Polícia

Canaã dos Carajás: crime covarde é solucionado pela Polícia Civil

A Polícia Civil de Canaã dos Carajás conseguiu desvendar, após quatro dias de investigação, um assassinato covarde que aconteceu na madrugada do último sábado (18): Gilmar, mais conhecido como “Jabuti”, …

A Polícia Civil de Canaã dos Carajás conseguiu desvendar, após quatro dias de investigação, um assassinato covarde que aconteceu na madrugada do último sábado (18): Gilmar, mais conhecido como “Jabuti”, foi assassinado a pauladas por três pessoas. De acordo com o investigador Roberto, descobriu-se que Gilmar havia bebido durante todo o dia e estava com muito dinheiro, após ter chegado de um garimpo no mesmo dia. O homem, completamente embriagado e indefeso foi arrastado até o local do crime, próximo a Agência Canaã e ao lado do Centro Espírita, e foi morto.

A principal testemunha do caso entrou em contato com a Polícia Civil, informou todo o ocorrido e chamou médicos para averiguar se Gilmar ainda estava com vida. Quase um herói, Welson Guedes Silva, de 22 anos, parecia querer ajudar o homem morto e sua família com total solidariedade.

Cerca de 36 horas depois do crime, a PM recebeu a denúncia de que um homem havia sido preso e amarrado por populares na Vila Bom Jesus, mais conhecida como 13, após tentar roubar a motocicleta de uma senhora. Quase linchado pela população, Welson foi levado pela PM até a Delegacia de Polícia, onde aguardava decisão judicial.

À frente do caso, o delegado Jorge Carneiro explicou que diversas diligências pela cidade foram feitas. Na cadeia, Welson acabou entregando alguns pontos do crime e algumas imagens de vídeo flagraram o momento em que ele e mais um casal de adolescentes, de 15 e 17 anos, arrastaram Gilmar para o local.

Todos os envolvidos já prestaram depoimento e confessaram a autoria do crime. Segundo Welson, a motivação seria uma dívida que a vítima tinha com ele. O assassino confesso está preso e aguarda agora decisão judicial.

Já os dois menores de idade, aguardam a justiça para saber quais medidas cautelares deverão sofrer.

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