CFEM: prefeituras recebem R$ 441 milhões em royalties da mineração
Parauapebas (R$ 76,5 milhões) e Canaã dos Carajás (R$ 59 milhões) receberam os maiores valores referentes a setembro
Parauapebas (R$ 76,5 milhões) e Canaã dos Carajás (R$ 59 milhões) receberam os maiores valores referentes a setembro
Despesas cresceram em 91% das cidades que prestam conta à Secretaria do Tesouro Nacional, enquanto a receita não acompanha os gastos
Município tornou-se referência em desenvolvimento sustentável na mineração
Moradora do assentamento Américo Santana, em Canaã dos Carajás, Andreia Pereira participou de programa de capacitação promovido pela empresa e hoje é contratada Vale
Documento delega à Agência Nacional de Mineração a definição de critérios e da forma de cálculo da parcela destinada aos afetados
Com a redistribuição, a arrecadação vai subir em cidades afetadas por ferrovias, minerodutos e barragens
Agência garante que a normalidade dos repasses será retomada em breve
Queda nos repasses de ICMS, Cfem e Fundeb preocupa autoridades e demanda soluções para equilibrar as contas públicas
Queda na arrecadação de royalties de mineração coloca município em colapso econômico e gera preocupações sobre o pagamento dos funcionários públicos
Sessão acontece na Comissão de Minas e Energia; o secretário estadual da Fazenda do Pará, René de Oliveira e Sousa Júnior, confirmou presença
Cfem despencou 19,74% este mês em relação a mesmo período de 2022 na Capital do Minério e, caso arrecadação não reaja a contento, governo Darci precisará paralisar obras e serviços. Canaã também vê queda, mas despesa com funcionalismo faz apenas “cócegas” nas finanças.
Alô, mulherada que adora fazer procedimentos estéticos: tem clínica famosa na cidade usando produtos vencidos, e a Vigilância Sanitária aplicou uma senhora multa gravíssima ao flagrar a irregularidade! Confira as fofocas do RADAR e saiba também por que o “bendito” PSS está demorando tanto para sair, ausência de royalties na prefeitura este mês, concurso e mais BOs!
Levantamento feito pelo Simineral revela os números consolidados do setor no Pará em boletim econômico.
Governo da Terra Prometida embolsou R$ 52,72 milhões, muito mais que a capital (R$ 30,62 milhões) e pouco menos que Parauapebas (R$ 65,24 milhões). Receita alta é derivada de um 2021 glorioso na movimentação de mercadorias e serviços da indústria minerária do município.
Mês ainda não encerrou, mas a não ser por milagre para reverter cenário, receita líquida segue caindo 20% em relação a janeiro do ano passado, quando despesa com pessoal disparou 35%.
Concurso e processo seletivo simplificado continuam na boca do povo, rendendo muita fofoca. Mas preocupação da rica prefeitura no momento é com a arrecadação, que está em queda livre
Pelo andar da carruagem e a se manter o trote, Capital do Minério poderá perder mais de R$ 300 milhões em Cfem em 2023, enquanto Terra Prometida poderá afundar em R$ 220 milhões. O ano é novo, mas fragilidade no preço do minério, que sustenta ambas, vem desde o passado
Das 20 prefeituras que mais embolsaram essa receita, apenas 4 são do Pará, mas juntas elas faturaram mais que os 12 nomes de MG na lista. AP, MA e TO também tiveram representantes. Pará possui prefeituras mais viciadas em Cfem e que não suportariam fim de atividade mineral.
Arrecadação da Capital do Minério encerrou abaixo do apurado em 2021 e, na reta final, virou motivo de preocupação, devido ao desafio de pagar as contas em dia, sobretudo funcionalismo
Receita de royalties para dezembro despencou 41,5% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 2022, Capital do Minério deixou de faturar R$ 686 milhões frente a 2021 e gestão municipal só não está sentindo efeitos muito mais severos porque ICMS cresceu