Seguem em Marabá as negociações para fim de rebelião em presídio

O motim começou às 7h30, após uma tentativa frustrada de resgate de presos perigosos, por um bando de fora da penitenciária
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Seguem no Centro de Recuperação Agrícola “Mariano Antunes”, em Marabá (Crama), as negociações entre a Polícia Militar, um juiz de Direito, um defensor público e um grupo de presos que iniciou uma rebelião, com três agentes penitenciários feitos reféns, desde as 7h30 da manhã deste sábado (4). O motim começou de dentro para fora da cadeia quando, segundo a Polícia Militar, bandidos tentaram resgatar presos perigosos.

A guarda da Polícia Militar reagiu e rechaçou o bando, que fugiu correndo pela mata para não morrer. No interior do presídio detentos, portando quatro armas de fogo, fizeram três agentes prisionais de escudo e tentaram fugir, mas fracassaram porque a PM já estava cercando o sucateado prédio.

Eles, então, passaram a fazer várias reivindicações como visitas íntimas, que há muito, segundo os detentos, estão suspensas; e melhor qualidade na alimentação. Os presos reclamam que estão se alimentando muito mal, com vários, inclusive, perdendo peso, e não estariam jantando. (Veja o vídeo no fim da notícia)

Um deles, cujo apelido seria “Ratinho”, do regime fechado, foi baleado no braço direito, mas sem gravidade. Ele aparece em um vídeo divulgado pelos detentos, em que dois deles admitem a rendição, mas afirmam que temem ir para o solário, com medo de serem mortos.  Os agentes, cujas identidades não foram divulgadas, continuam na condição de reféns.

O Blog segue acompanhando o caso. 

Presos que realizaram tentativa de fuga dizem se entregar

Diversos presos que armaram motim hoje fazendo reféns agentes penitenciários no CRRAMA de Marabá gravaram vídeo dizendo que estavam de redendo.

O vídeo foi gravado após a Polícia Militar tomar conta da situação e recolocar ordem no presídio.

Informações dão conta que os detentos estariam recebendo suporte externo para facilitar a fuga.

Esta é mais uma prova que as forças de Segurança do Estado atuarão mais seguros ainda diante da criminalidade.

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