, patrocinada por ONGs descompromissadas com o desenvolvimento, ameaça criar uma tendência que prejudica um dos grandes mercados do nosso rebanho, que garante a livre concorrência, gerando alternativa aos grandes grupos que hoje dominam o setor
    frigorifico. Neste sentido o estado do Pará precisa se posicionar a fim de evitar o avanço deste movimento, que em muito pode afetar a pecuária Paraense.
  • DESPESAS CARTORÁRIAS: Revisão da lei que institui a tabela estadual de emolumentos cartorários. O Pará possui hoje os maiores custos para registro de contratos de financiamento e custeio agrícola do Brasil. Bem como o fim da tabela progressiva para o registro do contrato de máquinas agrícolas pois, quanto maior e mais cara a máquina mais divisas ela gera. Entretanto, os altos custos cartorários, levam a venda de máquinas para outros estados, gerando a perda de tributos e investimentos no Pará.
  • SISBI: Implantação no Pará do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Tendo em vista a dificuldade e o custo para adequar-se as normas do SIF, que hoje impedem várias indústrias do agronegócio de vender sua produção fora do estado, é necessário que a ADEPARÁ fomente o SISBI, a fim de ampliar o mercado consumidor aos estabelecimentos que trabalham com produtos de origem animal.
  • ERRADICAÇÃO DA FEBRE AFTOSA: De acordo com o Programa Nacional de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa, do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), cujo é Pará signatário, teremos em 2020 o fim da vacinação de aftosa, neste sentido é preciso trabalhar com antecedência o planejamento de ações de Defesa Sanitária, assim como o financiamento das mesmas para manter o estado na condição de Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação.
  • SEGURANÇA RURAL: Garantia pelo Governo Estadual do Direito de Propriedade, através do célere cumprimento das sentenças de reintegração de posse, pelo CME (Comando de Missões Especiais), assim como a manutenção e ampliação da equipe de Patrulha Rural da Polícia Militar. Continuidade da implantação da Companhia de Missões Especiais da Polícia Militar em Marabá, para atuar nas reintegrações de posse e nos presídios.

OBJETIVOS DAS SUGESTÕES PROPOSTAS:

  • Presença e dinâmica à atuação do Governo estadual no Sul e Sudeste do Pará.
  • Atrair novos negócios e diversificar a plataforma do setor produtivo regional (verticalização)
  • Estimular a implantação sustentável de novos modelos de negócios de micro e pequeno porte (área mineral – agricultura familiar – têxtil – cerâmica – etc)
  • Gerar parcerias locais com grandes empreendimentos de modo a promover o fortalecimento de empresas já fixadas na região
  • Fomentar a instalação de um parque tecnológico atualizado capaz de ampliar e sustentar as atividades acadêmicas (engenharias, medicina, incubadora de empresas, etc)
  • Gerar fontes de empregos e renda, premissas para o desenvolvimento socioeconômico.

RESULTADOS ESPERADOS

  • Transformar em realidade as potencialidades regionais, dando sustentabilidade às operações de desenvolvimento, estabelecer regras e compromissos com os grandes projetos já instalados e a serem instalados (as chamadas INDÚSTRIAS DE BASE) ofertando um cenário competitivo, com baixo custo, qualidade, produtividade e segurança.
  • Ser reconhecido como Região alternativa para novos investimentos pelo mundo empreendedor.
  • Aumento significativo das receitas diretas e indiretas das Prefeituras e Governo do estado.
  • Melhoria dos índices: desenvolvimento humano, econômicos e sociais de toda região.

Nesse sentido, apresentamos ao senhor candidato a Governador do Estado do Pará, um pequeno esboço do que entendemos ser estratégico para consecução dos objetivos comuns ao estado, a partir da sua vocação natural conhecida e sua respectiva transformação, criando um ambiente de negócios que possibilite o avanço nas questões ligadas ao seu desenvolvimento.

Marabá, 26 de julho de 2018.

Marabá

Conselho de Jovens Empresários lança o 3º Liquida Geral Marabá

Este ano a campanha, que aquece o comércio local, acontece em 10 e 11 de agosto. No ano passado, nos dois dias, as 125 empresas que aderiram faturaram R$ 9,4 milhões
Continua depois da publicidade

O Conselho de Jovens Empresários de Marabá (Conjove) lançou, na noite de ontem, terça-feira (3), no auditório da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), o 3º Liquida Geral. A campanha acontece desde 2016 na cidade e durante dois dias aquece o comércio e setor de serviços, que concedem descontos que podem ir de 25% a 80%. Isso faz com que tenham faturamento extra, levem o consumidor – que também sai ganhando – para dentro das lojas e renovem seus estoques. No ano passado, 125 empresas participaram do Liquida Geral Marabá e, juntas, faltaram R$ 9,4 milhões em dois dias. Este ano a campanha acontece nos dias 10 e 11 de agosto próximo.

Caetano Reis Neto, presidente do Conjove Marabá, conta que há testemunhos de empresários revelando que nos dois dias tiveram faturamento surpreendente, afirmando que venderam mais que no Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados, as três datas mais fortes para o comércio. Este ano a expectativa é de que 150 empresas possam aderir à campanha.

A iniciativa tem a parceria do Sindicom (Sindicato do Comércio Varejista de Marabá), CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Prefeitura de Marabá e Acim, entidade da qual o Conjove é órgão permanente.

“Nesta terceira edição, a gente vem com novidades para atender a essa demanda do comerciante local, oferecendo, inclusive novas ferramentas para esse desenvolvimento”, afirma Caetano, informando que, este ano o Liquida Vem com três novidades.

A primeira é a mudança de data, antecipada para agosto – nos dois primeiros anos aconteceu em outubro -, em razão do adiamento da Expoama (Exposição Agropecuária de Marabá) para setembro; e das eleições, em outubro. A segunda é o abatimento no valor dos kis – camisetas, bandeirolas e adesivos da campanha – para quem adquirir maior quantidade.

E a terceira inovação será uma capacitação voltada ao comércio de mercadorias e serviços usando as redes sociais. “Tanto na parte do e-comerce, para quem já tem site, quanto na área de marketing digital voltado para as redes sociais”, explica Caetano, lembrando ainda que os vendedores das empresas participantes terão palestras motivacionais antes do 3º Liquida Geral.

Além do Liquida Geral, o Conjove promove outras duas grandes campanhas que movimentam o comércio local: o Saldão de Aniversário, que acontece há dois anos; e o Feirão do Imposto, que ocorre há oito anos. As três datas já fazem parte do calendário de eventos empresariais da cidade.

Participaram da palestra de abertura: o presidente da Acim, Ítalo Ipojucan Costa; o vice-presidente, Eugênio Alegretti Neto; os diretores Sueli Pianho, Delano Remor, João Tatagiba, Marcelo Almeida Araújo; Ricardo Pugliese, também secretário municipal de Comércio e Indústria; o vice-presidente do Sindicom, Raimundo Alves Neto; e o gerente do Sebrae em Marabá, Marcelo Araújo, além de diretores do Conjove.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Parauapebas

Em visita ao Karajás Shopping, diretoria da CDL se surpreende com instalações

O empreendimento contará com a Estação Cidadania e vai oferecer boas oportunidades de negócios.
Continua depois da publicidade

Na tarde desta terça-feira, 03, membros da diretoria da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Parauapebas e empresários estiveram visitando as instalações do Karajás Shopping e a estrutura surpreendeu. De acordo com Euler Ronny, presidente da CDL, a cidade só tem a ganhar com o novo empreendimento.

“Eu fiquei bastante surpreso com a estrutura. Realmente, a população será beneficiada com os serviços que serão oferecidos. Sem contar claro, com o ganho que a cidade vai ter no ponto de vista econômico devido à geração de emprego e renda e acesso a cidadania”, destaca Euler.

“Estão de parabéns a Jussara e o Marx porque estão inovando na reestruturação do shopping, o que é muito importante, pois alavanca outros empresários do município e traz um leque de oportunidades para aqueles que assim como nós, pioneiros, continuem acreditando no desenvolvimento de Parauapebas”, ressalta o empresário Hipólito Gomes, que representou a Associação Comercial e Industrial de Parauapebas – ACIP – no evento.

Localização e estrutura
O Shopping fica localizado no cento da cidade em uma das vias mais movimentadas, a Rodovia Faruk Salmen, que é a principal via de acesso ao complexo Altamira e zona rural de Parauapebas.

O Karajás Shopping ressurge com uma estrutura de excelência para quem deseja empreender com uma boa localização e planos acessíveis, com valores bem acessíveis abaixo do praticado atualmente no mercado. E as vantagens são inúmeras. O empreendimento conta com dez mil metros quadrados de área construída. São 80 lojas
(estão mais amplas do que o projeto original), praça de alimentação (com cafeterias, fast-foods, restaurantes, choperias e lanchonetes), 8 pistas de boliche adulto e 2 infantil, 3 salas de cinema, áreas amplas pra facilitar de circulação de pessoas, escada rolante e elevador para garantir a acessibilidade dos visitantes.

Estação Cidadania
Além de oferecer atrativos ligados ao lazer e entretenimento, os visitantes poderão contar serviços que serão disponibilizados pela Estação Cidadania. A estrutura reunirá em um só lugar dez órgãos públicos das esferas estadual e federal como: Polícia Civil, Detran, Jucepa (Junta Comercial do Estado do Pará) e Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A terceira unidade da Estação Cidadania no interior do Pará será inaugurada este mês e a expectativa é que por dia atenda uma média de 400 pessoas. Segundo a empresária Jussara Jordy, proprietária do empreendimento, os serviços vão beneficiar não apenas a população de Parauapebas, mas de toda a região de Carajás. “Nós acreditamos na cidade e sempre trabalhamos para buscar investimentos de forma a beneficiar as pessoas. Com todos esses serviços, o lojista que quer empreender tem aqui tudo que precisa para realizar bons negócios. Um ambiente adequado, comodidade, rotatividade de visitantes que buscam serviços e entretenimento. Tem tudo isso em um só lugar e com valor interessantes e acessíveis para a nossa realidade”, ressalta Jussara.

Fontinere Vieira é um dos empresários que acredita na nova proposta do empreendimento. “Eu sempre acreditei no potencial do shopping. Ele está num ponto muito bom, com muita estrutura agradável e com as novas instalações as expectativas são as melhores possíveis”, conta Fontinere.

É importante frisar que no Karajás Shopping ainda existem unidades disponíveis e os empresários interessados podem procurar a gerência do empreendimento em horário comercial.

Oportunidade para franquias
O gerente do Banco do Brasil do bairro Cidade Nova, Manoel Silveira, também esteve acompanhando a visita às instalações do shopping e relatou que empresários podem procurar a agência em busca de investimentos, em especial os interessados em administrar franquias, já que a instituição conta com linha de crédito especial da agência. “O empresário deve procurar o franquiador do ramo de seu interesse e fazer o cadastro. Aprovando este cadastro, há grandes chances de o banco já disponibilizar a linha de crédito. Desta forma, buscamos contribuir com o crescimento da cidade e seu desenvolvimento, fortalecendo a economia”, explica o gerente.

Local
Os pontos fortes do novo empreendimento são sua localização e a comodidade para o usuário. O local conta com estacionamento gratuito para 150 carros, além de estar em área de fácil acesso, transporte coletivo na porta interligando vários bairros e a zona rural de Parauapebas. Para Diego Santana Cruz, 44 anos, que tem um pequeno comércio próximo à delegacia, “a instalação da Estação Cidadania no Karajás Shopping aumentará o fluxo de gente na região e fomentará o comércio, trazendo mais emprego e renda“. Já para Kalil Izaac, 18 anos, o shopping será um local para se divertir com os amigos: “Nós que moramos desse lado da cidade estávamos reféns de um outro local onde temos que pagar estacionamento e percorrer toda a cidade para lá chegar. Aqui tem uma linda pista de Boliche, que eu adoro“.

CDL

Empresário Euler Rony assume presidência da CDL Parauapebas em cerimônia oficial

Presidente foi eleito para o triênio 2018/2020 em novembro do ano passado. Nova diretoria também tomou posse na ocasião
Continua depois da publicidade

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Parauapebas já tem um novo presidente. A cerimônia oficial que empossou o empresário Euler Rony aconteceu na noite desta terça-feira (29) no Hotel Átrium e reuniu um bom número de comerciantes e autoridades do município. Euler foi eleito no dia 20 de novembro para o cargo e deverá estar à frente da entidade pelos próximos três anos. Na ocasião, a nova diretoria também tomou posse.

Os novos dirigentes possuem agora a árdua missão de fortalecer a entidade lojista. Para o triênio 2018/2020, a instituição tem como meta a qualificação técnica dos associados, a ampliação da emissão de Certificados Digital via CDL, maior preparação dos associados para a agenda de eventos em datas pontuais e o fortalecimento da comunicação. A entidade, que completa 22 anos em 2018, possui como finalidade amparar, defender, orientar e representar os interesses de seus associados junto ao poder público.

Presente no evento, o agora ex-presidente da CDL, Marksan Gomes da Silva, falou sobre o trabalho realizado à frente da instituição e a posse do seu sucessor: “Foram três anos de muita batalha aqui na cidade. Gostaria de agradecer imensamente todos os colaboradores e diretores, em especial aos associados que acreditaram no nosso trabalho e deram seu voto de confiança. Quero pedir à nova diretoria que dê continuidade àquilo que acertamos e que os nossos erros, que com certeza cometemos, possam ser corrigidos. Acredito que deixamos a CDL bem ativa na cidade, pois fizemos um trabalho de divulgação e reestruturação da entidade. Tenho certeza que o Euler vai brigar também pelo bem de todos e desejo que ele faça um bom trabalho.”

Humberto Costa, presidente da Associação Comercial e Industrial de Parauapebas (ACIP) também esteve presente e falou sobre o momento: “Gostaria de cumprimentar e agradecer ao Marksan e toda a diretoria pelo excelente trabalho nos últimos anos. O Euler tem agora a missão de organizar o segmento social e espero que ele, junto com a sua diretoria, possam fazer também um bom trabalho.”

Em sua fala na cerimônia, Euler Rony fez agradecimentos e deixou claro que não medirá esforços para desempenhar um bom papel à frente da instituição: “Agradeço a todos os associados presentes, aos colaboradores e demais entidades aqui representadas e que nos apoiam nesse novo desafio. Espero que juntos possamos desenvolver um bom trabalho. Também agradeço aos amigos e à minha família. Quero pedir empenho de cada um da nova diretoria para que possamos cumprir com todos os compromissos que nos esperam. Eu aprendi desde cedo a trabalhar respeitando a todos, sempre com muita ética e honestidade. Acho que isso vai ser a nossa marca. Para mim, é uma honra assumir este cargo.”

O novo presidente também falou sobre as dificuldades que terá pela frente: “Será um grande desafio, principalmente diante do atual cenário político e econômico brasileiro. Precisamos ter em mente que são os empreendedores que fazem o país crescer. Vamos continuar buscando e oferecendo as melhores oportunidades, inovações e soluções empresariais para contribuir com a melhor gestão das nossas empresas. A nossa proposta é manter um diálogo permanente com nossos associados e ouvir as suas necessidades. A palavra ‘relacionamento’ será o nosso ponto forte nos próximos três anos.”

Logo após a cerimônia oficial de posse, um coquetel foi servido a todos os convidados do evento.

comércio

Compras para o natal geram expectativas no comércio de Parauapebas

Às vésperas da economia local receber a segunda parcela do 13º, CDL divulga expectativa de crescimento nas vendas de quase 5%
Continua depois da publicidade

As últimas duas semanas do ano prometem provocar uma recuperação no movimento e na circulação financeira no comércio de Parauapebas, principalmente porque amanhã (20) a economia local sentirá o reflexo da segunda parcela do 13º salário.

Nessa expectativa, o comércio acredita num crescimento de em torno de 4,3%, segundo levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL – de Parauapebas. “Nos últimos 3 anos tivemos resultados negativos, ou seja, as vendas foram menores que dos anos anteriores. Mas ainda acreditamos na recuperação nas vendas neste ano, com uma leve perspectiva de crescimento. Parauapebas ainda é uma cidade forte e com todos os problemas financeiros que afetam o país, o nosso município é privilegiado pela arrecadação com a mineração”, esclareceu o presidente da CDL, Marksan Silva.

Essa força comercial é que motiva Jeová Luiz de Assis, empresário que atua há 21 anos na cidade. “Mesmo com a crise, Parauapebas ainda está melhor que muitas cidades onde tenho amigos empresários. Atualmente meu faturamento é quase igual quando comecei, estamos praticamente empatando. O que dificulta é a concorrência. Parauapebas é conhecida nacionalmente como a terra do minério e todo empresário quer vir para cá. Há dez anos não tínhamos lojas grandes de departamento. E agora, essas empresas grandes estão engolindo o pequeno comerciante. Tenho esperança de que as coisas melhorem em 2018”, explicou o comerciante.

O empresário disse ainda que continua no mercado fazendo algumas adequações, como a redução no quadro de funcionários. “Já cheguei a ter 18 funcionários na minha loja e para sobreviver no mercado tive que reduzir para 10. Eu não perdi minha clientela, mas ela perdeu o poder de compra. Tinha cliente que comprava de R$ 200 a R$ 300 e atualmente compra em torno de R$ 70 a R$ 80. Neste ano o fluxo de pessoas na loja foi o mesmo que nos anos anteriores, mas o dinheiro circulou menos”, detalhou Assis.

“A resposta desse comerciante condiz com a realidade de todos os comerciantes de Parauapebas. A população não deixou de comprar, mas reduziu o valor gasto. Consequentemente menos dinheiro no caixa reduz o giro na economia”, enfatizou Marksan.

Marksan também descreve os últimos 2 anos comerciais da cidade: “2015 e 2016 foram difíceis para os comerciantes. A crise financeira do país fez com que muitos comerciantes fechassem os estabelecimentos ou reduzissem a estrutura. Tivemos demissões em massa e o país atingiu o recorde de desemprego. Estamos findando o ano de 2017 com um leve crescimento, muito pouco ainda e com ressaca dos anos anteriores, mas acredito que meados de 2018 o país volte a crescer como é esperado”.

Essa é a mesma esperança de Antônio Francisco Carvalho, morador de Parauapebas desde 1992, que viveu um ano atípico na cidade. Desempregado há um ano e dois meses, ele aguarda um 2018 diferente. “Não tenho nenhuma perspectiva de presentear minha família. Neste ano não comprei roupa nem para os filhos, nem para esposa e nem para mim. O dinheiro que circulou na minha casa foi apenas para comer e pagar energia. Há 25 anos morando aqui eu nunca tinha passado um final de ano como o que estou passando. Nem a tradicional comemoração da ceia de natal teremos este ano. Mas, tenho esperança de que as coisas vão melhorar”, desabafou Carvalho.

comércio

Marabá: Sindicato do Comércio prevê crescimento de 4,3% este ano, seguindo tendência nacional

CDL, menos otimista, afirma que, “se empatar com as vendas de 2016 já está muito bom”
Continua depois da publicidade
Por Eleutério Gomes –  de Marabá

Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), as vendas natalinas este ano, em todo o País, devem movimentar aproximadamente R$ 34,3 bilhões, registrando um crescimento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2016. Os motivos dessa previsão otimista, segundo o economista Fábio Bentes, da CNC, são a baixa inflação, a queda de juros, a e recuperação do mercado de trabalho e da confiança do consumidor, “que está menos receoso de comprar e assumir prestações”. A CNC também prevê a contratação de 73,1 mil trabalhadores temporários.

Em Marabá, segundo o Sindicom (Sindicato Patronal do Comércio Varejista), as três campanhas ocorridas este ano – Saldão de Aniversário, Liquida Geral e Black Friday – com o movimento considerado muito bom, deixaram o comerciante bastante otimista e foram a sinalização de que as vendas natalinas seguirão o mesmo ritmo.

O assessor executivo do Sindicom, Raimundo Alves Neto, ouvido pelo Blog, disse que a CNC acertou em cheio na previsão do crescimento de vendas e afirmou que Marabá seguirá esse ritmo. Quanto às contratações temporárias, a previsão é de que o comércio contrate cerca de 400 pessoas neste final de ano. “Aliás, essas contratações já estão acontecendo”, observa ele.

Neto credita a confiança do setor ao crescimento – mesmo tímido – da economia, à baixa da inflação e, especialmente em Marabá, ao fato de este ano o funcionalismo municipal estar recebendo em dia, sem atrasos, como ocorreu no ano passado.

Ainda segundo ele, as três campanhas, além de aquecerem as vendas, possibilitaram ao comerciante vender cerca de 70% do estoque que estava nos depósitos em razão da crise econômica. “Isso facilitou para que o empresário conseguisse renovar o estoque para as vendas de fim de ano”, informa o representante do Sindicom.

Neto afirma que, de acordo com sondagem entre o consumidor local, este ano já é possível dar presentes “de verdade”, em vez de lembranças, como em 2016. “Com a recuperação da economia, os eletroeletrônicos estão em primeiro lugar por quem vai presentear parentes e amigos, com o telefone celular assumindo a liderança”, afirma ele, acrescentando que, depois, vêm os eletrodomésticos, seguidos de outros como perfumes etc.

CDL vê outro cenário

Porém, o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Marabá, Pedro Lopes de Brito, também ouvido pelo Blog, não está muito otimista em relação às vendas natalinas no comércio local. Para ele, a situação da economia, “não só em Marabá quanto no resto do País”, não teve mudança visível: “Se as vendas deste ano empatarem com as de 2016 já está muito bom”, afirma Lopes, informando que o fato de o município – hoje o maior empregador em Marabá – estar pagando o funcionalismo em dia, não possibilitou, por exemplo, a recuperação do crédito daqueles que começaram o ano inadimplentes.

“Não aconteceu nada em Marabá em 2017, não houve novos empreendimentos e o desemprego segue alto. Ou seja, não tem dinheiro novo circulando”, afirma, desaminado.

 Para ele, apenas a regularização do pagamento da folha do município, hoje em cerca de R$ 28 milhões, pouco influencia na movimentação do comércio. “O que aconteceu é que a pessoa criou um novo crediário em cima do que estava devendo e vai pagando o novo valor pelo qual assumiu a responsabilidade”, diz, acrescentando que a inadimplência continua alta em Marabá, “pois não houve muita recuperação de crédito este ano”.

Eventos

Sebrae realiza Seminário Desafios do Crescimento em Parauapebas na próxima quarta-feira (8)

Grande sucesso de público em 2016, o seminário Desafios do Crescimento traz a Parauapebas especialistas em motivação, vendas e liderança.
Continua depois da publicidade

Os empresários de Parauapebas terão uma ótima oportunidade de conhecer alguns caminhos para ampliar as vendas e oferecer o melhor atendimento aos seus clientes. O assunto será debatido durante o Seminário Desafios do Crescimento, promovido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae no Pará na próxima quarta-feira, 08, às 18h, no auditório do Instituto Federal do Pará (IFPA). As inscrições podem ser feitas gratuitamente.

Com a tríade inovação, motivação e vendas, o evento traz à cidade duas referências nacionais no assunto e que trarão aos participantes. Janderson Santos é Administrador, especialista em marketing e vendas, Coach e Analista Comportamental, escritor, empresário, palestrante e ilusionista. Janderson Santos é um dos mais jovens palestrantes a se destacar no cenário nacional, sendo reconhecido por seu carisma, criatividade e domínio total de conteúdo e plateia ao falar de vendas e atendimento.

Bruno Miranda é uma das grandes referências no Brasil, Coach com 4 certificações Internacionais, Engenheiro e Administrador com Pós-Graduação e MBA, já foi assistido por mais de 300 mil pessoas nos últimos 4 anos, é empresário, empreendedor e apaixonado por inspirar pessoas.

O evento conta com o apoio da Associação Comercial Empresarial de Parauapebas (Acip) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

SEMINÁRIO
O seminário é uma solução diferenciada dos programas nacionais Sebrae Mais e Na Medida, criada para apresentar novos temas e tendências em gestão para pequenas empresas.

Trata-se de um evento de oportunidades para os pequenos negócios, que continuam crescendo e se desenvolvendo, apesar do cenário atual. A proposta é promover o debate entre empresários para o aprimoramento da gestão, com vistas ao desenvolvimento e à expansão dos negócios.

Desde a sua criação, em 2015, cerca de 5 mil pessoas já participaram dos seminários, que foram realizados em 13 municípios: Belém, Capanema, Bragança, Castanhal, Paragominas, Juruti, Redenção, Xinguara, Marabá, Tucuruí, Cametá, Barcarena, Rurópolis.

O evento também será realizado em Canaã dos Carajás no dia 09/11.

Serviço: Seminário Desafios do Crescimento com palestra sobre “A Mágica das Vendas” com Janderson Santos.

Dia 08/11 (quarta-feira), das 18h às 22h, no auditório da IFPA (Rodovia PA 275, s/n – União- Parauapebas).

premiação

Sindicato do Comércio de Marabá prepara o 23º Baile do Empresário

Presidente do Sindicom diz que, mais que uma festa, o evento vem sendo um estímulo para que o empresário do comércio melhore ano a ano seu empreendimento
Continua depois da publicidade

Por Eleutério Gomes – de Marabá 

O Sindicom (Sindicato Patronal do Comércio Varejista de Marabá) já começou os preparativos para o 23º Baile do Empresário, que este ano acontece em 23 de novembro. Mais que uma festa de confraternização e de reconhecimento, a premiação que ocorre durante o evento, na opinião do diretor-técnico da entidade, Raimundo Gomes Neto, é um estímulo para que o comerciante local possa investir mais na sua empresa, modernizando suas instalações, ampliando seu leque de opções ao consumidor e melhorando seu atendimento.

“Acreditamos que, em função do baile, ao longo desses 23 anos, muitos comércios melhoraram suas instalações e seu atendimento. Hoje Marabá não perde para nenhuma capital em matéria de lojas, se tratando de instalações e conforto”, avalia Neto.

Durante o Baile do Empresário é outorgado o título de Empresário do Ano à pessoa que se destacou empreendendo em Marabá e que também tem uma visão focada no futuro e acredita na cidade, conforme define Raimundo Neto.

Além do Empresário do Ano, são agraciadas com a medalha Amigo do Comércio aquelas pessoas que ajudam o comerciante no dia a dia, nas suas repartições, com bom atendimento; já as empresas mais votadas recebem o título de Destaque Empresarial, cada uma no seu segmento.

De parte da Acim (Associação Comercial e Industrial de Marabá) é concedida a Medalha João Rocha, uma condecoração conferida a pessoas que, na visão da entidade, se destacaram em suas atividades.

“O Sindicom também abriu espaço na festa para que o Conjove (Conselho de Jovens Empresários) pudesse valorizar, reconhecer e premiar o Jovem Empreendedor, entre os que estão na labuta do dia a dia”, conta o diretor-técnico do sindicato.

A escolha

No caso do Empresário do Ano, Sindicom, Acim, Conjove e CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) apontam os nomes que vão compor uma lista tríplice. Cada empresário escolhido é contatado e, caso concorde, terá o nome colocado em votação e o vencedor será escolhido pelos empresários do comércio de Marabá. As empresas que concorrem ao Destaque são escolhidas em votação pela Internet, onde o público é que aponta as melhores. As mais votadas recebem a distinção.

Recuperação

Indagado se o comércio local tem sentido os efeitos da propagada recuperação da economia, Neto diz que, “embora muito lentamente”, esses reflexos começam a surgir no comércio de Marabá. “Já ouvimos menos reclamações, o comerciante está um pouco mais confiante e, mesmo em meio a essa turbulência, aumentou o número de empregos”, destaca ele.

Raimundo Neto afirma, ainda, que, em razão dessas mudanças positivas, a “rede de lojas aluga-se e vende-se” está encolhendo: “Pontos que estavam fechados porque as pessoas não puderam mais pagar o aluguel, faliram, mudaram ou foram embora, hoje estão sendo reabertos por outras pessoas. A economia está melhorado com a estabilidade política e financeira no município”, afirma ele, prevendo: “E vai melhorar ainda mais. Estamos apostando nisso”.