Projetos de humanização levam informação e entretenimento aos usuários do Hospital Regional de Marabá

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Palestra sobre tabagismoNo Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, a humanização do atendimento é uma constante busca dos profissionais. Desde a chegada do usuário na recepção até o momento da alta médica, diversas ações são desenvolvidas com o intuito de contribuir para a recuperação do paciente no ambiente hospitalar e para a diminuição do isolamento social. 

Júlio de Carvalho, de 21 anos, foi vítima de um acidente de moto no início deste mês. Ele sofreu traumatismo craniano e está internado no HRSP desde então. No dia 22/02 ele se juntou a outros pacientes para uma sessão de cinema, promovida pelo Serviço de Atenção ao Usuário (SAU), e saiu de lá mais motivado. “Dentro do hospital perdemos a noção do tempo e do que acontece lá fora. Então essas atividades são muito interessantes. A interação com outros pacientes na sala também é muito boa. A gente se sente mais vivo e traz uma vontade de melhorar sem tamanho”, contou Júlio. 

Seu Manoel Duarte, de 61 anos, morador do município de Abel Figueiredo, participou de duas sessões e diz que está ansioso para a próxima exibição. “O cinema é bom porque deixa a gente mais alegre. Amanhã terá mais um filme e, se tiver pipoca, eu vou de novo”, afirmou. 

O Cine SAU Pipoca, como é chamada a sessão de cinema, é realizado toda sexta-feira à noite, com direito a pipoca, brigadeiro e suco, liberados conforme orientação das nutricionistas. Excepcionalmente esta semana foi realizada em uma segunda-feira.

Orientação

CinemaAlém de entretenimento, os usuários do Hospital Regional recebem orientações sobre hábitos que ajudam a melhorar a qualidade de vida. Na semana passada, pacientes internados e acompanhantes participaram de um bate-papo sobre tabagismo. O assunto foi bastante comentado por eles e alguns mostraram espanto ao saber a quantidade de doenças causadas pelo cigarro, principalmente porque, mesmo não sendo fumantes, sofrem com o fumo passivo. Quem está exposto diariamente à fumaça do cigarro tem 30% a mais de chance de morrer de câncer de pulmão do que quem não convive com fumantes. 

 

Daniel de Carvalho, de 25 anos, que acompanha o irmão no HRSP, participou da palestra e já compartilhou as informações em casa. Segundo ele, a maior preocupação é com o pai, seu Moacir, de 55 anos, que fuma há mais de quatro décadas. “Apesar de saber dos males causados pelo cigarro, a palestra me impactou porque mostrou as consequências da doença por meio de fotos reais. Isso dá mais força para a gente continuar incentivando nossos familiares a deixarem esse vício. Minha mãe largou o cigarro há seis anos, mas meu pai ainda não”, disse.

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