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Campanha de esclarecimento do plebiscito no Pará vai ao ar esta semana

Começa a ser veiculada nas emissoras de rádio e televisão na próxima quinta-feira, 27, a campanha de esclarecimento ao eleitor acerca do plebiscito no PA, previsto para o dia 11/12. …

Começa a ser veiculada nas emissoras de rádio e televisão na próxima quinta-feira, 27, a campanha de esclarecimento ao eleitor acerca do plebiscito no PA, previsto para o dia 11/12. O objetivo desta iniciativa da Justiça Eleitoral é informar os brasileiros sobre a realização da consulta popular entre os paraenses sobre o desmembramento ou não do Estado para a criação de duas novas unidades da Federação: Carajás e Tapajós.

Com dois focos, a campanha é dividida em nacional, que busca orientar o eleitor do PA que está fora do domicílio eleitoral sobre a obrigatoriedade de votar ou de justificar a ausência, e regional, que detalha a importância da participação e os procedimentos de votação.

A campanha nacional é composta por um filme e um spot de rádio, de 30 segundos cada, que serão exibidos duas vezes por dia. Para a campanha Estadual, foram produzidos dois filmes e dois spots, abordando dois aspectos: a importância de o eleitor paraense opinar sobre a divisão ou não do Estado; e os detalhes acerca dos procedimentos de votação, como a ordem das perguntas que aparecerão na tela da urna eletrônica no momento do voto.

As peças e os planos de mídia estão disponíveis no Portal do TSE para acesso e download pelas emissoras de rádio e TV. A veiculação é gratuita e obrigatória, de acordo com o artigo 93 da lei das Eleições (9.504/97.

Votação
O plebiscito no PA está previsto para o dia 11/12 e tem o intuito de consultar todos os eleitores paraenses acerca do desmembramento do Estado. No dia do plebiscito, os votantes deverão comparecer às suas respectivas seções eleitorais das 8h às 17h, e quem não comparecer terá de justificar a ausência nos 60 dias seguintes ao da votação.

Os eleitores deverão responder às seguintes perguntas: “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado de Tapajós?”; e “Você é a favor da divisão do Estado do Pará para a criação do Estado de Carajás?”. Caso a resposta seja “SIM”, para ambas as perguntas o eleitor deverá digitar o número 77 e, em seguida, a tecla “CONFIRMA”. Se a resposta for “NÃO”, o eleitor deverá digitar o número 55 e confirmar o voto.

O resultado da votação será encaminhado pela Justiça Eleitoral ao Congresso Nacional, que terá a palavra final sobre a criação ou não dos Estados. A criação dos Estados de Carajás e de Tapajós depende da edição de lei complementar, conforme a CF/88.

28 comentários em “Campanha de esclarecimento do plebiscito no Pará vai ao ar esta semana

  1. franciana Responder

    nao qero criticar,a opiniao de nimgen,cada um tei a sua ,mas veja o exenplo do goias e tocantis todo mundo saio ganhado .hoje eu moro em anapolis ten 3 mezes vim por difilcudades de educaçao para meus fihlos. mas amo meu para e qero muito,a divisao.

  2. franciana Responder

    eu sou sim carajas ,morei la 28,anos e sei das difilcudades q pasamos e q aqelas pessoas passao,com edulcasao saude ,lazer conheso as regioes segintes[rio maria xinguara floresta redençao maraba ]de 25,pedidos do prefeito de floresta so 3forao aceitos ,pois tinhao mais 12 aceito parauma so cidade,mais perto de belem.tem muita coisa errada na cabeça de qen nao qer a divisao nao qeremos o mal qeremos sim, q nossa,regiao juntas mas separada seja uma regia forti,asim como e o povo de todo o para um abraço e vamos para ,as votaçoes [sim,sim,sim,].

  3. xicão tucumá Responder

    ANA JULIA POR QUE TU NÃO ANDOU DE CARRO NESSA REGIÃO, CLARO QUE TU E CONTRA A DIVISÃO SO ANDA DE AVIÃO E ELECOPTERO E MORA EM BELEM ATÉ AI TA BOM NÉ?
    QUERO VER SE TÚ ANDAR DE CARRO PELAS ESTRADAS ESBURACADAS SEM ACOSTAMENTO SEM CINALIZAÇÃO…. VAI DAI TU ME RESPONDE.

  4. francisco Responder

    e inacreditável que ainda exista pessoas que se satisfazem com tão pouco, agora tendo a oportunidade de mudança pra melhor….
    estive ai e vi, o descaso da malha viaria entre TAILANDIA A CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA MEU DEUS QUANTO E PERIGOSO TRAFEGAR POR AQUELAS ESTRADAS, SO BURACOS SEM ACOSTAMENTO E PONTES COMPLETAMENTE ESTREITAS SEM CINALIZAÇÃO NENHUMA JA HOUVE MUITAS MORTES POR ALI,
    inclusive levei uns amigos de GOIANIA para conhecer a regiao e talves futuros empreendedores de GOIAS, quando viram o descaso das autoridades (GOVERNADOR DE BELEM QUE SO DA MAL CONTA DE BELEM E CIDADES MAIS PROXIMAS DA CAPITAL),quiseram mesmo foi voltar e não investir na região por falta de infra estrutura, GENTE TEMOS QUE VOTAR 77 NO DIA 11/12 PARA MELHORAR.

  5. francisco Responder

    estamos orando e pedindo a DEUS que dê tudo certo que consigamos no dia 11/12/2011 uma vitoria 77, para melhor em tudo e realizar desejos antigos de mudança, tenhamos o exemplo do estado do tocantins
    quando era GOIAS o abandono das pequenas cidades qu eram, hoje em dia são cidades asfaltadas, arbonizadas, limpas, feiras cobertas, escolas boas ginazios,são tantas melhorias meu DEUS precisamos dessa mudança. DIA 11/12 VOTEM 77

  6. francisco Responder

    bom dia a todos, estou indignada com a malha viaria da PA-150, de tailandia a rio Maria ta uma vergonha, um discaso com a população, CADE A ADMINISTRAÇÃO E MANUTENÇÃO DA RODOVIA QUE DEVERIA SER FEITA PELA A CAPITAL BELEM E GOVERNO DO PARÁ? ainda tem pessoas tão inocentes e em duvidas em relação a divisão do estado
    de CARAJAS, pois conheço a região a mais de trinta anos e e sempre assim. tambem um estado desse tamanho, as verbas nem chegam aos municipios mais distantes da capital e so favorece BELEM E REGIÃO.
    tem gente tapado demais,sem conhecimento, sem cultura, gente! temos que divulgar essa campanha.
    VAMOS TODOS VOTAR 77 PARA MELHORES ESTRADAS, SEGURANÇA,ESCOLAS SAÚDE ENTRE OUTROS…

  7. MATILDE Responder

    parabens ze dudu o teu site está muito acessado pelo povo de belem, será porque? é porque eles tem tempo e internet facil coisa que para o nosso povo é algo dificil

  8. Gleydson Responder

    Zé, é imressão minha ou você está com bastante dificuldade para rebater os argumentos do Toninho que a única solução é você querer limitar o texto dele?

  9. Gleydson Responder

    Para os que ainda insistem que o “Não” é defendido apenas pela população de Belém recomendo umasandanças por Capanema e Salinópolis, cidades que eu estive esta semana, e verão vários carros adesivados com o “Não e Não Ninguém divide o Pará!”

  10. Lidio Oliveira Responder

    Toninho, muito obrigado por trazer tanta informação aos que não dispoem de meios para tomar conhecimento e nem pessoas como vc que possa nos informar. a cada postagem sua me convenço que 55 é o melhor.
    Jah Bless

  11. Diego fritzberg Responder

    Zé,

    Parece que tu arranjaste um frquentador assiduo de seu site-blogger que escreve maravilhosamente bem e têm excelentes argumentos, se ele utiliza tanto espaço então utilize o dobro e desenvolva seu debate, agora que ele escreve melhor que você….escreve.

  12. Taís Responder

    Gente, o problema é que todas as regiões do Pará tem carências e miséria e os recursos são insuficientes. A nossa representação política é mesmo muito fraca e por isso os recursos federais não chegam e quando é para paralisar alguma obra federal, é sempre aqui no Norte, já perceberam?

    Depois, convenhamos que um estado onde cabem vários países inteiros é um contrassenso, principalmente quando a população toda sofre com falta de infra-estrura.

  13. Toninho. Responder

    Zé, estais esquecendo quem é Duda Mendonça, o rei do caixa 2 do mensalão do Lula?
    Me desculpa mais eu não deixo os politicos de lado pelos seguintes motivos:
    Foram eles que criaram essa situação de divisão do Estado, inclusive gerando uma desunião entre os paraenses.
    São eles que estão no poder há mais de vinte anos e sempre fizeram parte do governo do Estado, e nunca fizeram nada pela região que os elegeu.
    Foram esses mesmos politicos em uma sessão esvaziada da camara federal, que conseguiram aprovar esse plebistcito.
    São esses politicos daqui do sul/sudeste do estado que inflamaram a população a favor dessa divisão.
    Não se vê planos que beneficie a população caso haja o divisão, só o que se vê, são melhorias para os politicos.
    Para não se aprofundar mais para o texto não ficar muito grande, eu diria que todos os argumentos deles em favor do esquartejamento do Pará, já foram refugados e provados que eles não tem razão, uma vez que foram eles que criaram essa situação aqui na região.
    Eu te convido para conhecer o restante das regiões do Pará, ai tu verás que, apesar de toda a roubalheira dos politicos, Parauapebas é um paraiso.

  14. Senna Responder

    “Que o não seja não! que o sim seja sim!” com convicção e conhecimento de causa, sem deixar de contextualizar a discussão. O debate sobre o aspecto da infraestrutura social e do modelo alternativo de gestão do estado já é um bom começo. Blogueiros, vamos ao debate!

  15. Toninho Responder

    Eu achei esse bacana, também.
    Publica ai, não vai dizer que a internet falhou.
    O autor estar ai.
    Saiu na edição de hoje de O Liberal.

    Não e não! De galista a galhista.

    SÉRGIO MARTINS PANDOLFO
    Tudo indica que o movimento dos simpatizantes da campanha do Sim arrefeceu de maneira notável em seus procedimentos de divulgação a fim de arregimentar o eleitorado das populações que cultivam propósitos separatistas para criar os estados do Tapajós e de Carajás.
    Já não se veem mais nos blogues internetianos (muitos criados exclusivamente para tal) de viventes daquelas bandas, digamos… rebeldes, a euforia e otimismo de antes, quase certeza, do “já ganhou”. Muitos
    saíram do ar, outros “fecharam pra balanço”, só inserindo matéria apartada do contexto E isso deveu-se, principalmente, ao atraso na entrega do material de campanha a ser confeccionado pelas empresas especializadas do publicitário Duda Mendonça. Interessante é que os divisionistas começaram com uma fúria taurina em seus movimentos, bastando lembrar que no passado 21 de julho, que já vai longe, fizeram o lançamento pomposo e custoso das Frentes Parlamentares Pró-Estado do Carajás e Pró-Estado do Tapajós no Salão Karajás (coincidência?) do Hotel Hilton, em Belém, para tal trazendo numerosas comitivas, faixas, cartazes, material para exibição em datavisão (data-show), jingle provisório e outros babados mais para impressionar os ainda incrédulos moradores de Belém. Diziam estar montados numa “bolada” já arrecadada da ordem de R$50 milhões para deslanchar na campanha e pleiteavam fosse esse o valor fixado pelo TRE-PA para os gastos com a mesma, tudo sob o comando do conhecido galista (aficionado de brigas de galo) baiano e marqueteiro-mor do petismo, Duda Mendonça.
    Durante a sessão fashion cantaram de galo, alto e troante, e desfiaram as vantagens que “deverão advir”
    (para eles) da tripartição de nossa histórica e cabana Parauaralândia (terra dos parauaras).
    Até há pouco, Duda apregoava, alto e bom som, que toda a campanha que iria promover seria sem ônus para as frentes, que faria seu franciscano trabalho, apenas com o propósito de “ajudar o povo” daquelas regiões para que, separadas, pudessem se desenvolver mais facilmente e também porque tem fazendas na região Carajaense.
    Há cerca de três semanas ficou-se sabendo, em reunião havida na Associação dos Municípios do Araguaia-Tocantins (Amat), os reais motivos do atraso na entrega do material constante das peças básicas
    da campanha, inclusive do jingle definitivo (até este estranho à terra, pois com ritmo, música e cantores sertanejos): é que o “desprendido” fazendeiro/marqueteiro condicionou a entrega do supradito material ao pagamento, à vista, dos R$11milhões que exige de cachê dos separatistas. Os “comandantes” das frentes entraram em parafuso e depois de marchas e contramarchas, cobranças e negaças conseguiram convencer o “rinhateiro” (frequentador de rinhas de galo) a receber uma “módica entrada” de 50% do valor, ou seja, tiveram que depositar na conta bancária do marqueteiro-mor nada menos que R$ 5,5 milhões, auferidos, a duríssimas penas, em leilões de gado levados a termo por fazendeiros do sul/sudeste do Estado para liberação das peças.
    Vê-se, assim, que Duda não estava sendo SIMcero ao apregoar, “urbiet orbi”, que nada cobraria por seu
    trabalho e o que conseguiu com isso, além do ruinoso atraso na entrega dos petrechos propagandísticos, foi
    criar um monumental desaguisado entre os separatistas dos dois oníricos estados, passando, assim, de mero galista para um birrento galhista (criador ou gerador de galhos).
    Cediço anexim adverte que “em casa onde falta pão, todos reclamam e ninguém tem razão”, daí porque o capo separatista do Carajás, Giovanni Queiroz (PDT), que é médico, mas não soube suturar as feridas abertas
    com a enormidade da conta apresentada, foi “escanteado” do comando da Frente Pró-Carajás, ficando a bola,
    agora, com o deputado João Salame (PPS). Caberia lembrar que o TRE-PA fixou em R$ 10 milhões o teto de custeio de campanha para cada uma das quatro Frentes e, só com o “módico” jabaculê dudiano, já isso foi ultrapassado, cabendo ação punitiva do órgão fiscalizador eleitoral.

    • Zé Dudu Autor do postResponder

      Toninho, você sabe tudo!
      Só não sabe que no site do TSE (prestação de contas das frentes do plebiscito) a Frente Pro-Carajás declarou ter arrecadado apenas R$16,5 mil reais e gastos apenas R$14.011,50. Venhamos e convenhamos que, se do lado de Carajás e Tapajós só tem bandido, assassinos e aproveitadores, o lado do Não não é feito só de santo. Deixemos os políticos e a política de lado e vamos ao debate do que seria bom e ruim com a criação dos novos Estados. Ah, por favor, copie textos mais curtos, você está abusando da boa vontade deste Blogger em relação a democracia.

  16. Paulo Santos Responder

    Ô Toninho, vc gostou mesmo desta postagem, né? repete em tudo que é comentário. É a típica ‘inteligentzia paraense de belém” que copia tudo o que acha bacana.

    ………ééééégua!

  17. Toninho. Responder

    Não importa o quanto o Pará, a União, empresas privadas e etc invistam nessas regiões, elas sempre irão pedir pela separação, o motivo? Máquina pública, cabides de empregos, chances de enriquecer sem muito trabalho. Manipuladores daquelas regiões já fizeram o que tinham que fazer para arregalar os olhos de sua massa de manobra em cima das ‘oportunidades’ que uma máquina pública estatal gera em determinada região.

    Eles não estão errados de querer isso, não, afinal de contas, quem não quer auferir grandes vantagens sem grandes esforços? O que me deixa pasmo é a hipocrisia, de dizerem que querem a separação porque se acham ‘esquecidos’ pelo Estado e são coitados nessa história, francamente…se falassem a verdade, ou seja, “queremos emprego público seguro e fácil, e a oportunidade de mamar nas tetas do Governo para enriquecer como qualquer capital de Estado”, aí eu nem me daria ao trabalho de postar aqui, mas pelo menos eles não estariam sendo hipócritas com a população e com o país, dizendo que sofrem ‘maus tratos’ do Goveno do Estado.

    Em hipótese alguma estou negando o fato de que a região sofre com problemas de falta de estrutura, mas a questão é, que cidade do Pará não sofre?! Acho curioso comentar neste grupo e dizer que uma cidade como Parauapebas (exemplo) é tratada pelo Estado como ‘resto’ enquanto Belém e região são superbeneficiadas, ora, convido você a conhecer a região nordeste do Pará, e nem precisa ir muito longe de Belém, aliás, nem precisa sair de RMB, vá nas periferias de Belém, vá em lugares como o Aurá em Ananindeua, visite pequenos municípios do nordeste paraense como Augusto Correa, perto de Bragança, e veja se eles estão no nível de Parauapebas…você voltará de lá com os olhos sangrando, amiga, depois de ver tanta miséria, e o pior, sem nem 10% da oportunidade de empregos que existe em Parauapebas. Nos pequenos municípios do nordeste do Pará não existe mineração para salvar a população da fome, querida.

    Depois de Belém (que é a capital, e como em todo país, é a mais rica do Estado), as cidades com maiores PIB são Barcarena no nordeste do Estado (pelos projetos da ALBRAS e ALUNORTE, ambas empresas PRIVADAS, não tem Estado ladrão e sugador aí), e depois vemos as ‘problemáticas e esquecidas’ Parauapebas e Marabá, depois delas temos Ananindeua, a segunda maior cidade do Estado e uma das maiores da região norte, e que pasme, tem um PIB de pouco mais de 2 bilhões, sendo que tem aproximadamente de 500 mil habitantes, e aí, cadê o Estado ladrão que não ajuda essa cidade tão problemática, e que por sinal, é vizinha da capital?

    Depois de Ananindeua, vem a candidata a sede do Governo do futuro Tapajós, Santarém. E depois dela, amiga, nenhuma outra cidade tem PIB acima de 1 bi, nenhuma. Castanhal é uma cidade que vive praticamente de comércio e serviços, assim como Belém, a pequena Capanema (que tem uma pequena indústria de cimento) no nordeste do Estado, sobrevive por isso e por ser um pólo de comércio de pequenos municípios próximos, o mesmo acontece com Bragança. Saindo dessas cidades citadas do nordeste do Estado, o resto é lamentável, você vê municípios minúsculos e sem perspectivas de geração de emprego e renda que possam fazer, a médio e longo prazo, com que a economia da cidade levante, o contrário das tão esquecidas Parauapebas, Marabá, e Santarém, que depois da capital do Estado, são as únicas com comércio pujante, terão inclusive Shopping Center, as únicas do Estado também.

    Shopping e comércio pujante no nordeste do Pará, fora da RMB, será que existe? Ou melhor, será que um dia vai existir? Quem sabe, mas com certeza não será nessa década.

    As cidades do Sul do Pará estão começando a colher os frutos da mineração agora, são cidades novas, raras as que tem mais de cem anos, e queriam o que? Ter o PIB e a estrutura de Belém? Que tem quase 400 anos? Ah vá…essas cidades crescem em ritmo alucinante, e os políticos da região sabem que dentro de alguns anos, serão verdadeiros pólos comerciais e de emprego, e querem garantir sua parte nesse futuro, por isso fazem tanto lobby em cima da criação do Estado, não há coitadismo da população do sul do Pará que não tenha no nordeste do Pará! Repito, NÃO HÁ! As dificuldades que tem no sul, tem no nordeste, a diferença é que o sul pelo menos tem perspectivas de melhorias! Então antes de conhecer toda a realidade de um Estado, evite fazer essas afirmações difamatórias!

    Você não vê a quantidade empregadas domésticas e camelôs que existem em Belém, provenientes do nordeste do Estado, que preferem viver na miséria aqui, no meio da lama e dividindo espaço com traficantes e assassinos, do que passar a extrema miséria e fome de seus municípios no nordeste do Estado. Você vê até gente do Maranhão em Belém atrás de emprego, mas raramente verá alguém do SUL DO PARÁ em Belém atrás de emprego!

    O iludido aqui, amiga, com todo respeito, é você, e não nós. Vc é de Belém, você foi pro sul em função do que mesmo?! Ah, acredito que foi emprego que apareceu pra você lá, não é?! Mas em Belém e no nordeste do Estado, se não for por concurso público ou por meio de profissões liberais, o máximo de emprego que você (e qualquer um) iria conseguir, era de vendedor de loja ou atendente de caixa, porque se você achar emprego bom por aqui nessa região ‘rica’, favor me avisar. Não é por acaso que das metrópoles com mais de 1 milhão de habitantes, Belém é a que tem os piores índices econômicos e sociais. Ache uma foto panorâmica da RMB em que você não encontre uma favela ou bolsão de miséria, e eu te dou parabéns.

    A cidade tem ricos, tem prédios lindos e etc, a diferença é que os ricos daqui moram em prédios, e os de Marabá em mansões encrustradas em fazendas que valem milhões de reais. Os pobres de lá e os daqui sofrem as mesmas mazelas, então essa de coitadismo não desce a minha garganta! Se você achar o lugar pra onde estão indos os investimentos provenientes do ‘furto’ da receita do Sul do Pará, me dê um toque, que eu também quero saber.

    Se tem uma região que eu acho que mereceria uma máquina pública como incentivo no Estado, é a região de Itaituba, conhece? Se o que os separatistas realmente quisessem fosse igualdade, então eles não escolheriam Santarém como a capital do Estado de Tapajós, sendo que a região de Itaituba sofre muito mais com a falta de estrutura.

    Para finalizar, antes de você inflamar uma discussão tão séria com achismos, seria bom procurar conhecer a realidade de todo o Estado, e ver que as dificuldades estão em toda parte, e não concentradas em pólos com riquezas minerais furtadas. Porque você acha que a região nordeste do Pará e não pede emancipação de Belém para formar um pequeno Estado? Simples, lá não tem políticos assentados sobre bilhões em minério, daí não há interesse, e também não tem uma cidade grande como Santarém para se candidatar a capital e concentrar cabides de empregos públicos.

    Se o discursso se manter em cima da tese de que a separação é pela nobre causa dos menos favorecidos, eu não aceito, agora, se mudarem e discursso e assumirem que é por ganância, então esses políticos e latifundiários manipuladores pelo menos teriam um mínimo de dignidade, pelo menos assim estariam mostrando para a população os seus reais interesses.

  18. Nina Responder

    Bem, pessoalmente não acho que os portugueses sejam exemplo de maneira de governar. Antes o contrário, porque foi a política predatória e extrativista que eles exerceram por aqui durante mais de 300 anos que nos relegou ao subdesenvolvimento por tanto tempo. Aliás, com toda a riqueza que eles levaram daqui, era para serem uma superpotência, não?

    Mas, acho que entendi porque tem tanta gente contra a divisão. Se não se incomodaram de ser colônia extrativa de Portugal por tantos anos, porque se incomodariam de ser colônia extrativa do resto do país agora?

  19. Senna Responder

    Aos divisionistas que reclamam da conduta desonesta dos políticos e governantes e, que, alegam uns de que vai melhorar se o “sim” ganhar, outros que vai piorar se o “não” ganhar, ou ainda, que tudo vai como dantes no “quartel de abrantes”, menciono para uma reflexão, um pequeno trecho do parecer do Pe. Antonio Vieira ao Rei de Portugal no século XVII.
    O padre Antônio Vieira, conselheiro do rei de Portugal, D. João IV, convenceu o monarca a fazer exatamente o contrário, criando um governo único do Estado do Maranhão e Grão-Pará sediado inicialmente em São Luís e depois em Belém. Para isso, o missionário jesuíta usou um argumento singular. Ele alegava que se o rei criasse outros estados na Amazônia, teria que nomear mais governadores, o que dificultaria o controle sobre eles. É mais fácil vigiar um ladrão do que dois, escreveu Vieira em carta ao rei, de 4 de abril de 1654:
    “Digo, senhor, que menos mal será um ladrão que dois, e que mais dificultoso será de achar dois homens de bem que um só”.
    Portanto meus amigos divisionistas e não divisionistas, aos larápios atuais vamos puní-los com a “Ficha Limpa”, e aos larápios que se canditam a governo dos possíveis novos estados, peçamos a eles que repessem suas práticas. O povo agradece.

  20. Nina Responder

    De nada adianta lutar por coisa alguma, se o Estado não produz recursos para desenvolver todas as regiões. Até o momento, a maioria dos recursos foi destinada a Belém, RM e Noroeste, mas de pouco adiantou porque os problemas ainda são muitos por aqui, principalmente na saúde, educação e segurança.

    Caso a divisão não ocorra, a divisão dos recursos deverá ser feita de maneira mais equânime, ou a população da região divisionista poderá se insurgir, com resultados imprevisíveis. Afinal, se quiseram ficar unidos, então vão ter que garantir igualdade na distribuição de recursos entre as regiões, não é?

    Daí, vai ficar uma maravilha porque, enviando mais recursos para a região do Tapajós e Carajás, os problemas em Belém, RM e Noroeste vão se avolumar.

    Não adianta, pessoal. Nós precisamos é de recursos federais, mas eles não virão porque nossa representação política é pífia, ao contrário dos estados do Sul e Sudeste que possuem excelente representação e conseguem TUDO o que querem da união.

    Votando sim, teremos mais 06 senadores e mais 13 deputados. Ainda não é muito, mas já vai fazer alguma diferença.

    E, por favor, não venham me dizer que serão mais alguns políticos para roubar, porque, desonestos ou não, são eles que nos representam perante o Governo e, a menos que façamos uma reforma às avessas para voltar aos tempos da ditadura, é deste jeito que vai continuar.

    Votar SIM não é traição, é bom senso.

  21. Senna Responder

    Dizem alguns que mesmo com a vitória do NÃO, já há divisão. Ok! então sou assim:

    Tapajós + Carajás = PARÁ

    Ou seja, NÃO e NÃO! Ninguém divide o Pará!

    Devemos mesmo é lutar pela Universidade, pelo Instituto Tecnológico e por mais escolas… E, principalmente, por bons professores.
    A emancipação tem que começar pela formação da consciência crítica de todos, para fugirmos à pecha de “massa de manobra” como querem nos fazer!

  22. Léia Cardoso Responder

    Parabéns pela divulgação, VOTAÇÃO, as pessoas precisam com urgencia se conscientizarem de como será a votação, começamos através do face uma campanha do Pare de dizer SIM, diga 77 duas vezes.
    pra ver se fixa logo que não haverá palavra sim e não.
    tem muita gente com duvida, quase ninguem sabe votar.
    eu sei que a campanha nacional com inicio dia 27 vai ajudar, mas vc sabe a força das redes sociais. principalmente para os jovens, que devem ser nosso publico alvo. obrigado.

  23. izabel maria Responder

    Prezados Senhores

    Cartograficamente muito mal dividido o Estado, por que deixaram aquelas tiras, observando a divisão em três nada tem a ver o objetivo de encurtar a distância do estado para com a população.

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