Pará

Apreensão de mercadorias ilegais dispara mais de 2.000% no Pará em 2019

Este ano, fiscais da Receita Federal apreenderam de janeiro a maio quase R$ 7 milhões em produtos, como cigarros contrabandeados. Pará só perde para Bahia em taxa de crescimento.

Este ano, fiscais da Receita Federal apreenderam de janeiro a maio quase R$ 7 milhões em produtos, como cigarros contrabandeados. Pará só perde para Bahia em taxa de crescimento.

Cerca de R$ 6,8 milhões foram apreendidos no Pará em mercadorias ilegais, de janeiro a mais deste ano, de acordo com a Receita Federal do Brasil. O estado registrou aumento de 2.288% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram apreendidos R$ 286,2 mil em produtos piratas e de origem ilegal. As informações foram divulgadas pelo portal G1, que obteve os dados a partir da Lei de Acesso à Informação (LAI) junto ao Ministério da Economia.

O crescimento de produtos contrabandeados circulando pelo Pará só ficou atrás da movimentação proporcional registrada pela Bahia entre 2018 e 2019, estado no qual a apreensão de mercadorias disparou 4.751%. Para chegar ao cálculo, a Receita Federal leva em conta mercadoria estrangeira de importação proibida (como produtos falsificados) ou com fraude na importação, cigarros em situação irregular e veículos transportando as mercadorias ilegais.

Segundo o portal G1, a Receita Federal converte as apreensões em dinheiro porque os agentes conseguem comparar o trabalho da fiscalização de tempos em tempos. Em nota, a Receita explicou que o aumento das apreensões de mercadorias ilegais em 2019, em todo o país, em comparação com 2018, foi possível porque “os procedimentos de controle, vigilância e repressão da RFB estão evoluindo em velocidade acentuada utilizando como base os pilares de: gestão de risco, inteligência e integração, bem como, o uso de tecnologia de ponta em seus diversos sistemas informatizados”. O estado de São Paulo é campeão em valores absolutos, com R$ 308,2 milhões em mercadorias ilegais apreendidas. Em seguida vêm Paraná (R$ 250,4 milhões), Mato Grosso do Sul (R$ 193,9 milhões), Rio de Janeiro (R$ 152,1 milhões) e Santa Catarina (R$ 80,5 milhões). Considerando-se 22 estados e o Distrito Federal, que possuem dados completos atualizados para o período de janeiro a maio deste ano, a apreensão totaliza R$ 1,27 bilhão no país, alta de 32% na comparação com os R$ 968,1 milhões contabilizados em 2018

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