O que fazer quando os sonhos não se realizam por completo?

Certa vez, o ator e politico Arnold Schwarzenegger disse que “o importante para que as coisas deem certo nessa vida é nunca se deixar levar por um não recebido”. Alegando já ter recebido vários nãos, Schwarzenegger afirmou que se não fosse essa teoria, jamais teria sido campeão de fisiculturismo, ator de Hollywood ou governador da Califórnia, pois, em quase todas as portas que bateu, a resposta quase sempre foi um sonoro não.

Concordo com Schwarzenegger no tocante a perseverança. Acredito que ninguém jamais deve desistir de um sonho, mesmo aqueles que podem parecer absurdo.

sonhar1Aqui em Parauapebas, com população formada basicamente por imigrantes, existem milhares de sonhadores. Uns sonham com um emprego, outros com uma casa própria, outros têm sonhos utópicos, que nem mesmo usando toda a psicologia da Casa Verde, do eminente doutor Simão Bacamarte, de O Alienista ( * ), eles poderiam ser realizados.

Pois bem, há alguns anos conheci um empresário que tinha o sonho de ser prefeito desta jovem rica cidade. Mesmo com muita dificuldade, abusando da determinação e com a confiança que sempre demonstrou como empresário, ele conseguiu se articular e foi eleito para tal.

Estava realizado o sonho? Sim, o de sentar na cadeira mais macia do Morro dos Ventos, já que o de ser prefeito ainda estaria por vir. Passados quase mil dias sentado na cadeira de prefeito, creio, Valmir Queiroz Mariano ainda não conseguiu ver realizado seu sonho.

Não sou dado a análises como Simão Bacamarte, principalmente da mente humana, mas, com o tempo que tenho observando a política local e os atos dos ex-prefeitos, acredito que posso relacionar um grande motivo que levaram o nosso atual alcaide a não ter seu sonho realizado.

Eu diria que a falta de confiança própria e em seus assessores seja o principal motivo, já que Valmir Mariano, um senhor de 67 anos que, apesar de toda a confiança que passava como empresário antes de se eleger, depois de eleito não consegue tomar uma decisão sozinho e manter essa decisão, aconteça o que acontecer.

Explico: o prefeito pegou fama de que não cumpre compromissos e de que é conduzido por pessoas que lhes são próximas há tempos. É público que tais fatos acontecem mesmo com Valmir Queiroz Mariano e que isso está levando seu governo para um buraco sem fim, ou melhor, está levando o político Valmir Mariano para o ostracismo pós-mandato.

Resta ainda pouco mais de 500 dias de governo e o que se vê é que Valmir Mariano e seus apaniguados  estão se sentido como um elefante solto em uma sala de cristal. Já ouvi dizer que esses apaniguados, ou melhor, esses que o protegem, já que apaniguado é quem é favorecido e não posso afirmar se estes foram. Pois bem, esses que o cercam serão outros em poucos dias. Parentes, amigos de longa data, funcionários públicos antigos e que merecem confiança e outros que nem tanto farão parte do novo staff que terá a função de conduzir esse restinho de governo até o fim. Resta saber se esse grupo terá o respaldo total do gestor ou se acontecerá com ele o que já virou rotina nesse governo: conversa-se, combina-se, trata-se… e, horas depois, vem o prefeito, alegando que conversou com seus “amigos” e que não poderá cumprir o acordado. No final, perdeu-se tempo (coisa que esse governo não tem mais), cultivou-se a ira do grupo, e nada foi feito.

Uma pena que tudo venha a terminar assim! Parauapebas, por tudo que já nos trouxe, merece ter um prefeito com P maiúsculo, um prefeito que trate com carinho, que coloque os interesses do município à frente de qualquer outro e que a transforme em uma cidade cuja a população tenha orgulho de viver.

Respeito o prefeito Valmir Mariano, assim como seus antecessores. Acho até que todos eles tiveram lá seus motivos temporais para não conseguir transformar Parauapebas nessa cidade orgulho. Mas deixo de respeitar qualquer um que peque contra Parauapebas por omissão, por preguiça ou por falta de vontade de mudar essa situação.

Que esses próximos 500 dias sejam de grata surpresa para todos nós, parauapebenses!

( * ) – O Alienista – Obra de Machado de Assis, que apresenta o médico Simão Bacamarte, um estudioso da mente humana que decide construir a “Casa Verde” – um hospício para tratar doentes mentais na pequena cidade de Itaguaí. O livro, uma obra prima do autor, mostra ao leitor que tudo é relativo e que a normalidade em sempre é aquilo que a ciência e os fatos atestam de forma absoluta.

Interrupção no fornecimento de água

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas (Saaep) informa à população que devido o rompimento da adutora principal que abastece a cidade, ocorrido nesta segunda-feira (03), o fornecimento de água será interrompido no perímetro urbano, exceto para os bairros Betânia e Altamira. O Saaep já mobilizou uma equipe para realizar a recuperação da adutora. A previsão é que o fornecimento de água seja normalizado até as 22 horas desta terça-feira (04).

A autarquia pede a compreensão da comunidade pelo transtorno e reforça que o abastecimento de água será totalmente normalizado o mais breve possível.

1ª Divisão do Municipal de Futsal: Rola Papo empata com Independente e Avenida vence Floresta

A quadra do Ginásio Poliesportivo de Parauapebas foi palco dos primeiros confrontos da semifinal do Campeonato Municipal de Futsal da 1ª Divisão. As partidas foram realizadas no sábado, 1, das 19h às 21h, com os jogos entre as equipes do Rola Papo e Independente, e Avenida versus Floresta. O jogo entre Rola Papo e Independente foi equilibrado do início ao fim, tanto que as equipes conseguiram apenas o empate em 1 a 1. A equipe do Rola Papo saiu na frente do placar, com o gol do jogador Emerson aos 8 minutos do 2º período do jogo. Instantes depois, foi a vez do Independente balançar a rede, com o gol do jogador Ronilson, aos 12 minutos.

Já Avenida e Floresta iniciaram a partida com grandes jogadas. Na primeira delas, Maninho, do Avenida, não desperdiçou a oportunidade e fez o primeiro gol para a sua equipe, em pouco mais de um minuto de jogo. A reação do Floresta veio com o gol de empate feito pelo jogador Felipe, aos 12 minutos do 1º período.

Avenida_e_Floresta[1]

A partir daí, o jogo seguiu disputadíssimo. Floresta fez o segundo, com o jogador Carlinhos, aos 14 minutos. O Floresta mal teve  tempo de comemorar o segundo gol, pois o Avenida arrancou o empate com Ezinho, aos 15 minutos. Após o intervalo, as equipes retornaram para a quadra, mas o que se viu foi todo o 2º período sendo dominado pelo Avenida. Aos 12 minutos, Renato fez o terceiro gol; aos 13 minutos, Ricardo fez o quarto, e aos 13 minutos e 50 segundos, novamente o jogador Ricardo balançou a rede do adversário. Placar final: 5 para Avenida e 2 para Floresta.

A definição das equipes que seguirão para a grande final do campeonato só ocorrerá nos segundos jogos da semifinal, previstos para o dia 8 de agosto.

Semifinal da 2ª Divisão
Também no sábado, das 17h às 19h, foram realizados os primeiros jogos da semifinal da 2ª Divisão do Campeonato: Lepo Lepo enfrentou Panelinha e venceu a partida por 3 a 2. Em seguida, ocorreu o confronto entre Arte Soccer e Antônio Matos, com a equipe do Arte Soccer levando a melhor: venceu por 4 a 2 .

Premiação
Este ano, a premiação para a 1ª Divisão será de R$ 4.500 (1º lugar); R$ 3.000 (2º lugar); R$ 500 mais kit esportivo (3º lugar). Já a premiação para a 2ª Divisão será de R$ 3.000 (1º lugar); R$ 2.000 (2º lugar); R$ 500 mais kit esportivo (3º lugar). A final do campeonato para a 1ª e 2ª Divisão deve ocorrer no dia 28 de agosto.

Para a organização do evento, a cada ano o campeonato tem um nível técnico mais elevado. “Ao todo, estamos seguindo para realização de 60 jogos, 30 para cada divisão. As partidas desse fim de semana são as primeiras da semifinal e estamos a cada nova edição oferecendo uma estrutura melhor para o evento”, destaca Rodrigo Araújo.

Parauapebas: Prova para Conselho Tutelar I é aplicada nesta segunda-feira, 10

Nesta segunda-feira (3) ocorre a prova para os 107 candidatos a 10 vagas do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Parauapebas (COMDCAP). Serão cinco titulares e cinco suplentes no Conselho Tutelar I, que compreende 39 bairros do município. Pela primeira vez, as provas da maioria dos conselhos do país serão realizadas ao mesmo tempo em todo o território nacional.

Conselho Tutelar (1)

A prova faz parte da primeira fase e ocorre após o cumprimento dos requisitos documentais descritos no edital, publicado em abril deste ano. As inscrições foram abertas de 27 de abril e encerradas em 29 de maio de 2015. A prova é composta por 40 questões de múltipla escolha com cinco alternativas e apenas uma correta em cada. Serão 25 questões sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, 10 de língua portuguesa e cinco de noções de informática, além de duas questões subjetivas sobre o ECA. As provas serão aplicadas das 13h às 18h, no prédio do Aprov, localizado a Rua E, Nº 523, 1º andar.

Segundo a conselheira Gardênia Martins, eleita ano passado para o Conselho Tutelar II, “os novos candidatos devem vir preparados para a luta”. Segundo ela, mesmo com esforço, existem momentos em que o conselheiro não consegue a solução ideal para determinadas situações por extrapolarem os limites da função.

A relação final dos aprovados desta fase será divulgada no dia 19 deste mês, no site do COMDCAP. A campanha eleitoral vai de 31 de agosto a 2 de outubro. A votação ocorre no dia 4 de outubro. A apuração deve ser rápida, pois serão utilizadas urnas eletrônicas. Após julgados os possíveis recursos, os novos conselheiros terão seus nomes divulgados até o dia 9 do mesmo mês. A remuneração para cada conselheiro eleito é de R$ 4.077,67.

Remo goleia Náutico e lidera o Grupo A1 do Campeonato Brasileiro da Série D

Por Fábio Relvas –  Da Redação

O Clube do Remo mostrou sua força e venceu bem o Náutico-RR na noite deste domingo (2), no estádio Arena Verde, em Paragominas. O Leão Azul derrotou a equipe de Roraima, por 3 a 0, com os gols de Léo Paraíba e Eduardo Ramos duas vezes. A vitória deixou os azulinos na liderança isolada do Grupo A1 do Campeonato Brasileiro da Série D com sete pontos. Apesar da boa campanha a torcida do Remo deixou a desejar e apenas 1.304 pessoas comparecem em Paragominas para prestigiar o Leão.

O jogo: Leão é líder!

Precisando pontuar já que perdeu quatro pontos devido às escalações irregulares de jogadores na primeira rodada da Série D, o Náutico jogou de igual para igual com o Remo. A equipe de Roraima levou perigo quando Thiago recebeu lançamento em profundidade e chutou cruzado, a bola desviou na zaga remista e foi para escanteio. De novo os visitantes, Alex dominou e girou dentro da área, mas o chute saiu fraco para a defesa do goleiro Fernando Henrique.

remo x nauticoO Remo respondeu depois que Juninho deu passe para Rafael Paty que chutou firme, a bola passou perto da meta de Stanley. O zagueiro Max recebeu passe fraquinho e deixou a bola passar, quase o Leão se complicou, a sorte foi porque não tinha nenhum jogador do Náutico por perto. Os azulinos alçaram bola na área, Alex Ruan tentou de cabeça e a bola desviou na zaga adversária.

Eduardo Ramos carregou bem pelo meio e foi derrubado. Na cobrança o meia azulino carimbou a barreira. Eduardo Ramos bem no jogo, se livrou da marcação, mas parou na boa defesa de Stanley. Pressão do Leão. Eduardo Ramos mais uma vez foi derrubado na entrada da área. Juninho cobrou a falta, a bola bateu na barreira e na sobra Eduardo Ramos disparou para a defesa de Stanley.

No lance seguinte, Stanley saiu mal do gol e o Remo realizou uma boa triangulação entre Eduardo Ramos, Whelton e Juninho, que bateu firme e a bola bateu na trave e saiu. Em outra jogada de ataque, Juninho apareceu livre para marcar, mas a arbitragem anulou o lance e marcou impedimento. A torcida e os jogadores do Remo ficaram na bronca. Alex Ruan recebeu e tentou marcar um golaço por cobertura para o Leão, Helton salvou em cima da linha.

Depois de pegar uma pressão quase interminável, o Náutico conseguiu respirar e voltou a atacar. Thiago cavou uma falta e foi derrubado próximo da grande área. Peixe cobrou a falta em cima da defesa adversária. Dudé chutou forte e Fernando Henrique defendeu a queima-roupa. Foi a grande chance da equipe de Roraima. O Remo quase marcou depois de um bate e rebate dentro da área do Náutico, a zaga acabou cortando.

Torcida do Remo

No segundo tempo o Remo continuou pressionando. Eduardo Ramos ganhou uma bola e chutou, o tiro passou muito perto. Mais uma vez Eduardo Ramos, agora o meia cobrou falta a bola bateu na zaga e sobrou para Léo Paraíba que emendou um chute e assustou o goleiro Stanley. Léo Paraíba teve outra oportunidade, mas preferiu passar em vez de chutar e tocou errado.

O Leão começou a alçar bola na área e em uma delas a zaga quase entregou depois de um bate e rebate. Aleílson subiu no terceiro andar e tentou marcar de cabeça, a bola passou muito perto. Lambança geral da zaga do Náutico, Vandão e Caruru se atrapalharam e Eduardo Ramos quase marcou. Finalmente o Remo marcou o primeiro, depois que Alex Ruan cruzou da esquerda e Léo Paraíba livre no segundo pau chutou firme, aos 22 minutos, Leão 1 a 0.

O Remo quase ampliou com Léo Paraíba, que recebeu passe de chute e fuzilou, a bola bateu no travessão. O lateral Boi brincou na frente da meta de Stanley, Eduardo Ramos aproveitou o vacilo e chutou para o fundo do gol, Leão 2 a 0, aos 31 minutos. O craque do jogo, Eduardo Ramos, recebeu passe e chutou forte, o goleiro Stanley rebateu nos pés do próprio Eduardo Ramos que não perdoou e fuzilou para o fundo do gol, aos 43 minutos, 3 a 0 Remo.

A torcida do Leão estava eufórica nas arquibancadas. Léo Paraíba ainda tentou marcar mais um depois que recebeu passe em profundidade e ganhou apenas escanteio. Placar final: Remo 3 x 0 Náutico.

FICHA TÉCNICA

REMO: Fernando Henrique; Gabriel (Léo Paraíba), Henrique, Max e Alex Ruan; Ilailson, Chicão, Whelton (Leandro Santos), Eduardo Ramos e Juninho; Rafael Paty (Aleílson). Técnico: Cacaio

NÁUTICO: Stanley; Boi, Alan Caruaru, Elton e Anderson Peixe; Wandão, Dudé (Bruninho), Heitor e Thiago (Luís); Alex e Robgol (Rian). Técnico: Sérgio Gois

Árbitro: Mayron F dos Reis Novais – MA

Assistentes: Helcio Araújo Neves – PA e Dimmi Yuri das Chagas Cardoso – PA

Cartões amarelos: Ilaílson e Léo Paraíba (Remo); Elton e Wandão (Náutico)

Local: Estádio Arena Verde, em Paragominas

Renda: R$ 18.876,00 – Pagantes: 1.091 – Não pagantes: 213 – Total: 1.304

Paysandu empata com Mogi Mirim dentro do Mangueirão e segue fora do G4 da Série B

Por Fábio Relvas – Da Redação

O Paysandu até que saiu na frente do Mogi Mirim-SP, mas cedeu o empate ao Sapo do interior paulista e acabou permanecendo fora do G4 do Campeonato Brasileiro da Série B. A partida foi válida pela 16ª rodada e foi realizada na noite desta sexta-feira (31), no estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém. O meia Fahel abriu o placar para o Papão, enquanto que Franco deixou sua marca para o Mogi Mirim. O resultado deixou os bicolores na sexta colocação na tabela de classificação com 27 pontos.

A partida: Papão fora do G4

O Paysandu embalado com a vitória sobre o América-MG foi para cima do Mogi Mirim. Yago Pikachu fez tabela com Leandro Cearense, mas na hora de concluir acabou se enrolando com a bola. Na jogada seguinte, Yago Pikachu cobrou escanteio da direita e Fahel subiu com estilo e mandou para o fundo do gol, aos oito minutos, 1 a 0 Paysandu. O Sapo não se intimidou com o gol do time da casa e conseguiu o empate depois da boa jogada pela esquerda, a bola foi cruzada na área bicolor, Franco dominou, ajeitou e fuzilou a meta do goleiro Emerson que ainda chegou a tocar na bola, aos 13 minutos, tudo igual 1 a 1.

Paysandu x Mogi MirimJoão Lucas do Papão tentou lançamento, mas a bola correu e ficou com o goleiro. Ricardo Capanema pegou uma sobra e tentou marcar, a bola saiu fraquinha sem perigo para a meta do goleiro Daniel. Serginho respondeu para a equipe paulista em um chute venenoso que quase surpreendeu Emerson, que deu uma tapa na bola e colocou para escanteio. O Mogi Mirim gostou do jogo e em outra tentativa, Franco entrou na área e na hora da finalização foi travado pelo lateral esquerdo João Lucas.

Bem no jogo, João Lucas cruzou da esquerda na cabeça do atacante Leandro Cearense, que testou firme para marcar, mas o goleiro Daniel evitou o gol do Papão com uma defesa milagrosa. No segundo tempo o Paysandu voltou pressionando. Wellington Junior recebeu passe livre dentro da área, errou na primeira, mas fuzilou na segunda para dentro do gol. A arbitragem anulou a jogada marcando impedimento do atacante bicolor.

Em um escanteio, a zaga do Mogi Mirim se atrapalhou e quase marcou gol contra. Ricardo Capanema mandou um chutaço obrigando o goleiro Daniel a salvar mais uma vez o clube paulista. Bombardeio bicolor, depois de duas tentativas de cabeça, a bola sobrou limpa para Ricardo Capanema que chutou mal perdendo uma boa chance. O volante do Papão estava arriscando tudo, em mais uma tentativa errou o alvo e mandou para fora.

Yago Pikachu cruzou no meio da área, o zagueiro Thiago Martins cabeceou firme e a bola foi para fora. Outro cruzamento de Pikachu encontrou a cabeça de Leandro Cearense que testou e a bola passou tirando a tinta da trave. Yago Pikachu insistia nos cruzamentos na área, desta vez foi na cabeça de Aylon que desviou e a bola passou do zagueiro Fernando Lombardi que não conseguiu finalizar.

O Paysandu teve a chance de desempatar em uma falta na entrada da grande área. Yago Pikachu cobrou, mas a bola foi por cima da meta de Daniel. O castigo de tantos gols perdidos quase aconteceu no último lance do jogo. Aos 48 minutos, Edson Ratinho recebeu na frente da meta bicolor, cortou e bateu firme, a bola passou muito perto. Placar final: Paysandu 1 x 1 Mogi Mirim.

  • PAYSANDU: Emerson; Yago Pikachu, Thiago Martins, Fernando Lombardi e João Lucas; Ricardo Capanema, Fahel e Carlos Alberto (Valdívia); Misael (Aylon), Welinton Junior e Leandro Cearense (Edinho). Técnico: Dado Cavalcanti
  1. MOGI MIRIM: Daniel; Edson Ratinho, Fábio Sanches, Renato Camilo e Luan (Léo Bartholo); Magal, Hygor, Serginho e Franco; Geovane (Elvis) e Rivaldinho (Matheus Ortigoza). Técnico: Sérgio Guedes

Árbitro: Antônio Dib Morais de Sousa (PI)

Auxiliares: Rogério de Oliveira Braga (PI) e Ubiratan Bruno Viana (RN)

Cartões amarelos: Ricardo Capanema e Fahel (Paysandu); Geovane, Rivaldinho e Renato Camilo (Mogi Mirim)

Cartão vermelho: Fábio Sanches (Mogi Mirim)

Local: Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém

Renda: R$ 266.500,00 – Pagantes: 18.426 – Credenciados: 2.030 – Total: 20.456

Sespa divulga novos números da dengue, chikungunya e zika no Pará

Por meio do Programa Estadual de Controle da Dengue, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) divulgou nesta sexta-feira, 31, o oitavo Informe Epidemiológico sobre a situação da dengue no Pará, que confirma 3.287 casos da doença este ano em todo o Estado, até o dia 30 de julho. No mesmo período do ano passado, foram 2.427 ocorrências, o que representa um aumento de 26%. Belém é o município que mais registrou doentes com dengue este ano: 940 no total.

Além da capital paraense, os municípios com maior incidência de casos confirmados este ano são: Parauapebas (287), Altamira (236), Senador José Porfírio (177), Canaã dos Carajás (113) e Alenquer (102). Três mortes por dengue foram confirmadas este ano, duas na capital paraense e uma vítima de Rurópolis, sudoeste do estado. A Sespa orienta que as Secretarias Municipais de Saúde informem em um período de 24 horas a ocorrência de casos graves e mortes suspeitas.

Para a confirmação de óbitos é necessária a investigação epidemiológica com aplicação do Protocolo de Investigação de Óbito do Ministério da Saúde, que prevê exames específicos em laboratórios credenciados do Estado, como o Laboratório Central (Lacen) e o Instituto Evandro Chagas (IEC) – que são preconizados pelo Programa Nacional de Controle da Dengue – para o correto encerramento de casos graves e óbitos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

Paralelamente, a Sespa faz o monitoramento dos 144 municípios que receberam o incentivo do Ministério da Saúde para vigilância, prevenção e controle da dengue, e distribui às prefeituras inseticidas (larvicidas e adulticidas) para o controle. A Secretaria também faz visitas técnicas aos municípios para assessoramento das ações do programa da dengue, além de apoiar a capacitação sobre a febre chikungunya.

Quando há necessidade, a Sespa ainda faz o controle vetorial, como bloqueio de transmissão viral nas localidades, e articula ações com órgãos municipais de saneamento e limpeza urbana, tendo em vista a melhoria da coleta e destinação adequada de resíduos sólidos. Também fazem parte das ações atividades de educação e mobilização, visando a participação da população no controle da dengue.

Chikungunya – O vírus da febre chikungunya também está controlado, e não há registros de transmissões ocorridas dentro do Estado. Em 2015, oito casos importados da doença foram confirmados no Pará por critério laboratorial adotado pelo Instituto Evandro Chagas, em Belém.

Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a dengue a mais perigosa. A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras. Já a febre por zika vírus leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias e não deixa sequelas. Não há registro de casos de morte provocados pela doença.

A Sespa também deixa claro que a preocupação com a zika segue os mesmos procedimentos em relação à dengue e à chikungunya. Logo, o Estado está preparado para seguir com o esquema já adotado. O tratamento é apenas paliativo, de suporte e de correção de sequelas. Assim, é preciso diminuir a incidência do mosquito transmissor. Até o dia 30 de julho deste ano já foram confirmados quatro casos da doença, sendo três em Belém e um no município de Dom Eliseu. (AP)

Operação no Projeto Carajás completa 30 anos. “Vários desafios foram vencidos”, afirma Paulo Horta, diretor da Vale

BrenoHá exatos 48 anos, começava uma história que já faz parte da vida de milhares de pessoas: foi na manhã do dia 31 de julho de 1967 que o Geólogo Breno dos Santos(foto com funcionários da Vale) descobriu a primeira jazida de minério de ferro da região de Carajás. Quase duas décadas depois, em 1985, foi iniciada a operação do Projeto Ferro Carajás.

Hoje, data em que a Vale comemora a data da descoberta histórica e os 30 anos do início das operações nesse grande projeto, publicamos o resultado de uma entrevista com Paulo Horta, Diretor de Ferrosos Norte da empresa. Ele fala sobre a importância e os benefícios do projeto; sobre a vida útil das minas de Carajás; como a empresa lida com a atual crise; sobre a relação com o IBAMA, ICMBio e com a própria comunidade; a atitude da empresa frente a manifestações que envolvem paralisação das atividades; entre outros assuntos.

A entrevista foi concedida no dia 29 de julho, durante uma visita de jornalistas à sede das operações da empresa em Carajás, no município de Parauapebas, Pará.

“Foi um projeto, naquela época, extremamente desafiador: construir uma mina e uma ferrovia de quase 900 km e um porto, em uma região inóspita, no meio da floresta amazônica. Foi um grande empreendimento”. Assim o diretor começou falando do início de tudo. Segundo ele, a transformação em uma província mineral trouxe benefícios tanto para a região quanto pro Brasil. “É um projeto de enorme impacto a nível nacional e mundial”, diz.

20150729_110234Para Paulo Horta, além da geração de empregos e do desenvolvimento da economia, há uma importância em termos sociais devido aos investimentos diretos e indiretos que a própria mineração induz na região, além da atuação da Fundação Vale que, segundo ele, faz extensos investimentos sociais. Mas, um dos pontos de “orgulho” para a empresa, de acordo com o diretor, é a proteção ambiental. “Hoje a mineração é responsável direto, em conjunto com os órgãos ambientais: ICM Bio e o IBAMA, pela preservação de um mosaico de reservas naturais aqui na nossa região. São 1 milhão e 200 mil hectares de reservas protegidas. Desses, a FLONA tem 400 mil hectares. A mineração atua em menos de 3% dessas áreas. No caso do Projeto Ferro Carajás, a Mineração está protegendo”, garante.

Vida útil de Carajás

Sem querer precisar o número exato de anos que ainda restam de vida útil para as minas de Carajás, Horta fez uma brincadeira: “eu diria com tranquilidade que, mantendo as condições atuais, meus bisnetos e tataranetos trabalharão no setor mineral”. Segundo ele, a vida de uma mina depende de fatores que mudam com o tempo. Basicamente, as variáveis são a demanda do mercado, a disponibilidade do produto e a tecnologia disponível.

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“O que a gente tem hoje aqui no sudeste do Pará, que a gente chama de reserva geológica (é o que você conhece, o que você tem certeza) são 7 bilhões de toneladas”, afirma. Mas, ainda há recursos minerais sendo investigados e trabalhos de conhecimento geológico em andamento. A empresa também está investindo numa espécie de recuperação do minério que havia sido rejeitado ao longo desses anos, no processo de beneficiamento com água. “Aqueles rejeitos finos iam pra barragem de contenção. Agora, estamos transformando toda a produção de Carajás em produção a seco. Hoje já está em 70% a seco e em 2019, não se vai usar um grama de água pra beneficiar”, diz o diretor.

Cerca de três milhões de toneladas de minério que está na barragem de rejeito são reaproveitados por ano. “O que era rejeito no passado, se transforma em minério no presente através de mudança tecnológica”, comemora.

Sobrevivendo à crise

Segundo Paulo Horta, o mercado de commodities está voltando aos patamares de 2002. “Estamos retornando ao que era no passado. Houve um superciclo de crescimento econômico propiciado pelo alto grau de desenvolvimento acelerado da China, e estamos voltando ao que era em 2002. A gente sobrevivia bem”, lembra. Para ele, a Vale está em um setor econômico competitivo e precisa ser cada vez mais produtiva.

Segundo Horta, as demissões ocorridas fazem parte de um turnover natural, termo em inglês que significa renovação na empresa. “Fizemos desligamentos como fizemos contratações”, explica. Sobre a produção, as expectativas são as melhores: “a nossa produção desse ano vai ser maior do que foi a do ano passado. E a do ano que vem vai ser maior que esse ano. Do ponto de vista operacional, vamos ser cada vez mais produtivos e competitivos”. Só no primeiro semestre de 2015, a empresa produziu 159,8 milhões de toneladas de minério de ferro. Carajás produziu 59,1 milhões de toneladas desse total, o que representa 36% de toda a produção da Vale.

Sobre a atual situação econômica mundial, o diretor foi enfático: “uma empresa que quer ser mundial e ter uma longa vida tem que estar preparada para os ciclos menos favoráveis. O DNA tem que ser austero, onde você produz com o menor recurso possível. Se você for nessa linha e tiver recursos minerais de classe mundial, que é o nosso caso, você vai sobreviver”.

Mudanças de estratégia também são possíveis, como a separação das operações da Vale: “o que já é público é uma possibilidade de separar ferrosos e metais básicos para o mercado enxergar duas operações diferentes. Uma possibilidade no futuro pode ser essa separação”.

Importância do Ferro Carajás

A Vale teve várias fases: Itabira, em 42, porto de Tubarão, na década de 60, Carajás, na década de 80, e vai ser o S11D nessa década. Para a Vale, o projeto Ferro Carajás S11D, localizado em Canaã dos Carajás é fundamental para o Brasil continuar sendo competitivo no mercado mundial de minério de ferro por dois fatores: a alta qualidade do minério e as tecnologias inovadoras empregadas na sua extração. “Ele tem a responsabilidade de manter a competitividade da Vale e do Brasil no minério de ferro”.

Segundo Horta, Carajás representa 37% do minério de ferro extraído pela Vale. “Com o S11D, vai se aproximar, em 2019/2020, a quase 50%”, diz. Isso fora as operações de cobre, níquel e manganês.

Vale e Comunidade

Paulo Horta demonstrou interesse pelo bom relacionamento com a comunidade. “Procuramos a solução pelo diálogo. Podemos não atender a determinadas expectativas, porque como se trata uma empresa de grande porte, as expectativas são elevadas”, assume.

foto1aSegundo ele, a ideia é tornar a operação perfeitamente inserida no contexto da região. Mas, não é sempre assim. Algumas manifestações são contidas pela via legal: “existem movimentos com os quais não concordamos e recorremos aos mecanismos legais para diminuir o efeito negativo que as ações têm sobre as nossas operações. Isso é evidente”.

Mesmo assim, o diretor acredita em uma evolução nesse relacionamento: “tanto a Vale quanto o setor produtivo, passou por mudanças grandes nos últimos 30 anos. Hoje, o relacionamento de uma grande empresa com a sociedade é muito mais intenso”, diz. Ele ressalta a importância de se manter uma harmonia com os grupos que são afetados, interferem ou têm interesse no empreendimento:  “temos pessoas altamente especializadas em discutir esses temas. Hoje, a Vale se preocupa muito mais em investimentos que sejam perenes e gerem renda do que investimentos paliativos”.

Agradecimento e orgulho dessa história

“Tenho muito orgulho e satisfação de estar hoje nesse momento de Carajás. Estou há três anos aqui e tenho respeito profundo pelas pessoas que vieram há 30, 40 anos, em situações difíceis de vida, muitas vezes longe das famílias, pra poder implantar e iniciar a operação de um projeto como esse”, afirma Paulo Horta.

Para ele, o diálogo que a empresa tem aberto com a comunidade e a negociação vão melhorar o relacionamento, de maneira que a riqueza gerada “seja fixada na região e no país”. O diretor parabenizou e agradeceu pioneiros e trabalhadores atuais da Vale, que atualmente tem 40 mil empregados entre próprios e terceirizados. Na região, são 7 mil empregados Vale e 1500 terceirizados.

Alternativa de acesso a Carajás

Paulo Horta também falou de um projeto, já em fase de licenciamento ambiental, para construir uma alternativa de acesso a Carajás passando pela APA do Gelado. “É um projeto para ter uma segunda via, desafogar o tráfego da Raymundo Mascarenhas”. Questionado sobre os acidentes que ocorrem constantemente na rodovia, ele afirmou que é uma Rodovia Estadual, “uma das melhores em termos de sinalização e pavimentação do Pará, senão, do Brasil”. Ressaltou as campanhas de educação e prevenção promovidas pela empresa, além dos radares instalados. “Queremos fazer um convênio com algum órgão municipal ou estadual pra assumir isso, porque temos controle com os nossos empregados, temos um rigor muito grande”. Sobre a segurança da rodovia, ele afirmou: “Ela é perfeitamente segura, se respeitados os limites de velocidade e sinalização”.

Rapidinhas

Não procede
Sobre a notícia de que a Vale poderia deixar o Pará, veiculada em alguns sites no meio da semana, por conta da renovação da Lei de incentivos fiscais do governo do Estado, a Vale informou, em nota encaminhada ao Blog que “Não procede de forma alguma a informação de que a Vale deixaria o Pará. A lei em questão é um incentivo ao desenvolvimento de projetos no Estado e envolve o diferimento de ICMS no processo de compras, ajudando, assim, a formação local da  cadeia de fornecedores. A Vale vem conversando com o Governo do Pará para que a lei seja mantida por um novo período e ajude no desenvolvimento do Projeto S11D, seu investimento de aproximadamente US$ 20 bilhões no Estado do Pará”, concluiu a nota.

Terceirizado
A australiana Maca Limited assinou uma declaração de intenções com a Avanco Resources para a gerir todas as atividades de mineração da cava a céu aberto, incluindo sondagem, desmonte, carregamento e transporte no projeto de cobre Antas North, em Parauapebas. A Maca também é responsável pela operação da mina de ferro e ouro Tucano, da Beadell Resources, no Amapá.

OAB
O advogado Gildásio Teixeira Ramos Sobrinho é o mais novo candidato a sucessão de David Benasor na presidência da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Parauapebas. Com um ótimo trânsito no judiciário local, a candidatura de Gildásio vem recebendo adesões dos colegas a cada dia. Ele, que é baiano de nascimento, milita na advocacia em Parauapebas ha cinco anos. As eleições na OAB local, que conta com 372 advogados inscritos, serão realizadas em novembro próximo.

20 anos
Completando 20 anos de existência amanhã, 1º de Agosto, o Disque-Denúncia do Rio de Janeiro, gerenciado pela ONG Instituto MOV RIO, já recebeu mais de 2.150.000 denúncias sobre diversos tipos de crimes. Meio milhão dessas denúncias foi encaminhado de forma imediata às autoridades. Pioneiro no Brasil, o Disque-Denúncia na capital fluminense prestou consultoria e gestão para a implantação de outras centrais em dez Estados Brasileiros, além de Argentina e Chile. No Pará, o Disque-Denúncia está presente nos municípios de Marabá e Parauapebas.

No sudeste do Pará
O Disque Denúncia que atende todo Sudeste do Pará, que funciona nos mesmos moldes do Disque-Denúncia do RJ, existe há 5 anos, e nesse tempo já recebeu mais de 115 mil denúncias sobre diversos crimes, sendo os principais: Substância Entorpecestes 24.76%;Perturbação da Ordem Pública 16%; Crimes Contra a Pessoa 15.17%; Crimes Contra o Patrimônio 11.68%; Crimes Contra Criança e o Adolescente 5.39%; Outros tipos de crimes 14%.

Prisões e apreensões
Em Parauapebas e Marabá, o Disque-Denúncia ajudou a polícia a prender 591 e deter 288 criminosos; foram apreendidas 12 unidades de armas fogo revólver calibre 38 e 46 munições, 5 pistolas  Ponto 40, 156 munições, 9 espingardas; substância entorpecentes: 1.121  gramas de crack, 950 pedras de crack, 1.650 gramas de maconha e 150 pedras oxi, 2 balanças de precisão, além de conseguir resgatar materiais apreendidos como:  38 máquinas caça-níqueis, 706 celulares, 8 computadores, 26 motos e 58 veículos.

Resiliência
De volta ao trampo na segunda-feira, depois do recesso do meio do ano, o prefeito de Parauapebas Valmir Queiroz Mariano (PSD) terá que fazer um esforço hercúleo para colocar a cidade nos eixos. Com a arrecadação em queda livre, o ajuste na folha de pagamento para adequá-la ao atual momento financeiro do município é o principal item da pauta pós-recesso.

Em Brasília
O governador Simão Jatene e outros 25 governadores de todo o país estiveram reunidos durante cerca de três horas com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta quinta-feira (30). No encontro, o governo pediu apoio para a reforma do Imposto sobre Comercialização de Mercadorias e Serviços (ICMS). Uma proposta sobre o tema deve ser votada pelo Senado Federal já na próxima semana, estabelecendo unificação da alíquota entre os Estados. Governadores e D. Dilma discutiram formas de retomar o desenvolvimento do país.

Rio Maria
A Troy Resources produziu 4.037 onças de ouro na mina Andorinhas, em Rio Maria (PA), durante o segundo trimestre deste ano, uma queda de 27% em relação ao trimestre anterior. A mina brasileira encerrou as atividades de mineração em junho e seguirá processando minério estocado até setembro, quando a planta será desligada.

Tailândia
O Ministério Público do Estado promoveu na quarta-feira (29) audiência pública no município de Tailândia. O encontro foi presidido pelas promotoras de Justiça Ely Soraya Silva Cezar e Lorena de Moura Barbosa e teve como tema central a segurança pública, pois crimes contra a vida, patrimoniais, e tráfico de drogas tem ocorrido de forma expressiva no município. A audiência objetivou ainda estabelecer um canal de comunicação direto com a população local.

Marabá: prefeito João Salame se recupera em casa após princípio de paralisia facial leve

O prefeito de Marabá, João Salame Neto, sofreu um princípio de paralisia facial leve no final da manhã desta sexta-feira (31). Foi atendido no Hospital Regional Público do Sudeste “Dr. Geraldo Veloso” e medicado. Exames iniciais constataram se tratar de uma paralisia facial viral. No momento o prefeito repousa em sua residência.

Nos próximos dias será submetido a nova bateria de exames para identificar com exatidão as causas da paralisia. A informação é da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Marabá.

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