Ourilândia: Gerente da Caixa aguarda peritos com bomba amarrada ao corpo

A notícia de um suposto assalto deixou a cidade mergulhada em tumulto a manhã toda. Em Marabá, a polícia prendeu seis dos assaltantes que atacaram o Banpará de Bom Jesus
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Permanece dentro da agência da Caixa Econômica Federal, em  Ourilândia do Norte, sul do Estado, o subgerente de prenome Tiago, que está com uma carga supostamente explosiva presa ao corpo. Ele foi retirado de casa na noite de ontem, terça-feira (10), por um bando de assaltantes da modalidade “sapatinho”, e levado à agência bancária. Como os bandidos não conseguiram abrir o cofre nem retirar dinheiro de alguma outra dependência do estabelecimento, deixaram o gerente amarrado e fugiram.

Os primeiros funcionários a chegarem, comunicaram o fato à Polícia Militar, que logo cercou o local. Depois se juntaram à PM policiais civis e o pessoal do Tático. Uma ambulância do Samu também foi deslocada para as proximidades e o quarteirão foi isolado.

Foi o suficiente para que várias notícias com as mais diversas informações fossem publicadas em redes sociais, dando conta de que no banco havia clientes e funcionários reféns e que os bandidos estariam negociando a rendição. A cidade ficou em polvorosa e a Rodovia PA-279 chegou a ser interditada. Porém, já por volta das 12h30 desta tarde, a polícia divulgou as informações corretas sobre o caso.

Quanto á bomba há duas informações de fontes diferentes: a primeira afirma que, como os crimes contra instituições federais, caso da Caixa, são da alçada da Polícia Federal, um perito especialista em explosivos estaria se deslocando para Ourilândia a fim de examinar e, se for o caso, desativar o artefato. Outra informação dá conta de que peritos em explosivos, da Polícia Militar, estariam vindo de Belém, de helicóptero, para verificar a suposta bomba e desarmá-la.

Bom Jesus
Em Marabá, a Polícia Militar apresentou seis dos assaltantes que atacaram e destruíram com explosivos a agência do Banpará na madrugada de ontem (10). Três deles seriam policiais militares, do Destacamento de Nova Ipixuna, que teriam dado apoio ao bando.

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