Jacundá ultrapassa os 700 infectados e registra a 12ª morte por covid-19

Em nota, a Secretaria de Saúde orienta que, aos primeiros sintomas gripais, as pessoas procurem imediatamente uma unidade de saúde para testagem, a fim de que não sejam surpreendidas pela covid-19
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Jacundá terá que informar como está gastando dinheiro da Saúde no combate à Covi-19

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A Secretaria de Saúde de Jacundá divulgou ontem, sexta-feira (24), Boletim Epidemiológico, com o quadro evolutivo da pandemia de covid-19 no município. Com número de novos infectados em nível estável, o que preocupa é a evolução dos casos graves.

“Estamos mantendo estabilidade em relação à transmissão da covid-19. No entanto, observamos aumento no número de pacientes positivados que evoluem para gravidade”, informou em nota a Secretaria de Saúde, na noite de ontem.

De um total geral de 1.149 casos testados para o novo coronavírus, 702 foram positivos e 463, descartados. Os pacientes considerados recuperados somam 605 e os ativos são 88. O boletim divulgado ontem registrava 11 óbitos. No entanto, mais um paciente morreu totalizando 12.

“Chamamos atenção da população para uma informação importante: a maioria dos pacientes se agravaram procuraram os serviços de saúde tardiamente. Por isso, recomendamos que, aos primeiros sinais gripais, procure nossos serviços para início do tratamento”, adverte e, ao mesmo tempo, orienta a SMS, na nota.

O alfaiate Celestino dos Santos, um dos pioneiros da cidade de Jacundá e evangélico da Assembleia de Deus Missão, foi a 12ª vítima fatal do novo coronavírus. Internado no Hospital Regional de Tucuruí desde o início da semana, ele não resistiu e morreu ontem.

“A Igreja evangélica AD Missão em Jacundá agradece a esse guerreiro pelos trabalhos prestados, principalmente na assistência social, onde sempre trabalhou com a maior discrição possível (como nos manda a santa palavra de Deus). Foram inúmeras e quase incontáveis as vezes que me procurou quando fazia coletas para ajudar as pessoas carentes, independente de qual credo religioso essas pessoas fossem. Jamais nos esqueceremos aquele abraço e sincero sorriso com os quais nos recebiam nos vários anos em que serviu a igreja como porteiro”, divulgou em nota a Igreja.

(Antonio Barroso)

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