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Redenção

Redenção terá faculdade privada de Medicina e Engenharia Civil

Desde 2004 a instituição tentava trazer esses dois importantes cursos para o sul do Pará. Agora, finalmente, após preencher todos os requisitos exigidos pelo Ministério da Educação, projeto foi concretizado
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Aconteceu na tarde de ontem, terça-feira (2), no auditório da Fesar (Faculdade de Ensino Superior da Amazônia Reunida), o lançamento dos cursos de Medicina e Engenharia Civil em Redenção. Na ocasião, Celso Silveira Mello Filho, presidente da mantenedora local da Fesar, recebeu prefeito, secretários municipais, diretores de hospitais, médicos, enfermeiros e jornalistas para transmitir a boa notícia. Falou das dificuldades encontradas para trazer o curso para o sul do Pará, mas disse estar feliz por instalar dois cursos de grande responsabilidade na região.

“Fomos aprovados pelo Ministério da Educação com nota 5. Quero dizer, que para trazer os cursos de Medicina e Engenharia Civil não tivemos influência política. Sabemos que não foi fácil, foi sofrido, muita luta, fé e dedicação e, contudo, conseguimos trazer esses cursos que vão fazer crescer a nossa região”, destacou.

O prefeito Carlo Iavé Furtado de Araújo ressaltou da importância dos cursos apresentados pela instituição. “Fico feliz, pela faculdade apresentar dois cursos de tamanha importância para nossa cidade. Quero dizer que os hospitais e postos de saúde estão à disposição, Redenção só tem a ganhar”, afirmou o gestor municipal.

De acordo com a coordenação da Fesar, as inscrições para vestibular serão abertas a partir deste mês, no site da instituição, serão 120 vagas. O Início das primeiras turmas está marcado para dezembro deste ano.

Maria Josilene Fontenelle Rocha, diretora acadêmica da Fesar, disse que ficou feliz e falou do árduo trabalho que vem pela frente. “Estamos todos felizes por está conquista. Estamos lutando desde 2004 e somente agora conseguimos trazer o curso de Medicina para Redenção. É claro que teremos um grande desafio aí pela frente, nós queremos formar bons profissionais”, disse ela.

Os laboratórios da Faculdade Fesar, de Medicina e Engenharia, são de última geração. No de Medicina alunos terá contato com bonecos robóticos que imitam a realidade. A faculdade está dotada de aparelhos que custarem mais de meio milhão de reais.

Tucuruí

MEC suspende implantação de curso de medicina em Tucuruí

Edital previa que Tucuruí teria inicialmente 50 vagas para o curso de graduação
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O Ministério da Educação e Cultura suspendeu a implantação do curso de medicina em Tucuruí. A decisão foi divulgada em Portaria Ministerial publicada no último dia 10 de maio, mas somente ontem o documento ficou disponível para consulta no portal do MEC.

No documento, o Ministério, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES), cumpre à decisão proferida nos autos do Processo número 1004915-80.2018.4.01.0000, em trâmite no Tribunal Regional Federal da 1a. Região, e considerando o Parecer de Força Executória número  0255/2018/COASPEQUAD/PRU/AGU, que decidiu suspender o prosseguimento da chamada pública para autorização de funcionamento de cursos de medicina nos municípios de Tucuruí, no Pará, e em Limeira, em São Paulo.

Com isso, o processo de implantação do curso de medicina em Tucuruí está suspenso.

A Instituição de Ensino Superior que havia sido classificada para implantar o curso em Tucuruí, a faculdades Minas Gerais Educação S/A, não se pronunciou sobre a decisão.

O Ministério da Educação comunicou que o processo de implantação está suspenso e não cancelado. O MEC informou que “vai respeitar a decisão judicial e que só dará continuidade ao processo caso haja uma decisão judicial para a continuidade”.

Tucuruí estava apto a receber o curso desde 2015, no entanto, na primeira seleção nenhuma das seis Instituições que se candidataram conseguiram passar no processo seletivo, quando o Ministério da Educação (MEC) lançou o edital para a seleção de propostas de funcionamento de novos cursos de medicina no país.

Em julho o MEC abriu a seleção para as mantenedoras de instituições de educação superior do sistema federal de ensino. Além de Tucuruí foram contemplados os municípios de Limeira, em São Paulo, e Ijuí, no Rio Grande do Sul.

O edital previa que o curso em Tucuruí teria 50 vagas para o curso de graduação e sete mantenedoras enviaram propostas. O MEC analisou a capacidade econômico-financeira, o mérito das propostas, e a experiência regulatória, que inclui a verificação qualidade institucional da IES e seus cursos, além da experiência na oferta de cursos de graduação e pós-graduação na área de saúde.

O chamamento do MEC para a criação de novos cursos de medicina acontece dentro do programa Mais Médicos, que seleciona os municípios a partir de critérios que levam em consideração a relevância e a necessidade social da oferta do curso de medicina e a estrutura de equipamentos públicos.

Ensino Superior

Tucuruí tem faculdades selecionadas e habilitadas para implantação do curso de Medicina

Edital prevê que Tucuruí terá inicialmente 50 vagas para o curso de graduação
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Duas instituições de curso superior foram selecionadas pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) para a implantação futura do curso de Medicina. A notícia foi divulgada pela Seres nesta terça-feira (19) informando que estão habilitadas as faculdades Minas Gerais Educação S/A e a Faculdades Integradas Brasil Amazônia S/S Ltda., respectivamente em primeiro e segundo lugar.

Tucuruí estava apto a receber o curso desde 2015, no entanto, na primeira seleção, nenhuma das seis Instituições que se candidataram conseguiram passar no processo seletivo, quando o Ministério da Educação (MEC) lançou o edital para a seleção de propostas de funcionamento de novos cursos de medicina no país.

Em julho, o MEC abriu a seleção para as mantenedoras de instituições de educação superior do sistema federal de ensino e além de Tucuruí, foram contemplados os municípios de Limeira, em São Paulo, e Ijuí, no Rio Grande do Sul. 

O edital prevê que o curso em Tucuruí tenha 50 vagas para o curso de graduação. No total, sete mantenedoras enviaram propostas. O MEC analisou a capacidade econômico-financeira; o mérito das propostas e a experiência regulatória, que inclui a verificação qualidade institucional da IES e seus cursos, além da experiência na oferta de cursos de graduação e pós-graduação na área de saúde.

O chamamento do MEC para a criação de novos cursos de medicina acontece dentro do programa Mais Médicos, que seleciona os municípios a partir de critérios que levam em consideração a relevância e a necessidade social da oferta do curso de medicina e a estrutura de equipamentos públicos.

Ao fim do processo, o município de Tucuruí deverá se comprometer em oferecer à instituição de ensino superior vencedora a estrutura da rede pública de saúde para a implantação e funcionamento de novo curso de graduação em medicina, que deverá incluir programas de residência médica nas modalidades de Medicina Geral de Família e Comunidade.

Notícia de que a Unifesspa não terá mais o curso de Medicina desencadeia reação na sociedade civil organizada de Marabá

Representantes da Associação Comercial e Industrial, e de mais 23 entidades, se reuniram com a reitoria da universidade para exigir explicações
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

A notícia de que o curso de Medicina não será mais implantado na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) desencadeou reação instantânea nos órgãos e instituições representativas da sociedade civil organizada de Marabá. Em movimento encabeçado pela ACIM (Associação Comercial e Industrial), e apoiado por outras 23 entidades, foi entregue à vice-reitora da universidade, Idelma Santiago da Silva, na tarde desta quinta-feira (20), um documento no qual é feita uma exposição de motivos pelos quais o curso deve ser instalado, citando, inclusive, que o bloco destinado a ela, no Campus III, já está com sua estrutura física pronta.

O ofício traça um diagnóstico da cidade do ponto de vista de logística, número de unidades hospitalares, modais de transporte e disponibilidade de moradia a professores e alunos no entorno do Campus III. “O descrito identifica na cidade um cenário favorável em uma nova dinâmica nos segmentos de educação superior, principalmente para a área médica, haja vista que Marabá já está na condição de Polo Universitário, além do que a própria universidade já tem estrutura física preparada para receber o Curso de Medicina”, diz o documento.

Ouvida pelo Blog, Idelma Santiago justificou que o curso de Medicina, cujo valor de implantação é bastante alto, estava previsto dentro do Programa Mais Médicos, do governo federal, porém, desde o ano passado, o programa entrou em extinção: “Deixamos de receber recursos e também ficamos sem previsão sobre a implantação do curso. Recentemente, tivemos notícias de que o governo federal estaria liberando a implantação do curso de Medicina, mas, para instituições privadas. Para a nossa universidade, não temos previsão”, afirmou Idelma.

A vice-reitora – que atendeu as entidades representando o reitor Maurílio Monteiro, que está de férias – também é de opinião que a sociedade, assim como a comunidade acadêmica, lute para que a Unifesspa se concretize totalmente, conforme foi previsto na lei que a criou em 2013, “incluindo o curso de Medicina”.

Também ouvido pelo Blog, o diretor Financeiro da ACIM, Raimundo Nonato Araújo Júnior, disse que, com o passar do tempo, Marabá vem adquirindo o status de cidade universitária, e isso tem trazido melhoria da qualificação do trabalhador da cidade e da região. “Tem trazido novos investimentos para Marabá e região, e o próprio desenvolvimento, com a abertura do mercado para novos investimentos que antes Marabá não possuía”, afirmou ele.

Para Raimundo, esse relacionamento entre sociedade e universidade é fundamental para que Marabá possa garantir que a população seja servida de boa educação, de boa qualificação, de nível superior.

Segundo ele, o movimento que a ACIM desencadeou, em conjunto com outras entidades da sociedade civil organizada, tem o papel de fazer com que a comunidade dialogue com a universidade para apoiá-la em suas demandas, e também verificar de que maneira pode contribuir para, não só a permanência dos cursos que já existem, quanto pela implementação de novos cursos.

“O curso de Medicina é o sonho de qualquer cidade, de qualquer região. E esse murmúrio de que não viria mais para Marabá desencadeou um movimento para buscar a universidade, a fim de que possamos unir forças e garantir que o curso seja efetivamente instalado em Marabá”, reforçou o diretor da ACIM.

Assinaram o documento entregue à Unifesspa, além da ACIM, as seguintes entidades: Conojve, Sindicom, Acomac Sul do Pará, Sinprorural, Prefeitura de Marabá, Câmara Municipal, OAB/PA –Subseção Marabá, Semed, SMS, Seasp, CME, CMS, CMAS, Lojas Maçônicas e clubes de Rotary e Lions.

Educação

MEC publicou hoje (05) o edital suplementar para implantação de uma Faculdade de Medicina em Tucuruí

O curso de medicina é um antigo sonho da população de Tucuruí
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O Ministro Mendonça Filho, da Educação, mandou publicar hoje edital de chamada pública para instituições de educação superior do sistema federal de ensino para seleção de propostas para o curso de medicina no município de Tucuruí, no Pará. Veja o edital publicado no Diário Oficial da União.

O deputado federal Helio Leite (DEM-PA) havia anunciado na semana passada que esse edital seria publicado no início do mês, logo após uma reunião com o ministro da Educação. Tucuruí é o primeiro município paraense a receber o curso de medicina dentro da estratégia do Programa Mais Médicos, voltada à reestruturação do atendimento médico no país.

Durante o processo de seleção, Tucuruí foi visitado por uma comissão de especialistas. Entre os critérios avaliados, estava a quantidade de pelo menos cinco leitos no Sistema Único de Saúde disponíveis por aluno e unidade hospitalar com potencial para hospital de ensino. Para escolher a localidade, o governo federal também considerou a necessidade do curso, a organização da rede de saúde para desempenhar as atividades práticas e a capacidade para criação da residência médica.

O Município de Tucuruí assinou, em 26/9/2014, o Termo de Compromisso para implantação da faculdade, mas o município havia ficado de fora da primeira chamada. Após intervenção do deputado Helio Leite e um conjunto de ações do município, este conseguiu se adequar para se enquadrar em um conjunto de ações do Governo Federal para ampliar e interiorizar as vagas de graduação em medicina em todo o país.

Fundado em 1779 (238 anos), o município de Tucuruí, segundo o IBGE, tem uma população de 108.885 (2016).

“A implantação do curso de medicina em Tucuruí é resultado de trabalho das autoridades locais e de empenho junto ao MEC. Os ganhos com o curso virão em melhorias nos serviços prestados à população. Além disso, irá contribuir decisivamente com as ações na área da saúde e consequentemente com o desenvolvimento”, afirmou Hélio Leite.

As instituições interessadas já podem se cadastrar, de acordo com informações do edital, o resultado final será divulgado no dia 31 de janeiro de 2018. Tucuruí será o primeiro município paraense, com papel de destaque no desenvolvimento regional, a receber o curso de medicina dentro da estratégia do Programa Mais Médicos, voltada à reestruturação do atendimento médico no país.

Marabá

Parauapebas: mais de 200 estudantes realizam prova do Prise

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A terceira etapa do Programa de Ingresso Seriado (Prise), da Universidade do Estado do Pará (Uepa), ocorreu na manhã desta segunda-feira (07). Em Parauapebas, 48 estudantes realizaram a prova com 54 questões objetivas de conhecimentos gerais e uma redação valendo 30 pontos.  De acordo com a Uepa, o candidato que obtiver menos de 12 pontos na prova objetiva e menos de seis pontos na prova de redação será automaticamente eliminado.

O candidato Pedro Silva, de 18 anos, conta que se preparou estudando na escola e em casa, e está confiante na aprovação para o curso de Matemática. “Fiquei um pouco nervoso na hora da prova, mas mesmo assim acredito que alcancei uma boa pontuação”, comenta.

A prova aplicada na Escola Estadual Eduardo Angelim, no bairro Rio Verde, aconteceu também na manhã do último domingo (06), quando 161 estudantes participaram da segunda fase do processo. Os candidatos tiveram cinco horas para responder 60 questões objetivas de conhecimentos gerais e Língua Estrangeira.

Os cursos mais concorridos na terceira etapa do Prise são da área de saúde. 1º lugar: Medicina em Marabá com 19 candidatos para uma vaga; 2º lugar: Biomedicina em Belém, com 12,7 candidatos; e 3º lugar: Fisioterapia também na capital com 10,8 concorrentes para uma vaga, na categoria de não cotista.

Para a condição de cotista, a concorrência apresenta em 1º lugar: Enfermagem em Tucuruí, com 6,5 candidatos por vaga; 2º lugar: Medicina em Marabá, com 6,2 candidatos por vaga; 3º lugar: Fisioterapia em Belém, com 5,8 candidatos para uma vaga.

O resultado da terceira fase está previsto para o final de janeiro de 2016, pois a Universidade aguarda a divulgação do resultado do Enem para anunciar a lista de aprovados do  Prise e do Prosel juntos.

Brasil

Médicos suspendem greve em Hospital de Parauapebas

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402b92c824cd8e5ccad67018a308f59b117e8b20Médicos do Hospital Municipal de Parauapebas, suspenderam nesta quarta-feira (24) a greve da categoria, iniciada no dia 2 de dezembro.

A paralisação foi encerrada após uma reunião entre a categoria e o Secretário de Saúde do Município no início da tarde. os servidores já voltaram ao trabalho, mas prometeram retomar a pauta de reivindicações em janeiro.

A categoria exigia melhores condições de trabalho, denunciando a falta de medicamentos e de equipamentos para a realização de exames na unidade de saúde. Segundo os grevistas, 30% do quadro profissional foi mantido em atividade durante o período, atendendo apenas os casos de urgência e emergência.

Fonte : G1

Orgulho paraense!

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E para quem, porventura, pensar em desdenhar o curdo de Medicina da UFPA, saiba que ele obteve a maior nota de corte no Brasil, 869,15 pontos. Muito superior aos 822,9 conquistados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que encabeça a lista divulgada ontem pelo MEC. O motivo é técnico. A UFPA oferece apenas 20% de suas vagas via Sisu, sendo o resto ocupados pelo processo seletivo da própria instituição. Para avaliar as campeãs, o MEC exclui aquelas que ofertam poucas vagas na seleção nacional. Desta forma, Igor obteve o melhor resultado no curso com melhor desempenho nacional.