Dia desses um procurador de São Paulo ameaçou prender uma aluna que questionava seus métodos de ensino na aula. Num outro, um magistrado do Rio processou o condomínio onde mora para ser chamado de “doutor” pelo porteiro. Comportamentos como esses tornaram-se alvo de um trabalho de uma associação dirigida por juízes, promotores e advogados espíritas.
Em entrevista à Folha de S.Paulo o presidente da AJE – Associação Jurídico-Espírita de SP, promotor Tiago Essado, afirmou que esse é um dos problemas crônicos do sistema de Justiça brasileiro, que envolve vaidade e prepotência. “Não estamos nos excluindo desse comportamento. Estamos reconhecendo o problema e a necessidade de modificá-lo. Fazemos reformas nas leis, mas, às vezes, o problema não está nela. Está na postura”.
Fonte: Migalhas