Estádio Olímpico Mangueirão vai abrigar pessoas em situação de vulnerabilidade social

O anúncio foi feito pelo governador do estado, Helder Barbalho, em coletiva
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O governador do estado do Pará, Helder Barbalho, anunciou na tarde do sábado (21/03), em coletiva realizada no Palácio dos Despachos, em Belém, que o maior palco do futebol paraense, o Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, vai abrigar pessoas em situação de rua e vulnerabilidade social da capital paraense. A decisão foi tomada em prevenção no combate ao coronavírus.

“Escolhemos o Mangueirão porque possui estrutura, banheiros das torcidas, chuveiros e vestiários dos atletas, além de ser um espaço amplo que nos permite descentralizar o maior número de pessoas. Além de amplo, é um espaço ao ar livre em boa parte dele, portanto evita que por ventura haja um abafamento que possa trazer problemas respiratórios e virais para a população. Eu peço a ajuda da população que possa procurar o Mangueirão a partir das nove horas da manhã, deste domingo (22), para fazer doações e ajudar as pessoas e nós estaremos lá para colaborar”, afirmou Helder Barbalho.

O portão para a população entrar e fazer a doação será no setor B2, que é destinado a torcida do Paysandu Sport Club em dias de clássicos contra o rival Clube do Remo. A entrada é pela  avenida Independência, a chamada Rodovia dos Trabalhadores, e a população está convocada para ajudar as pessoas em situação de rua e vulnerabilidade social, com doações de roupas, alimentos e todos os insumos de higiene.

“A intenção é que até o final do dia, nós iniciemos com a articulação da Secretaria de Estado de Assistência, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), fazendo o cadastramento e a mobilização para que essas pessoas possam já estar abrigadas neste domingo a noite no Estádio Olímpico Mangueirão”, disse Helder Barbalho.

Em relação ao coronavírus, de momento, dentro do estado do Pará, são dois casos confirmados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), que estão dentro da capital Belém, sendo 32 casos descartados e 81 casos em análise. Além da Sespa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), segue monitorando os portos, terminais e aeroportos de todo o estado.

 Por Fábio Relvas / Foto: Cristino Martins

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