Belém tem umas das refeições mais baratas do país para trabalhador, mostra pesquisa

Por outro lado, Palmas, capital do vizinho Tocantins, cobra quase R$ 10 a mais por um mesmo prato consumido na capital paraense. É uma das comidas mais caras do país.
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Com R$ 32,44 no bolso, qualquer pessoa come bem na capital paraense. Em Belém, um prato feito (popular “PF”) custa em média R$ 24,45; um prato no quilo sai por R$ 34,40; um prato executivo custa R$ 47,71; e o a la carte, não menos que R$ 54,77. As informações são da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), que realizou a pesquisa “Preço Médio da Refeição Fora do Lar” sobre o almoço em restaurantes que aceitam vouchers e ou cartões de refeição.

O Blog do Zé Dudu analisou os números do estudo, que retrata a dinâmica de gasto médio do trabalhador de 51 cidades do país, os quais diariamente almoçam fora de casa. O resultado é que a capital paraense, ao lado de Manaus (AM) e de algumas capitais nordestinas, tem uma das refeições mais em conta. Entre todas, a cidade de Diadema (SP) é onde o trabalhador gasta menos: em média R$ 28,85. 

Segundo a pesquisa, almoçar fora de casa em Belém sai muito mais em conta que almoçar no resto do Brasil, considerando-se a média de preços do prato nacional, que é de R$ 34,84. No Norte, só Manaus tem almoço mais barato: R$ 30,17. Já Palmas (TO), com seus R$ 42,79, cobra R$ 10 a mais que em Belém e tem uma das refeições fora de casa mais caras. Palmas perde por centavos para a líder do almoço “salgado”, Florianópolis (SC), onde a refeição do trabalhador não sai por menos de R$ 43,35 por dia.

Como refeição, o estudo considera prato principal, bebida não alcoólica, sobremesa e café, na hora do almoço. O levantamento aponta que os preços variam muito entre as cidades porque refletem a realidade econômica local. E detecta que o custo de almoçar fora de casa subiu, embora os estabelecimentos comerciais tenham praticado reajuste menor (2,21%) em relação à inflação (3,75%).

Para equilibrar os gastos, segundo a pesquisa, o trabalhador migrou para restaurantes mais em conta e passou a consumir mais verduras e legumes (55%) e sucos naturais (60%).

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