BR-222, no trecho entre Novo Repartimento e Tucuruí, é formada por lama e atoleiros

Com atoleiros e lama motoristas deveriam gastar pouco mais de uma hora no percurso, mas estão demorando um dia inteiro.
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São apenas 72 quilômetros entre as cidades do sudeste paraense de Novo Repartimento e Tucuruí, e os motoristas deveriam gastar pouco mais de uma hora no percurso, mas a situação é bem diferente.
Com atoleiros e lama em toda extensão, não só o tempo aumenta como prejuízos decorrentes de danos nos veículos e cargas onera o bolso de motoristas na rodovia federal BR-422.

“Passei mais de três horas num atoleiro e quase um dia todo para vencer esse trecho que deveria demorar menos de duas horas”, disse o motorista Romildo Ruas Cavalcante, que passou pelas cidades de Jacundá no retorno do município de Anapú, e Tucuruí, pela estrada da lama, como é conhecida.

A pista está em péssimas condições de trafegabilidade para quem precisa fazer o trajeto diariamente. Na quarta-feira, 10, fotos enviadas por motoristas mostraram carretas, caminhões, vans e veículos de passeio numa longa fila à espera de ajuda para transpor um dos atoleiros formados ao longo dos 72 quilômetros da rodovia. “Hoje (ontem) a estrada está completamente sem condições de tráfego”, informou o motorista Júnior Ferraz.

Conforme noticiou o Jornal de Tucuruí, no final do ano passado os prefeitos Artur Brito (Tucuruí) e Amizade (Novo Repartimento) solicitaram aos parlamentares da bancada paraense em Brasília, emendas para a pavimentação da pista. Eles ficaram sensibilizados e viabilizaram a indicação em bloco dos recursos das emendas impositivas da bancada paraense, garantindo recursos para a elaboração do projeto e as licenças ambientais, com vistas ao asfaltamento da BR- 422.

Os valores serão disponibilizados dentro do orçamento do governo federal para 2019, realizando o sonho dos moradores dos dois municípios e dos usuários da rodovia federal BR-422, que amargam anos a fim sem uma estrada estruturada e com asfaltamento.

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