Rendimento médio do trabalhador paraense ainda é um dos menores do Brasil

Em uma década, trabalhador viu ganhos aumentarem míseros R$ 25, enquanto salário mínimo vigente dobrou no período. Paraense enfrenta perda de poder de compra e inflação nas nuvens
Desemprego diminui, mas Pará ainda tem 377 mil desocupados

Estado viu número de desempregados diminuir em 120 mil de um trimestre para outro, o que é muito significativo. Mas informalidade “nas nuvens” ainda é calo no sapato do desenvolvimento.
Pará tem 475 mil desempregados, diz IBGE

Volume dos sem trabalho é suficiente para entupir duas cidades do tamanho de Parauapebas. Estado é campeão em informalidade e vice em trabalhadores sem carteira na iniciativa privada.
Com 515 mil desocupados, Pará tem queda expressiva de rendimento

Em 12 meses, média de rendimento do paraense afundou R$ 199, segundo IBGE, mesmo num cenário desafiador de inflação. Dieese diz que mínimo ideal seria R$ 5.421, “sonho impossível”.
Desemprego sobe, e Pará é tragado pela informalidade, mostra IBGE

Estado tem equivalente a 3 cidades do tamanho de Parauapebas entupidas de trabalhadores da iniciativa privada que não têm registro em carteira. Só Maranhão ostenta situação ainda pior
Pela primeira vez, Pará tem 2ª menor taxa de desocupação do Brasil

Renda da população trabalhadora paraense também é a que mais cresceu: 17%. Mas desafios persistem: rendimento segue abaixo da média nacional e informalidade é líder entre 27 as UFs.
Desemprego dispara e mais 57 mil entram para as estatísticas no Pará

Panorama é tão grave que, enquanto maior parte dos estados avançou consideravelmente em rendimento, o Pará, que mais produz riquezas minerais no Brasil, aumentou em míseros R$ 3.
Pela primeira vez, Pará entra para grupo dos 10 com menor desocupação

Mas nem tudo são flores: estado continua com 356 mil desocupados; segue líder nacional em informalidade e em escassez de contribuição previdenciária; e rendimento é o 6º pior do Brasil.
Pará tem exército de “sem instrução” do tamanho de três cidades de Marabá

São 656 mil habitantes que, ainda hoje, não sabem ler e escrever e passaram não mais que um ano na escola. Na capital do estado, segundo o IBGE, são 70 mil.
Empobrecida, Belém é 9ª capital com maior exército de desempregados do país

Com 91 mil desocupados e outros 77 mil vivendo de “bicos”, capital paraense leva uma senhora taca em arrecadação de cidades com metade de seu tamanho. Belém parou no tempo e números envergonham.