Com novo decreto, Jacundá caminha para a normalidade

Nova medida libera o funcionamento de academias de ginástica, contrariando o Decreto 777, de 23 de maio passado, do Governo do Estado
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Jacundá terá que informar como está gastando dinheiro da Saúde no combate à Covi-19

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Academias e igrejas reabrem com horário reduzido e aulas continuam suspensas no município de Jacundá, no sudeste paraense. As principais alterações estão no decreto publicado nesta segunda-feira, 1º de junho, pelo prefeito Ismael Barbosa, e visam o funcionamento de atividades não essenciais com horários restritos.

O novo decreto mantém as atividades essenciais em conformidade com decretos anteriores, mantendo as orientações determinadas de combate ao novo coronavírus, como é o caso de restaurantes, lanchonetes e similares cujo funcionamento é permitido apenas pelo sistema de delivery. Também mantém o fechamento do comércio em geral aos domingos, seja essencial ou não. A retomada das atividades de serviços deve obedecer a regras de higiene e limpeza, distanciamento social e uso de máscaras.

Continuam proibidas aglomerações de pessoas, seja em playgrounds ou salas de jogos dentro de empresa, como também “qualquer tipo de consumo de comidas e bebidas dentro de restaurantes, churrascarias e bares”.

A partir de hoje as academias podem funcionar com lotação máxima de 15 pessoas por hora, enquanto os cultos religiosos com lotação máxima de um terço do ambiente e também respeitar o distanciamento de 1,5 metro entre pessoas. Os locais devem dispor de álcool em gel, água e sabão.

Vale lembrar que o Decreto Estadual 777/2020, de 23 de maio passado, mantém, no inciso 5 do artigo 17, a proibição do funcionamento de academias de ginástica, atividade considerada não essencial.      

A multa para quem desobedecer às novas regras é de R$ 5 mil. Antes, haverá expedição de notificação e, em caso de reincidência, o estabelecimento poderá ser fechado com a cassação do alvará de funcionamento. As aulas da rede pública e particular continuam suspensas, sem prazo de retorno.

(Antonio Barroso)

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