Tucuruí

Jovem paraense de Tucuruí que recebeu medula de capixaba viaja para conhecer o ES

Esta é a segunda vez que Luana e Flávia se encontram. Em abril a doadora capixaba foi até o
Tucuruí, no Pará, para conhecer a menina que recebeu a medula

No dia 19 de dezembro de 2016, a publicitária capixaba Flávia Bicalho mudava para sempre a vida da moradora de Tucuruí, no Pará, Luana de Oliveira, na época com 12 anos. A adolescente, diagnosticada com leucemia, recebia a medula óssea de Flávia e retomava a esperança na luta contra o câncer.

Quase três anos depois do transplante, a adolescente, agora com 14 anos, foi ao Espírito Santo para conhecer o Estado e a família da capixaba que salvou a vida dela. Este é o segundo encontro entre Luana e Flávia, que se viram pela primeira vez em abril, quando a publicitária foi até o Pará.

“Ela é como se fosse minha irmã. Eu estou muito feliz por ter vindo conhecer a cidade que a Flávia mora. Nunca imaginei vir a Vitória, até Deus colocar a Flávia no meu caminho, disse Luana de Oliveira.

A adolescente chegou a Vitória na tarde da quarta-feira (31) com a mãe e o padrasto, depois de pegar três aviões diferentes. As passagens foram compradas com o dinheiro de uma vaquinha, feita pela Flávia, que recebeu a amiga ansiosa no aeroporto da Capital.

“Depois que eu fui até o Pará conhecer a Luana e fui tão bem recebida pela família dela, eu quis trazê-la para conhecer o Espírito Santo também. Foi quando eu fiz a vaquinha online, divulguei nas redes sociais e consegui arrecadar dinheiro para comprar as passagens”, contou a publicitária.

Esta é a primeira vez que Luana foi ao Espírito Santo. As primeiras impressões não poderiam ser melhores: “Eu achei tudo muito bonito, estou doida para ir à praia”, disse a paraense.

A programação das atividades turísticas no Estado vai ser diversificada e está sendo preparada em segredo pela Flávia. Mas a publicitária já adiantou que a adolescente não vai embora sem comer a tão famosa moqueca capixaba. “Quero levá-la para conhecer o máximo de lugares possíveis, desde aqueles bem tradicionais, como o Convento da Penha, até alguns lugares que eu costumo frequentar. A primeira parada, sem dúvida, vai ser para comer moqueca. Espero que ela goste”, completou. (Gazeta on line)

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