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Parauapebas

Pacientes oncológicos de Parauapebas terão casa de apoio em Belém

Reivindicação do Ivecan foi atendida, assim como um segundo pleito, cujo atendimento já está sendo providenciado, um convênio com clínica oncológica de Parauapebas

É grande o número de pacientes oncológicos que precisam buscar tratamento fora do município, muitos deles buscam atendimento em São Paulo. Porém, 120 são atendidos em Belém, para onde vão com apoio da Prefeitura Municipal de Parauapebas, cujos recursos do TFD (Tratamento Fora do Domicílio) são repassados pela Semsa (Secretaria Municipal de Saúde).

Mas, apenas o recurso do TFD não tem sido necessário, se levados em conta os custos com hospedagem e alimentação, além de transportes do hotel para a clínica onde o tratamento é realizado. Foi com esses argumentos que a presidente do Ivecan (Instituto Vencendo o Câncer), Socorro Plácido, se reuniu com o secretário municipal de Saúde, José das Dores Couto -o Coutinho – para saber em que pé estão suas principais reivindicações que são: a instalação de uma casa de apoio em Belém e a assinatura de convênio com clínica de Parauapebas para a realização de diagnóstico e tratamento de câncer.

De acordo com Socorro, a necessidade da urgente implantação de ambos os serviços é uma questão humanitária, pois muitos pacientes já estão debilitados e o percurso de ônibus até Belém se torna penoso. “Por isso, se tivermos o tratamento aqui mesmo em Parauapebas, facilitará bastante para todos, que poderão ficar perto de casa contando com o apoio dos familiares que nem sempre, podem acompanha-los até Belém”, detalha.

Ela afirma que é importante também uma casa de apoio em Belém, para que os pacientes possam ter mais conforto e assistência o que, segundo Socorro, amenizará o sofrimento enquanto recebe o atendimento fora do domicílio.

As respostas foram dadas pelo governo municipal, por meio de Coutinho. Ele afirmou que no próximo dia 7 uma equipe da Semsa estará em Belém a fim de avaliar uma casa para locação e, em caso positivo, já proceder a instalação do mobiliário, designação dos servidores como, por exemplo, motorista, cozinheira e coordenador, e assim poder atender bem os que ainda precisam se deslocar a Belém. “Não se trata apenas de locar um imóvel, mas de implantar uma estrutura e administrar o funcionamento”, detalha Coutinho.

Quanto ao convênio com clínica em Parauapebas, a boa notícia também foi dada por Coutinho, dando conta que já iniciou o processo de licitação para contratar os serviços. O secretário avalia que será significativa a economia para os cofres públicos, já que muitos deixarão de ir para Belém o que implicará também em comodidade para os pacientes.