Prefeitura de Marabá quer engajamento social de moradores de casas populares

Governo de Tião Miranda está contratando assessoria para trabalho técnico-social com vistas a elevar a qualidade de vida para os mais de 4.000 moradores do Residencial Jardim do Éden.
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Na manhã desta quarta-feira (16), a Prefeitura de Marabá está realizando uma licitação para contratar empresa especializada na execução de projeto social específico para o Residencial Jardim do Éden, situado no núcleo urbano de Morada Nova. O residencial faz parte do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), e a prefeitura quer desenvolver um trabalho técnico-social, obrigatório para os projetos habitacionais destinados à população de baixa renda e financiados com recursos do Governo Federal. A medida deve, no médio prazo, turbinar os indicadores de qualidade de vida do município administrado por Tião Miranda.

O Blog do Zé Dudu folheou o edital de licitação e observou que serão desenvolvidas ações nas áreas de mobilização, organização e fortalecimento social, bem como em educação ambiental, patrimonial e desenvolvimento socioeconômico. A supervisão ficará a cargo da Secretaria de Viação e Obras Públicas (Sevop) e da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU). O custo estimado do trabalho técnico-social é de R$ 902.712,09. A empreitada vai abrir postos de trabalho com a contratação de três mobilizadores, um assistente administrativo, um engenheiro ambiental, um pedagogo e um assistente social.

De acordo com a Prefeitura de Marabá, várias atividades serão realizadas para potencializar o desenvolvimento socioespacial do Jardim do Éden, que tem atualmente cerca de mil residências e 4 mil habitantes. A ideia é incrementar um projeto urbano socialmente construído, mediante participação comunitária e trabalho intensivo, que possibilite elevar a empregabilidade, a renda e a educação da população do residencial. O resultado poderá impactar positivamente a infraestrutura local e o acesso a equipamentos e serviços públicos.

Ações como reuniões periódicas, assembleias e encontros comunitários; observação de campo; visitas domiciliares; entrevistas; levantamentos socioeconômico e socioambiental; contatos institucionais ou parcerias; e avaliação. “Os cursos de capacitação profissional terão como prioridade pessoas desempregada, mulheres chefes de família, jovens em situação de risco e menor renda per capita”, informa o governo de Marabá.

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