Homem morre atropelado por carro desgovernado em Parauapebas

Populares dizem que o condutor perdeu o controle do carro ao desviar de uma motocicleta. O motorista conta que não viu uma lombada e, ao passar por ela, acabou atropelando o transeunte
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Reginaldo do Nascimento, de 58 anos, faleceu em um acidente de trânsito, por volta das 18h desta terça-feira (28), em Parauapebas. Ele foi atropelado por um Chevrolet Celta, preto, placa LVT-7526, conduzido pelo motorista Marcelo Barbosa, 31. A tragédia aconteceu na esquina da Avenida Nicodemos com a Rua São Lázaro, no Bairro Betânia.

Nascimento caminhava pela rua, quando foi surpreendido pelo veículo, que, segundo populares, trafegava em alta velocidade e, ao desviar de uma motocicleta, perdeu o controle, atropelando o homem. Após o acidente, o motorista chamou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), cujos socorristas constataram que Reginaldo do Nascimento já estava morto.

Para os repórteres, o condutor, chorando e pedindo perdão à vítima e a Deus, contou que não viu uma lombada e, ao transpor o redutor de velocidade, perdeu o controle da direção do veículo e atropelou o pedestre. “Ô, meu Deus, eu só queria chegar em casa, ver a minha família. Me perdoe, meu Deus, me perdoe, senhor [referindo-se à vítima],” dizia ele, repetidamente, entre soluços.  

Após os levantamentos de praxe realizados pela Polícia Civil, o corpo de Nascimento foi removido pela equipe técnicos do Instituto Médico Legal (IML) e conduzido para necropsia no Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”.

Marcelo Barbosa, motorista do veículo, permaneceu no local até a chegada da Polícia Militar, que o conduziu até 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, onde foi ouvido em depoimento pelo delegado plantonista Filipe Oliveira.

De acordo com o delegado, por ter permanecido no local e também ter socorrido a vítima, e com base no Código de Trânsito Brasileiro, o motorista foi liberado, uma vez que não havia necessidade de prisão nem de pagamento de fiança. Ele responderá a processo por homicídio culposo – quando não há intenção de matar.

(Caetano Silva)

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