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Redenção

Redenção inicia campanha de vacinação antirrábica neste sábado (15)

A vacina é oferecida de forma gratuita em vários pontos da cidade

Teve início na manhã deste sábado (15), no município de Redenção, a campanha de vacinação contra a raiva. Este Dia ‘D’ tem por objetivo a imunização de pelo menos 80% dos animais, entre eles gatos e cachorros.

O Centro de Zoonoses informa que a vacina está sendo oferecida em 16 locais, espalhados por diversos pontos da cidade. Dentre as escolas participantes estão a Tarley de Andrade, Nossa Senhora Aparecida, Otávio Batista Arantes e Ronan Fideles de Mello. Já os postos de saúde dotados da imunização são: Araguaia, Serrinha, Laércio Barbalho, Marechal Rondon, Deusdete de Noronha, Campos Altos, Vila da Pedra, Bela Vista, Átila Douglas, Vila Maria, Planalto e Unidade de Zoonoses.

De acordo com a agente de endemias Lorena Maiane, os animais a serem vacinados contra a raiva devem ter mais de três meses de vida, além de não estarem doentes ou recém-paridas.

Na manhã deste sábado, a movimentação na Escola Otávio Batista Arantes era baixa: sem filas, com apenas vinte cachorros e dois gatos havendo sido imunizados. Lorena explica que é esperado um público bem maior no período da tarde.

Naiza Barbosa aproveitou a oportunidade para levar sua cachorrinha Jully para tomar a vacina. “Essa vacina, a antirrábica, é importante, pois protege os bichinhos e toda a família,” destacou.

A imunização de animais contra a raiva é grátis e teve início por volta das 8h da manhã deste sábado (15), durando até às 17h.

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Jacundá

Animais peçonhentos fazem quase 50 vítimas em Jacundá

Nos últimos 18 meses, quarenta e quatro casos de picada de cobra e de escorpião foram registrados no Hospital Municipal

O trabalhador rural Antonio Francisco dos Santos, 55 anos, convive há mais de um ano com um ferimento na perna esquerda provocado por uma picada de serpente da espécie jararaca. Ele e outros 43 pessoas foram vítimas de algum animal peçonhento no ano passado e nos primeiros seis meses deste ano no município de Jacundá. Os dados são do Departamento de Vigilância Sanitária, setor de Investigação de Acidentes por Animais Peçonhentos (Sinan Net), que registrou nos 18 meses 44 casos. As vítimas residem no meio urbano e rural. Em 217 foram 27 casos e 17 somente no primeiro semestre de 2018.

A diretora do Hospital Municipal “Maria Cecília de Oliveira”, Ray Silva, explicou que as vítimas são atendidas no setor de Emergência e, depois de uma avaliação clínica, recebem soro indicado à picada do animal. “Os soros antiofídicos específicos são o único tratamento eficaz e, quando indicados, devem ser administrados em ambiente hospitalar e sob supervisão médica”, lembra a diretora.

Das 44 vítimas, apenas seis casos na área urbana. E as serpentes, como a cobra jararaca, são as que fazem mais vítimas. Desse universo os escorpiões fizeram duas vítimas. O departamento não dispõe de outras informações sobre vítimas de outros animais, mas é possível que muitos optem pelo tratamento doméstico, o que não é indicado.

No caso do trabalhador rural Antonio Francisco, ele trabalhava no roçado quando uma cobra o picou. “Cheguei ao hospital algumas horas depois, mas o estrago já estava feito”. O ferimento na perna há mais de seis o tem deixado impossibilidade de trabalhar. “Estou pedindo ajuda até mesmo para comprar arroz e feijão”, desabafou. Ele vem recebendo atendimento médico na rede pública.

Como prevenir acidentes

O uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos pode evitar cerca de 80% dos acidentes;

Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos. Aproximadamente 15% das picadas atingem mãos ou antebraços;

Cobras se abrigam em locais quentes, escuros e úmidos. Cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana. Cuidado ao revirar cupinzeiros;

Onde há rato, há cobra. Limpar paióis e terreiros, não deixar lixo acumulado. Fechar buracos de muros e frestas de portas;

Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas e madeiras, bem como não deixar mato alto ao redor das casas. Isso atrai e serve de abrigo para pequenos animais, que servem de alimentos às serpentes.

O que fazer em caso de acidente

Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão;

Manter o paciente deitado;

Manter o paciente hidratado;

Procurar o serviço médico mais próximo;

Se possível, levar o animal para identificação.

O que NÃO fazer em caso de acidente

Não fazer torniquete ou garrote;

Não cortar o local da picada;

Não perfurar ao redor do local da picada;

Não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes;

Não beber bebidas alcoólicas, querosene ou outros tóxicos.

Carajás

Parque Zoobotânico Vale em Carajás recebeu mais de 127 mil visitantes em 2016

O Parque Zoobotânico Vale funciona todos os dias da semana, de 10h às 16h. O plantel em Carajás é constituído de 260 animais, com destaque para as espécies de aves e mamíferos.

Após inauguração de recinto de répteis e da expansão do estacionamento, o Parque Zoobotânico Vale (PZV) recebeu mais de 127 mil visitantes em 2016. Localizado no coração da Floresta Nacional de Carajás, Unidade de Conservação Federal preservada e fiscalizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com o apoio da Vale, o parque ocupa uma área de 30 hectares na Floresta Amazônica, com cerca de 70% de sua área de floresta nativa.

Para o supervisor do PZV, Marco Pamplona, o público foi receptivo quanto às melhorias implementadas ano passado. “O recinto de répteis foi inaugurado em fevereiro. Já o estacionamento, concluímos a obra em novembro. Durante todo o ano foram mais de 127 mil visitantes. Em janeiro desse ano já registramos que mais de 18.400 pessoas estiveram no parque”.

Lá de Redenção, Deusimar de Oliveira Lima, que estava conhecendo o PZV, acompanhou Elen Maria Feitosa, que estava retornando ao espaço. Ambos estavam muito satisfeitos durante a visita. Elen avaliou que ampliação do estacionamento foi positiva. “O parque está melhor para acolher o visitante, agora com um estacionamento maior e mais estruturado”.

Para o jovem casal de Parauapebas, Jackson Galvão e Patrícia de Mendonça, o parque é uma opção de laser para a família. “Acho que está tudo bem organizado e sinalizado. Nosso filho pode brincar e nós podemos andar com tranquilidade aqui”, destacaram.

Além de espaço para visitação, onde é possível ver espécies que estão ameaçadas de extinção como a onça pintada, suçuarana, macaco-aranha-da-testa-branca e o macaco cuxiú, o parque desenvolve um programa de conservação de espécies, em cativeiro, a exemplo da ararajuba (Guaruba guarouba). Outro programa desenvolvido no PVZ é o de pesquisa botânica. Periodicamente, os técnicos do parque coletam amostras das espécies nativas da região para desenvolver todo o trabalho de catalogação das informações sobre a flora amazônica. Mantido e administrado pela Vale, o parque abriga também um orquidário e um centro de visitantes, onde são realizadas ações de educação ambiental.

Horário de funcionamento do PZV

O Parque Zoobotânico Vale funciona todos os dias da semana, de 10h às 16h. O plantel é constituído de 260 animais, com destaque para as espécies de aves e mamíferos. Entre as principais atrações do parque estão os macacos, as onças e as aves, como a Harpia (Gavião-Real) e a Arara-Azul-Grande.