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Redenção

Prédio de rádio em Redenção é atingido por disparos de arma de fogo

Polícia Civil está investigando o atentado. Proprietário afirma que desconhece a motivação do ataque
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O prédio da Rádio Você FM, localizado na Avenida Araguaia, em Redenção, foi atingido por disparos de arma de fogo por volta das 22h45 de ontem, segunda-feira (15), no momento em que estava no ar o programa “In love”, do radialista Donato Di Paula. Os danos, entretanto, não passaram de orifícios na parede, e não houve feridos. O ataque, entretanto causou apreensão. Os disparos acertaram parede, portão e janela do prédio. A polícia encontrou seis cápsulas.

Ouvido pela Reportagem do Blog na manhã desta terça-feira (16), o comunicador Alexandre Júnior, proprietário da rádio e ex-vereador da Câmara Municipal de Redenção, disse desconhecer o motivo da ação dos criminosos. Disse ainda que foi a primeira de vez que isso aconteceu em empresa dirigida por ele e cobrou rapidez das autoridades na elucidação do atentado.

“Lamentamos, pois estamos em um momento importante do Brasil, momento em que estaremos escolhendo os nossos governantes. O País é democrático e a rádio faz o papel dela, que é comunicar, informar e levar a população sobre tudo o que acontece. Quando um veículo de comunicação sofre esse tipo de atentado, passa ser um atentado contra a nossa democracia”, desabafou Alexandre Júnior.

A Polícia Civil esteve na manhã desta terça-feira no prédio da Rádio Você FM, onde solicitou as imagens de circuito interno e disse que já está trabalhando na investigação do atentado.

Tucuruí

Em Tucuruí, Polícia Civil apreende drogas e prende traficantes

O fim de semana foi bastante produtivo para os policiais da 15ª Seccional Urbana de Tucuruí, péssimo para o tráfico e ótimo para a sociedade
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No final de semana, policiais civis da 15ª Seccional Urbana de Tucuruí, sudeste do Pará, apreendeu quase 4 quilos de pedras de oxi, além de balanças de precisão, dinheiro e armas. Uma pessoa foi presa. Em outra situação, após intenso trabalho de investigação, os agentes da lei descobriram uma casa que servia como depósito e distribuição de drogas. No endereço, não divulgado, os policiais apreenderam aproximadamente 3 quilos da droga conhecida como oxi pura.

“Ainda seria misturada, fracionada, embalada e vendida pelos traficantes de drogas em nossa cidade”, disse um dos investigadores envolvidos na operação. Os quase três mil gramas do entorpecente foram avaliados em mais de R$ 100.000,00 e seria capaz de produzir aproximadamente de 3.700 unidades de pedras oxi.

Em outra apreensão mais 500 gramas de pedra de oxi foram retirados do comércio de drogas na cidade de Tucuruí. Nessa ação trabalharam policiais civis e militares e um traficante acabou preso.

Deibson Castro de Sousa, conhecido como Zé Ribeiro, foi preso por uma guarnição da PM, e com ele estava aproximadamente meio quilo de pedra oxi pura, que ainda seria diluída, repartida, embrulhada e comercializada. Ele foi preso em flagrante.

Paralelamente, a Polícia Civil prendeu Lucas Pimentel Barbosa, com uma pedra oxi de 10 gramas, um revólver calibre 38 e seis munições.  Ambos estão à disposição da Justiça.

Redenção

Polícia encontra ossada humana em matagal às margens da BR-155

Peritos criminais estiveram na manhã de hoje no local para remover os restos mortais
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A Polícia Civil de Redenção recebeu uma denúncia anônima na tarde da última segunda-feira (2), dando conta da existência de uma ossada humana, em um matagal próximo ao antigo posto rodoviário da Polícia Rodoviária Federal. “Era por volta das 15h, quando a Polícia Civil foi informada da existência desse corpo. Rapidamente nossa equipe se deslocou até o local, onde constatamos a veracidade da informação e avisamos o Centro de Perícias Científicas para colher os materiais”, disse o delegado que está à frente do caso, Luciano Freitas.

Na manhã desta terça-feira (9), uma equipe de peritos do Instituto Renato Chaves, de Marabá, esteve em Redenção para remover os restos mortais a fim de periciar e determinar a provável causa da morte. A ossada humana foi encontrada nas proximidades de uma mata, as às margens da Rodovia BR-155, a 6 km de Redenção, saída para Pau D’Arco.

O delegado Luciano Freitas disse que quem tiver pessoas desaparecidas na família deve procurar a Delegacia de Polícia Civil para Registrar Boletim de Ocorrência. “É importante ajudar a polícia, ajudar os peritos, pois logo sai o laudo com as informações”, explicou ele.

A vítima não possuía documentos de identificação, vestia short xadrez, azul e branco e camisa da mesma cor e calçava chinelos azuis.

Pará

Delegado, sua esposa, pai e cozinheira são denunciados por vários crimes

Rodrigo França comprou garimpo de ouro, usava azougue e cometia atrocidades entre Tucumã e Ourilândia
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Peculato, concussão, crime ambiental e associação criminosa, esses são os crimes que o delegado Rodrigo da Motta França responderá após denúncia oferecida pelo Ministério Público do Estado nesta terça-feira (2), por meio da promotora de Justiça de Ourilândia do Norte, Aline Cunha. Além do delegado Rodrigo França, foram denunciados também Joycimara Ribeiro Lima (companheira), Neilto Tomaz França (pai), Ana Lúcia Castro Lúcio e Allan Soares Vilela. Os acusados estão presos no Presídio Americano I, em Belém, e no Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes (Crama) em Marabá desde 6 de setembro último.

A denúncia foi oferecida com base em inquérito instaurado pela Corregedoria de Polícia Civil da Regional do Araguaia, para apurar os crimes que teriam ocorrido tanto em garimpos localizados no município de Ourilândia do Norte, assim como nas dependências da delegacia de Polícia Civil do município de Tucumã.

Após ter tomado conhecimento de supostas condutas criminosas do delegado Rodrigo França, os fatos foram apurados pela Polícia Civil e elaborado um relatório investigativo apontando diversas praticas delituosas e infrações na esfera administrativa.

Consta dos autos do inquérito que o denunciado Rodrigo adquiriu um garimpo, de modo ilegal, no município de Ourilândia do Norte e passou a promover extração ilegal de ouro, utilizando-se da substância popularmente conhecida como “azougue”, mercúrio na forma liquida, causando graves danos ambientais. O delito de extração ilegal de minério é de competência da Justiça Federal, no âmbito estadual é apurado o crime ambiental resultante da conduta ilícita.

Além disso, o delegado Rodrigo transformou a unidade policial em um verdadeiro balcão de negócios, promovendo reuniões com garimpeiros subordinados a ele e inclusive desviando refeições custeadas pelo Estado que seriam destinadas à alimentação dos presos da unidade policial.

Outra conduta criminosa identificada foi a exigência de valores de proprietários de garimpos vizinhos, sob ameaça de efetuar ação policial contra os ilícitos praticados nesses garimpos.

Foi apurado também que, para melhor gerenciar as operações criminosas, Rodrigo permitiu a permanência, ou melhor, “colocou para trabalhar”, na unidade policial, a sua companheira Joycimara Lima, seu pai, Neilto França e a cozinheira Ana Lucia Castro Lucio, que atuavam como “olheiros” e “informantes”, auxiliando Rodrigo nos negócios ilícitos.

Após a realização de escutas telefônicas e apreensão de aparelhos celulares que tinham troca de mensagens, foram identificados outros crimes cometidos pelo delegado, como a cobrança de dez mil reais de uma vítima de furto de gado, para que a investigação fosse realizada e o gado fosse restituído, além da suspeita de apropriação indevida de drogas e armas e a comercialização de peças de veículos apreendidos na unidade policial.

“O relatório investigativo da Polícia Civil demonstra com riqueza de detalhes as ações criminosas perpetradas pelos denunciados, enriquecendo-o, por várias vezes, com registros fotográficos das condutas ocorrendo, demonstrando, por fim, qual seria a participação de cada um dos denunciados no esquema criminoso instalado naquela unidade policial pelo delegado responsável”, enfatiza na denúncia a promotora Aline Cunha.

Em complemento a essas investigações, no dia 6 de setembro de 2018 se deu nos municípios de Ourilândia do Norte e Tucumã a deflagração da “Operação Mamon” com cumprimento de prisões preventivas e de mandados de busca e apreensão.

Foram apreendidos na casa do delegado Rodrigo duas armas de fogo sem registro e diversos objetos e documentos, desde documentos e anotações que tratam acerca da exploração de minério, como peças de motocicletas, artigos dourados, um conjunto de dois cilindros com mangueiras e maçarico, dentre outros.

No garimpo pertencente ao denunciado foram encontrados vários objetos, documentos e anotações referente à extração de minério, assim como anotações que se referem a utilização de azougue na extração do ouro.

“Como pode-se perceber vastos são os indícios, como relatórios de investigação, interceptação, autos circunstanciados, depoimentos de testemunhas, objetos apreendidos e até as confissões de alguns investigados, que apontam o delegado no cenário de extração ilegal de ouro, poluição de meio ambiente, diversos peculatos, tudo praticado em verdadeira associação criminosa com os demais investigados”, conclui a promotora Aline Cunha.

Tucuruí

Tarde de domingo tensa em Tucuruí com assalto e reféns

A ação imediata da Polícia Militar e da Polícia Civil, entretanto, frustrou a inciativa dos criminosos, que foram obrigados e liberar os reféns e se entregarem
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Domingo, uma da tarde. Tudo parecia tranquilo nas ruas da cidade de Tucuruí. Parecia. Nesse horário, quatro assaltantes resolveram praticar um assalto a Lojas Americanas. Eles não contavam com uma ação rápida da Polícia Militar. Coagido, o grupo fez reféns e exigiu a presença da Imprensa e familiares. Após mais de uma hora de negociação, eles se entregaram. De acordo com informações da Polícia Civil, no início da tarde de domingo, 30, por volta das 13h, as polícias civil e militar conseguiram prender em flagrante dois assaltantes e apreender, também em flagrante, dois adolescentes, no momento em que eles praticavam o roubo. Sem êxito na fuga, fizeram reféns no interior das Lojas Americanas, localizada na Avenida  Lauro Sodré.

Uma guarnição da Polícia Militar realizava o patrulhamento da avenida quando percebeu a movimentação suspeita dos assaltantes. Os militares entraram em ação e pediram reforço. Uma equipe da Polícia Civil atendeu ao chamado e deu apoio na diligência. O local onde estava ocorrendo o crime foi isolado pela polícia e começou então uma tensa negociação.

Os assaltantes fizeram ao menos quatro pessoas reféns – entre clientes e funcionários – e se esconderam em um compartimento da loja quando perceberam a impossibilidade de fuga. Um policial civil e outro militar assumiram as negociações. Após quase uma hora, os reféns foram libertados ilesos e os criminosos se entregaram, sendo presos. E sem a presença de familiares e Imprensa como haviam exigido.

Com os criminosos, os policiais apreenderam dois revólveres calibre 38 municiados, luvas e máscaras usadas no assalto, o dinheiro roubado e duas motocicletas Honda Pop de cor branca, ambas também roubadas.

Gabriel Oliveira da Silva, 19 anos, e Antônio Carlos Caldas Viana, 22, foram presos;  e dois adolescentes, um de 16 e outro de 17 anos, apreendidos. Os maiores de idade responderão pelos crimes de roubo majorado pela utilização das armas de fogo e pelo cerceamento da liberdade das vítimas, pelo porte ilegal das armas de fogo, pela receptação das motocicletas roubadas e pela corrupção de menores.

Jacundá

Quem matou o professor Jairo Miranda em Jacundá?

A Polícia Civil investiga a fim de identificar e intimar o piloto de uma moto que, ao empinar o veículo, bateu no professor, que caiu, bateu com a cabeça no asfalto e morreu
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Aos 22 anos de idade e com um futuro promissor na área acadêmica, ele teve a carreira e a vida interrompidas drasticamente, na noite de sábado, 29. O professor Jairo Pereira Miranda foi vítima da imprudência de um condutor que, segundo testemunhas, estava empinando uma moto Honda Fan, cor preta. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso. Com licenciatura em Física, Jairo lecionava na Escola Estadual “Professora Maria da Glória Rodrigues Paixão” havia um ano, desde que veio de Belém para trabalhar na cidade de Jacundá.

Na noite do acidente, ele pilotava uma moto Honda NXR 160. De acordo com informações da equipe de investigadores da Depol de Jacundá, o professor se preparava para sair de um salão de beleza, localizado à Rua 10 de Julho, Bairro Aparecida, por volta de 21h30. “Ele ainda estava com a moto parada quando foi atingido por outra moto”, descreveu o investigador Raphael.

A equipe de investigadores apurou que dois rapazes estavam numa moto Fan, cor preta, e empinavam o veículo quando atingiram o professor. Com o impacto, Jairo sofreu uma violenta queda e bateu a cabeça no asfalto. Uma mulher também foi atingida, mas sem gravidade.

Os dois ocupantes da moto Fan também caíram, mas sem ferimentos graves e se evadiram do local com a moto. A polícia procura qualquer informação sobre o paradeiro do causador do acidente.

O corpo de professor ficou estendido na pista à espera da equipe do Samu, que constatou o óbito. Em seguida, o cadáver foi removido ao IML de Marabá e liberado para sepultamento na cidade de Belém.

Nas redes sociais os amigos dedicaram homenagens ao professor da Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

Parauapebas

Corpo é encontrado amarrado com pedras no fundo do Rio Parauapebas

Achado macabro ocorreu na tarde desta segunda-feira e a polícia ainda desconhece a identidade da vítima
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Na tarde desta segunda-feira, 17, uma equipe do Corpo de Bombeiros de Parauapebas encontrou o corpo de um homem que estava no fundo do Rio Parauapebas, mais precisamente embaixo da ponte do City Park.

Segundo o sub-tenente Gilson Mourão, do Corpo de Bombeiros, eles receberam informação da Delegacia de Polícia Civil, dando conta que havia um corpo submerso no rio. Ao chegar ao local indicado, os militares encontraram um corpo envolto em uma lona azul, dos pés à cabeça e com vários tijolos e pedras amarrados para que não boiasse.

Após o resgate, o corpo foi entregue à Polícia Civil de Parauapebas, que deverá passar por necropsia no IML (Instituto Médico Legal) de Parauapebas.

Na avaliação dos bombeiros, tudo leva a crer que o corpo foi lançado da ponte juntamente com as pedras para que ficasse submerso e não fosse encontrado. “Mas como o rio está seco e a lona bem clara, alguém percebeu e avisou a polícia”, diz.

O exame do IML definirá a causa da morte e há quanto tempo o corpo estava no fundo do rio.

 

Marabá

Polícia ganha cana de braço na polêmica sobre fechamento de bares em Marabá

Horário de fechamento gera ponto de divergência enquanto a lei municipal não for alterada
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A polêmica sobre o horário de funcionamento de casas noturnas, bares e similares em Marabá vem se perpetuando há alguns anos na cidade. Esta semana, o juiz Manoel Antonio Silva Macedo, substituto da 3a Vara Cível e Empresarial da Comarca de Marabá, escreveu mais um capítulo nessa história.

A RA Boate, de Gilson Souza Rodrigues, ingressou com um mandado de segurança contra a superintendente de Polícia Civil do Sudeste, delegada Simone Felinto e da Diretoria de Polícia Administrativa de Marabá, alegando que funciona sob alvará concedido em junho de 2015, que autoriza as atividades de bar, por meio de realização de festas e eventos (casa noturna). Ressalta que, no escopo de não prejudicar o meio ambiente, e no sentido de promover a segurança de todos os seus empregados e clientes, edificou estrutura com isolamento acústico para o funcionamento do bar e tomou todas as cautelas e procedimentos legalmente exigidos para o seu regular funcionamento, estando devidamente autorizado para exercer suas atividades pelos órgãos competentes.

Gilson alegou ainda que, numa atitude arbitrária e sem o menor respaldo legal, as autoridades vêm impedindo seu estabelecimento de funcionar após 1 hora da madrugada, determinando o seu fechamento e a saída dos que lá estiverem frequentando através do uso de força policial, sob a alegação de pretensa desobediência à Portaria n. 014/2011 da Secretaria de Estado de Segurança Pública e à Lei Estadual n. 6.896/2006, o que configuraria abuso de poder.

Sustentou, também que, consoante o art. 30, I, da CF/88, ao município é que compete legislar sobre assuntos locais, logo, sobre o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais presentes em seu território, conforme entendimento consolidado no STF por meio da Súmula Vinculante n. 38, sendo que, em âmbito municipal a Lei n. 17.333/2008 não impõe qualquer restrição ao horário de funcionamento do impetrante.

Por meio de advogados, Gilson pediu em sede e liminar e meritória, a determinação para que fosse assegurado o seu direito constitucional de trabalho e livre iniciativa, possibilitando-lhe, por conseguinte, o exercício das atividades comerciais no estabelecimento após 1 hora da madrugada.

O Estado do Pará apresentou impugnação ao pedido inicial, ressaltando que não cabe mandado de segurança contra lei em tese, como já assentou o STF na Súmula 266, bem como que não há prova da existência do ato coator, e por fim que a Lei Estadual n. 6.896/2006 proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas no Estado do Pará de 01 hora às 07 horas da manhã, requerendo a imediata revogação da liminar deferida por este Juízo.

Por sua vez, a Superintendência Regional da Polícia Civil prestou informações, ressaltando pela inexistência de ato coator, pois o impetrante não teria trazido a prova concreta da existência desse suposto ato ilegal; que não cabe mandado de segurança contra Lei em tese, conforme Súmula n. 266 do STF, bem como que Portaria n. 014/2011 da Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Lei estadual n. 6.896/2006 são atos abstratos e genéricos e impessoais; que não se aplica a Súmula Vinculante n. 38 ao caso concreto, considerando que a comercialização de bebidas alcoólicas até altas horas da noite representa uma ameaça à segurança pública; que a própria legislação (Lei n. 6.896/2006) em seu art. 2º abre exceção para que o comércio de bebidas ultrapasse esse horário, caso o estabelecimento respeite a legislação do sossego e possua sistema de segurança, não tendo havido requerimento do interessado à autoridade em tal sentido para funcionamento do bar.

Por sua vez, o Ministério Público opinou acerca do caso pelo acolhimento das preliminares de ausência de prova da violação de direito líquido e certo e prova pré-constituída, ou ainda, caso não reconhecida a preliminar, seja denegada a segurança face à legalidade dos atos normativos da Polícia Administrativa, e diante da necessidade de garantir a segurança, ordem e tranquilidade pública.

Em sua decisão, o juiz Manoel Silva Macedo denegou a segurança pedida ante a falta de prova pré-constituída do direito líquido e certo, embora reconheça que o documento emitido pelo município estabelece horário de funcionamento até 2 horas da manhã durante a semana e até 4 horas aos finais de semana e véspera de feriado.

Ulisses Pompeu – de Marabá