Parauapebas

Nota Pública do Deputado Edmilson Rodrigues (PSOL)

“ Venho a público denunciar e cobrar providências imediatas da Secretaria de Segurança Pública acerca do atentado sofrido na manhã desta segunda-feira, 13, pela liderança do movimento social do município …

image“ Venho a público denunciar e cobrar providências imediatas da Secretaria de Segurança Pública acerca do atentado sofrido na manhã desta segunda-feira, 13, pela liderança do movimento social do município de Parauapebas, no Sudeste do Pará, Vandernilson Santos da Costa, mais conhecido como “Popó”.

Ele foi atacado por volta das 10 horas quando saía da própria residência, na Rua Gabriel Pimenta, naquele município, quando foi baleado por desconhecidos, tendo sofrido três perfurações que atingiram o ombro, o braço esquerdo e a nuca. Popó foi socorrido, passou por cirurgia no Hospital Municipal de Parauapebas e apresenta quadro de saúde estável.

Eis que o Pará volta a ser palco da violência covarde que não mede esforços para calar o movimento social e agredir a democracia. O governo do Estado precisa apurar com rigor quem foram os culpados por mais esse crime, entre executores e mandantes, e prendê-los com urgência”.

Edmilson Rodrigues
Deputado Psol

3 comentários em “Nota Pública do Deputado Edmilson Rodrigues (PSOL)

  1. Anônimo Responder

    É o deputado estadual “de Parauapebas” Milton Zimmer, agora atual Presidente do PT no Pará, por onde anda? Vamos deputado acorde, defenda “seu povo”!

  2. agenor garcia Responder

    Caro Dudu,

    lamentamos o atentado contra a vida de Popó e lembramos de estranha coincidência nesse caso. Popó mora à rua Gabriel Pimenta que foi assassinado em Marabá, em 18 de julho de 1982, por dois pistoleiros: José Crescêncio de Oliveira e José Pereira Nóbrega (o Marinheiro).Segundo a polícia, a mando de Manoel Cardoso Neto, que vem a ser irmão do político mineiro de Contagem, Newton Cardoso, que foi vice no governo de Itamar Franco. A polícia garantia que a morte dos pistoleiros era queima de arquivo. Em fevereiro de 2006, Nelito teve marcado o seu segundo julgamento. Escapou do primeiro porque não foi encontrado. Segundo a Comissão Pastoral da Terra, estaria escondido nos sertões de Minas e do sul da Bahia, onde a familia tem enormes fazendas.
    É triste, mas a violência se repete agora com Popó, ferido à rua Gabriel Pimenta. Estranha coincidência.
    Att.
    Agenor Garcia
    jornalista
    cerimonialista da
    Prefeitura de Parauapebas

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