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No dia do SIM

Por Demerval Moreno Lembro do Padre fazendo as perguntas de praxe e, tanto eu quanto ela, dissemos SIM. Formamos uma família e nossos filhos cresceram. E dia desses meu filho …

image Por Demerval Moreno
Lembro do Padre fazendo as perguntas de praxe e, tanto eu quanto ela, dissemos SIM. Formamos uma família e nossos filhos cresceram. E dia desses meu filho perguntou se podia “arriscar uma faculdade” e eu disse SIM. Aí ele estudou, passou e chegou a hora de ir para uma capital. Escolheu São Luis do Maranhão e eu disse SIM.

Só há um dia na vida que se pode dizer SIM. Se você resolve pela dúvida, por certo prevalecerá o Não. Quando esse dia chega é normal que o corpo sinta, que o coração bata mais forte, que as mãos tremam e alguma coisa revolva nossas entranhas desacostumadas a solavancos. Se optamos por manter as coisas na zona de conforto, tudo seguirá como antes e basta uma palavra que tem o mesmo tanto de letras do SIM, mas que não provoca os mesmos efeitos: o NÃO!

“Não” é tão óbvio, tão limitador, tão inexpressivamente covarde. Ao negativarmos uma ação, assumimos nosso comodismo diante de um mundo em ebulição. Tudo pára. O não fará o Pará parar onde está, na mesmice, na pasmaceira, na gosma das indecisões políticas e na lama da corrupção dos políticos sem compromisso com o futuro.

O futuro de uma pessoa depende do SIM. O do mundo NÃO. A vida lá fora vai continuar seguindo seu curso rápido e as mudanças mais velozes ainda. Só os que deixaram de apostar na dinâmica do tempo se perderão no vão das promessas que nunca se concretizarão.

Meu casamento vai bem, obrigado! Tudo mudou naquele DIA DO SIM. Meu filho? Segue seu caminho e faz suas descobertas. É uma aventura para ele, ainda que faça surgir aquela dor aqui dentro de quem não assimila as mudanças tão necessárias para o crescimento de tudo. Demora mesmo a gente se acostumar com essa ideia. A família que leva a filha ao altar, o pai que leva o filho para estudar fora, o filho que precisa largar os brinquedos. Mudança dói… crescer dói!

As árvores estão mudando a casca constantemente e as aves mudando suas penas e vão construindo novos ninhos voo afora. Seremos tão fracos diante desses ventos fortes? Somos menos que uma castanheira ou um sabiá? Precisamos sacar que o novo se apresenta como uma oportunidade única e histórica, pois jamais houve na história do Brasil a possibilidade do povo dizer que deseja um NOVO ESTADO. Temos a chance de dizer que queremos não apenas um, mas dois, três. O Novo Pará será administrável como jamais foi; Tapajós tomará as rédeas de uma região linda e cheia de sonhos; e o nosso Carajás poderá com sua riqueza, pujança e povo de todos os lugares desse imenso país, assumir seu destino e empregar seus recursos de forma justa. O SIM fará isso! E fará muito MAIS!

O SIM muda TUDO! O Não mantem as coisas como ESTÃO!

34 comentários em “No dia do SIM

  1. Bartolomeu Responder


    Senna:

    Acredito no debate com argumentos e com seriedade. Nós não menosprezamos ninguém, seja de onde vier, nós temos consciência que todos que para cá vieram contruiram e estão construindo este grande Estado do Pará, e esta região rica. O que falta é sabermos eleger representantes comprometidos com as causas do povo.
    Só discurso não adianta.
    Perguntem aos divisionistas o que já fizeram pelo engrandecimento desta terra?

    Prof. José Senna da Silva, você como Professor e Diretor de uma Escola Estadual deveria saber que em 30 (TRINTA) anos em Marabá o governo do ESTADO só construiu 27 salas de aula, se vc contestar esse numero quero que prove o contrário, e em Parauapebas, nesses mais de 18 anos de emancipado, quantas escolas o governo do Estado fez? É isso que o povo quer, um governo que se preocupa com a nossa região, um governo mais proximo e presente, não adianta ter um estado GRANDE, rico culturalmente e POBRE se saude, educacao, seguranca, SANEAMENTO BASICO… isso que queremos. Acredito que no sonho de um povo NINGUEM consegue ninguem consegue derrubar com argumentos fracos iguais aos seus.

    BartÔ

  2. Pronto, Falei! Responder

    Pra mim esse Demerval só fala merda.

    Argumentar questões tão decisivas como esta em tom de prosa, com provérbios e metáforas.. Sem falar que falta a ele o dom pra emocionar e convencer com sua verve, como pretende.

    Depois q a coisa vira torcida, ninguém mais raciocina, aí fudeu!

  3. Marcos Lucena Responder

    O ser humano é complexo, como é que uma pessoa tem a oportunidade de mudar de vida e de ruma na sua historia e se acovarda com medo do futuro… querer continuar na mesmice….O paraense ja é medroso de natureza..Pode ver que quase não se ver paraense cabanos fora do seu estado… é que eles tem medo se tbm são preguiçosos.. já o maranhense não, o maranhense tem coragem na veia e sai da sua terra para conquistar sua Independência em novos lugares…se o essa divisão fosse em qualquer estado do nordeste noa precisava nem haver eleição já estava decidido era simmmmmmmmmmmmmmmmm

  4. Caurê Lucas Responder

    Eu digo SIM 77!
    A única verdade é que tem pessoas que não sabem viver sem o dinheiro dos nossos impostos. São pessoas sem amor ao próximo, Do que adianta ter um grande estado em território e maior ainda na MISÉRIA.
    Quem diz NÃO, com certeza é uma pessoa que tem medo de caminhar com as próprias pernas, (fora da realidade do povo de nossa região); O Estado do Tocantins é um exemplo de desenvolvimento; é só comparar as Cidades do Sul e Sudeste do Pará com suas cidades vizinhas do lado do Tocantins. Chega ser humilhante.
    Eu digo SIM, pois quero desenvolvimento para minha região.
    SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77, SIM 77!

  5. Senna Responder

    Acredito no debate com argumentos e com seriedade. Nós não menosprezamos ninguém, seja de onde vier, nós temos consciência que todos que para cá vieram contruiram e estão construindo este grande Estado do Pará, e esta região rica. O que falta é sabermos eleger representantes comprometidos com as causas do povo.
    Só discurso não adianta.
    Perguntem aos divisionistas o que já fizeram pelo engrandecimento desta terra?

  6. Michel Tavares Responder

    Nasci em Belém, moro a 7 anos em Parauapebas, e a divisão do Pará não vai melhorar a vida das pessoas dessa região, pois o único interesse nesta divisão e o político e não o social.

    Se o problema e dinheiro, q segundo esses forasteiro e piratas, vai tudo para Belém,vamos tomar como exemplo a cidade de Parauapebas, onde atualmente moro….

    A cidade de Parauapebas é a segunda maior arrecadação do Pará so perde para Belém em arrecadação , e no Bairro que moro, as ruas não são asfaltadas, não tem rede de esgoto e estou atualmente a 16 dias sem água na torneira e para completar a desgraça meu poço ta querendo secar devido ao verão intenso… Tive q tirar meu filho da rede municipal de ensino e matricular em escola particular pois na escola q estudava não tinha professor de matemática.

    Então o problema não ta na arrecadação, no dinheiro q vai daqui pra li ou de la pra ca . O problema esta nos políticos q elegemos.
    E vcs ainda vem com a idéia de dividir meu querido estado para criar + cargos para esses corruptos….

    Asdrúbal Bentes (PMDB) principal politico de SIM, já foi condenado e ta quase pra ser preso por esterilizar mulheres em troca de votos em Marabá agora so falta prender o restante dos políticos q querem a divisão para desarticular essa quadrinha de piratas forasteiros .

    NÃO A DIVISÃO !!! PARÁ TE QUERO GRANDE E FORTE.

    QUEM AMA NÃO SEPARA ….

  7. PAULO SOUSA Responder

    NINGUEM ACOLHE MAL, QUEM VEM COM DINHEIRO PARA GASTAR, VOCE FALA COMO SE OS QUE VIERAM DE FORA TIVESSEM GANHADO SUAS EMPRESAS, SUAS TERRAS. PARA COM ISSO
    VOCES NAO SAO DONOS DE NADA. O PARA NAO É DE VOCES, O BRASIL NAO É DE VOCES, OS DONOS SAO QUEM PAGOU. DEIXA DE SER PATETA, O PARÁ CONTINUARÁ O MESMO, A UNICA DIFERENÇA QUE TEREMOS MAIS FORÇA NO CONGRESSO PARA FAZER FALER OS DIREITOS DOS MORADORES DA AMAZONIA.

  8. Marcos Responder

    “Ó Pará, quanto orgulho ser filho de um colosso tão belo e tão forte …..”
    Caso a divisão seja aprovada pela população do Pará o que veremos será a auto destruição de nosso Estado através de uma proposta politiqueira de determinados grupos políticos-que tentam seduzir partes de nossos irmãos com propostas futuristas e fantasiosas –que acreditam que o simples esfacelamento do Estado irá proporcionar mais desenvolvimento e melhor qualidade de vida a todos os paraenses.Haverá, então, a necessidade de mudar a letra do hino do Estado do Pará, do atual para: “ Ó Pará quanto é triste ser filho de um nanico, tão feio e tão fraco…..”
    A bandeira do Brasil, que pela importância do Estado destaca a estrela do Pará em sua parte superior, provavelmente deverá retirá-la dessa posição. Os nossos irmãos bicolores e remistas dos sessenta e seis municípios que sairão do Estado possivelmente terão que deixar essa parte do coração paraense.
    O Pará que por sua grandeza e perspectiva de melhoria de qualidade de vida acolheu fraternalmente milhares de brasileiros de outros outros Estados observa que alguns deles, depois de estabelecidos e com patrimônio político econômico estabelecidos, dão agora o “tiro de misericórdia” no Estado, subtraindo mais de um milhão de Km², deixando-o com apenas 212.000Km², o que equivale a apena 17% de seu território.
    Paraenses, pelo sangue que corre em suas veias e palpita em seu coração o orgulho de ter nascido neste rico e abençoado Estado, repudie,diga não a esta demagógica conspiração política que tenta destruir o nosso querido Pará. Segundo IPEA ( Instituto de pesquisa Econômica Aplicada), os dois Estados que seriam criados são inviáveis economicamente
    e causarão grave ônus para o país.

  9. liberdade Responder

    O QUE ACHO ENGRAÇADO E QUE UMA GRANDE MAIORIA DO NÃO MORA E TRABALHA NO SUL DO ESTADO, ALGUNS FANTASMAS, PODIAM IR EMBORA PRA BELEM, O GOVERNADOR E UM DOS CONTRAS, AGORA VEJO AS PESSOAS ENTRAN NO BLOG DESSE A LENHA FAZENDO CAMPANHA CONTRA E NOS QUE SOMOS DO SIM FICAMOS CALADOS, BORA GENTE VAMOS EXPLUSAR ESSE PESSOAL DO NAO DO PEGA, A BELEZINHO QUE E LUGAR DELES, DIA 11 DEZEMBRO DIGITE 77 E DE SEU GRITO DE LIBERDADE. HA E NÃO SE ESQUEÇAM, QUE O GOVERNADOR VEM PRA REELEIÇÃO DIGA NÃO PRA ELE. ELE SIM MEREÇE, PORQUE POR BAIXO DOS PANOS ELE TA INVESTINDO PESADO PARA NÃO DIVIDIR O ESTADO SABE PORQUE??? ALGUEM PODE ME REPONDER PORQUE EU NÃO SEI KKKKKKKKKKK

  10. MARCOS MARABAENSE Responder

    Nao quero ser arrogante como os que dizerm NAO, porem com a CRIAÇAO DO ESTADO DE CARAJAS, aqueles que nao gostarem dos ditos “forasteiros”, que devem ser amargos e analfabetos, acreditando que o PARÁ é o paraiso, tenho uma ideia a vocês, comecem a trabalhar e comprem as empresas, terras, gado e e casas dos forasteiros ou mudem-se para Belem. POIS LÁ É A CAPITAL DE VOCES. Sou de Maraba, aqui é a minha Capital. VOTO SIM 77, VOTO NAO AOS DITOS DONOS DO PARÁ.

  11. Toninho Responder

    “Ó Pará, quanto orgulho ser filho de um colosso tão belo e tão forte …..”
    Caso a divisão seja aprovada pela população do Pará o que veremos será a auto destruição de nosso Estado através de uma proposta politiqueira de determinados grupos políticos-que tentam seduzir partes de nossos irmãos com propostas futuristas e fantasiosas –que acreditam que o simples esfacelamento do Estado irá proporcionar mais desenvolvimento e melhor qualidade de vida a todos os paraenses.Haverá, então, a necessidade de mudar a letra do hino do Estado do Pará, do atual para: “ Ó Pará quanto é triste ser filho de um nanico, tão feio e tão fraco…..”
    A bandeira do Brasil, que pela importância do Estado destaca a estrela do Pará em sua parte superior, provavelmente deverá retirá-la dessa posição. Os nossos irmãos bicolores e remistas dos sessenta e seis municípios que sairão do Estado possivelmente terão que deixar essa parte do coração paraense.
    O Pará que por sua grandeza e perspectiva de melhoria de qualidade de vida acolheu fraternalmente milhares de brasileiros de outros outros Estados observa que alguns deles, depois de estabelecidos e com patrimônio político econômico estabelecidos, dão agora o “tiro de misericórdia” no Estado, subtraindo mais de um milhão de Km², deixando-o com apenas 212.000Km², o que equivale a apena 17% de seu território.
    Paraenses, pelo sangue que corre em suas veias e palpita em seu coração o orgulho de ter nascido neste rico e abençoado Estado, repudie,diga não a esta demagógica conspiração política que tenta destruir o nosso querido Pará. Segundo IPEA ( Instituto de pesquisa Econômica Aplicada), os dois Estados que seriam criados são inviáveis economicamente
    e causarão grave ônus para o país.

  12. fabio Responder

    corrupcao existe em todos os lugares, cabe aos eleitores do novo estado, escolher um que faca por nos ”que moramos no interior” alguma coisa boa, porque se depender desses politicos de belem, que so andam por aqui na epoca de campanha eleitoral, nunca teremos desenvolvimento da regiao. vamos juntar forcas por uma regiao mais justa e desenvolvida. 77 dia 11 de dezembro.

  13. ZAQUEU Responder

    Ao ler essa matéria meu coração se encheu esperança, na minha fértil imaginação de uma nova terra um novo estado, onde tem escolas e faculdades segurança e estradas para meu filhos, vou arriscar, senão arriscar não vou saber, será melhor do continuar na mesmice, vamos povo do Pará.
    Vamos lutar pelo SIM 77 dia 11 de dezembro, iremos a luta, CARAJAS E TAPAJOS NÓS VOTAMOS SIM
    É SIM!!!É SIM!!!É SIM!!!É SIM!!!É SIM!!!É SIM!!!

  14. Diego Responder


    Clayton Santos:

    Mensagens desses tipos vindo de um camarada que tem como amigo e padrinho o Sarney felizmente não fazem eco em meu ouvido nem me causa cegueira de tanto ler asneiras.
    Não adianta, a massa CABANA irá se debelar novamente, não deixando que meros forasteiros e aproveitadores dividem o Pará apenas para especulação politica.

    Concordo com sua opinião

  15. Nina Responder

    Me impressiona a agressividade dos paraenses contrários à divisão. Nunca tiveram o menor problema em aceitar a contribuição dos “forasteiros” para desbravar e desenvolver as regiões que os paraenses que “querem o Pará grande”, nunca tiveram intenção nem de conhecer, quanto mais de ali residir. Ora, se a redivisão territorial fosse algo inviável, quase criminoso como diz a turma do NÃO, sequer constaria na Constituição. O processo de redivisão territorial é uma necessidade, não só para o Pará, como para outros estados da federação. O que importa é que somos todos brasileiros, residentes nesta região esquecida que é o Norte. Até quando a região Norte vai continuar sendo colônia extrativa do Sul e Sudeste, com uma representação política fraca e claudicante? Precisamos de novos Estados na região Norte para lutarmos em igualdade de condições por verbas que permitam o pleno desenvolvimento de nossa região. Vamos deixar de lado este bairrismo ultrapassado e analisar racionalmente as possibilidades. Ora, se Belém e região metropolitana detém mais de 50% do PIB, com certeza será o Estado mais beneficiado com a divisão, porque este percentual será usado todo na região, que conta com completa infra-estrutura, ou seja, a arrecadação será para melhorar o que já existe.
    Tenho fé que o dia 11 de dezembro será o DIA DO SIM e que em breve os três Estados estarão felizes com a mudança.

  16. João Miranda Responder

    Fiquei muito animado quando ao assistir A Liga na BAND, durante a cobertura do UFC Rio, apareceu uma galera do Pará, tinha gente enrolado na bandeira do Pará, quando de repente aparece outro companheiro com uma cartaz do SIM para o estado do Tapajós e o número 77 em rede nacional de televisão, foi muito legal perceber que tanto a criação do estado de Tapajós quanto o de Carajás não anulará o belíssimo Pará. Quanto a separação, não deveria nem de inicio existir estados na federação, pois quando os portugueses chegaram aqui nossos índios cuidavam muito bem das nossas terras, trabalhando a muitos anos com muita dedicação e de repente, com muita revolta, foram usurpados das suas terras. Portanto, meu caro Michel Tavares, baseado na sua singela explicação proponho acabarmos com a divisão do Brasil e voltarmos a terra que o tal Pedro encontrou lá em 1500.

  17. Michel Tavares Responder

    Como diz nosso maravilhoso hino:

    “Ó Pará, quanto orgulho ser filho,
    De um colosso, tão belo e tão forte;
    Juncaremos de flores teu trilho,
    Do Brasil, sentinela do Norte.
    E a deixar de manter esse brilho,
    Preferimos, mil vezes, a morte!”

  18. Clayton Santos Responder

    TERRA DO NUNCA, sou paraense nato e nesta terra posso morar onde quiser, pois estou no meu estado, diferente de você que veio procurar trabalho, já que na tuas terras ou tu não tem qualificação necessária ou lá não tem nada de produtivo, ou seja, nada de emprego.Vc tem que agradecer por morar nesta terra e por ser bem recebido.
    Tendo divisão ou não, não sou que nem alguns que escrevem neste blog que torcem para que o estado seja dividido, ja que assim terá uma fabrica de cabide de empregos ofertados por politicos corruptos que nada fazem pela região em que moram e ficam culpando os moradores da capital que buscam e lutam pelos seus direitos.

  19. Senna Responder

    A CRIAÇÃO DO ESTADO DE CARAJÁS

    Tenho refletido sobre os argumentos de quem defende a divisão do Estado do Pará para a possível criação do Estado de Carajás. Geralmente os divisionistas têm como principal fonte de discurso forte conteúdo político no sentido de manutenção e/ou fortalecimento do poder regional, quando não preconceituoso e discriminatório, e, também, especulatório. A classe política que está no poder e o latifúndio são os maiores incentivadores da divisão. Vejamos alguns desses argumentos:
    a) “O Pará (o que restar) não terá nenhum prejuízo, pois assim gerenciará a sua vocação produtiva do ecoturismo, etc.”;
    b) “Ninguém perderá, todos ganharão porque o PIB do Estado ficará mais com a região metropolitana”;
    c) “Quem não quer a divisão é a mesma elite que fica só ‘mamando’ os recursos que não chegam às regiões mais distantes do centro das decisões Belém”;
    d) “A elite política e empresarial que decide sobre o destino de todo o Estado não quer perder o ‘status quo’, é a mesma elite que vem há muito tempo mantendo os mesmos cargos, funções e enriquecimento em detrimento da pobreza do resto do Estado”;
    e) “Os governantes só olham para a região metropolitana, ninguém tem interesse de investir em infra-estrutura no restante do Estado – por isso a ausência do Estado na Região Sul-Sudeste do Pará; para falar com os governantes tem que ir a Belém, percorrendo muitos quilômetros de estrada”;
    f) “Há uma enorme incompetência dos governantes paraenses, pois, os mesmos não têm condições nem de melhorar a condição de vida dos que moram em Belém, é só olhar as baixadas, a periferia da cidade para ver o estado de miséria em que vivem”;
    g) “O dinheiro dos impostos gerados nas regiões separatistas, principalmente, os provindos da exploração de minérios (diga-se Vale) são absorvidos pela metrópole e não investem em educação, em saúde dos demais municípios, etc.”;
    h) “Os novos estados serão auto-suficientes para se manterem e manter a estrutura administrativa necessária é só verificar o exemplo dos estados que se emanciparam mais recentemente como o Estado de Tocantins”;
    i) “O Estado do Pará tem sido governado por uma elite que se reveza no poder, na qual são incluídos aqueles da região sul-sudeste (do Pará) que possuem os currais eleitorais, como forma de mantê-los também no poder”;
    j) “O Estado do Pará possui uma imensa área territorial o que dificulta a gestão pública, as questões agrárias, a violência e outros não são considerados prioritários para o governo central”;
    k) “Há uma corrupção generalizada das elites políticas que comandam as ações do Estado”;
    l) “Quem não quer a divisão do Estado, não percebe que o empresariado do Sul do País (São Paulo, principalmente,) exerce forte influencia sobre o sistema econômico, pois, não há indústria forte e competitiva na região ficando sob tutela das regiões sul-sudeste do País”.
    Não há como negar que existem argumentos considerados válidos.
    Primeiro: há realmente uma ausência do Governo do Estado na Região Sul-Sudeste do Pará, a mim parece ser este o argumento mais substancial. Os governos que se sucedem não deram e/ou não dão a suficiente atenção à região – não dá para entender, por exemplo, como uma região – mais rica em minério do país, ficar abandonada por esses governos, inclusive do PT, que governa por mais de dois mandatos em nível local e Federal, considerando principalmente que é uma região onde os interesses são múltiplos e que a empresa Vale é quem dita as normas. A meu ver não há/houve empenho dos governos Estadual e Federal em investir em infra-estrutura na região. Há um equívoco em relação ao modelo estrutural do governo que em nenhum momento se discutiu, ao que parece, para desestabilizar o governo estadual em relação a região cujos desmandos, corrupção e violência campeiam. A questão da violência, a meu ver, a mais grave problema exige ações dos governos Estadual e Federal. A impotência do cidadão diante dos crimes, faz valer a “lei do mais forte”. Não é a toa que a região é a mais violenta do país.
    Segundo: quanto aos currais eleitorais, elites do poder e mau uso do dinheiro público, não há dúvida; os grupos que se revezam no poder político tem se utilizado das mesmas estratégias, diga-se que isso não é uma exclusividade do ‘poder central’. Na região Sul-Sudeste do Pará é comum: distribuição dos cargos públicos, benesses em forma de emprego, favorecimento de parentes e parcerias políticas que priorizam a acumulação de riquezas individuais ou de grupos restritos em detrimento dos interesses dos grupos minoritários; ao lado disso, o grande índice de imigrantes dos Estados vizinhos, dentre eles o Maranhão, de onde vem em maior número pessoas para a região causando enormes bolsões de pobreza, por conseguinte, formam contingentes que servem como massa de manobra aos que comandam o poder na região. Nada contra nossos vizinhos, mas a questão é que não encontrando em seus estados condições de estudo, trabalho e melhoria de vida encontraram nesta região, abençoada por DEUS e desperdiçada pelas constantes más gestões, sua subsistência. O estado que serviu/serve de berço e riqueza para tantos não paraenses, que se tornaram paraenses de coração, precisa fortalecer seus laços desbravadores e desenvolvimentistas para o engrandecimento do Pará, não com divisão, mas com união. É comum ver esses irmãos agradecidos a esta terra que os recebeu.
    Terceiro: quanto a incompetência administrativa e corrupção, também, não é uma exclusividade da região metropolitana os municípios do Sul-Sudeste do Pará estão entre os mais corruptos, pode-se afirmar que as estratégias de enriquecimento ilícito é uma constante, e, o que é pior, sem nenhuma conseqüência; há evidência de cumplicidade em todos os níveis da justiça.
    A argumentação se esvazia quando se diz que o território paraense é grande – a má gestão não é questão de ser maior ou menor; quando se diz que as regiões Sul-Sudeste do País são os que mais ganham com as riquezas do Pará, pois, é para lá que migram as grandes empresas, o mercado de trabalho, portanto, a produção de bens de consumo, é uma situação política que as lideranças regionais ou não discutem ou não se articulam para tal, etc.; quando se apela para distância da região em relação a Capital; quando se apela para a existência das elites do poder; o fato é que, dificilmente, isso deixará de existir, pois cá na região está cheio disso.
    As reflexões e contra-argumentações não pretendem menosprezar os anseios das populações locais por melhores serviços públicos e qualidade de vida. Nós que moramos nestas regiões nos sentimos negligenciados pelo governo estadual. È verdade que devido o Pará ter amplo território faz com que a distância entre Belém e os rincões mais longínquos seja um obstáculo para a boa gestão e isso influencia no desenvolvimento local. Não se tem dúvida que uma administração mais próxima da população faria com que a região seria beneficiada. Mas fica claro que a questão não é de divisão é de modelo de gestão, de vontade política para que o governo fique mais próximo da sua população – convenhamos, isso tem que ser levado a sério pelas autoridades estaduais atuais. Se líderes regionais e centrais entendessem como prioridade a região, ai sim, ganhariam todos, visto que o problema é de investimento em infra-estrutura é, também, de gestão pública dos recursos e não de divisão.
    Vejo como um processo irreversível a divisão não só do Pará, mas dos grandes estados da Federação. O que não me convence é o ‘bairrismo’ e os interesses escusos simplesmente. Tem que ficar claro para a população os benefícios e direitos aos servidores públicos atuais, o projeto de gestão dos bens públicos aos mais carentes, as obras de infra-estrutura, etc. A questão é complexa, os gastos públicos encarecem a criação de novos estados; é necessário que se discuta, no meu entendimento, o modelo de gestão pública e distribuição de recursos para a educação, saúde, etc., de forma mais igualitária, deixando de priorizar uns em detrimentos de outros por questões políticas.
    Muitos políticos e autoridades que dizem ser a divisão do estado solução para os graves problemas da região, são os primeiros a se utilizar das benesses em seus próprios interesses, através de mecanismos que os fazem enriquecer ilicitamente, tais como: propinas por favores a grandes empresas/empresários, propinas para se calarem diante dos escândalos financeiros das gestões municipais, aquisição de grandes áreas de terras para especulação, aquisição de fazendas e imóveis, desvios de recursos públicos sob todas as formas e outras estratégias.
    Eis minha contribuição para início de conversa.
    SOU CONTRA A DIVISÃO! QUERO MEU PARÁ GRANDE E FORTE!

    Prof. José Senna da Silva
    Diretor da EEEM “Gen. Euclydes Figueiredo” – Parauapebas

  20. Paulo Henrique Responder

    Não precisamos dividir o Estado para melhorar a vida da população basta, basta que nossos políticos aqueles “representantes” do povo, façam a sua parte, claro que sem desvio de dinheiro público, vocês politicos são empregados do povo então trabalhem para o povo.

  21. Luis Responder

    Dizer NÃO é covardia?? Dizer não as drogas quando seus amigos oferecem é covardia? Dizer não a criminalidade quando está desempregado é covardia? Dizer Não a propostas fantasiosas que favorecem a apenas alguns é covardia?
    É isso que falta ao eleitor brasileiro: dizer NÃO
    Não para políticos corruptos
    Não para compra de votos
    Não para o desmatamento
    Não para o nepotismo

    Fala sério Demerval…

  22. Senna Responder

    A CRIAÇÃO DO ESTADO DE CARAJÁS

    Prof. José Sena da Silva
    Diretor da EEEM “Gen. Euclydes Figueiredo” – Parauapebas

    Tenho refletido sobre os argumentos de quem defende a divisão do Estado do Pará para a possível criação do Estado de Carajás. Geralmente os divisionistas têm como principal fonte de discurso forte conteúdo político no sentido de manutenção e/ou fortalecimento do poder regional, quando não preconceituoso e discriminatório, e, também, especulatório. A classe política que está no poder e o latifúndio são os maiores incentivadores da divisão. Vejamos alguns desses argumentos:
    a) “O Pará (o que restar) não terá nenhum prejuízo, pois assim gerenciará a sua vocação produtiva do ecoturismo, etc.”;
    b) “Ninguém perderá, todos ganharão porque o PIB do Estado ficará mais com a região metropolitana”;
    c) “Quem não quer a divisão é a mesma elite que fica só ‘mamando’ os recursos que não chegam às regiões mais distantes do centro das decisões Belém”;
    d) “A elite política e empresarial que decide sobre o destino de todo o Estado não quer perder o ‘status quo’, é a mesma elite que vem há muito tempo mantendo os mesmos cargos, funções e enriquecimento em detrimento da pobreza do resto do Estado”;
    e) “Os governantes só olham para a região metropolitana, ninguém tem interesse de investir em infra-estrutura no restante do Estado – por isso a ausência do Estado na Região Sul-Sudeste do Pará; para falar com os governantes tem que ir a Belém, percorrendo muitos quilômetros de estrada”;
    f) “Há uma enorme incompetência dos governantes paraenses, pois, os mesmos não têm condições nem de melhorar a condição de vida dos que moram em Belém, é só olhar as baixadas, a periferia da cidade para ver o estado de miséria em que vivem”;
    g) “O dinheiro dos impostos gerados nas regiões separatistas, principalmente, os provindos da exploração de minérios (diga-se Vale) são absorvidos pela metrópole e não investem em educação, em saúde dos demais municípios, etc.”;
    h) “Os novos estados serão auto-suficientes para se manterem e manter a estrutura administrativa necessária é só verificar o exemplo dos estados que se emanciparam mais recentemente como o Estado de Tocantins”;
    i) “O Estado do Pará tem sido governado por uma elite que se reveza no poder, na qual são incluídos aqueles da região sul-sudeste (do Pará) que possuem os currais eleitorais, como forma de mantê-los também no poder”;
    j) “O Estado do Pará possui uma imensa área territorial o que dificulta a gestão pública, as questões agrárias, a violência e outros não são considerados prioritários para o governo central”;
    k) “Há uma corrupção generalizada das elites políticas que comandam as ações do Estado”;
    l) “Quem não quer a divisão do Estado, não percebe que o empresariado do Sul do País (São Paulo, principalmente,) exerce forte influencia sobre o sistema econômico, pois, não há indústria forte e competitiva na região ficando sob tutela das regiões sul-sudeste do País”.
    Não há como negar que existem argumentos considerados válidos.
    Primeiro: há realmente uma ausência do Governo do Estado na Região Sul-Sudeste do Pará, a mim parece ser este o argumento mais substancial. Os governos que se sucedem não deram e/ou não dão a suficiente atenção à região – não dá para entender, por exemplo, como uma região – mais rica em minério do país, ficar abandonada por esses governos, inclusive do PT, que governa por mais de dois mandatos em nível local e Federal, considerando principalmente que é uma região onde os interesses são múltiplos e que a empresa Vale é quem dita as normas. A meu ver não há/houve empenho dos governos Estadual e Federal em investir em infra-estrutura na região. Há um equívoco em relação ao modelo estrutural do governo que em nenhum momento se discutiu, ao que parece, para desestabilizar o governo estadual em relação a região cujos desmandos, corrupção e violência campeiam. A questão da violência, a meu ver, a mais grave problema exige ações dos governos Estadual e Federal. A impotência do cidadão diante dos crimes, faz valer a “lei do mais forte”. Não é a toa que a região é a mais violenta do país.
    Segundo: quanto aos currais eleitorais, elites do poder e mau uso do dinheiro público, não há dúvida; os grupos que se revezam no poder político tem se utilizado das mesmas estratégias, diga-se que isso não é uma exclusividade do ‘poder central’. Na região Sul-Sudeste do Pará é comum: distribuição dos cargos públicos, benesses em forma de emprego, favorecimento de parentes e parcerias políticas que priorizam a acumulação de riquezas individuais ou de grupos restritos em detrimento dos interesses dos grupos minoritários; ao lado disso, o grande índice de imigrantes dos Estados vizinhos, dentre eles o Maranhão, de onde vem em maior número pessoas para a região causando enormes bolsões de pobreza, por conseguinte, formam contingentes que servem como massa de manobra aos que comandam o poder na região. Nada contra nossos vizinhos, mas a questão é que não encontrando em seus estados condições de estudo, trabalho e melhoria de vida encontraram nesta região, abençoada por DEUS e desperdiçada pelas constantes más gestões, sua subsistência. O estado que serviu/serve de berço e riqueza para tantos não paraenses, que se tornaram paraenses de coração, precisa fortalecer seus laços desbravadores e desenvolvimentistas para o engrandecimento do Pará, não com divisão, mas com união. É comum ver esses irmãos agradecidos a esta terra que os recebeu.
    Terceiro: quanto a incompetência administrativa e corrupção, também, não é uma exclusividade da região metropolitana os municípios do Sul-Sudeste do Pará estão entre os mais corruptos, pode-se afirmar que as estratégias de enriquecimento ilícito é uma constante, e, o que é pior, sem nenhuma conseqüência; há evidência de cumplicidade em todos os níveis da justiça.
    A argumentação se esvazia quando se diz que o território paraense é grande – a má gestão não é questão de ser maior ou menor; quando se diz que as regiões Sul-Sudeste do País são os que mais ganham com as riquezas do Pará, pois, é para lá que migram as grandes empresas, o mercado de trabalho, portanto, a produção de bens de consumo, é uma situação política que as lideranças regionais ou não discutem ou não se articulam para tal, etc.; quando se apela para distância da região em relação a Capital; quando se apela para a existência das elites do poder; o fato é que, dificilmente, isso deixará de existir, pois cá na região está cheio disso.
    As reflexões e contra-argumentações não pretendem menosprezar os anseios das populações locais por melhores serviços públicos e qualidade de vida. Nós que moramos nestas regiões nos sentimos negligenciados pelo governo estadual. È verdade que devido o Pará ter amplo território faz com que a distância entre Belém e os rincões mais longínquos seja um obstáculo para a boa gestão e isso influencia no desenvolvimento local. Não se tem dúvida que uma administração mais próxima da população faria com que a região seria beneficiada. Mas fica claro que a questão não é de divisão é de modelo de gestão, de vontade política para que o governo fique mais próximo da sua população – convenhamos, isso tem que ser levado a sério pelas autoridades estaduais atuais. Se líderes regionais e centrais entendessem como prioridade a região, ai sim, ganhariam todos, visto que o problema é de investimento em infra-estrutura é, também, de gestão pública dos recursos e não de divisão.
    Vejo como um processo irreversível a divisão não só do Pará, mas dos grandes estados da Federação. O que não me convence é o ‘bairrismo’ e interesses escusos simplesmente. Tem que ficar claro para a população os benefícios e direitos aos servidores públicos atuais, o projeto de gestão dos bens públicos aos mais carentes, as obras de infra-estrutura, etc. A questão é complexa, os gastos públicos encarecem a criação de novos estados; é necessário que se discuta, no meu entendimento, o modelo de gestão pública e distribuição de recursos para a educação, saúde, etc., de forma mais igualitária, deixando de priorizar uns em detrimentos de outros por questões políticas.
    Muitos políticos e autoridades que dizem ser a divisão do estado solução para os graves problemas da região, são os primeiros a se utilizar das benesses em seus próprios interesses, através de mecanismos que os fazem enriquecer ilicitamente, tais como: propinas por favores a grandes empresas/empresários, propinas para se calarem diante dos escândalos financeiros das gestões municipais, aquisição de grandes áreas de terras para especulação, aquisição de fazendas e imóveis, desvios de recursos públicos sob todas as formas e outras estratégias.
    Eis minha contribuição para início de conversa.
    SOU CONTRA A DIVISÃO! QUERO MEU PARÁ GRANDE E FORTE!

  23. TERRA DO NUNCA Responder

    Clayton Santos, leitor e toninho

    Ainda irão mora no novo estado de carajas, se não querem dividir o estado, vão mora na querida belem de vcs, ou não sei se os senhores moram ai em belem ou aqui, mas uma coisa e certa, vamos lutar pelo SIM 77 dia 11 de dezembro, iremos a luta, CARAJAS E TAPAJOS NOS VOTAMOS SIM…..

  24. Eudes Responder

    Vejam quem estão defendendo a divisão do Pará, são políticos de outros estados, é governador do mato grosso, senador de roraima, deputado mineiro, e vejam quem estão defendendo o nosso estado: Fafá de Belém, Dira Paes, Paulo Henrique Ganso, o lateral Pará (que é de São João do Araguaia!!), só gente da terra!

    O Meu Pará Ninguém Divide. Paraenses essa é a nossa nova Cabanagem, vamos à luta defender o nosso Estado!

  25. Clayton Santos Responder

    Mensagens desses tipos vindo de um camarada que tem como amigo e padrinho o Sarney felizmente não fazem eco em meu ouvido nem me causa cegueira de tanto ler asneiras.
    Não adianta, a massa CABANA irá se debelar novamente, não deixando que meros forasteiros e aproveitadores dividem o Pará apenas para especulação politica.

  26. Gleydson Responder

    Somos imagem daquilo que produzimos. Hoje o Estado do Para, com seus politicos eleitos pelo povo tem um unico objetivo A Divisão Do Estado do Para, o resto é resto. São politicos oportunistas que visam o bem próprio e não da população, pois esta vontade vem de um grupo que quer explorar o nosso Pará, seja natureza roubando nossas riquezas seja na inocência do povo, que ira depois se acontecer a divisão colocar no poder verdadeiras ratazanas que no calar da noite roubam a todos.
    Fica uma pergunta porque estes politicos nunca lutaram para ter em nosso estado este dinheiro que é projetado para ser gasto durante anos pelo governo federal, caso venha ser aprovada a divisão? Talvez porque a roubalheira seja muito maior com a divisão. 5 bilhões ou mais não é pouco dinheiro.
    Se é uma vontade do povo porque contratar Marqueteiro como o Duda Mendonça que alias fois questionados em varios problemas junto a campanha do PT que cobra rios de dinheiros pelos seus trabalhos É uma vontade que a população por si só deveria manifestar nas urnas, pois se realmente é uma vontade do povo não precisa campanha, o povo já esta convencido do que realmente é o melhor. Precisamos antes de mais nada ter claro como é a composição destas regiões em termos politicos, quem realmente é do Pará quantos prefeitos estão a frente desta campanha e quem é paraense, quantos deputados são daqui, onde esta e como esta o filho da terra aquele realmente tem amor por esta Patria chamada Pará.Diga NÃO A DIVISÃO DO ESTADO, DIGA SIM A EDUCAÇÃO, DIGA SIM AO NOSSO PARÁ.

  27. Michel Tavares Responder

    É como vc tivesse um terreno, um patrimônio, e aos poucos vai construindo a casa, faz primeiro um quarto trabalha e trabalha e constrói a cozinha a sala + um quarto e termina a casa, faltando pouca coisa para casa ficar perfeita ,até o Totó tem sua casinha no fundo do quintal … uma alegria só.

    Ai chega um parente de outro estado para morar na sua casa, vc acolhe trata com carinho arruma um canto para morar e fazer sua vida.

    + um dia esse parente se revolta e diz que, o que vc fez por ele foi muito pouco, e por isso resolve dividir sua casa em duas parte uma ele vai alugar para faturar e a outra ele vai morar e vc agora vai morar na casa do Totò.

    Assim que eu vejo as pessoas que querem dividir o estado do Pará.

  28. Lima Rodrigues Responder

    Meu caro Dermeval Moreno, meu irmão e camarada das antigas, parabéns pelo seu artigo a favor do SIM. Este brilhante texto – uma mistura de artigo com parábola e conto – nos deixa felizes em saber que temos um guerreiro nesta luta de criação dos estados de Carajas e Tapajós. Não sei se o amigo sabe, nasci em Marabá e fui criado em Imperatriz, onde trabalhamos juntos, claro. Após mais de 30 anos em Brasília, estou no Pará desde março atuando em Curionópolis e Parauapebas. E aqui defenderei sempre o Pará, assim também como defenderei nossa eterna Imperatriz, no Maranhão. Seu artigo deverá ficar guardado a sete chaves para ser arquivado nos anais da futura Assembleia Legislativa do Pujante Estado de Carajás. Parabéns. Abraços. Lima Rodrigues

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