Vejo que está sendo noticiado que acontece uma verdadeira debandada no PMDB de Parauapebas.

Quem saiu ?

A justificativa pela saída de aliados, do espoca urna, Willian Bayerl, seria a forma como a deputada Bel Mesquita conduz o partido. Na minha opinião, os insatisfeitos devem sair mesmo e procurar partido onde consigam massagear seus enormes egos diariamente. Todos devem buscar sempre o melhor para si, sem todavia,  cuspir no prato que comeu por um bom tempo. Sou aliado da premissa que a empresa é sempre maior que o diretor.

Quero deixar claro aqui que  até o momento, de fato, só saiu o Dr. Hipólito e assim mesmo sua carta de desfiliação ainda não foi entregue e suas justificativas são totalmente aceitáveis. Procura espaço político que não encontrou no PMDB. Politicamente lhe é conveniente e necessário sair agora.

Quem mais? Alguns que falam em sair, só falam! Nunca entraram e portanto não farão falta. Já vão tarde! Buscaram estar de um lado onde pensaram, e alguns até conseguiram mas as urnas não lhes foram favoráveis, que se apropriariam do partido para construir espaço político que pensavam ter. Ledo engano!

O PMDB é hoje o partido mais forte do Pará. Tem um líder antenado nas bases. Que conhece como ninguém todo o Estado e suas necessidades. Ninguém, por mais força política que tenha, pode desprezá-lo, deixar de ouví-lo, ignorá-lo. Certamente o futuro governador do Estado terá que ter o apoio do PMDB, se não for do próprio PMDB.

Isso é fato e não pode ser ignorado, sob a pena de quem o fizer, poderá nadar e morrer na praia! Não me venham com o argumento arcaico de que Jáder é isso ou aquilo. Na política não existe santo e no Pará não é diferente.

O PT vai para uma disputa nacional desgastado. Com uma candidata que não tem o mesmo carisma de Lula e totalmente desacreditada perante a mídia. O PT hoje é um partido que fica de joelhos para as conjecturas de Lula, alheio aos que lhe colocaram aonde está. O presidente pensa a nível nacional e não pode perder aliados em detrimento de candidatos regionais. Lula faz contas e essas contas não fecham sem o apoio do PMDB. Isso ficou público quando ele rasgou os regimentos do partido e arregimentou sua galera em defesa do indefensável presidente do Senado, fato que na minha opinião foi a gota d’água num balde transbordado de insatisfação dos aliados.

Aos peemedebistas parauapebenses formadores de opinião, que agora pensam em deixar o partido, fica a reflexão: pra onde irá? Não seria melhor dar tempo ao tempo e tentar mostrar à direção local que a estratégia está errada? Mostrar o caminho certo e brigar por espaço de força salutar e útil?

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