Author Archives: Zé Dudu

A quem interessar possa!

Quando alguém se dispõe a escrever um blog para repercutir notícias e dar sua opinião nos fatos que divulga, principalmente quando esses fatos envolvem política, está sujeito ao contraditório, que é quando alguém acha que tudo o que foi dito é besteira e tenta descaracterizá-lo, elencando razões que comprovariam estar errado o autor.

Meu Blog fez seis anos em 2014. Nesses seis anos procurei me manter em situação positivista em relação à maioria dos políticos locais e dos governos que passaram em Parauapebas e região. Acredito que apontar apenas os erros não é a forma ideal de contribuir para que sejam solucionados.

Tenho posição firme quanto a isso. Este não é um blog de denúncias vazias e de ataques pessoais à honra e à família de políticos. Não! Aqui se denuncia o que se pode provar. Aqui não se cobra de representantes do Ministério Público ou de Tribunais de Contas que atendam reclamações e publicações, quase sempre onde apenas um lado é ouvido ou porque me conluio com pessoas que visam crescer politicamente e querem que quem está no poder simplesmente saia de lá. Aqui não se acusa sem prova e não se muda de opinião ou de lado como fazem muitos pseudos-articulistas por aí.

Aqui você nunca leu ou vai ler que o trabalho do jornalista A, B ou C é ruim ou tendencioso. Eles que articulem para quem ou o que quiserem.

Como disse antes, não gosto de comentar o que diz colegas blogueiros, todavia, hoje terei que fazê-lo, pois sinceramente não entendo essa preocupação comigo do aziago carcereiro da polícia candanga, que escreve o Blog Sol do Carajás. Não entendo a insistência que ele tem em classificar este blogueiro como vendido e o meu blog como de aluguel.

Será inveja, já que ele, outrora defensor inconteste do PT e de Darci, passou a criticar e fazer agressões pessoais ao ex-prefeito, ao partido e aos aliados deste nas últimas eleições  simplesmente por acreditar que isso lhe daria cartaz com o atual prefeito, o qual passou a defender em um passe de mágica com toda a voracidade possível e imaginável?

Aqui, quando se denuncia algo é porque as provas estão arquivadas e, se necessário, serão mostradas em qualquer tempo.

Nos últimos dias disse em uma das colunas que recebera a informação de que o vereador parauapebense Charles Borges (SDD) teria procurado um empresário em Brasília para tentar extorquí-lo. Disse porque o empresário assinou um documento se responsabilizando pela autoria da denúncia e coube a mim apenas a divulgação da mesma. O documento e as provas estão guardados para serem apresentadas quando for necessário. Não ataquei ou fiz ataques covardes ao vereador. Muito pelo contrário, antes de publicar a denúncia estive pessoalmente na residência do mesmo para comunicar ter recebido-a e que iria publicá-la, todavia, gostara que ele se manifestasse à respeito. A resposta do vereador foi de que o fato não teria acontecido e que não iria dar declaração nenhuma. Fiz o que deve fazer qualquer jornalista ou blogueiro que tem a informação correta como moeda de troca com seus leitores, procurei a outra parte e dei a ela o amplo direito de defesa.

Estou em Parauapebas há exatos 30 anos. Conheço muita gente e a maioria dos políticos que aqui militam. Não me envolvo em golpes políticos com A ou B. Não tento manipular meus milhares de leitores com notícias produzidas por políticos ou asseclas destes. Como disse, conheço bem a maioria dos políticos locais e posso afirmar com absoluta certeza que a grande maioria deles não está nem aí para o povo ou para o eleitor. Sem querer generalizar, a grande maioria quer mesmo é se dar bem. Manipulam tudo e todos pelo poder. Alguns, se continuassem em suas atividades profissionais ganhariam bem mais que o salário de vereador, contudo, em um lampejo de altruísmo invejável, preferiram dedicar o restante da vida em prol dos mais necessitados.

Não vai ser no meu blog que políticos que há alguns dias comiam (alguns ainda comem) no prato do governo vão ganhar notoriedade por ter criado uma CPI porque o prefeito não cedeu à algumas exigências momentâneas desses e por esse motivos se rebelaram. E explico porque.

Qual o objetivo de uma CPI?

Uma CPI deve ser criada com objetivo definido em requerimento solicitando sua implantação. Após as investigações, apuradas irregularidades, estas devem ser encaminhadas ao Ministério Público para que este ofereça a denúncia à justiça.

Ora, o objetivo dessa CPI ( investigar a compra de contraceptivos pela Secretaria de Saúde de Parauapebas) já é fruto de uma denúncia apurada pelo Conselho Municipal de Saúde e encaminhada ao MP. Ou seja, qualquer que seja a conclusão da investigação dos vereadores esta já é fruto de investigação no MP e, portanto, esta CPI perdeu seu objetivo.

Quero deixar bem claro aqui que não sou contra a criação de CPI alguma. Acredito que investigar possíveis erros de conduta, equívocos administrativos ou má condução do erário é dever dos vereadores e que estes devem ser aplaudidos quando cumprem seus papéis de legisladores.

Os vereadores têm um papel importantíssimo no sistema administrativo municipal, todavia, penso que nossos edis perderam o foco. Não essa Câmara, mas as anteriores também. Por Parauapebas ser uma cidade de grandes recursos financeiros, nossos nobres legisladores não se preocuparam ou se preocupam em criar leis que visem o crescimento ordenado do município. Não fiscalizam nada, não criam nada, não estão nem aí pra nada, a não ser em vestir seus terninhos nas terças-feiras e usar a tribuna da Câmara por 20 minutos de demagogias imorais e absurdas, e passar no caixa no final do mês para apanhar seus suados dividendos.

Faço 50 anos no meio do ano que vem. Já passou aquele tempo em que eu sentia a necessidade de explicar as razões de minhas atitudes. Desculpem pelo desabafo, mas sempre acreditei que cada um deve levar a vida como quer e isso deve ser respeitado por todos, mesmos por aqueles sem escrúpulos algum.

Secretaria Municipal de Segurança Pública apresenta plano de trânsito na ACIP

Palestra Semsi - ACIPDiretores e sócios da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP), participaram de uma reunião na última quinta-feira (18), no auditório da entidade, quando na oportunidade receberam profissionais que atuam na Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão de Parauapebas (SEMSI).

Hipólito Gomes - Titular da SEMSIAtravés do encontro, o titular da SEMSI, Hipólito do Nascimento Gomes, apresentou aos presentes o Plano de Ação para Segurança no Trânsito de Parauapebas, que diga-se de passagem é o que tem uma das maiores frotas de veículos do Pará e consequentemente leva o título de um dos mais violentos do Estado. Porém, “o nosso objetivo é arregaçar as mangas e trabalhar para que nosso trânsito seja cada dia melhor e que os índices de violência nesta área possam cair”, alertou Hipólito durante palestra proferida na sede da ACIP.

Gleidson Afonso Almeida de Souza - Diretor do DMTTO diretor do Departamento Municipal de Trânsito e Transporte de Parauapebas, Gleidson Afonso Almeida de Souza, também presente na reunião, repassou aos presentes os números do trânsito em Parauapebas, enfocando a importância de toda a sociedade organizada se unir para que o trânsito de Parauapebas e região seja mais seguro. “O nosso departamento que é ligado a Secretaria Municipal de Segurança Institucional está de portas abertas para que juntos possamos fazer de nosso trânsito um meio mais seguro”, destacou.

Amparo Borges - Assessora de Comunicação SemsiNa oportunidade, Amparo Borges, atual Assessora de Imprensa da SEMSI, apresentou as campanhas já desenvolvidas pela secretaria, como no carnaval, “transporte legal é transporte seguro”, FAP 2014 e Semana Nacional do Trânsito, e enfocou a importância de se trabalhar em parceria com a sociedade organizada.

Oriovaldo Mateus - presidente da ACIPPara Oriovaldo Mateus, atual presidente da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP), a reunião foi muito produtiva e serviu para que os diretores da entidade e seus respectivos associados pudessem conhecer um pouco mais da realidade da área da segurança em Parauapebas. “Nós da ACIP nos sentimos lisonjeados em receber estes profissionais em nossa sede, e aproveitamos a oportunidade para afirmar que sempre estaremos à disposição para contribuir no que for preciso, afinal, nós comerciantes e empresários usufruímos muito do trânsito de Parauapebas e é nosso dever contribuir para que as coisas aconteçam da melhor forma possível”, destacou o presidente.

Texto e fotos: Bariloche Silva – Assessoria de Imprensa da ACIP

O que realmente acontece com o Voto Nulo?

voto nuloEm épocas eleitorais, muitos sustentam que o Voto Nulo é forma de protesto resultante da insatisfação do povo com o cenário político e/ou desidentificação com os candidatos.

Fato é que a Constituição Federal da peso zero para esse “voto de protesto”, porque, segundo o Ministro do TSE Henrique Neves, ele não interfere no resultado das eleições.

O que há é uma interpretação equivocada do art. 224 do Código Eleitoral.

Art. 224. Se a “nulidade” atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.

O grande equívoco reside no que as pessoas identificam como nulidade. O artigo não se refere ao “Voto Nulo” que muitos tem bandeirado como protesto. Se refere aos casos que podem gerar a nulidade do pleito, ou seja, votação decorrente de fraudes, falsidades, coação, desvio e abuso de poder, propaganda ilegal que beneficie um candidato em uma disputa majoritária etc.

Os Votos Nulos não são considerados desde 1965 (Lei 4.737/65), assim como os Votos em Branco (Lei 9.504/97). No final das contas, são registrados apenas para fins estatísticos. Por serem descartados na apuração final, eles podem ter um poder contrário ao desejado por muitos.

Imagine: uma eleição majoritária com 100 eleitores, um candidato precisa de pelo menos 51 votos válidos (50% + 1) para vencer a eleição no primeiro turno. Se 20 desses eleitores “protestarem”, apenas 80 serão considerados válidos, logo, estará eleito quem receber apenas 41.

Exercer a Cidadania é muito mais que votar ou não.

Escolha bem o futuro da sua casa, do seu bairro, da seu município, do seu estado, do seu país e da sua vida.

Faltam apenas 13 dias para a eleição. Não deixe de votar, exerça seu papel de cidadão e escolha bem, pois essa sua escolha vai repercutir por até quatro anos

Comissão concede anistia a 14 indígenas afetados na Guerrilha do Araguaia

A Comissão de Anistia reconheceu hoje (19) a anistia política a um grupo de índios da etnia Suruí vítimas da ação da ditadura militar durante a Guerrilha do Araguaia. Dos 16 pedidos analisados nesta sexta-feira, a comissão reconheceu 14. Em todos os processos os índios foram utilizados pelos militares para o reconhecimento do território e para servir de apoio nas perseguições aos guerrilheiros.

Anistia aos índiosAo reconhecer a violação dos direitos dos índios, o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, pediu desculpas pela ação do Estado brasileiro. “O conjunto de uma comunidade indígena também foi vítima da ditadura militar e que essa repressão, que aconteceu ao povo que vivia em torno da região da Guerrilha do Araguaia, atingiu não apenas os camponeses, os guerrilheiros, mas também as comunidades indígenas que lá estavam”, disse Abrão.

Até hoje, a Comissão de Anistia só havia reconhecido um caso de indígena perseguido pela ditadura. Segundo Abrão, a iniciativa abre espaço para que a história seja recontada. “O que era apenas uma presunção, agora é certeza e a história tem que ser recontada para dizer que indígenas também foram atingidos pela repressão”, disse.

Os índios anistiados habitam a aldeia Soror, na Terra Indígena Aikewara, localizada entre os municípios de Marabá (PA), São Geraldo do Araguaia (PA), São Domingos do Araguaia (PA) e Brejo Grande do Araguaia (PA). No período da Guerrilha do Araguaia, o contato dos suruí com os “brancos” era recente, feito a partir da década de 50 do século passado e intensificada na década de 1960.

“Quando estourou o problema da questão política daquela época, o meu povo estava com pouco tempo de contato”, disse à Agência Brasil, o índio Winurru Suruí, neto de um dos anistiados. “Eles ficaram em cárcere privado dentro da aldeia, não podiam sair, não podiam caçar, o estoque de alimentação foi destruído. Dentro da aldeia montaram uma base na qual o Exército ficou de 1971 a 1973 e alguns indivíduos adultos foram requisitados para ajudar [nas ações]. Poucos indígenas entendiam o português, apenas um que era o tradutor”, complementou.

O movimento guerrilheiro no Araguaia começou no fim dos anos 60 para lutar contra a ditadura militar. Organizado por pessoas ligadas ao PCdoB, o grupo acabou constituindo o primeiro movimento que enfrentou o Exército durante o regime militar. Foram utilizados mais de 3 mil militares no conflito, que durou de 1972 a 1975. Mais de 60 pessoas morreram e muitos corpos continuam desaparecidos. Para chegar ao reconhecimento, a Comissão de Anistia analisou documentos, depoimentos prestados pelos índios ao Ministério Público Federal e dos próprios indígenas.

Presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) Maria Augusta AssiratiA presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Maria Augusta Assirati disse que o reconhecimento da exploração dos Suruí pelos militares foi histórico. “Pela primeira vez, em 13 anos, [o Estado] reconhece o processo de vitimização de uma comunidade indígena, de um povo indígena em função de atos de exceção praticados pela Estado brasileiro no período da ditadura militar”, disse.

Um dos índios, Marahy Suruí, hoje com mais de 80 anos, ficou surdo e tuberculoso em consequência das condições em que ficou. Somente em 2010, eles decidiram entrar com o pedido, por receio de alguma possível retaliação dos militares. Com o reconhecimento da anistia, cada um dos indígenas vai receber 130 salários-mínimos. “A gente só vai ter a dimensão da importância desse ato, historicamente, se a gente pensar nele como a reparação de um ato do passado, mas também como ponto de inflexão do tamanho da dívida que o Estado brasileiro tem com os povos indígenas”, complementou Maria Augusta.

Uma das consequências da ação dos militares foi a retirada dos índios de seu território. Segundo Winurru, apesar da anistia individual, os índios pleiteiam também uma reparação coletiva. “Não foi só esses do processo [na Comissão de Anistia]. Foram todos.” Segundo ele, atualmente os índio se encontram em um território de apenas 26 mil hectares (um hectare corresponde aproximadamente à área de um campo de futebol oficial). “Nós éramos da região do Rio Araguaia e agora o rio mais próximo fica a 70 quilômetros”, relatou o suruí, complementando que o impacto cultural foi forte, pois, sem acesso ao rio, os índios deixaram de fabricar utensílios de barro e de argila e fazer outras atividades. “Nós eramos canoeiros e hoje só conhecemos canoa da televisão”, disse.

De acordo com a antropóloga Iara Ferraz, que estuda há mais de trinta anos os suruí e é responsável por um dos relatórios que embasaram o processo, mais do que a reparação individual, os índios esperam essa “reparação coletiva”. Há 40 anos que eles esperam que sejam reconhecidos que eles foram perseguidos, que sofreram muito e sobretudo que eles perderam o território deles. “Tem um plano coletivo, da comunidade, da sociedade toda que sofreu nesse período”, disse.

A presidenta da Funai,  Maria Augusta Boulitreau Assirati, prometeu que, até o início de outubro, vai entregar ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o processo acrescentando 11 mil hectares no território dos Suruí. “Vamos ter uma reparação estatal completa que reconhece o erro do passado praticado pelo Estado e que busca resguardar o futuro de vocês enquanto povo”, disse aos índios.

Por Luciano Nascimento – Agência Brasil

Estadão mostra as dificuldades dos produtores da região do Vale do Araguaia para escoar a produção

imageDurante quatro dias, o jornalista André Borges, do jornal O Estado de São Paulo, percorreu a rota de escoamento do Vale do Araguaia. A partir de Água Boa, em Mato Grosso, a reportagem andou 970 quilômetros da BR-158 até chegar a Redenção, no Pará. Desse ponto, seguiu mais 360 km pela BR-155 para alcançar Marabá (PA). Essa região, que engloba o nordeste de Mato Grosso e o sul do Pará, forma hoje o arco de produção de grãos e pecuária mais promissor do País.

A precariedade e os riscos encontrados a cada quilômetro dessa viagem, no entanto, parecem ignorar o papel central que essas estradas jogam no quebra-cabeça logístico do País.

A rota do Araguaia, formada pelas BRs 158 e 155, é hoje o elo que falta para viabilizar um desejo antigo de integração nacional: ter rodovia, ferrovia e hidrovia trabalhando juntos. Nessa engrenagem, cargas que saem da BR-158 podem acessar os trilhos da Ferrovia Norte-Sul, em Colinas do Tocantins (TO), num trecho em que os trilhos já estão prontos para carregar grãos até os portos do Norte, como Itaqui (MA).

Confira o material jornalístico completo produzido pelo Estadão, que mostra as dificuldades dos produtores dessa região, clicando no link :http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,vale-do-araguaia-busca-saida-para-seu-futuro,1563454

Manifestantes interditam a portaria de Carajás em protesto contra a Vale e Jatene cancela visita que faria à Parauapebas

Interdição da portaria de Carajás - Foto Vinícius NogueiraCerca de 100 manifestantes bloqueiam desde às 5 horas desta segunda-feira a portaria de acesso ao Projeto Carajás, em Parauapebas. Eles protestam em virtude de uma liminar concedida pela justiça que manda retirar cerca de 400 famílias residentes em uma área que ficou conhecida como “Linhão”, nos bairros Tropical I e II e Ipiranga.

Segundo os autos, que tem como requerente a Vale, o despejo das famílias está previsto para o próximo dia 30. Em protesto contra o descaso da Vale, uma manifestante chegou a se acorrentar em uma pilastra na guarita de acesso à Carajás durante o manifesto.

Interdição da portaria da Vale em Carajas 21-9

Com a interdição da portaria, a visita que o govenador Simão Jatene faria à Parauapebas na manhã de hoje foi cancelada. Segundo a assessoria do governador, ainda não há previsão de quando essa visita acontecerá.

Nota da Vale

Em relação à ocupação na região do bairro Jardim Tropical II, a Vale esclarece que a área está localizada em faixa de servidão de linhas de transmissão de energia de alta tensão, existentes há mais de uma década. Apesar de se tratar de uma zona de alta periculosidade, que se encontra devidamente sinalizada, o terreno vem sendo ocupado irregularmente nos últimos meses.

Diante do alto risco de fatalidade e para prevenir ocorrências que coloquem em risco a vida das famílias que ocupam o local, a Vale requereu ao Tribunal de Justiça do Pará a reintegração de posse.

Em 20 de agosto deste ano, a Justiça concedeu liminar determinando a  desocupação imediata e urgente da faixa de terra. Para a decisão, conforme consta no documento, foi considerado justamente o elevado risco de descarga elétrica e o grave e iminente risco de vida às pessoas que invadiram e ocupam o local irregularmente.

A Vale reitera seu compromisso com a segurança de suas operações, bem como das comunidades onde atuamos. A empresa reforça seu respeito aos moradores e permanece aberta ao diálogo, para continuidade do bom relacionamento nas localidades onde mantém operações.

Eleições 2014 – Calendário Eleitoral : 22 setembro

2014

( 13 dias antes)

Último dia para os partidos políticos, as coligações, a Ordem dos Advogados do Brasil e o Ministério Público impugnarem os programas a serem utilizados nas eleições de 2014, por meio de petição fundamentada, observada a data de encerramento da Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas (Lei nº 9.504/97, art. 66, § 3º).

Resultado da Mega-Sena 1637 – acumulou

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Eleições 2014 – Calendário Eleitoral : 20 setembro

2014

(15 dias antes)

Data a partir da qual nenhum candidato poderá ser detido ou preso, salvo em flagrante delito (Código Eleitoral, art. 236, § 1º).

Último dia para a requisição de funcionários e instalações destinados aos serviços de transporte e alimentação de eleitores no primeiro e eventual segundo turnos de votação (Lei nº 6.091/74, art. 1º, § 2º).

Data em que deverá ser divulgado o quadro geral de percursos e horários programados para o transporte de eleitores para o primeiro e eventual segundo turnos de votação (Lei nº 6.091/74, art. 4º).

    Emprego: Prefeitura de Parauapebas realiza Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação temporária de pessoal

    A Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Administração (Semad), realiza Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação temporária de pessoal que atuará nas duas Unidades de Pronto Atendimento (UPA) que serão inauguradas pelo governo Valmir Mariano nos próximos dias. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), serão necessários 285 novos servidores para suprir a demanda de atendimento.

    Os profissionais interessados em participar do processo seletivo devem entregar o currículo na Coordenadoria de Treinamento de Recursos Humanos (CTRH) que funciona no prédio da Prefeitura, entre os dias 23 e 25 de setembro, conforme o seguinte cronograma:

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    Os candidatos que tiverem seus currículos selecionados serão convocados para a entrevista e a relação com os respectivos nomes será publicada no site da Prefeitura de Parauapebas e no Átrio da Prefeitura, no dia 29 de setembro de 2014.

    O Edital que estabelece todo o processo seletivo está disponível no portal da Prefeitura.

    Fonte: ASCOM PMP