Arrastão vai atrás de não vacinados contra covid-19 em Jacundá

O objetivo foi imunizar quem ainda não tomou a primeia dose da vacina e atualizar quem ainda não tomou a segunda
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Uma mobilização da área de saúde do município de Jacundá, no Sudeste paraense, busca os moradores não vacinados contra a covid-19. A decisão anunciada na terça-feira (30) e colocada em ação no dia seguinte tem como alvo também a população vacinada com a primeira e segunda dose do imunizante.

O mutirão começou ontem (1°), pelas ruas do Residencial Arraias. Somando as unidades de saúde do município, o ponto fixo de imunização e as visitas realizadas pela Secretaria de Saúde, foram aplicadas 1.004 doses de vacinas nessa quarta-feira, das quais 306 da primeira dose. “Estava um pouco receosa em tomar essa vacina, mas agora com essa nova Ômicron, é melhor não arriscar”, diz a dona de casa Maria Francisca da Silva, moradora do residencial.

“Considerando a população jacundaense com idade de 12 anos ou mais, 50% foi vacinada com a primeira dose e apenas 31% foi vacinada com a segunda dose”, explica a coordenadora da Vigilância em Saúde, Lícia Souza.

Até quinta-feira (2), o Ministério da Saúde enviou 50.631 doses de vacinas contra a covid-19 para o sistema de saúde Jacundá aplicar nas doses recomendas. Para a secretária de Saúde do município, Irailde Bizarrias, a resistência das pessoas ainda é o maior entrave para a expansão da cobertura vacinal. “A população vem relaxando com os cuidados, mas nós precisamos agir e a imunização é a nossa melhor arma. Vamos bater de porta em porta, tirar as dúvidas das pessoas e levar a vacina até essa parcela da população que ainda resiste”, explicou a secretária.

O prefeito Itonir Tavares (PL) ressaltou que, ao contrário do que se viu em várias cidades do país, desde o início da vacinação, nunca faltou imunizante em Jacundá. Ele avaliou que baixa procura das pessoas pelas vacinas se deve à desinformação e fez um apelo aos servidores.

“Estamos em vias de enfrentar uma nova onda de contágio de uma variante ainda mais perigosa e precisamos de um engajamento ainda maior da população e, principalmente, das equipes de Saúde. Estão sobrando doses de vacina e as pessoas não procuram se proteger”, disse o prefeito. “Vamos tomar medidas ais incisivas agora para evitar um colapso nos próximos meses.”

(Antonio Barroso com informações da Assessoria de Comunicação)