Marabá

Marabá vai iniciar drenagem e asfaltamento de 34 Km de ruas e avenidas

Prefeitura deu início à licitação do projeto executivo, que vai nortear as obras físicas. Governo de Tião Miranda justifica que população sofre com lamas no inverno e poeira no verão.

Nos próximos meses, a Prefeitura de Marabá deve dar início à realização de uma importante ação de infraestrutura urbana. É que o governo de Tião Miranda abriu licitação para contratar uma empresa que elabore projeto executivo de engenharia para pavimentação e drenagem de avenidas e ruas da cidade. A íntegra do processo pode ser acompanhada no portal da transparência (aqui).

Pelo edital da licitação, a confecção do projeto executivo tem custo estimado em R$ 431.009,50. Esse, ressalte-se, é apenas o valor do projeto que pautará a obra, esta a qual ainda não tem custo declarado.  A Prefeitura de Marabá prevê asfaltamento e drenagem de 34 quilômetros de vias urbanas.

A empreitada, que deve gerar pelos menos 100 postos de trabalho na construção civil, é fruto de empréstimo contraído pela prefeitura junto ao Banco do Brasil. Ficará a cargo da Secretaria Municipal de Viação e Obras Públicas (Sevop) a fiscalização do contrato. A abertura das propostas para escolha da empresa que vai elaborar os projetos é prevista para o dia 30 deste mês.

De acordo com a administração de Tião Miranda, ainda há muitas ruas e acessos às principais localidades que apresentam necessidade de pavimentação e que, por isso, inviabilizam a locomoção e a acessibilidade dos moradores. Devido às fortes chuvas no inverno amazônico, muitas vias urbanas ficam praticamente intransitáveis, acumulando lama, lixo e permitindo o avanço da vegetação rasteira. No verão, a poeira dá o tom e vira caso de saúde pública, visto que potencializa a ocorrência de problemas respiratórios.

Na área urbana, 75% das vias onde moram pessoas de baixa renda ainda não têm asfalto, de acordo com informações declaradas em novembro do ano passado pela população inscrita no Cadastro Único do Governo Federal. São 80,5 mil marabaenses que convivem diariamente ora com lama, ora com poeira.

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