Em Curionópolis, PPS de Jordy decidiu apoiar Curió

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No Blog do Hiroshi Bogéa

A grande surpresa do cenário de coligações registradas no TRE foi a decisão do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS) determinar que o seu partido, em Curionópolis, apoiasse o grupo político que segue orientação do ex-prefeito do município, Sebastião Curió – em detrimento do rol de partidos aliados ao prefeito Wenderson Chamonzinho, considerado o prefeito de melhor avaliação em todo o Estado, e que tem transformado o município num local digno de se viver.

Por conta ainda da disputa plebiscitária na qual Jordy se posicionou contra a criação do Estado de Carajás, o deputado federal presidente do PPS, interveio, com mão de ferro, na executiva municipal indicando apenas pessoas ligadas a ela – ao mesmo tempo em que alijava da direção correligionários aliados ao deputado estadual João Salame, que defendia, abertamente apoio à recandidatura de Chamonzinho.

Em razão desse imbróglio e de outros desentendimentos partidários, cresceu a animosidade entre Jordy e Salame, havendo agora reduzido espaço para diálogo entre ambos.

João Salame, consultado agora há pouco pelo telefone, disse que baixará em Curionópolis para subir no palanque de Chamonzinho. “É inaceitável o PPS – partido das transformações e de vanguarda -,  apoiar uma candidatura que representa o atraso e tudo o de ruim que aconteceu nos últimos anos na vida administrativa de Curionópolis. O Wenderson Chamon é um prefeito sério, que honra seus compromissos e que vem aplicando com decência os minguados recursos municipais em favor do desenvolvimento da cidade e de sua gente”, disse Salame.

O candidato a prefeito que representa os interesses de Sebastião Curió é do DEM, mesmo partido do ex-coronel do Exército. Trata-se do contador  Adonei Sousa Aguiar, que recentemente permaneceu 15 dias preso por mandar produzir e, ele mesmo, distribuir panfletos apócrifos fazendo alusões indecorosas contra o promotor, juiz e o próprio prefeito da cidade.

Ele está coligado com DEM,PPS, PSDB e PSB.

Já o prefeito Wenderson Chamon (PMDB) tentará a reeleição escoltado por 12 partidos: PMDB, PP, PT, PRB, PP, PSDC, PV, PSC, PR, PSL, PHS  e PDT.

Respostas de 10

  1. Meu amigo anonimo o nobre deputado estsdual, João Salame so diz mais não cumpre nada do que fala, ele disse que não queria converça nem uma com quem votou contra o estado de Carajás, mais quis o apoia da derrotada ex. governadora Ana Julia, tambem vai subir no palanque com Jader e Helder Barbalho, so lembrando o deputado João Salame foi quem mais denuciou a familia Mutram aque em Maraba, Me digas com quem tu andas que eu digo quem és tu.

  2. Eu não sabia que o Curió era candidato. Pq o título remete a esse pensamento.
    As vezes os blogs tendem a direcionar a noticia, e esse título leva a isso, talvez pela tendência ou apoio que que o blog/mídia faz parte, se torna até quase natural. Q o que manda são $$$$$$$$.
    Ah, a respeito do João Salame, pode ir tirando o cavalinho da chuva, em Maraba com a honra de Deus vamos ter Tião Miranda como prefeito.
    Pode escrever.

  3. Esse Hiroshi… Sempre com uma nova.
    Não acredito que um Município que teve um dia alguém como o tal Curió como mandatário, será eternamente condenado a perder a sigla partidária que ele comandava. Estamos num estado democrático de direito, não podemos admitir que o partido seja eternamente pênaltizado.
    Faço um apelo ao Hiroshi, porque não posta uma matéria asob o título “CLÃ MUTRAN APÓIA SALAME EM MARABÁ”, E no teor da matéria poderia fazer um histórico do VAVA MUTRAN, seria uma boa. Será que ele topa?

    1. O nobre deputado João Salame, futuro prefeito de Marabá, já disse que não concorda com a decisão de Jordy e que irá subir no palanque do PMDB para apoiar o Chamonzinho.

  4. Não vejo isso com tanta supresa como o blogueiro, os Partidos Políticos servem apenas de escudo para interesses particulares, e o fato de a ou b apoiar certo candidato, e por mera afinidade, conveniência, etc. Infelizmente esse é o quadro político, o que prevalecer hoje são os acordos políticos, aquela política de cunho ideológico está em desuso.

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