Atividade industrial do Pará registra maior queda do país
Municípios “da Vale”, Parauapebas e Curionópolis frearam ritmo da lavra de minério de ferro e derrubaram números da indústria. Só não foi pior porque Canaã avançou com S11D; entenda.
Municípios “da Vale”, Parauapebas e Curionópolis frearam ritmo da lavra de minério de ferro e derrubaram números da indústria. Só não foi pior porque Canaã avançou com S11D; entenda.
Majestades do minério de ferro de alto teor de pureza respondem por 67% de tudo o que o Pará exportou este ano; estado, em contraponto, reúne legião de mais de 3 milhões na miséria.
O GF88 (finos para pelotização) é filho do IOCJ (minério com grau de pureza de 65%), que só é encontrado em Parauapebas, Canaã e Curionópolis. Minério do Pará afoita até portugueses.
Minério de Carajás, por seu elevado grau de pureza, é maior aliado da indústria siderúrgica do país asiático no enfrentamento às severas políticas do governo que visam combater a poluição.
Compensação que gira em média de R$ 36 milhões para Parauapebas e R$ 21 milhões para Canaã dos Carajás pode perder um terço do valor e levar administrações a revisarem projetos.
Mineradora culpa clima: “chuvas atípicas” e intensas de janeiro a maio derrubaram produção, principalmente em Parauapebas. Blog do Zé Dudu já havia antecipado resultado do semestre.
Produção industrial do Pará cresceu quase 60% em maio porque Canaã dos Carajás disparou na produção de minério de ferro após Parauapebas sofrer forte desaceleração em abril.
China sozinha comprou 700 milhões de dólares em 13 commodities, com destaque para o minério de ferro, a soja, o cobre e o manganês. Pará teve 84 parceiros no mês passado.
Exportações do estado foram fracas no primeiro quadrimestre em razão da queda na produção de minério de ferro em Parauapebas, mas deram uma guinada no mês passado.
Diferença é mínima, mas suficiente para fazer “Terra Prometida” faturar mais royalties que “Capital do Minério” no mês que vem. Blog já havia antecipado os fatos. Canaã é a bola da vez.
Queda brusca de Parauapebas em fevereiro vai derrubar royalties de sua prefeitura no próximo mês em pelo menos 15%. Enquanto isso, compensação de Canaã vai aumentar em torno de 24%.
Blog levantou que a produção da commodity pela Vale no Pará em 2018 deu uma senhora surra em Minas Gerais, berço da empresa e onde ela está encrencada pela tragédia de Brumadinho.
Volume físico exportado nunca antes tinha caído quase 30% e ficado tão baixo de um ano para outro. Municípios paraenses também são afetados.
Produto extraído em Parauapebas, Canaã e Curionópolis recebe prêmio pelo alto grau de pureza, que chega a 66%. No entanto, o valor fica no caixa da Vale, e não nos municípios.
A picareta das mineradoras correu solta no Pará ao longo do ano passado. Exatos 163 empreendedores, entre pessoas físicas e jurídicas, detonaram no estado e extraíram de seu solo R$ …
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