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Debate na UFRA

Organizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA – aconteceu ontem (9), em Parauapebas, um evento para discutir a divisão do Pará. A princípio era para ser um debate, …

Organizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA – aconteceu ontem (9), em Parauapebas, um evento para discutir a divisão do Pará. A princípio era para ser um debate, todavia, o que se viu foi a exposição de opiniões do deputado federal Zenaldo Coutinho ( PSDB) e do deputado estadual João Salame (PPS), o primeiro em defesa da manutenção do Pará e o segundo pela divisão.

Para um plenário lotado de estudantes, comerciantes, empresários, políticos locais e militantes na imprensa, João Salame mostrou que o Pará está tecnicamente quebrado, que já não pode mais assumir o papel que lhe é atribuído pela CF, e que a criação de Carajás e Tapajós é viável economicamente.

Zenaldo Coutinho, apesar de falar para um público praticamente contra ao que pretendia defender, foi ouvido com educação e poucas vezes foi vaiado, apesar das atitudes provocadoras que insistia em usar. Tentou, em minha opinião sem sucesso, esclarecer que não é a divisão do Pará que irá resolver os problemas de Carajás e Tapajós.

Confesso que esperava mais do deputado Zenaldo, assim como esperava mais do suposto debate.

Sem querer desmerecer a organização, creio que, no futuro, será necessário deixar que os eloquentes debatedores troquem perguntas, comentem as respostas um do outro. Acredito que a maioria ficou satisfeita com o que viu e ouviu, contudo, o bom  e velho sistema de debate onde há a interação entre os oponentes e a plateia é muito mais palatável aos que assistem. Fica a dica!

22 comentários em “Debate na UFRA

  1. Bartolomeu Responder

    Eu voto sim porque estou cansado de descaso. To cansado de roubos da ALEPA, cansado de estradas ruins, cansado de falta de segurança no sul e oeste do PA….

    Eu VOTO SIM para o desenvolvimento!

    VOTO 77

  2. Senna Responder

    Eu espero que os debates continuem, como também, melhorem o nível da discussão. À medida que se discute vamos vendo que os argumentos ou se reforçam ou se enfraquecem.
    Continuo encontrando razões para o Não crescer.
    NÃO e NÃO! NINGUÉM DIVIDE O PARÁ!
    VOTO 55.

  3. Gleydson Responder

    Acrescentando ao texto do Leonidas sobre quem perde e quem ganha menciono esse comentário de um eleitor que eu vi no portal G1:

    Quem vai pagar as dívidas do Pará, inclusive os investimentos feitos nas regiões que querem a separação? Não será o governo federal, que está impedido pelo artigo 234 da Costituição de 1988. Este artigo proíbe que a União assuma, direta ou indiretamente, dívidas em decorrência da criação de novos estados. Ou seja o Pará remanescente vai perder mais da metade da sua receita e ter que arcar com os gastos da criação dos novos estados.

    • Zé Dudu Autor do postResponder

      A questão das dívidas referentes a investimentos realizados pelo governo paraense nos novos estados, certamente serão regulamentadas pela Lei Complementar de criação dos novos estado que deverá ser elaborada pela ALEPA e enviada ao Congresso Nacional. O pouco que foi investido nas regiões que se separarão serão pagos por estas regiões.

  4. Leonidas Mendes Filho Responder

    Zé…

    voce sabe minha opinião sobre a divisão territorial do Pará. Então, vou poupa-lo, e aos seus leitores, de repetí-la. Entretanto, me preocupo quando as coisas são feitas irresponsável e inconsequentemente. Como não acompanho a situação da Frente Pró-Tapajós, não tecerei comentários sobre ela. Mas, no que diz respeito à Frente Pró-Carajás, tenho observado dois erros. Primeiro, a tese de que “todos ganham”: isto é a-histórico. A história, “maior de todas os mestres”, tem demonstrado que, na sociedade, sempre há perdedores e ganhadores, num grau maior ou menor. É só lê-la! Neste caso, indiscutivelmente, a população paraense remanescente perderá. Afirmar o contrário é deseducar politicamente nosso povo! É irresponsabilidade política e não contribui para o fortalecimento de nossa democracia e de nossa cultura civilizatoria!
    O segundo erro, a inconsequência: meu caro Zé, como pode haver tantas camisas, adesivos, panfletos, comitê, carreatas, comicios (exemplo: Canaã) se os coordenadores da Frente Pró-Carajas declaram não ter recebido nenhum recurso ao TSE (vide página: http://www.tse.gov.br)? Quem está bancando e distribuindo estes materiais? Onde está o CNPJ?
    Zé, voce, inclusive por ser um dos mais sensatos defensores do Estado de Carajás, deve alertar aqueles que encabeçam esta luta do risco que correm: basta uma interpelação judicial pra paralisar a campanha.

    Sem mais, e sempre disposto ao livre debate de idéias,

    Leonidas Mendes Filho
    (historiador/UFPA/Campus II)

  5. Gleydson Responder

    “A realidade na sua mais pura forma esta colocada , todavia se disfarça em salva vidas, quando é apenas um abraço de afogado!
    Não posso esquecer que ainda existem as classes de teleguiados , idiotas, vocês é que sabem e loucos assim ainda vai haver muita perda de tempo com este assunto para felicidade dos políticos oportunistas em eterno plantão como donos de funerária que se mantém alerta sobre as desgraças dos outros !
    “Concordo que algo deve ser feito sobre as desgraças existentes, porem descordo do tal passe de mágica denominado plebiscito que supostamente resolveria todas as mazelas caso seu resultado restringisse o direito de decisão aos habitantes dos estados pleiteados!
    “Uma jura de amor eterno dita no calor do ato sexual é diferente da jura de amor dita antes do ato, contudo as duas se assemelham na falsidade; antes do ato, o motivo é para consegui-lo durante o ato é para agradar o submetido, a jura de amor verdadeira é aquela dita após ter conseguido o sexo, palavras encantadoras lançadas aos quatro cantos sobre uma realidade imaginaria ditas antes do dia D continuaram a soar como hinos angelicais na hora da decisão, porem após o resultado essas ditas palavras serão apenas inspiração para um Funk de Periferia, afinal tal engodo só será desmascarado quando concluído!
    “Imaginem um grupo composto por Zé Geraldo, João Salame, Geovani Queiros, Nagib Mutran, indo deixar uma cesta básica na casa da família composta por 14 pessoas do Tião Risada, morador na beira do lago de Tucuruí, com acesso pela vicinal da Piranheira. Hoje isso pode acontecer, hoje isso pode se tornar verdadeiro. Contudo, “Amanhã é Outro Dia”. Cada um levará sua própria cesta básica. Alguém, no primeiro momento, dirá “Então será melhor!” Entretanto, em uma análise mais demorada vera que uma, duas, três, quatro cestas básicas não são suficientes para sustentar a casa do Tião Risada por um mês, que dirá por dois anos (tempo que retornaram com outras cestas básicas). Afinal, o Tião só é lembrado por eles de dois em dois anos!
    “Quem será beneficiado, seja qual for o resultado? O Tião Risada?
    “Não há como imaginar – nem hoje, nem amanhã – o mesmo grupo, ou um de seus componentes, levando medicamentos, material escolar, ou criando emprego na Vila Page, povoado localizado na vicinal da Piranheira, distante 32 Km da casa do Tião Risada!
    “Eu queria saber onde estavam os ditos políticos quando foi para a vicinal da Piranheira uma força-tarefa, composta de representantes de todos os órgão públicos possíveis, investigar a morte da família Espírito Santo e ficou foi apreendendo madeira (retiradas da água onde se encontravam semi submersas, desde a formação do lago) destinadas a fabricação artesanal de canoas que seriam utilizadas como meio de transporte!
    “Uma união de abastados (empresários, comerciantes, fazendeiros etc.) doando dinheiro sem esperar retorno financeiro! Dá para acreditar? Digo, sem esperar retorno financeiro, pois nunca vi contribuição alguma dessas mesmas pessoas para o bem comum de um distrito, quanto mais da região!
    “Quem será beneficiado seja qual for o resultado, o Tião Risada?
    “Será que ninguém percebe que não tem sentido lógico essa onda marítima que tomou conta de cabeças ditas inteligentes em torno de uma solução imediata, cuja probabilidade estatística, apesar de ser um cara ou coroa (sim ou não), de dar certo é menor que um indivíduo ser atingido seis vezes por um raio, após ganhar seis vezes na mega-sena. Ou seja, lançaram a moeda já sabendo que ela vai cair em pé ?
    “Quem será beneficiado seja qual for o resultado, o Tião Risada?
    “Sou católico e sempre que me vejo em dificuldades apelo para Nossa Senhora, barganhando uma saída com três Ave Maria e sou atendido. Eu jamais solicitaria, porém, que o sim ou o não desse certo a troco de mil missas, pois tenho consciência que até milagre tem limites!
    “Dentista ou tira-dentes , qual é a palavra certa? Se elas forem vistas pelo ângulo da biologia, dentista é a correta e tira-dentes um depreciativo, porém, se for olhado nosso passado histórico, existe uma inversão! Sim ou não ser o certo é uma incógnita para uns e uma tola opção para outros!
    “Como seria salutar se os mentores desta peleja usassem individualmente seu poder de convencimento em prol da comunidade, em vez de ser em benéfico de seu caráter!
    “Quem será beneficiado seja qual for o resultado, o Tião Risada?
    “Não coloquei políticos porque esses jamais usam o dinheiro que já conseguiram; quando usam é o dos outros, que não tem como ficar ancorado em seu patrimônio!

    Francisco Machado de Andrade

  6. Gleydson Responder

    NÃO

    NÃO é de hoje que tentam te dividir, reduzir, subtrair, separar, esquartejar.
    NÃO é de hoje que trocam tuas riquezas, tuas belezas, por mazelas e sequelas.
    NÃO é de hoje que te difamam, que te proclamam ao avesso.
    NÃO é no que tens de bom que a mídia acerta teu endereço.
    NÃO é de hoje que navegas à deriva, ao descaso, que impedem tua aurora e promovem teu ocaso.
    NÃO é de hoje que te tratam como um mau inquilino; até tua estrela, da bandeira tentaram despejar.
    NÃO foi à toa que nasceste forte, Forte do Presépio.
    NÃO foi fácil crescer feliz, Feliz Lusitânia.
    NÃO te curvaste aos maus forasteiros nem a teus maus filhos.
    NÃO te curvarás aos que, agora, querem iludir tua consciência, lotear teu coração.
    Se é para o bem dos poucos e mesmos o golpe da divisão, teu povo diz NÃO!

  7. Gleydson Responder


    SIM CARAJÁS:

    Eu votarei Sim para Carajás e não para Tapajós, pois entendo que o pessoal do Tapajós apenas está pegando carona na luta do Carajás mas não está fazendo nada de concreto pela causa, e ainda, Carajás pode sair derrotado e a vitoria pode cair no colo do Lira Maia sem ele ter feito nada, só nos enganar pois eu já estou sabendo que a maioria da população do Tapajós votará contra carajás.

    Engraçado, o pessoal do tapajós tem o mesmo pensamento em relação à vocês…pelo visto, os dois lados só têm razão quando se acusam.

  8. SIM CARAJÁS Responder

    Eu votarei Sim para Carajás e não para Tapajós, pois entendo que o pessoal do Tapajós apenas está pegando carona na luta do Carajás mas não está fazendo nada de concreto pela causa, e ainda, Carajás pode sair derrotado e a vitoria pode cair no colo do Lira Maia sem ele ter feito nada, só nos enganar pois eu já estou sabendo que a maioria da população do Tapajós votará contra carajás.

  9. Nome (obrigatório) Responder

    TAÍS ARGUMENTO SÓLIDO É A M….. DE GOVERNADOR QUE TEMOS, UM PRA NADA, QUE NÃO FAZ NADA PELA NOSSA REGIÃO, ACREDITO QUE ELE NEM CONHEÇA PARAUAPEBAS, ENTÃO É SIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMSIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMSIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMSIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM, E FORA OS POLÍTICOS PREGUIÇOSOS QUE SE QUER CUIDAM DE SEUS QUINTAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1

  10. Nome (obrigatório) Responder

    É mais seria interessante para a população um debate onde pudessímos realmente saber os reais motivos e interesses desta divisão´assim poderiamos saber quem do governo é contra ou a favor dos interesses da população

  11. Senna Responder

    Já conhecia o discurso do Dep. João Salame. “Bom de microfone” e muito emotivo… agradou a quem gosta disso. Evoluiu pouco… No minha opinião ele enumera muitos motivos como corrupção, “elite” de lá, “elite” de cá que ficam com as benesses, a incompetência e inépcia do Estado, etc. A meu ver recai sobre os próprios líderes e lideranças políticas essa pecha. Porque não se unem para reivindicar melhorias para esta região? Olha o Deputado tem que avaliar um pouco mais o que significa incompetência nesse caso, de quem é do povo ou deles políticos?
    Quanto ao Dep. Zenaldo Coutinho ficou mais na defensiva, não fácil, acho mesmo que ele se saiu muito bem para o mometo adverso – não é pra qualquer um, foi um corajoso, não abriu mão de algumas verdades, por exemplo, quando falou das receitas alferidas pelos municípios da região, especialmente, Parauapebas e a gestão desses recursos. Os argumentos utlizados ficaram mais nas conseqüências das perdas a nível de Estado, os custos elevados com estruturação de novos estados (o que é verdade), custos que serão deivididos com os demais estados da União, é aí que mora outra discussão que vai parar no Congresso; didaticamente mostrou através de mapas e gráficos como está a gestão pública, o que cabe ao Estado e o que cabe à União, esse foi um dos raros momento que vi a platéia ficar atenta… Quem não foi perdeu uma boa aula sobre a geopolítica do Estado.
    Pra valer mesmo, fica a evidência de que quem está pra sim, dificilmente vai mudar – “todos querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer”, diz o popular; a questão é do não no qual me incluo é analisar essas proposta de governabilidade, estas, é que não tem mesmo, principalmente do lado do sim. E até agora o argumento mais forte do sim é o abandono da região pelo governo. Ok! Mas fica uma dúvida pra mim, quando vi alí muitos vereadores e lideranças políticas e nenhum deles falou ou argumentou nada contra, nem a favor… Se é que o Estado é tão ausente, ao que parece, está bom para a classe política…
    Na verdade me deixa crer que, no caso de Parauapebas, sofre as conseqüências das conveniências de governos passados; quando foi o PSDB houve a cumpliciade das ações administrativas nas áreas estadual/municipal; quando o PMDB idem; quando foi o PT, idem; agora que é diferente PT município, PSDB estado é que se fala em ausência do Estado, porque não se falou disso quando estavam juntos Município-Estado? conclusão aí estamos todos nós reclamando por mais médicos, mais escolas, mais segurança, mais isso ou aquilo… Os mais atentos enchergam assim, os desatentos vão nos argumentos pouco esclarecedores e convincentes, pensou eu.
    “Que o sim seja, sim! Que o não, seja não!” (Pe. Eugênio).
    Por enquanto: NÃO e NÃO NINGUÉM DEIVIDE O PARÁ!

  12. Taís Responder

    Bem, moro em Belém e não assisti a nenhum debate até o momento, mas ainda estou esperando que as frentes contrárias apresentem algum argumento sólido.

    Hoje acordei cedinho para ver a Frente Contra o Tapajós defender seus pontos de vista, mas o que vi foi o Eliel Faustino matraqueando quase que ininterruptamente um discurso pré-fabricado e inconsistente, falando que temos de permanecer unidos para o Pará não perder a PUJANÇA (???) e que os novos estados vão gerar gastos para a União.

    De que que pujança será que ele estava falando, se o Estado inteiro sofre com a falta de políticas públicas em áreas básicas, tais como saúde, educação e segurança?

    Como se pode chamar o Pará de PUJANTE se na última pesquisa FIRJAN ocupa a 23ª posição no ranking de qualidade de vida, atrás de todos os estados mais jovens da Federaçã, Rondônia, Tocantins e Roraima, estando a frente apenas do Amapá?

    Por outro lado, se a União não enxerga as demandas da região Norte e o Pará não consegue, ou não quer, pressionar para que a Transamazônica seja concluída, a solução é, parece-me, criar novos estados e forçar a União a cumprir com seu papel através da pressão política que atualmente não temos condições de fazer, porque a região Norte é muito mal representada no congresso e perde TODAS para os Estados do Sul e Sudeste.

    Como você Clatyon, ainda estou ouvindo os argumentos, mas, ao contrário de você, estou inclinada ao SIM.

  13. Eudes Responder

    Gostaria de saber quais foram as “atitudes provocadoras” do deputado Zenaldo que o blogger se refere. Pelo teor mais do que parcial que ele sempre se refere ao assunto, acredito que todo argumento contrário defendido pelo deputado foi uma provocação para ele.

    • Zé Dudu Autor do postResponder

      O deputado fazia perguntas aos presentes se eles sabiam quanto tal município arrecadava e quando lhe era respondido que não ele ironicamente ria, entre outras.

      Eudes, você mais do que ninguém não pode reclamar que o Blogger não é democrático pois nunca teve nenhum comentário a favor do Não censurado aqui. Agora eu não sou tendenciosamente a favor do Sim, eu sou declaradamente a favor do SIM. Acredito que nem mesmo os favoráveis ao Sim tenham tanto espaço para falar a favor do não do que aqui, então não reclame da maneira como coloco as situações.

  14. Clayton Santos Responder

    Estive presente no debate e em nenhum momento o Zenaldo Coutinho provocou os militantes do contra, simplesmente tentaram provoca-lo através de pessoas desqualificadas que ali se encontravam, pois estes só tem ouvidos para uma corrente o que prejudicou e muito o debate. Vi também que entre os simpatizantes pela separação há um sentimento emocional. O bom disso é que Parauapebas, pela região sul e sudeste saiu na frente para ouvir as frentes, coisa que creio eu não deva acontecer em outras cidades do sul do Pará devido os animos de alguns separatistas poder levar a violencia.
    Fora os agravos que ocorreram, foi satisfatório o debate entre as frentes e mostrou que alguns cidadãos de Parauapebas ainda estão indecisos, principalmente depois de ouvir palavras do pedagogo Raymundo Moura que simplesmente escarrou a bandidade politica e empresarial da região.
    De todo modo, continuo indeciso quanto a decisão do meu voto, pois vi argumentos de ambos que condizem, mas por enquanto estou simpatizando pelo NÃO. Vamos aguardar as propagandas da rádio e televisão e verificar quem está dizendo a verdade.

    • Zé Dudu Autor do postResponder

      Clayton, o Raimundo aproveitou a ocasião para demonstrar sua insatisfação como membro do Sindicato dos Professores e mais uma vez lembrar que se não são os governos municipais a educação, saúde, segurança e outros órgãos que deveriam ser obrigação do estado estariam paralisados. Ele na verdade mandou um recado para Jatene e para um governo que não tem recursos sequer para dar R$64,00 de acréscimo para os professores, como manda a lei, imagina para fazer seu papel nas áreas divisionistas.

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