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Plebiscito: o Pará disse Não

Maioria dos paraenses rejeitou a criação de novas unidades da Federação e manteve governo unido e sediado em Belém. Grande parte da população das regiões separatistas votou maciçamente pela divisão …

Maioria dos paraenses rejeitou a criação de novas unidades da Federação e manteve governo unido e sediado em Belém. Grande parte da população das regiões separatistas votou maciçamente pela divisão no plebiscito ocorrido ontem aqui no Pará. O evento serviu para mostrar que as divisões pleiteadas não eram desejo apenas de meia dúzia de políticos oportunistas. Serviu também para que toda a população tivesse condições de ver que a insatisfação pela política centralizadora do governo do Pará não é somente nas regiões separatistas.

O governador Simão Jatene, em pronunciamento logo após o encerramento da votação de domingo, afirmou que o Estado não tem condições financeiras para atender a demanda da população por uma saúde melhor, por uma melhor segurança, por melhor educação. Jatene propôs um novo pacto federativo. “Temos enormes dificuldades, mas não tenho dúvida que o único caminho é nos unirmos para superar os inúmeros desafios. Não dá para aceitar que neste país, os recursos naturais beneficiem as empresas e não se tornem em benefícios para seu povo. O sistema fiscal brasileiro é extremamente perverso com o Estado do Pará”, criticou Jatene.

42 comentários em “Plebiscito: o Pará disse Não

  1. Nome (obrigatório) marinês Bernardes Responder

    é uma pena que a falta de conhecimento do povo Paraense tenha jogado uma grande oportunidade fora.O povo paraense esta muito mal informado, segundo o IBGE existe na capital do Amazonas, 221 mil Paraenses que sairam do Pará por causa da situação finaceira do estado (péssima). Se fosse divido seriam 66 Cidades a menos que o estado não teria mais que se preocupar.

  2. Mozarildo Quintanilha Responder


    Leitor Assíduo:

    Ou esse Mozarildo QuintanilhaÉ burro ou não sabe fazer contas!
    Vá ser feliz lá em Belém palhaço, afinal só pode ser de lá mesmo! Se fosse daqui não estaria com os olhos tapados para o descasso que aqui sofremos!Poupe-nos de sua ignorância!

    Se eu não sei fazer conta, voce não sabe ler porque eu postei o link mostrando de onde saiu a matéria mostrando que o eleitorado de Belém tem cerca de 1 milhão de eleitores e o Não teve, 2,3 milhões de votos. Então mesmo que Belém não votasse, o Não ainda superaria o Sim. Mas se você não sabe fazer conta paciência, vaza!

  3. Freddy Amorim Responder

    É lamentavel ver que tanta gente se orgulha de ter contribuído para a vitória da fome, miséria, falta de segurança, violência, falta de estrada, hospitais e etc…
    Só mesmo imaginando que SATANÁS estava diretamente ligado ao sr. JATENE e ao resto do bando para enganar tanta gente e eles pensarem que fizeram a coisa certa.
    DEUS nos abençoe e nos ilumine para nunca me dixar cair nesta tentação.

  4. Leitor Assíduo Responder

    Ou esse Mozarildo Quintanilha
    É burro ou não sabe fazer contas!

    Vá ser feliz lá em Belém palhaço, afinal só pode ser de lá mesmo! Se fosse daqui não estaria com os olhos tapados para o descasso que aqui sofremos!
    Poupe-nos de sua ignorância!

  5. eder Brasília Responder

    Parabéns a este blog, e o pessoal do SIM ou melhor CARAJÁS e TAPAJÓS deveria pagar todas as despesas deste plebiscito, só que tambem deveriam ser os únicos os únicos a votarem, colocar o Belém e região na parada é a mesma coisa de colocar o Corinhtias jogar com um time de final de semana

  6. Elton Responder

    Acabou gente não precisar mais discutir pq ta ai e ponto final o não ganhou e de acordo com a constituição somente daqui a 10 anos poderá ocorrer outro plebiscito não adianta chorar o leite derramado.

  7. Gleydson Responder


    Nome (obrigatório):

    82 municípios da região metropolitana e nordeste paraense (né?). Tem nada Não. Agora o Parazão que se vire com seu governozinho e seus politicuzinhos de Belém. Nós vamos continuar trabalhando e promovendo o desenvolvimento do estadão apesar de ter que sustentar esse bando de preguiçosos. Daqui pra frente sou carajense ou no máximo colono; paraense nunca mais. Vou continuar vivendo na Região do Carájás, esse pedaço de chão abençoado por Deus e cheio de pessoas trabalhodoras e corajosas apesar de está localizado num estado do Norte do Brasil.

    82 municipios que ainda incluem alguns da região do Xingu. Ou seja, a idéia de anexar a região do Xingu para loclupetar o projeto do Belo Monte pegou muito mal entre os habitantes da região. E as ofensas continuam. O povo do nordeste paraense é preguiçoso, burro, enquanto os “carajaenses” são bonitos, simpáticos, trabalhadores. Lá não tem pistoleiro, grileiro, empresário sonegador de impostos…

  8. Márcio Responder

    Agora os Latifundiários e Grileiros do Sul e Sudeste do Pará são todos “anjinhos caídos do Ceú”.. Não fazem mal a ninguém,,,, Essa gente que já manda e ia mandar num estado.. Imagino como seria um estado governado por essa gente.

  9. Marina Responder

    Marcio, e a culpa dos altos índices de violência de Belém e região metropolitana é de quem? Porque os criminosos daí são paraenses “da gema”, assim como você.
    A criminalidade no Sul e Sudeste do Pará está diretamente ligada à ausência do Estado, que não aparelha suficientemente a polícia, nem oferece condições para que os poucos policiais existentes exerçam seu trabalho à contento. É ponto pacífico que quando o estado se ausenta, o bandido assume. Foi assim no Rio de Janeiro, que só recentemente resolveu retomar certas áreas.
    Agora, segundo a ORM, a criminalidade aumentou 795% em Belém e RM nos últimos 10 anos. Os jornais da segunda feira dão um verdadeiro “banho de sangue” nos leitores e há poucos dias tivemos uma amostra do futuro da segurança pública em Belém, quando 06 garotos inocentes foram fuzilados, às 22:30 horas de um sábado, numa rua movimentada do Distrito de Icoaraci.
    A verdade é que a garotada que devia estar estudando e se preparando para o futuro, está é se matando nas ruas de Belém buscando o controle do tráfico e isto não tem nada a ver com os “forasteiros”.
    No fundo, tudo se resume a um único motivo: a falta de recursos do Governo para desenvolver políticas públicas eficientes nas áreas que são pontos nevrálgicos para a população: saúde, educação e segurança. Nada disso funciona a contento neste estado que a maioria da população optou por manter gigantesco e ineficiente. Que Deus nos ajude de agora em diante, porque estou certa que o Governo pouco poderá fazer sem recursos.

  10. Denise Responder

    Meu caro anonimo que se diz Mozarildo, a questão não é só Belém mas tirando as cidades que iam fazer parte do novo Pará na qual todos foram contra tambem. Porque se vc prestar atenção mais de 90% dos eleitores da região de Tapajos e Carajás são favoráveis a criação dos dois estados, apenas 4 cidades que integraria o estado de tapajós são contra pode pesquisar: (http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/12/apenas-4-cidades-que-integrariam-tapajos-votaram-contra-divisao-do-pa.html)

    O “sim”, pela divisão do estado, venceu em todos os 39 municípios que ficariam no território de Carajás e também na grande maioria de Tapajós. Em um total de 27 cidades, apenas quatro votaram contra a divisão: Altamira, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Vitória do Xingú. Dessas quatro cidades, três sediarão a usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.

    “Nosso resultado foi unânime na região [de Tapajós]. Em Santarém, mais de 98% votaram pelo sim. Só em Altamira, que sedia Belo Monte, venceu o não”, disse o deputado estadual Lyra Maia (DEM), que presidiu a frente a favor de Tapajós.

    Sem falar que em 3 municípios, mais de 99% votaram pela divisão do Pará (http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/12/em-3-municipios-mais-de-99-votaram-pela-divisao-do-para.html)
    o “sim” venceu em 62 dos 144 municípios paraenses. Em três deles – Santa Maria das Barreiras, Brejo Grande do Araguaia e Piçarra -, a divisão do estado recebeu mais de 99% dos votos válidos.

    Portanto se o plebiscito fosse feito apenas na região onde ia ser o futuro Carajás e Tapajós o SIM teria ganhado de lavada! No fundo Eu ja sabia desde o começo que o não ia ganhar por causa da marjoritaria população que faz parte do novo Pará na qual é contra e votam em candidatos corruptos em toda época de eleição. No final fica tudo na mesma só os políticos da região metropolitana decide sobre o futuro do Pará que fica parado. Pará Gigante adormecido quando acordará?

  11. Nome (obrigatório) Responder

    Pagar a conta do plebiscito? Tem certeza? não vão querer esses trocados também? porque comparado com o que tiram de nós o tempo todo, essa despesa é só trocados. E o $imão Jatene tá de acordo? Foram tão bons na estratégia; não tão precisando de um dinheirinho para terminar de pagar o cachê da Fafá de BELÉM e da Dira de BELÉM e do Ganso… e ainda a pinga pra manter o porre do $imão Jatene de porre. Mais uma dica: Câmaras Municipais do Carajás: monções de repúdio e titulo de persona non grata ao Governador do povo de Belém $imão Jatene, o $ujeito é mai$ que merecedor. Preferiu defender o território do Para$ão a defender o povo do Pará.

  12. Nome (obrigatório) Responder

    Pessoas que moram no resumo do Pará (Belém), acham que só eles é que contam. Se querem o Pará com grande extensão, porque só defendem o que lhes interessa?
    o Pará e um estado sujo, com nenhuma administração…e o Sul do pará não conta.
    se querem ele grande! porque não vem aqui? não dizem que o pará é bom e que não pode dividir!
    só digo uma coisa: ACORDEM E OBSERVE ONDE VOCÊS ESTÃO PRIMEIRO. POIS SÓ PODEM ESTÁ DORMINDO!!!!

  13. Marina Responder

    A conta desse vergonhoso plebiscito deve ser paga por aqueles que eram a favor do SIM. Esses que queriam dividir o estado do Pará é que devem desembolsar todas as despesas dessa grande palhaçada de políticos incompetentes que além de não trabalharem para o povo mentem em campanhas descumprido 95% de suas promessas, onde só em ano eleitoral é que eles “tentam” inaugurar alguma coisa superfaturada. Os brasileiros precisam aprender a votar melhor. Para que isso aconteça só pelo VOTO FACULTATIVO.

    O plebiscito nada tem de vergonhoso e deve, sim, ser suportado por toda a sociedade porque reflete a aspiração legítima de mais de DOIS MILHÕES de pessoas que moram no Carajás e Tapajós.

    A possibilidade dos estados desmembrarem-se, dividirem-se, subdividirem-se está prevista no art. 18, § 3º, da Constituição Federal e, sendo um direito constitucional dos cidadãos, nada tem de vergonhoso ou criminoso na convocação do plebiscito.

    Entendeu ou quer que desenhe?

  14. Márcio Responder

    O engraçado é a desinformação do Pessoal do que defendia a utopia fantasiosa de criar o Estado de Carajás. Agora chamar os Belenenses de “forasteiros” é no mínimo um contrasenso. Infelizmente a região sul e sudeste do Pará é recheada de “estrangeiros” que vieram para o Pará apenas para grilar e devastar terras. Esses mesmos grileiros, são responsáveis por altos índices de violência e exploração de mão de obra escrava que tanto envergonha o Pará.

  15. Paulo Henrique Responder

    Para de chorar e ofender Belém não tem culpa Belém não tem culpa de vc precisar sair do se Estado para procurar emprego, vc não é mais trabalhador que nós e apenas mais necessitado.

  16. Paulo Henrique Responder

    GILSON FRANÇA sua arma é seu VOTO, essa não seria uma divisão justa, assim como não é justo o governo esquecer a região do interior do Estado, sou de Belém mais moro em Parauapebas a muito tempo. Em vez de ficarem chorando e se lamentando por não terem vencido, unan-se para exigir do prefeito, dos poíticos e do governo investimentos na região, afinla ninguém quer largar o “osso” se vocês estivessem com a “melhor parte” como se comenta por ai também não fariam nada para mudar.
    Ou senta o chora.

  17. Nome (obrigatório) Responder

    82 municípios da região metropolitana e nordeste paraense (né?). Tem nada Não. Agora o Parazão que se vire com seu governozinho e seus politicuzinhos de Belém. Nós vamos continuar trabalhando e promovendo o desenvolvimento do estadão apesar de ter que sustentar esse bando de preguiçosos. Daqui pra frente sou carajense ou no máximo colono; paraense nunca mais. Vou continuar vivendo na Região do Carájás, esse pedaço de chão abençoado por Deus e cheio de pessoas trabalhodoras e corajosas apesar de está localizado num estado do Norte do Brasil.

  18. Luana Responder

    Não me surpreende que o Não tenha ganho em 82 municípios, já que 77 ficam na região que seria o Novo Pará. Gostei muito da proposta de mudar a capital para o centro do Estado. JK fez isto e a população brasileira recebeu muito bem a iniciativa e hoje ninguém mais reclama da mudança da capital para Brasília. Mas, só irá funcionar se for uma decisão administrativa, porque se depender dos “generosos” paraenses da “gema”, sempre preocupados com os “irmãozinhos” das regiões mais distantes, penso que ouviremos outro sonoro “Não”. Afinal, pimenta nos olhos dos outros é refresco, né?

  19. Mozarildo Quintanilha Responder

    Não preciso falar mais nada:

    Voto contra a divisão do Pará teria vencido mesmo sem contar Belém

    Mesmo sem a capital Belém, maior colégio eleitoral do Pará, o voto “não” (à divisão do estado) teria vencido no plebiscito deste domingo, quando os eleitores paraenses foram às urnas votar a proposta de desmembramento do Pará em três, com a criação dos estados de Tapajós e Carajás.

    No caso da criação do Tapajós, o “não” recebeu, em todo o Pará, 2.344.654 votos (66,08% dos válidos), e o “sim”, 1.203.574 (33,92%). Sem Belém, no entanto, o “não” teria obtido 58% dos votos válidos. Na capital, 748.340 votaram contra a criação de Tapajós, e 48.766 votaram a favor.

    Em relação à criação do estado de Carajás, o não venceu com 66,6% dos votos válidos (2.363.561), contra 33,40% do sim (1.185.546). Sem a capital, o não teria vencido com 58,4% dos votos válidos. Em Belém, o não obteve 755.559 votos.

    Os eleitores responderam a duas perguntas “Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado de Carajás?” e “Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado do Tapajós?”. O número 77 correspondeu à resposta “sim” para qualquer uma das perguntas. E o número 55 foi usado para o “não”.

    Com a decisão das urnas, o trâmite para a divisão do estado se encerrou junto com o plebiscito. Dessa forma, a Assembleia Legislativa paraense e o Congresso Nacional não precisarão analisar a divisão do território e criação dos novos estados.

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/12/voto-contra-divisao-do-para-teria-vencido-mesmo-sem-contar-belem.html

  20. Alberto Lima Responder


    Nome (obrigatório):

    O povo de Belém tem fama de preguicoço e agora provaram isso nas urnas, o negócio deles é tomar açai, chibé, tacacá… e pronto! Para eles o Pará deve continuar sendo noticiado como o Estado das piores estradas, maior indice de violência e por ai afora. Eu queria que a Fafá e Dira e outros mais defensores do NÃO enfrentassem as estradas para nos fazer uma visita. Ai SIM eles iriam chorar de verdade, com razão. Mas, a esperança NÃO morre aqui, isso foi apenas o inicio da batalha para vencermos a guerra.

    CHORA QUE É DE GRAÇA!

  21. francisco queiroz Responder

    a vontade do povo é soberana, mais uma vez foi feita a vontade da maioria, parabens ao povo paraense, brilhante vitória da democracia, brilhante vitoria de um povo que soube expressar sua vontade.

  22. Gleydson Responder

    Paraenses, abram o olho, que o nefasto do Lira maia já está acenando com outro golpe. Mudar a Capital do estado pro meio do nada. o apetite do homem por dinheiro público é insaciável.

  23. Anonimo Responder

    Ha, Ha, Ha, o Para vai ser o pior estado do Brasil pro resto da vida de vcs seus Belenses Burros, e quanto a Marabá, Vai ser a capital do inferno.

  24. anônimo Responder

    Estou com uma peninha do Jatene… Briga para não dividir o estado e agora vem fazer críticas. A quem mesmo? Ele não se garante? Comece agora, senhor Jatene o seu governo itinerante, não é isso o que nós merecemos? Infelizmente, vamos ter que engolir o seu senhor por mais uns dias… o sudeste do Pará o aguarda de braços abertos, venha!!!!

  25. anônimo Responder

    Concordo com o Vitor. Vamos eleger políticos do sudeste do Pará, chega de votar nesses deputados de Belém que só vêm aqui para pedir votos e depois esquecem do interior. Com o plebiscito aprendi muito. E uma dessas aprendizagens foi: não voto mais em deputados da capital. E fico muito feliz em saber que 70% do povo paraense está satisfeito com o estado que tem, ou melhor, com os governantes. Parabéns a todos pela escolha, o Pará vai continuar se desenvolvendo e muito… a qualidade de vida, a educação, a saúde….

  26. Nome (obrigatório) Responder

    O povo de Belém tem fama de preguicoço e agora provaram isso nas urnas, o negócio deles é tomar açai, chibé, tacacá… e pronto! Para eles o Pará deve continuar sendo noticiado como o Estado das piores estradas, maior indice de violência e por ai afora. Eu queria que a Fafá e Dira e outros mais defensores do NÃO enfrentassem as estradas para nos fazer uma visita. Ai SIM eles iriam chorar de verdade, com razão. Mas, a esperança NÃO morre aqui, isso foi apenas o inicio da batalha para vencermos a guerra.

  27. George Responder

    Ei Vitor, cuidado para que essas cobras que estão bem proximas dos seus calcanhares não os mordam. Afinal as surpresas vêm de onde menos esperamos.
    E não esqueça que estamos no Brasil e que Papai Noel não anda por essas bandas com o seu ternor.

  28. VITOR Responder

    O PLESBICITO, pelo menos serviu para mostrar a todos nós o quanto temos a responsabilidade de ELEGERMOS CANDIDATOS DA NOSSA REGIÃO ,ÍNTEGROS ,COMPROMETIDOS COM A SOLUÇÃO DE NOSSOS PROBLEMAS A ENCARAR OS POLÍTICOS DA CAPITAL PREOCUPADOS SÓ COM A GRANDE BELÉM !!!
    NA PROXIMA ELEIÇÃO “NÃO” AOS FORASTEIROS DA CAPITAL!!!

  29. GILVAN Responder

    MORO NO PARÁ HÁ MAIS DE 28 ANOS, MAS NUNCA VI UM GOVERNADOR, AFINAL OS ESTADOS QUE TEM GOVERNO É DIFERENTE DO PARÁ GIGANTE EM TERRITÓRIO E POBRE EM DESENVOLVIMENTO.
    EM COMPENSAÇÃO BELÉM DESPOJA DE 2 PREFEITOS, O TAL DE DUCIOMAR E O SIMÃO JATENE EM COMPENSAÇÃO NENHUM FAZ MUITA COISA FICAM ESPERANDO UM PELO OUTRO ENQUANTO FAFÁ, DIRA, E OS QUE NÃO CONVÉM CITAR NOMES POIS SÓ O POVO DE BELÉM OS CONHECEM CHORAM DEFENDENDO O QUE ELES NÃO CONHECEM E O POVO QUE TRABALHA VIVE O DESCASO DAS MAZELAS POR FALTA DE UM GOVERNO.
    COITADO DO POVO E QUE POVO.

  30. anonimo Responder

    Ei zé, quantos comentarios ofensivos aos partidários do “não” voce publicou sem qualquer pudor?O pau que dá no chico tem que dar no francisco..O “debate” há muito perdeu a qualidade, em sua esmagadora maioria(é só conferir nas postagens)pelas raivosas manifestações dos que aspiravam a divisão como a panacéia que iria resolver todos os graves problemas que assolam nossa região,dentre as quais a ausência do estado e de fiscalização da atuação de nossos gestores municipais.
    O que de tão grave poderia haver no comentário do personagem “Mozarildo Quintanilha”(inteligente junção dos nomes dos Senadores Mozarildo Cavalcante e Leomar Quintanilha, artífices do projeto de divisão).que não pudesse vir a ser publicado,quando observamos tantas “pérolas” vomitadas por uma minori que votou “sim”??

  31. Mário Responder

    Infelizmente a proposta foi rejeitada, todavia, já era de se esperar pois mais de 60% da população esta em menos que 13% do território paraense… e o resto do território? fica como esta… sem presença do governo, sem infra-estrutura, sem funcionalismo publico, sem saúde, sem educação e sem nada. nem poder de decisão os minoritários tem. considero o Pará como um exemplo de “latifúndio”… quem conhece sabe que nada é igual, o povo e diferente, a cultura é diferente, a terra, relevo, produção agropecuária e tudo diferente… e o sudeste paraense é apenas a “região do interior”. INFELIZMENTE.

  32. Mozarildo Quintanilha Responder

    A conta desse vergonhoso plebiscito deve ser paga por aqueles que eram a favor do SIM. Esses que queriam dividir o estado do Pará é que devem desembolsar todas as despesas dessa grande palhaçada de políticos incompetentes que além de não trabalharem para o povo mentem em campanhas descumprido 95% de suas promessas, onde só em ano eleitoral é que eles “tentam” inaugurar alguma coisa superfaturada. Os brasileiros precisam aprender a votar melhor. Para que isso aconteça só pelo VOTO FACULTATIVO.

  33. laurencio dias Responder

    E lamentavel o povo sofredor do estado do para nao entendeu o recado. para dividir o estado ate por que ia ser tudo mais facil capital mais proxima o povo mais proximo do governador e de seus representante…. mais ficou igual o governador queria sem dividir eo einterior do estado recebendo so o que sobra que pena mais tem colocar na cabeça a luta continua e esses estados tem que dividir pra que o progresso possa continar.

  34. GILSON FRANÇA Responder

    É lamentável, mais perdemos uma chance histórica de mudar para melhor. Aos belenenses e os paraenses do extremo norte, meus pêsames, vcs preferiram um governo centralizado e esqueceram dos irmãos do interior do estado. o “NÃO” não venceu, e sim a falta de conhecimento, arrogancia e prepotencia. Todos nos, Paraenses, Carajaenses, e Tapajoenses – Vamos continuar amargando os índices negativos do crescimento. Que DEUS nos ajude!!!!

  35. wenderson costa Responder

    Agora nosso excelentíssimo governador reconhece a defasagem do Estado em se manter? Presumo que para mostrar que o Pará está unido ele resolva os problemas das regiões que sempre estiveram no abandono, apenas com obras eleitoreiras ou no mínimo emergenciais.

  36. Elvio Responder

    Perdemos uma batalha e não a luta…temos que continuar lutando pelo nosso sonho, mobilizando cada vez mais pessoas. Vamos conseguir!!!!

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