Parauapebas: A verdade sobre o vereador Aurélio Goiano começa a aparecer

Em áudio vazado, vereador conta com riqueza de detalhes como pretende chegar, um dia, à cadeira mais macia do Morro dos Ventos.
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“A grande jogada da vida é saber deixar certas coisas de lado e seguir em frente”.

Essa frase, de Clarice Lispector, tenho tentado seguí-la desde que a li, na obra “A hora da estrela”, da admirável escritora e contista brasileira.

Todavia, há momentos em que o pavio encurta e o sentimento de perseguição fala mais alto. Principalmente para aqueles considerados dóceis, afáveis e que usam profissionalmente o seu talento para construir uma sólida carreira.

Há tempos o vereador Aurélio Goiano vem perseguindo esse blogueiro com insinuações que deixam entender que o meu Blog recebe milhões da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Parauapebas apenas porque seu titular é irmão de um empresário aliado do prefeito. Mente o nobre vereador, que já citou essa mentira (já que jamais apresentou provas do que diz) várias vezes no plenário da Câmara Municipal de Parauapebas e outras tantas em seu programa de rádio. A última na semana passada.

Apesar do Blog já o ter procurado e mostrado o real valor recebido em todo o ano passado, fato que ele mesmo poderia ter verificado apenas dando uma pesquisada no Portal da Transparência da PMP, sua Excelência o vereador insiste em manter a mentira e usar meu nome em quase todas as vezes que usa de despropérios para montar um personagem que ele acredita estar levando-o a algum lugar bom.

O nobre vereador já foi citado algumas vezes pelo Blog em virtude de suas ações na Câmara Municipal de Parauapebas. Jamais de forma pejorativa, desrespeitosa, já que não é esse o padrão do Blog e tampouco do blogueiro. Mesmo assim, levianamente, o nobre edil insiste nessa mentira.

Hoje me espantei ao ouvir um áudio de uma conversa gravada entre o nobre vereador e alguns aliados. No áudio, Aurélio Goiano afirma categoricamente que praticou Caixa 2 para se eleger; que tem a intenção de formar um grupo de 50 aliados pagos com dinheiro alheio para “tocar o terror” no atual governo de Parauapebas, ao qual é desafeto declarado.

Um ser humano que vive apontando os erros de seus supostos inimigos políticos deveria dar o exemplo, mostrar-se uma pessoa ilibada, de caráter reto e sem nenhuma mácula que pudesse ferir sua promissora carreira política. Mas não, Aurélio Goiano está respondendo à uma Comissão Processante de Inquérito formada para cassar seu mandato justamente por não apresentar retidão de caráter e ter ameaçado com uma arma branca um funcionário da PMP na antessala do gabinete do prefeito. E acreditem, ele mesmo gravou tudo. Produziu provas contra si mesmo, assim como o fez no áudio revelado hoje pelo Blog Sol do Carajás (clique aqui), onde conta com riqueza de detalhes como pretende chegar, um dia, à cadeira mais macia do Morro dos Ventos.

Como afirmei acima, costumo deixar certas coisas de lado e tocar a vida. Todavia, a insistência do nobre vereador em atacar este blogueiro com falsas afirmações, uma vez que jamais conseguiu provar o que diz, e nunca provará, já que afirma cifra milionária quando na verdade o recebido passou muito pouco de 5% do valor alegado por ele.

O Blog não tem que explicar quanto recebe das prefeituras e das empresas parceiras que presta serviço, já que esses números são oficiais e estão no Portal da Transparência e/ou nos balanços das empresas. O Blog não tem que explicar Caixa 2 porque jamais foi acusado desse delito. Esse crime, nobre vereador, quem tem que explicar é vossa Excelência, e desde já deixo aqui o espaço para sua réplica. Certamente a população de Parauapebas, e como o senhor gosta de declarar em suas lives, seus milhares de seguidores, querem ver o que o nobre edil tem a dizer sobre esse áudio absurdamente comprometedor.

Em tempo:

“Considera-se detentor de reputação ilibada o candidato que desfruta, no âmbito da sociedade, de reconhecida idoneidade moral, que é a qualidade da pessoa íntegra, sem mancha, incorrupta”. (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal).