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Marabá

“Monstro” engravidou duas irmãs menores e diz que a de 12 anos o seduziu

Isaias da Silva, de 23 anos, ameaçava a menina de 12 anos caso ela revelasse o crime

A história de um homem de 23 anos de idade que engravidou duas irmãs menores de 15 anos é o assunto mais comentado nos últimos dias em uma das maiores vilas rurais de Marabá, a Capistrano de Abreu, também conhecida como Comunidade, distante 180 km da sede do município, localizada na Estrada do Rio Preto.

Esta semana, a Polícia Militar efetuou a prisão de Isaias da Silva, acusado de ameaçar uma menina de 12 anos de idade. A pré-adolescente diz estar grávida dele, mas o caso é ainda mais intrigante, porque uma irmã dela, de 14 anos, já tem dois filhos do acusado, um deles recém-nascido.

A história foi descoberta após a Polícia Militar receber denúncia informando que ele estava mantendo relações sexuais com as duas. Segundo a delegada Ana Paula Fernandes, titular das delegacias especializadas da Mulher e de Atendimento à Criança e Adolescente, quando os militares chegaram ao local para averiguar a situação denunciada Isaias passou a ameaçar a menina grávida.

“Ele a ameaçou afirmando que se ela contasse para alguém iria matá-la. Assim que a PM chegou ele começou a ameaçar a menina”, explicou a delegada, acrescentando que o acusado convivia maritalmente com a adolescente de 14 anos.

Segundo a denúncia, recentemente, quando a mais velha teve o segundo filho com o acusado, Isaias chamou a irmã para ajudá-la durante o período de resguardo e também a estuprou, engravidando-a. “Ele foi autuado em flagrante por ameaça porque a situação do estupro não foi flagrancial, mas já tombei inquérito pelo crime de estupro contra as duas e pedi a prisão preventiva dele”, explica a delegada.

Diante da gravidade do caso, a delegada não arbitrou fiança pelo crime de ameaça e Isaias foi mantido preso. Ele foi submetido ontem, quarta-feira (14), a exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) e depois levado à audiência de custódia no Fórum de Marabá, onde o juiz Marcelo Andrei Simão Santos manteve a prisão em flagrante.

FOI FORÇADO?

Ouvido pela Imprensa, Isaías da Silva negou a acusação de ameaça, mas confessou que convivia com umas das vítimas. “Eu me ajuntei com uma moça de 13 anos… parece”, relata o preso, ao confirmar também que passou a morar junto com a menor porque esta estava grávida dele e o pai da moça exigiu que ele a assumisse.

Perguntado sobre sua relação com a cunhada, o acusado não negou ter mantido relações sexuais com ela, mas tentou jogar a culpa na criança, alegando que ela se prostitui há algum tempo naquela localidade. “Ela se vende até por dez reais”, comentou.

Embora ele seja um homem adulto, de 23 anos, Isaías foi mais longe e declarou: “Ela partiu pra cima de mim”, alegando ter sido seduzido pela vítima, que é sua cunhada e estava na sua casa ajudando a irmã durante o chamado período de resguardo.

Por outro lado, o acusado diz ter dúvida se ele é mesmo o pai do filho que a menina está esperando. “Estão dizendo que eu engravidei ela, mas ela ficava com um e outro lá na vila. Ela ficava com todo mundo”, eximiu-se.

Isaías afirma ter sido alvo de inveja por parte de alguns moradores da localidade que não gostam dele e o denunciaram à polícia. Ele lamenta também ter sido preso e deixado sua família sem amparo na vila. “Minha filha e meu filho ficaram na roça com fome; fiquei devendo os comércios. Eu tava no serviço quando os PM me abordaram”, reclama.

Parauapebas

Homem executado enquanto assistia jogo em Parauapebas

Mais uma vez o Bairro da Paz, que há muito não faz jus ao nome, foi palco de mais uma morte violenta

Mais um crime de execução sumária aconteceu em Parauapebas na noite de ontem, quinta-feira (15), feriado da Proclamação da República. O assassinato ocorreu no Bairro da Paz, que nos últimos tempos não tem feito jus ao nome, dado o número de homicídios e outros crimes ocorridos ali. Desta feita, a pessoa assassinada, sem chances de defesa, foi Marcos Antônio Pereira, natural de Bom Jardim, no Maranhão, de 39 anos de idade.

Marcos Antonio Pereira

Ele estava em um salão de barbeiro na Rua Sol Poente, na companhia de outras pessoas, assistindo a um jogo de futebol na televisão, quando foi eliminado. Marcos, ao mesmo tempo em que assistia a TV mexia no telefone celular.

De repente, dois desconhecidos chegaram em uma motocicleta, o da garupa desceu, entrou o salão e disparou duas vezes contra a cabeça do homem, que caiu ali mesmo, morto instantaneamente. Após a execução, os pistoleiros fugiram na moto.

Uma guarnição da Polícia Militar, formada pelo cabo Alan e pelo soldado Nascimento esteve no local, fazendo os primeiros levantamentos. O caso foi encaminhado para a Polícia Civil, que vai investigar mais essa execução.

Marabá

PM preso na operação manganês foi pego em grampo negociando para não fiscalizar

Investigações apontam que, possivelmente, outros policiais militares estariam envolvidos no esquema de omissão na fiscalização

O juiz Heitor Moura Gomes, titular da 2ª Subseção Judiciária de Marabá, negou liberdade a mais dois presos na Operação Migrador, desencadeada pela Polícia Federal na semana passada em vários municípios do sudeste do Pará para desarticular um grupo criminoso responsável pela extração clandestina de manganês na região.

Leonardo Ferreira de Lima, único policial militar preso na “Migrador”, foi acusado de cobrar propina para vários investigados na referida operação. Por meio de advogado, ele requisitou liberdade provisória, alegando que suas condições pessoais seriam favoráveis; que não seria o caso de decretação de prisão preventiva; que não haveriam provas de sua atuação para o cometimento dos ilícitos; que, caso solto, não ocasionará risco à ordem pública ou à conveniência da instrução criminal ou à aplicação da lei penal; que os fatos investigados não seriam contemporâneos à decretação da prisão; que seria o caso de aplicação das medidas cautelares.

Todavia, o magistrado ressaltou que o decreto da prisão preventiva exigiu decisão fundamentada e o mero requerimento para sua revogação ao argumento de desacerto da decisão anterior ensejaria, quando muito, a submissão da questão ao Tribunal de 2° Grau, não ao próprio juízo de piso.

Usando os fundamentos da própria decretação da prisão preventiva, o magistrado lembrou que Leonardo é policial militar e foi gravado negociando valores com vários dos investigados para não embaraçar as atividades ilícitas dos mesmos, principalmente no que tange ao transporte irregular e análise da documentação inidônea que acompanhava os carregamentos. “As investigações dão conta de que, possivelmente, outros policiais militares estariam envolvidos. O investigado, com sua conduta omissiva, permite aos demais investigados a prática das atividades ilícitas e isso representa gravidade ainda maior porque parte justamente de quem deveria reprimir tal”, afirma o magistrado em trecho da decisão.

EXTRATOR DE MANGANÊS?

Ainda segundo o juiz Heitor Moura, há certa nebulosidade sobre o tipo de “acerto” que o policial militar Leonardo teria com os demais investigados, havendo, inclusive, indícios de que poderia ser participante dos crimes de usurpação de matérias primas pertencentes à União e de extração de recursos minerais (manganês) sem a competente autorização, permissão, concessão ou licença e não apenas autor do crime de corrupção passiva.

Por isso, em sua decisão, o magistrado observa que o modo de atuação do PM já representa, por si só, risco à ordem pública, pois continuar em atividade e em liberdade constitui afronta à própria instituição a que pertence e à própria sociedade que paga por seus serviços, mas recebe em troca o apoio de referida pessoa na prática de ilícitos.

Ao manter a prisão preventiva de Leonardo Ferreira de Lima, o juiz ponderou que, caso em liberdade, este voltará a cometer os mesmos crimes de antes, servindo a prisão preventiva para garantia da preservação da ordem pública.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Redenção

Idosa e PM são vítimas de colisão entre duas motocicletas em Redenção

As vítimas foram removidas pelo SAMU para o Hospital Municipal e passam bem

Foi registrado na manhã desta segunda-feira (12), um acidente de trânsito envolvendo um policial militar em serviço e um mototaxista. A colisão envolvendo duas motocicletas aconteceu por volta das 9h30 na Avenida Thompson Filho, em Redenção.

De acordo com o mototaxista Francisco Rodrigues de Faria, que não teve nenhuma lesão, disse à reportagem do Blog que estava levando uma cliente identificada por Aparecida até uma agência bancária. “Eu estava vindo sentido Avenida Thompson Filho quando dei a seta para entrar ao lado da feira coberta, o policial veio meio rápido e colidiu pegando uma parte da moto”, informou Francisco.

A cliente de Francisco Rodrigues de Faria foi atingida pela moto e precisou ser socorrida, assim como o militar. Todos estavam conscientes.

Após o acidente as vitimas ficaram caídas ao chão por mais de 10 minutos, aguardando o resgate. O local ficou tomado de policiais militares que controlaram o trânsito até a chegada do serviço médico.

O Policial Militar envolvido na colisão foi identificado por Cabo Zeferino. Ele conduzia uma motocicleta pertencente a Polícia Militar, de placa QUE-5484, de Ananindeua.

Todos foram removidos até ao Hospital Municipal Iraci Machado de Araújo, onde foram atendidos e passam bem.

Já o mototaxista foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, para os procedimentos cabíveis.

Francisco disse ainda que há sete anos trabalha na referida profissão e que somente duas vezes envolveu-se em acidente de trânsito.

A reportagem ouviu na tarde desta segunda-feira, o coordenador de enfermagem do Hospital Iraci Araujo Machado,  Andre Felipe, que informou que de janeiro até o presente momento foram atendidos na unidade Hospitalar 1.603 pessoas vítimas de acidente de trânsito, informando ainda que a maioria não usava capacete.

Segue abaixo os números de acidentados atendidos no Hospital Iraci Machado de Araújo em Redenção:

Parauapebas

Rapaz de 20 anos executado em plena luz do dia em Parauapebas

Crime pode ter sido motivado por vingança, pois, segundo levantou a PM, ele era assaltante contumaz e agia com muita violência contra as vítimas

Equipes da Polícia Militar estão nas ruas de Parauapebas desde as 11h30 desta quinta-feira (8), na tentativa de identificar e prender uma dupla que executou com tiros na cabeça o jovem Diogo Cláudio da Silva, 20 anos. O crime aconteceu na Rua 118, Bairro Jardim Canadá, à vista de todos os que passavam pelo local, provocando pânico e, consequentemente, correria.

De acordo com o que apurou o tenente Freitas, do 23º Batalhão de Polícia Militar, que esteve com sua guarnição na cena do crime minutos após a execução, Diogo Cláudio caminhava pela via quando dois homens, em uma moto Bros, preta, cuja placa não foi identificada, o reconheceram.

Imediatamente, sem trocar palavra o da garupa sacou da cintura um a arma de fogo, mirou na cabeça do rapaz e fez os disparos. Foi tudo muito rápido e, enquanto caía o rapaz morto, a dupla da Bros preta arrancou em alta velocidade e fugiu.

O oficial da PM apurou ainda que Diogo era bastante conhecida na área em que foi assassinado por ter cometido muitos assaltos, todos muito cercados de atos de violência contra as pessoas assaltadas, o que abre a possibilidade da execução contra ele ter sido um ato de vingança, justiça com as próprias mãos.

A Polícia Civil também foi comunicada e tomou as providências necessárias para a apuração do crime de pistolagem.

Redenção

Foragido, ex-procurador de Redenção é preso no Hospital Regional

Ao todo, nove pessoas já foram presas na Operação e todos tiveram habeas corpus negados pelo TJPA

Foi realizada na manhã desta quinta-feira (6), a prisão do ex-procurador municipal de Redenção, advogado Sergio Luiz Santana. Segundo o delegado Társio Martins, o ex-procurador estava foragido desde a deflagração da segunda fase da Operação Assírios, ocorrida em 18 de setembro.

A primeira fase dessa operação teve início em 13 de setembro deste ano, coordenada pelos delegados Társio Martins e Carlos Vieira, com a participação do promotor de justiça Leonardo Caldas, que investigou fraudes ocorridas na administração do município, com prejuízo superior a R$ 15 milhões, em sete procedimentos licitatórios referentes aos anos de 2013 a 2015.

Segundo os delegados e MPE, as fraudes em processos licitatórios envolviam agentes públicos, empresários e quatro empresas, que em conluio operavam uma espécie de cartel, com contratos administrativos vigentes até os dias atuais, com diversos aditivos, inclusive.

Na época, por decisões judiciais da Vara Criminal do município de Redenção, foram bloqueados R$ 21 milhões de patrimônio dos indiciados. O delegado Társio Martins lembra que na primeira fase da Operação Assírios cinco pessoas foram presas, sendo elas os empresários Carlos Henrique Machado, Luiz Henrique Pereira Machado e os servidores públicos Sivaldo Alves de Souza e Valdeon Alves Chaves, nas cidades de Redenção, Rio Maria, Tailândia e Belém.

Foram compridos, naquela ocasião, 24 mandados judiciais de busca e apreensão na prefeitura e prédio da Secretaria de Obras do município.

A segunda fase da operação foi deflagrada em 18 de outubro, onde foram cumpridos sete mandados judiciais de prisão preventiva nos estados do Pará, Tocantins e Minas Gerais.  Em Redenção, o ex- controlador geral do município, Alessandro Dantas foi preso; outroas prisões ocorreram em Rio Maria, com Erlan Silva Cassimiro; a empresária Patrícia de Sousa Gonçalves, em Parauapebas; e Heloisa Machado, em Uberlândia, Minas Gerais.

À época, três pessoas se se encontravam foragidas, entre as quais Sergio Luiz Santana, preso nesta terça-feira (6), no Hospital Regional de Redenção.

Continuam foragidos a empresária Keley Borges de Araújo e o ex-secretário de Obras, Clainor Scalabrin. Ao todo, nove pessoas foram presas na Operação Assírios e todos eles tiveram decisão judicial de liberdade por meio de habeas corpus negada pelo Tribunal de Justiça e continuam presos.

Marabá

Ladrões furtam camionete do bispo de Marabá enquanto ele celebrava missa

Dom Vital tinha ido rezar missa numa Paróquia do Km 7 e foi surpreendido na hora de voltar para casa

As polícias Civil e Militar estão atrás de uma camionete Triton preta, de placa QDS-2533, que pertence ao bispo da Diocese de Marabá, Dom Vital Corbellini.

Ela foi furtada na noite deste domingo, dia 4, enquanto o bispo celebrava missa na Paróquia São José Operário, no Km 7, Nova Marabá. Depois de perceber que o veículo tinha sido levado por ladrões, o bispo foi à Delegacia registrar Boletim de Ocorrência.

Em uma rede social, Dom Vital anunciou o roubo: “Quando acabou a missa não encontrei mais a camionete. Sensação triste. Não tinha mais a camionete. Estamos fazendo o Boletim de Ocorrência, junto com o padre Antônio de Pádua”.

Na manhã desta segunda-feira, dia 5, em contato com a Reportagem do Blog, o bispo disse que ainda não havia notícia de que o veículo tivesse sido encontrado pelas autoridades. “Se for encontrada (a camionete), é claro a devolução é justa. Queremos a camionete roubada”.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Jacundá

Vigilantes do Detran em Jacundá colocam assaltantes para correr

Assustados com a reação dos seguranças, os bandidos ficaram atabalhoados, não acertaram nem montar em moto, deixaram até a arma para trás e “pernas pra que te quero?”

Armados com um revólver calibre 38, dois homens tentaram roubar armas de fogo de vigilantes do prédio onde funciona o Departamento de Trânsito do Pará (Detran), em Jacundá, ontem (31), por volta de 23h. Houve troca de tiros. Arma e veículos foram apreendidos e recolhidos à Delegacia de Polícia Civil da cidade.

Guarnição da Polícia Militar sob o comando do sargento Elias atendeu à ocorrência. Conforme narração dos vigilantes, era por volta de 23h quando dois homens em uma moto Honda e modelo Bros estavam próximo ao Detran, que fica à Rua José Soares, 158, Bairro Centro.

O indivíduo da garupa do veículo estava armado com um revólver calibre 38 e anunciou o assalto, porém, os vigilantes responderam com tiros, surpreendendo os assaltantes e fazendo com que fugissem em desabalada carreira deixando para trás moto e arma.

O sargento Elias recebeu suporte de outra guarnição, composta pelo terceiro-sargento Cardoso e cabo Albuquerque e, com o apoio da equipe de patrulhamento motorizada comandada pelo cabo Brito, com os soldados Adryel, Davi e Santiago, que estavam em ronda ostensiva próximo ao local do evento. Duas capsulas foram de balas deflagradas também foram apreendidas. Os vigilantes não foram atingidos pelos tiros.