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Marabá

Hospital Regional do Sudeste comemora 10 anos hoje com obras de ampliação paralisadas há dois

Por Ulisses Pompeu – de Marabá

Hoje, quarta-feira, dia 19, o Hospital Regional Público do Sudeste Dr. Geraldo Veloso comemora 10 anos de criação. Ontem, terça-feira, 18, uma cerimônia que contou com participação do secretário de Estado de Saúde Pública, Victor Mateus, e do staff da Organização Social (OS) Pró Saúde marcou a primeira década de atuação do HRPS. O evento reuniu também servidores, representantes religiosos, vereadores e prefeitos eleitos da região.

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Em seu discurso, o secretário de Estado elogiou a equipe técnica do HR e disse que a experiência com as OS têm sido bastante proveitosas para o governo do Estado, tanto pela qualidade do atendimento, quanto pela satisfação da comunidade.

Por outro lado, reconheceu que o Estado está em débito com a região em relação às obras de ampliação para implantação do serviço de hemodiálise, hemodinâmica, 30 novos leitos de UTI e um centro de estudo e pesquisa, que foram iniciadas em 2013 e deveriam ter sido concluídas em 2014, mas estão paralisadas há cerca de dois anos.

Victor Mateus alegou que houve problemas com a empresa que havia ganhado a licitação e iniciado as obras e avisou que uma nova licitação deverá ser feita nos próximos meses. Segundo ele, a previsão de conclusão e inauguração está prevista para o final de 2017 ou início de 2018.

O secretário de Estado destacou que a rede de hospitais regionais do Estado tem contribuído para melhoria dos serviços de saúde da comunidade e disse que, atualmente, é uma rede que embora precise estar se aprimorando, tem alcançado altos índices de satisfação da comunidade.

Bastante emocionado em seu discurso, o atual diretor geral do HR, Valdemir Girato, enalteceu o comprometimento dos colaboradores do hospital e reconheceu que os serviços especializados de média e alta complexidade que o HRSP oferece à população desta região salvam milhares de vida.

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Em 2012 o governo do Estado iniciou a ampliação do Hospital Regional com a promessa de construir alas direcionadas a serviço de hemodiálise, serviço de hemodinâmica, serviço de nutrição e dietética, 30 novos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) adulto, centro de estudo e pesquisa, farmácia, área administrativa, refeitório, lavanderia, além da ampliação do bloco cirúrgico e do pronto atendimento, incluindo a adequação da obstetrícia, com a criação de 15 novos leitos para partos de alto risco. A obra, orçada em aproximadamente 20 milhões de reais, possui 1.320 metros quadrados de área construída e deveria ter sido inaugurada em 2014.

Segundo a direção do HR, em uma década, o hospital realizou mais de 2.700.000 atendimentos, entre internações, cirurgias, consultas, exames e sessões de reabilitação especializada.

Pertencente ao Governo do Estado e gerenciada pela Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, o Hospital Regional de Marabá possui 115 leitos, dos quais 77 são de unidades de internação clínica e cirúrgica e 38 de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) – 20 de UTI Adulto, nove de UTI Pediátrica e nove de UTI Neonatal. O foco do atendimento é nas especialidades de neurocirurgia, traumatologia, ortopedia e cirurgia geral. O índice de satisfação do usuário, nesses anos, é de 94%.

Pará

Pará vai receber 1,8 milhão de doses da vacina contra o vírus H1N1

Vacina-H1N1-Data-e-Calendário-Campanha-Vacinação-Gripe-2016A campanha nacional de vacinação contra a gripe Influenza A, transmitida pelo vírus H1N1, está prevista para ocorrer no período de 30 de abril a 20 de maio. No Pará, 1,8 milhão de doses da vacina devem ser distribuídas. Devem ser imunizadas, em um primeiro momento, pessoas do grupo de risco, como grávidas, crianças de 6 meses a 4 anos, trabalhadores da área da saúde, mulheres lactantes, índios, presidiários, funcionários do sistema penal, adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas, pessoas a partir de 60 anos, hipertensos, renais crônicos e diabéticos.

“Anualmente temos essa vacinação, mas, além disso, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) dá palestras sobre o assunto, enfatizando os sintomas, as complicações e os cuidados”, diz a chefe de Divisão de Vigilância Epidemiológica da Sespa, Fátima Chaves.

O H1N1 – que é uma recombinação entre o vírus humano e o suíno – circula no mundo todo. O avanço recente no número de casos registrados no Brasil se dá pelo aumento de virolência, ou seja, o vírus ficou mais agressivo, com ação mais danosa. “Para combatê-lo não basta só vacinar, é preciso mudar os hábitos também. Não são os sintomas que matam, e sim as complicações, como pneumonia, insuficiência respiratória aguda e pouca oxigenação do cérebro, a chamada hipoxia”, explica a infectologista e professora da Universidade do Estado do Pará (Uepa) Consuelo Oliveira.

A confirmação do diagnóstico é feita após análise da secreção do paciente nos primeiros dias. No Pará, dois lugares estão aptos para fazer os exames: o Instituto Evandro Chagas e o Laboratório Central (Lacen), porém não são todos os casos que são submetidos à análise. “Os exames só são feitos em casos graves, quando a secretaria é acionada pelas unidades se saúde”, adverte Consuelo Oliveira.

Prevenção – A gripe provocada pelo H1N1, em muitos casos, dura em média de sete a dez dias. Os sintomas são parecidos com a dengue, exceto as complicações por problemas respiratórias. O quadro apresenta tosse, febre alta, coriza, espirro, dor de cabeça e no corpo e abatimento. O contágio se dá via partículas respiratórias, como tosse e espirro.

O tratamento inicial é com o mínimo de medicamento, vitamina C e a ingestão de bastante líquido, além de repouso. “Deve-se tomar remédios sintomáticos, ou seja, para febre, tosse, sempre que precisar, porém sob prescrição médica”, orienta a infectologista. Diante de sinais de insuficiência respiratória (dispneia), cor arroxeada dos dedos e boca (cianose) e batimento de asa de nariz (mais comum em crianças pequenas), o indicado é procurar um atendimento médico para que, se necessário, seja feito um tratamento a base de Tamiflu.

Diante dos recentes casos, é preciso tomar cuidados simples e básicos para evitar a doença. Lavar bem as mãos com água e sabão, fazer constantes higienizações com álcool em gel e não ficar em lugares com grande concentração são algumas ações cotidianas que ajudam na prevenção.

Existem dois tipos da vacina contra o H1N1: a trivalente e a quadrivalente. A primeira contém vírus inativo de H1N1, H3N2 e uma cepa (tipo) de influenza B; a outra apresenta, além desses três tipos de vírus, outra cepa de influenza B, deixando o organismo com uma cobertura mais abrangente. “É importante destacar que não existe uma melhor. As duas têm valor e atuam sobre o problema do mesmo jeito”, assegura Consuelo Oliveira. A vacina serve para incentivar a produção de anticorpo contra a doença. O mais recente boletim divulgado pela Sespa mostra que o Pará notificou, até o dia 29 de março de 2016, 24 casos de H1N1, com quatro confirmações e uma morte.

Pará

Parauapebas reduz o número de casos de dengue, diz Sespa

DengueO atual cenário de casos registrados de dengue, zika e febre chikungunya é uma preocupação vivenciada por todos os brasileiros.  Em Parauapebas, não é diferente, tendo em vista que a cidade figurava na lista dos municípios com maior número de casos notificados da doença do Estado do Pará.

Nesta semana o município recebeu uma boa notícia, com a divulgação do segundo Informe Epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Conforme dados da Secretaria, Parauapebas registrou apenas um caso de dengue confirmado durante os meses de janeiro e fevereiro.

Ao todo, o Pará registrou 510 casos de dengue, 18 de zika e um importado de febre chikungunya em janeiro e fevereiro deste ano. Houve uma redução de 30% na quantidade de doentes com dengue no Estado em relação ao mesmo período de 2015, que registrou 729 confirmações.

O município de Oriximiná lidera no ranking, com 76 casos confirmados, seguido por Santana do Araguaia (45), Alenquer (32), Belém (27), Benevides (11), Marituba (11), Itaituba (11), Ananindeua (8), Canaã dos Carajás (5) e Parauapebas (1). Em todo o Estado, não houve registro de mortes por dengue em 2016.

Ações de combate

Em Parauapebas, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), desde dezembro de 2015, ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e febre chikungunya estão ocorrendo na cidade. Mutirões de limpeza vêm sendo realizados para coleta de lixo e entulhos. O trabalho dos agentes de endemias foi reforçado no sentido de vistoriar e sensibilizar a população para evitar água parada. Palestras em empresas, universidades e escolas já foram realizadas neste início de ano. 

Além disso, o carro fumacê tem passado nos bairros com maiores índices de infestação do mosquito, segundo a coordenadora do Departamento de Vigilância Ambiental e Controle de Endemias, enfermeira Núbia Lima. Ela lembra também que uma Lei Federal permite agora que os agentes de endemias entrem em imóveis fechados para eliminar focos de criadouros do mosquito.

Entre as ações recentes, uma grande mobilização de alunos da rede municipal foi realizada na semana passada. Alunos e professores fizeram caminhadas pela cidade e distribuíram repelentes caseiros, corporais e para o lar.

Marabá

Projetos de humanização levam informação e entretenimento aos usuários do Hospital Regional de Marabá

Palestra sobre tabagismoNo Hospital Regional do Sudeste do Pará – Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, a humanização do atendimento é uma constante busca dos profissionais. Desde a chegada do usuário na recepção até o momento da alta médica, diversas ações são desenvolvidas com o intuito de contribuir para a recuperação do paciente no ambiente hospitalar e para a diminuição do isolamento social. 

Júlio de Carvalho, de 21 anos, foi vítima de um acidente de moto no início deste mês. Ele sofreu traumatismo craniano e está internado no HRSP desde então. No dia 22/02 ele se juntou a outros pacientes para uma sessão de cinema, promovida pelo Serviço de Atenção ao Usuário (SAU), e saiu de lá mais motivado. “Dentro do hospital perdemos a noção do tempo e do que acontece lá fora. Então essas atividades são muito interessantes. A interação com outros pacientes na sala também é muito boa. A gente se sente mais vivo e traz uma vontade de melhorar sem tamanho”, contou Júlio. 

Seu Manoel Duarte, de 61 anos, morador do município de Abel Figueiredo, participou de duas sessões e diz que está ansioso para a próxima exibição. “O cinema é bom porque deixa a gente mais alegre. Amanhã terá mais um filme e, se tiver pipoca, eu vou de novo”, afirmou. 

O Cine SAU Pipoca, como é chamada a sessão de cinema, é realizado toda sexta-feira à noite, com direito a pipoca, brigadeiro e suco, liberados conforme orientação das nutricionistas. Excepcionalmente esta semana foi realizada em uma segunda-feira.

Orientação

CinemaAlém de entretenimento, os usuários do Hospital Regional recebem orientações sobre hábitos que ajudam a melhorar a qualidade de vida. Na semana passada, pacientes internados e acompanhantes participaram de um bate-papo sobre tabagismo. O assunto foi bastante comentado por eles e alguns mostraram espanto ao saber a quantidade de doenças causadas pelo cigarro, principalmente porque, mesmo não sendo fumantes, sofrem com o fumo passivo. Quem está exposto diariamente à fumaça do cigarro tem 30% a mais de chance de morrer de câncer de pulmão do que quem não convive com fumantes. 

 

Daniel de Carvalho, de 25 anos, que acompanha o irmão no HRSP, participou da palestra e já compartilhou as informações em casa. Segundo ele, a maior preocupação é com o pai, seu Moacir, de 55 anos, que fuma há mais de quatro décadas. “Apesar de saber dos males causados pelo cigarro, a palestra me impactou porque mostrou as consequências da doença por meio de fotos reais. Isso dá mais força para a gente continuar incentivando nossos familiares a deixarem esse vício. Minha mãe largou o cigarro há seis anos, mas meu pai ainda não”, disse.

Ministério da Saúde e Universidade Aberta do SUS lançam curso online “Zika: abordagem clínica na Atenção Básica”

Curso sobre Zika vírus_DivulgaçãoPara capacitar profissionais de saúde sobre a suspeita, notificação, investigação, diagnóstico do vírus Zika, o Ministério da Saúde e a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) lançaram o curso “Zika: abordagem clínica na Atenção Básica”. As inscrições devem ser realizadas pelo site da UNA-SUS e seguem até 15 de fevereiro de 2017.

A capacitação é destinada a médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, profissionais de nível superior da Atenção Básica e demais interessados no tema, que terão acesso a informações sobre o vírus Zika relacionadas à conduta nos casos e situações tratadas nos protocolos aprovados pelo Ministério da Saúde. Com 45 horas-aula de duração, o curso tem um capítulo integralmente dedicado aos cuidados voltados às gestantes com infecção pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia.

Atuando há oito anos na rede pública de saúde, seis deles em Parauapebas, o enfermeiro Ranielson Cruz Lobato, que trabalha na Unidade de Saúde do bairro Rio Verde, é um dos profissionais matriculados no curso. Ele já fez a primeira unidade do treinamento, o qual apresenta aspectos epidemiológicos da doença e características do vírus, como também, dados acerca da doença no Brasil.

“Já fiz três cursos pela UNA-SUS e vi o anúncio no Facebook, na página do Ministério da Saúde. O curso sobre o Zika vírus é composto por vídeo-aulas e material de apoio, e tem sido bem esclarecedor e de boa compreensão, em função da metodologia empregada”, observa o enfermeiro, acrescentando que já compartilhou a informação com os colegas de trabalho, os quais também farão matrícula no curso.

Elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Mato Grosso do Sul), em parceria com as universidades federais de Mato Grosso do Sul (UFMS) e de Pernambuco (UFPE), a secretaria municipal de saúde de Campo Grande e a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), o curso recebeu, nas primeiras 72 horas de inscrições, mais de oito mil matrículas.

O curso autoinstrucional de Zika é composto por quatro unidades educacionais. Os módulos são: aspectos epidemiológicos, promoção à saúde e prevenção de infecção por vírus Zika; quadro clínico e abordagem a pessoas infectadas com vírus Zika; os cuidados com as gestantes com suspeita ou confirmação de infecção por vírus Zika e do recém-nascido com microcefalia; e vigilância da infecção por vírus Zika e suas complicações. A ação trabalha pedagogicamente com atividades interativas, casos clínicos, vídeos com especialistas e entrevistas.

Entre os objetivos do treinamento está a orientação dos profissionais de saúde quanto ao modo de transmissão, período de incubação, vetor e características do vírus Zika.

Parauapebas

Secretário de saúde de Parauapebas faz esclarecimentos sobre orçamento da pasta

Durante reunião realizada segunda-feira (22), o titular da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), João Luiz Ribeiro, esclareceu para os vereadores Ivanaldo Braz, Zacarias Assunção, Marcelo Parceirinho e Eliene Soares, algumas dúvidas dos edis com relação ao orçamento da pasta e a respectiva utilização de recursos do governo federal.

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De acordo com o gestor da Semsa, desde 2010, recursos repassados pelo governo federal ao município de Parauapebas, vem se acumulando em função das dificuldades enfrentadas no processo de sua respectiva aplicação. O montante acumulado atual está na casa de 25 milhões de reais, que segundo João Luiz, já está sendo utilizado e será totalmente aplicado até o final desse ano.

“Já realizamos 25 processos licitatórios para a utilização desses recursos, dentre eles a compra de medicamentos, de materiais para a Vigilância em Saúde, tais como uniformes e Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para os agentes de endemias que atuam no combate à dengue, também disponibilizamos os atendimentos oftalmológicos que há muitos anos não eram oferecidos pelo SUS no município”, esclareceu João Luiz. Com esse plano de aplicação dos recursos repassados pelo Ministério da Saúde (MS) já em execução, o município não deverá devolver valores para o governo federal.

Com relação à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o fato de a mesma ter sido construída e equipada com recursos próprios do município e estar em pleno funcionamento, contribuirá para que seu processo de credenciamento e habilitação ocorra com mais celeridade. Só após o MS deferir a habilitação da UPA é que os recursos federais, destinados ao auxilio de custeio do estabelecimento de saúde, serão disponibilizados.

O integrante da equipe de planejamento da Semsa, Israel Pereira, esclareceu durante a reunião que os repasses do MS são condicionados ao início da prestação do serviço, ou seja, para credenciar e habilitar a UPA ou qualquer outro serviço de saúde no município para receber recursos federais é preciso primeiramente que o estabelecimento de saúde entre em operação.

No caso do Centro Especializado em Reabilitação (CER), Israel Pereira também informou da dificuldade de implantação da referida estrutura pelo município no atual momento, em função das restrições orçamentárias do MS. “É bom esclarecer que o Ministro da Saúde tem reiterado, através da imprensa, que novas habilitações de serviços somente serão liberadas a partir da previsão do incremento de novas receitas, haja vista que o orçamento atual do Ministério da Saúde, comporta apenas a manutenção de serviços já habilitados”, informou Israel Pereira.

“Existem mais de 350 pedidos de credenciamentos de CER em todo o país e por questões de limitação orçamentária, o MS nos informou que vai aprovar apenas 89 deles, priorizando os municípios com maiores índices de microcefalia”, informou Júnia Rocha, da Rede de Atenção à Pessoa com Deficiência, da Semsa, também presente na reunião.

Policlínica

Para atender os pacientes que carecem de reabilitação, principalmente as crianças atendidas pela APAE, a Semsa vai inaugurar, no final de março desse ano, a Policlínica, que agregará todos os Serviços Especializados de Saúde do município, em especial a reabilitação neurológica com prioridade para estimulação precoce das crianças.

“Na Policlínica teremos 17 especialidades médicas, vamos disponibilizar também na estrutura uma Unidade de Dispensação de Medicamentos Excepcionais (UDME), onde pacientes que recebem medicamentos do governo estadual serão atendidos sem precisar se deslocar para Marabá para adquiri-los, como ocorre atualmente. Teremos também o ambulatório de nefrologia e diálise peritoneal, além do atendimento centralizado às crianças que tem Alergia ao Leite de Vaca (ALV) e Intolerância à Lactose (IL)”, informou Israel Pereira.

Texto: Karine Gomes – Foto: João Batista

Escola de Meditações Ativas inscreve até o dia 07 de março, em Belém

Interessados em aprender as técnicas de meditação têm até o dia 07 de março para fazer a sua inscrição na Escola de Meditações Ativas 2016, do Centro de Terapias Holísticas e Meditação “Porthal de Luz”. O curso é destinado a pessoas que pretendem melhorar sua qualidade de vida por meio da prática diária da meditação. As aulas serão ministradas em Belém, pelas consultoras em desenvolvimento humano e terapeutas holísticas Roseana Nogueira e Salete D’avila.

Com uma vida cheia de estresses e preocupações, há três meses a bióloga Joice Ferreira resolveu fazer meditação e hoje ela desfruta dos benefícios físicos e mentais proporcionados por essa prática. “Eu já tinha feito yoga e pilates, mas a meditação ativa mudou a minha vida. Minhas colegas de trabalho, que já participavam da escola do Porthal de Luz, me convidaram, então eu participei de uma aula experimental e acabei ficando”, explica. Joice vivia estressada por conta da sobrecarga de trabalho e de problemas pessoais, e a meditação se tornou para ela sinônimo de qualidade de vida. “Eu já tinha lido antes muitas reportagens de comprovação científica dos efeitos da meditação, mas resolvi praticar. Hoje, me sinto mais calma em situações de estresse, me concentro e raciocino melhor e não tenho mais insônia. A meditação periódica trouxe tranquilidade para a minha vida”, esclarece.

A ministrante do curso e proprietária da casa Salete D’avila explica que, com a meditação, a fisiologia do corpo muda e cada célula é preenchida com mais energia. Quando o nível de energia no corpo aumenta, a pessoa se sente mais alegre e cheia de entusiasmo. “Na escola, nós realizaremos um trabalho contínuo de autoconhecimento. As pessoas irão mudando o estilo de vida a partir dessa prática. Os resultados serão bem estar e qualidade de vida”, explica.

A ministrante Roseana informa que a cada aula será apresentada uma nova meditação e os alunos a praticarão durante a semana: “os nossos encontros semanais serão uma oportunidade para o aluno aprender e tirar suas dúvidas e praticar depois em casa”. O curso terá a duração de quatro meses e os encontros serão semanais, às segundas-feiras, das 19h30 às 21h30.

Serviço – Inscrições na Escola de Meditações Ativas 2016, do Centro de Terapias Holísticas e Meditação “Porthal de Luz”, até o dia 07 de março, data da aula inaugural. Ministrantes do curso: Roseana Nogueira e Salete D’avila, consultoras em desenvolvimento humano e terapeutas holísticas. Inscrições podem ser feitas no próprio centro, localizado na Rua Arcipreste Manoel Teodoro, entre Presidente Pernambuco e Gama Abreu, 864. Telefones: (91) 3120-9293/ 98866-9293/ 98149-0276.

Marabá

Ex-secretário de saúde de Marabá deve pagar multa de mais de R$ 24 mil, diz TCM-PA

Eugênio Caetano AlegrettiR$ 24.298,06 06 (vinte e quatro mil, duzentos e noventa e oito reais e seis centavos). Esse é o valor que o ex-secretário de Saúde do município de Marabá, Eugênio Caetano Alegretti (foto) deverá recolher aos cofres municipais e ao Fundo de Modernização, Reaparelhamento e Aperfeiçoamento do Tribunal de Contas dos Municípios (FUMREAP).

A multa é referente à prestação de contas do exercício financeiro de 2003 e foi aplicada pelo Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará (TCM/PA), ainda em 2015. Eugênio foi notificado via edital publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 11. O edital ainda será publicado outras duas vezes, nos próximos dias.

À época do julgamento pelo TCM/PA, a prestação de Contas do Fundo Municipal de Saúde de Marabá foi aprovada com ressalvas. Segundo a decisão, mesmo com falhas, “a ausência de processos licitatórios e de prestação de contas de suprimento de fundos não se mostraram suficientes para reprovar as referidas contas”, razão pela qual foram aplicadas as multas.

Eugênio era o responsável pelo Fundo Municipal de Saúde de Marabá. Do valor total da multa, deverá ser recolhido aos cofres municipais R$ 17.298,06 (dezessete mil, duzentos e noventa e oito reais e seis centavos), no prazo de 60 dias, e R$ 7.000,00 (sete mil reais) ao FUMREAP, no prazo de 30 dias. O comprovante do pagamento deve ser enviado ao TCM/PA, em Belém. No caso de descumprimento da determinação, os autos serão encaminhados para cobrança judicial.