Unifesspa lança sua marca na recepção aos calouros de 2019

Caminhando para o sexto ano de criação, universidade se consolida e já proporciona ensino acadêmico a 5.600 alunos na região, com 42 cursos de graduação e 18 programas de pós-graduação
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No início da noite de ontem (13), conforme antecipado por este Blog, aconteceu no Campus I da Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará), em Marabá, a Calourada 2019, a recepção aos 1.400 novos acadêmicos aprovados no Enem e já matriculados nos seis campi da instituição. O evento culminou com o lançamento da nova marca da Unifesspa, que até então usava em seus documentos oficiais o Brasão da República.

O reitor da universidade, professor-doutor Maurílio de Abreu Monteiro, comemorou a criação da marca da instituição regional de ensino superior público. Disse que é o primeiro símbolo da Unifesspa, que já caminha para o sexto ano de criação, se consolidando como uma comunidade que se amplia, o que inspirou a criação de uma identidade própria, amazônica.

A marca da Unifesspa foi desenvolvida por professores e técnicos da instituição, do curso de Artes Visuais, que forma designers e publicitários, entre outros profissionais, que discutiram e organizaram o símbolo.

“Então, hoje nós temos uma identidade própria que sintetiza uma marca da universidade, que cresce e que precisa ter um símbolo que a represente. É algo de festa, nossa vontade era lançar essa marca no nosso quinto ano de criação [em 2018], mas ainda não estava madura”, explicou o reitor, acrescentando que a marca simboliza os rios, o ensino, a extensão, a chama do saber, os professores, entre outros significados, e que é o conceito da Unifesspa. “Ficou linda, maravilhosa”, comemorou Maurílio.

Hoje a Unifesspa congrega 5.600 alunos nos três campi de Marabá e nos de Rondon do Pará, Santana do Araguaia, Xinguara e São Félix do Xingu. “É uma universidade pujante, crescente, este ano vamos chegar à marca dos 42 cursos de graduação e 18 programas de pós-graduação. Isso só é possível porque já temos um grupo forte de técnicos e de docentes”, ressaltou o reitor.

Ele informou que, devido esse crescimento, este ano a folha de pagamento da Unifesspa vai superar os R$ 100 milhões, porém, na opinião de Maurílio Monteiro, mais importante que esse dinheiro injetado na economia da região, é o conhecimento que vai injetar dinamismo, crescimento, ciência, tecnologia e participação: “Então, é uma universidade que tem muito a comemorar e essa calourada é isso. É uma comemoração de uma universidade viva e crescente”.

Marca se desenvolveu a partir da ideia da imagem da castanheira e de seu significado social   

O presidente da Comissão de Elaboração da Marca, professor e artista plástico Alexandre Silva dos Santos Filho, mais conhecido como Alixa, por motivos alheios à vontade dele não pode comparecer ao lançamento, mas, em vídeo, explica que a criação envolveu um grupo multidisciplinar formado por designers, artistas e o pessoal da Comunicação e da Publicidade para que se pudesse “ter vários pontos de vista”.

Assim, a marca deveria conter significados importantes, o que levou o grupo a pensar numa metodologia de trabalho, a partir da ideia da castanheira, tendo em vista que o local em que hoje se situa o Campus I, no Núcleo Nova Marabá, já foi um castanhal. Então, a marca foi criada com o significado social disso, da Amazônia, da cidade, da luminosidade, da sociedade, da sinuosidade e de outros conceitos da Unifesspa. Envolveu ainda teoria de cor, questões filosóficas, artísticas e estéticas, ajustando a criação dos desenhos que pudessem sintetizar todo esse conceito.

Os demais membros da Comissão foram: Amilton Damas de Oliveira (Illa – Instituto de Linguística, Letras e Artes), Cinthya Marques do Nascimento (Illa), José Marcos Cavalcanti, Alexandre Silva dos Santos (Alixa), Charles Pitter, Dorys Liliana Rivarola de Costa de Oliveira (Ascom – Assessoria de Comunicação), José Maria Teixeira da Costa Júnior (Illa), Lucas França Rolim (Sinfra – Secretaria de Infraestrutura) e Manoel de Sousa da Silva Júnior (Gabinete da Reitoria).

Por Eleuterio Gomes – de Marabá

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