Educadores de Jacundá em estado de greve ameaçam paralisação geral

As manifestações de insatisfação são mais um capítulo da novela em que se transformou o cabo de guerra entre o Sintepp e a prefeitura, com os estudantes amargando as consequências
Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on twitter
Twitter
Share on print
Imprimir

Continua depois da publicidade

Servidores da área educacional de Jacundá estão em “estado de greve”, desde ontem, terça-feira (4), quando aprovaram o protesto tácito em assembleia geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), Subsede de Jacundá. Eles reivindicam na Secretaria de Educação (Semed) uma extensa pauta. Greve geral pode ser aprovada na próxima sexta-feira e prejudicar as aulas de 10 mil alunos da rede municipal de ensino.

A coordenação sindical divulgou nota para referendar a greve geral na educação “Em meio ao caos que a educação de Jacundá passa, estamos convocando todos os trabalhadores em educação para uma assembleia geral que será realizada nesta sexta-feira, às 17h no Espaço Cultural do Sintepp”.

Tony Gomes, coordenador-geral do Sintepp local, faz diversas alegações para deflagrar a greve. “Infelizmente, nenhuma pauta de reivindicação nossa foi respondida até o momento. Com isso, os nossos questionamentos e indefinições sobre nossa vida funcional permanecem”.

Na pauta de reivindicação estão o pagamento integral do mês de janeiro, participação no processo de lotação deste ano, discussão da carga horária dos servidores de apoio e pagamento do piso do magistério 2019.

“O Sintepp foi impedido de participar da lotação 2019 pela gestora da Semed. Sequer fomos informados dos desdobramentos de como será organizado este processo neste ano letivo, mesmo com três ofícios protocolados requerendo informações”, argumenta Toni Gomes. A Assessoria de Comunicação da Semed não se manifestou sobre as alegações do Sintepp.

Publicidade

Relacionados