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Parauapebas

Após tentativa frustrada de fuga, carceragem passa por revista

Nas celas, policiais encontraram um celular, bateria, microchip, cachimbo e até estoque

Devido à tentativa de fuga no dia 15 deste mês, por volta das 2 horas, na cela 1, o diretor da carceragem, Murilo Sousa, recorreu ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a realização de uma revista nas celas. “É um processo comum sempre após uma tentativa de fuga ou rebelião, haja vista que os presos costumam se preparar para eventos como esse”, explicou Murilo Sousa.

Na cela onde houve a tentativa, estavam 15 detentos acusados de assalto e tráfico de drogas. A ação de revista, como sempre, é feita pela Polícia Militar que usa homens especializados para a execução. Assim, 14 policiais militares, com uso de duas VTR’s e seis motos, sob o comando do 1º tenente Costa, estiveram na cadeia pública do Rio Verde, das 10 às 11 horas do último sábado, 20.

“Sempre atendemos com prioridade este tipo de solicitação, pois entendemos a urgência e importância para a segurança da população carcerária e dos servidores públicos que ali trabalham”, disse o tenente Costa, para detalhar que, como esperado neste tipo de ação, foram encontrados no interior das celas os seguintes objetos: um celular modelo IPRO, uma bateria modelo BL-4C IPRO, um microchip da operadora Claro, um cachimbo e um estoque (tipo de punhal de fabricação artesanal).

A população carcerária atual é de 88 detentos, número confirmado durante a revista. Os presos estão divididos em nove celas, várias delas com chapa de aço e 30 centímetros de concreto puro, podendo ser consideradas de “segurança máxima”. O objetivo, segundo o diretor da carceragem, é reforçar todas a celas. “As presenças das facções criminosas PCC – Primeiro Comando da Capital e CV – Comando Vermelho, nos presídios e carceragem, é uma realidade, e tem sido alvo de preocupação da direção da carceragem em Parauapebas. Por isso, temos o cuidado de manter separados os grupos para evitar os confrontos e ainda (aumentar) a vigilância para inibir as tentativas de fuga”, explicou Murilo.

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