Manoel José Tavares (foto), um dos presos por roubo de gado na última quinta-feira em Parauapebas afirmou em depoimento ao delegado Antônio Gomes de Miranda Neto, diretor da 20ª Seccional Urbana de Parauapebas, que a ordem para desviar o gado teria partido de dirigentes do próprio acampamento Frei Henrique, do MST, a qual pertence.
Ele afirmou ainda que o grupo acampado às margens da PA-275 teria sido coagido a cometer o furto do gado sob ameaça de perda do cadastro na terra e que o produto do roubo seria destinado ao militantes do MST acampados na frente do INCRA (SR-27) em Marabá. Manoel Tavares e o bando permanecem presos à disposição da Justiça. Eles estão sendo acusados de furto qualificado, porte ilegal de arma de fogo e concurso de pessoas. Nenhum membro da direção do MST retornou para esclarecer o depoimento de Manoel.








Uma resposta
Embora eu adorasse acreditar que não, esses movimentos “sociais”, como se auto denominam essas gangues, ultimamente são o exemplo mais próximo da ideologia do terror, que utiliza seres bestializados, desinformados e necessitados de estruturas básicas de vida para os piores fins.
Lamentável.
Mas é esse o retrato do Brasil da “incrusão social”.